VACINAS

Escola Estadual Marcelo Tulman Neto

VACINAS

LARISSA VIEIRA

Resumo

Esse tema esclarece sobre os dados mais recentes sobre a vacinação, os possíveis efeitos secundários, os mitos e os medos, as medidas implantadas para garantir a segurança das vacinas e a incidência da vacinação sobre as doenças infantis no mundo.

Palavras-chave: vacinas , doenças , infantis .

Introdução

Esse tema esclarece sobre os dados mais recentes sobre a vacinação, os possíveis efeitos secundários, os mitos e os medos, as medidas implantadas para garantir a segurança das vacinas e a incidência da vacinação sobre as doenças infantis no mundo.

O fato de que o surgimento de problemas neurológicos tenha ocorrido de forma coincidente pouco após o período em que as crianças receberam suas vacinas faz com que diversos pais e profissionais da saúde tenham o receio de que as vacinas possam ser a causa desses problemas. 

Entretanto, um número considerável de pesquisas demonstra que a maioria dos problemas neurológicos atribuídos às vacinas foi, na realidade, devido a outras causas. Por exemplo, diversos estudos realizados por 14 anos refutaram o vínculo entre o autismo e a vacina MMR (sarampo, rubéola e caxumba). A pesquisa também não demonstrou haver uma relação entre a vacina contra a coqueluche e a encefalopatia.  

Apesar disso, para muitos pais, a segurança das vacinas não é uma questão científica, mas emotiva, difícil de ser superada. Considerando o reaparecimento de algumas doenças devido ao baixo índice de vacinação, doenças que acreditávamos ter erradicado, ainda resta muito trabalho a ser feito para eliminar os perigosos mitos sobre as vacinas.

O que é Vacina:

Vacina é um tipo de substância (vírus ou bactéria) que é introduzida no corpo de uma pessoa de um animal para criar imunidade a uma determinada doença ou para curar uma infecção já instalada.

A imunidade criada através da vacina baseia-se na capacidade de reação do organismo aos agentes infecciosos ao produzir anticorpos que combatam esses agentes.

Quando uma pessoa ou animal são vacinados contra uma determinada doença, passam a ter imunidade em relação a essa doença.

A primeira vacina foi descoberta em 1978 pelo médico inglês Edward Jenner em suas observações sobre a influência da varíola bovina nas pessoas que ordenhavam os animais infectados. Aliás, a palavra “vacina” deriva do termo Latim “vaccinae”, que significa “da vaca”.

Jenner observou que o agente infeccioso da varíola bovina ao entrar em contato com o organismo humano provocava sua imunidade a essa doença.

Outras importantes vacinas foram descobertas a seguir: contra a raiva (desenvolvida por Pasteur em 1885), contra a poliomielite (paralisia infantil), a cólera, a febre amarela, a hepatite, o sarampo, o tifo, a tuberculose, a gripe, e, ainda, contra difteria, coqueluche e rubéola (vacina tríplice)

A importância das vacinas para a taxa de natalidade

Taxa de natalidade é a percentagem de nascimentos ocorridos em uma população, em determinado período de tempo.

A taxa de natalidade de uma população reúne informações que permitem estabelecer um panorama nacional da quantidade de nascimentos que foram registrados durante certo tempo.

A taxa de natalidade é um índice obtido entre duas variáveis: a população de determinado período e a quantidade de nascimentos registrados no mesmo período. Ao se fazer a divisão da quantidade de nascimentos pela população do período, obtém-se a taxa de natalidade.

A importancia das vacinas para a taxa de natalidade é que pode diminuir doenças durante o pré natal , ou durante a infancia , as vacinas podem dar mais tempo para as crianças , diminuindo a taxa  de mortalidade infantil.

O que é Mortalidade infantil:

Mortalidade infantil representa a morte de crianças no seu primeiro ano de vida. Esta é uma situação que afeta todo o mundo, principalmente os países mais pobres. 

Entre algumas das principais causas para a mortalidade infatil está a falta de saneamento básico, que pode provocar a contaminação da água e de alimentos, provocando inúmeras doenças para o recém-nascido. 

As precárias condições dos hospitais e a falta de assistência médica às grávidas e aos recém-nascidos também são razões para o agravamento da mortalidade infantil em algumas regiões. Em alguns lugares do mundo, como em alguns países africanos, por exemplo, a principal causa da mortalidade infantil é a desnutrição, provocada em consequência da má alimentação das crianças.

