VACINAÇÃO CONTRA AS PATOLOGIAS TÉTANO E DIFTERIA

CENTRO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA ESTADUAL PAULA SOUZA ESCOLA TECNICA JULIO DE MESQUITA

VACINAÇÃO CONTRA AS PATOLOGIAS TÉTANO E DIFTERIA

AMANDA MELATI JACINTO

DANIELA ALEXANDRE DOS SANTOS

DARA BORGES CONSENTINO

LAURA NOGUEIRA BARBOSA

Resumo

A vacinação é a maneira mais eficaz de se acautelar uma série de patologias imunopreveníveis . Nesse contexto, o presente trabalho possui como finalidade exibir com clareza os aspectos relevantes das bactérias e doenças referidas, salientando a importância da utilização das vacinas no meio humano.

Palavras-chave: Vacinação. Patologia. Bactéria.

Abstract

Vaccination is the most effective way to guard against a host of vaccine-preventable conditions. In this context, the present work aims to show clearly the relevant aspects of the bacteria and diseases referred to, highlighting the importance of the use of vaccines in the human environment.

Palavras-chave: Vaccination.Pathology. Bacterium

http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=172199&indexSearch=ID

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/svs/difteria

http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2016/julho/06/BR-Dif-Informe-2015-.pdf

Desenvolvimento

bactérias

As bactérias são os seres vivos mais antigos na natureza (evidências encontradas em rochas de 3,8 bilhões de anos). São também os mais simples do ponto de vista estrutural e os mais bem sucedidos em relação ao número de indivíduos. A quantidade de bactérias no intestino de uma pessoa é superior ao número total de células humanas no corpo humano. Elas são microscópicas, unicelulares, sem núcleos e sem clorofila e se reproduzem por divisão binária. Podem ter várias formas e serem de tamanhos variados, indo de 0,2 a 6,0 micrômetros (milésima parte do milímetro). Quase todas são envolvidas por uma camada externa resistente e logo abaixo dela por uma membrana citoplasmática, tendo em seu interior DNA, RNA, proteínas e pequenas moléculas. Elas encontram seus alimentos em quase todas moléculas orgânicas e havendo alimentos suficientes elas se dividem muito rápido (a cada 20 minutos) e uma única bactéria pode gerar cinco milhões de outras num período de apenas onze horas. Podem ser encontradas na forma isolada ou em colônias e podem viver na presença ou na ausência de oxigênio (chamadas, respectivamente, aeróbias ou anaeróbias) ou, ainda, serem anaeróbias facultativas. As aeróbias normalmente vivem na pele ou no sistema respiratório e as anaeróbias nas camadas profundas dos tecidos ou nas feridas.

As bactérias exercem um importante papel ecológico porque elas fixam e devolvem o nitrogênio à atmosfera e também são úteis para o homem na indústria de laticínios e farmacêutica. Algumas bactérias são prejudiciais à saúde do homem e podem causar inúmeras doenças (bactérias patogênicas), mas outras não e a presença de algumas delas é necessária para o bom funcionamento orgânico (bactérias da flora intestinal, por exemplo, que ajudam na digestão e evitam a proliferação de micróbios patogênicos).

Nos seres humanos elas podem ser transferidas de pessoa para pessoa e podem ser combatidas pelos antibióticos. Caso contrário, elas aumentam rapidamente, ampliando o número de colônias e podendo leva-lo à morte. Entre milhares de outras, as principais doenças causadas por bactérias são: a tuberculose, a hanseníase (lepra), a difteria, a coqueluche, a pneumonia bacteriana, a sinusite bacteriana, a escarlatina, o tétano, a leptospirose, a cólera.

YGUH



Corynebacterium diphtheriae

O Corynebacterium diphtheriae é um microrganismo Gram-positivo, em forma de bastonete, não produtor de esporos. É uma bactéria patogénica responsável pela difteria. De uma forma generalizada, o Corynebacterium diphtheriae coloniza a faringe, formando uma pseudomembrana de coloração cinzenta composta por fibrina, leucócitos, células do epitélio mortas e células da própria bactéria. A partir desta situação a bactéria começa a libertar uma toxina bastante potente. Esta exotoxina é libertada para a corrente sanguínea, afetando o coração e as células nervosas, interferindo na síntese de proteínas.

Este microrganismo pertence ao Filo Actinobacteria do Reino Monera, está incluído na Classe Actionomycetales, Ordem Actinomycetales, Família Corynebacteriaceae e Género Corynebacterium.

Em meios de crescimento enriquecidos com telurito de potássio, as colónias de Corynebacterium diphtheriae passam de uma coloração cinzenta para preta dentro de vinte quatro horas. Com meio de soro coagulado de Loeffler de hemocultura, a incubação durante doze horas seguida de coloração com azul-de-metileno revelará a presença de bactérias pleomórficas em forma de bastonetes.


Clostridium tetani

O Clostridium tetani é a bactéria causadora da doença tétano. Pertence ao Reino Monera, do Filo Firmicutes, da Classe Clostridia, da Ordem Clostridiales, da Família Clostridiaceae e do Género Clostridium. Possuem flagelos para que possam se locomover, não precisam de ar para sobreviver, anaeróbios e são bacilos gram-positivos. Sua estrutura é extremamente desidratada, por isso é uma bactéria esporulada. Libera exotoxina plasmidial.

 dIFTERIA (cRUPE)

A difteria é uma das doenças melhor estudada atualmente, porém, ainda afeta a população global e está sendo explorada a fundo através da avançada tecnologia mundial com que se dispõe nos dias que correm.

É uma doença aguda infecciosa localizada nas mucosas ou na pele. É causada por um bacilo toxigênico gram-positivo que recebe como nomenclatura Corynebacterium diphtheriae e costuma se alojar, normalmente, nas amígdalas, laringe, faringe, nariz e, ocasionalmente em outras mucosas da pele.

TRANSMISSÃO DA DOENÇA

A doença é transmitida através do contato direto do portador com uma pessoa suscetível. A suscetibilidade é geral, mesmo com a vacinação e com uma imunidade adquirida naturalmente por meio de anticorpos transmitidos na maternidade, passada de mãe para filho, ou até mesmo através de infecções silenciosas atípicas que endossam imunidade em graus diferentes, dependendo da exposição do sujeito. A transmissão, de fato, ocorre por intermédio de gotículas de secreção salivar, eliminada através da tosse, do espirro e até mesmo da fala. O período de incubação da enfermidade pode variar de um até seis dias, contudo, pode chegar a ser mais longo. Seu período de transmissibilidade dura, em média, duas semanas após o início dos sintomas, mas o portador pode eliminar o bacilo por seis meses ou mais, o que torna o mesmo de extrema importância na dissem

inação da difteria. O seu diagnóstico é feito laboratorialmente, m

ediante a identificação da Corynebacterium diphtheriae com cultura de material.

TRATAMENTO

O tratamento da difteria é realizado através de um soro denominado antidiftérico (SAD), que possui como principal finalidade inativar o bacilo de forma rápida e possibilitar que os anticorpos circulem para o problema se resolver. O soro pode, em alguns casos, ocasionar reações alérgicas e ao serem aplicadas as doses, deve-se levar em conta a gravidade e o tempo médio da doença. Opera-se com o soro de forma endovenosa (EV) e diluído em 100ml de soro fisiológico, em uma única dosagem. Antes da aplicação do soro, injeta-se um anti-