Por outro lado, países desenvolvidos como o Japão, Finlândia e Islândia têm as menores mortalidades infantis no planeta, com uma média de 3 óbitos a cada mil nascimentos. Mais uma vez, a explicação para estes resultados está nas condições de saúde, saneamento e educação básicos que são corretamente oferecidas nessas nações.

avanços tecnologicos das vacinas

As vacinas são superimportantes, pois permitem a prevenção de doenças graves, com altas taxas de mortalidade. A vacina contra varíola foi a primeira desenvolvida (século XVIII) e sua história é bastante curiosa: a partir da observação de que pessoas que lidavam com vacas infectadas com um vírus semelhante ao da varíola humana não contraiam a varíola, iniciou-se a injeção das secreções destes animais infectados em pessoas, que se tornaram imunes a esta doença. A base da vacinação é que o contato com agentes causadores de doença estimula nosso sistema imune a produzir anticorpos, gerando um tipo de memória, com capacidade de lembrar de cada microrganismo a que fomos expostos, e, no caso de entrarmos em contanto novamente com eles, nosso corpo rapidamente dá uma resposta para impedir o estabelecimento da doença.

Na década de 50, foram descritos dois tipos de vacinas contendo microrganismos inteiros: as vacinas inativadas, compostas por agentes infecciosos mortos; e as vacinas atenuadas, que contêm agentes vivos causadores de doenças, porém sem capacidade de causar doença. Como as vacinas atenuadas possuem microrganismos vivos, elas têm maior capacidade de estimular nosso sistema imune a produzir anticorpos. No entanto, em casos raros, estes microrganismos atenuados podem causar doença, como em pessoas com deficiências no sistema imune. Já as vacinas inativadas, embora menos estimuladoras, são mais seguras, já que os microrganismos mortos não têm possibilidade de causar doenças.

Com os avanços tecnológicos, surgiu, na década de 80, a primeira vacina de subunidades, contra a Hepatite B, contendo apenas pedaços dos agentes infecciosos. Para isso, foi essencial o desenvolvimento de novas técnicas genéticas que permitiram que alguns microrganismos selecionados passassem a produzir diversas moléculas de interesse para a produção de vacinas. Com o uso destes microrganismos como pequenas fábricas, esta técnica reduziu consideravelmente os custos, porém a eficácia destas vacinas é menor, pois, durante uma infecção real, diversas partes dos microrganismos estimulam nosso sistema imune a produzir anticorpos, e no caso dessas vacinas apenas um pequeno pedaço é utilizado, tornando a resposta imune menos eficaz.

Para melhorar a resposta imune, algumas substâncias podem ser adicionadas às vacinas, como sais de alumínio. Diversas moléculas vêm sendo estudadas para este propósito e as mais promissoras são derivadas de microrganismos, modificadas quimicamente para que não causem efeitos colaterais. Um exemplo é a vacina contra o HPV (vírus do papiloma humano) (Cervarix®), que inclui uma molécula modificada de LPS – composto encontrado em algumas bactérias. Outra estratégia é o uso de partículas virais não infecciosas, similares aos vírus, mas incapazes de causar doença.  Sua vantagem é a imitação perfeita de uma infecção viral, pois mantém a estrutura do vírus. Porém nem todos os vírus possuem essas partículas, e nem todas as doenças infecciosas são causadas por vírus.

Atualmente, uma das áreas promissoras no desenvolvimento de vacinas é a nanotecnologia. Com o uso de nanopartículas de diferentes composições químicas, mil vezes menores que os microrganismos, essas vacinas tem reconhecimento otimizado pelo sistema imune, porém seus efeitos a longo prazo ainda são desconhecidos. Por esta razão, nanovacinas derivadas de compostos biológicos naturais, como proteínas e lipídeos, são de grande interesse. No entanto, nanovacinas naturais podem não ser eficientes contra qualquer microrganismo e, como alternativa para produção de vacinas mais eficazes, vem sendo desenvolvidas proteínas artificiais, com a adição de partes específicas responsáveis pelo aumento do reconhecimento pelo sistema imune.

Conclusão

Concluí que ; Vacinas são substâncias produzidas com bactérias ou vírus causadores de doenças. Esses microrganismos podem estar mortos ou atenuados, ou seja, tratados de modo que não causem a doença.

Referências

. Disponível em: <http://www.curtamicro.com.br/vacinas.html>. Acesso em: 27 out. 2018.

. Disponível em: <http://www.enciclopedia-crianca.com/vacinacao/introducao>. Acesso em: 27 out. 2018.

. Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/publieditorial/hora-de-saude/041013d/>. Acesso em: 27 out. 2018.

. Disponível em: <https://www.significados.com.br/mortalidade-infantil/>. Acesso em: 27 out. 2018.

. Disponível em: <https://www.significados.com.br/taxa-de-natalidade/>. Acesso em: 27 out. 2018.

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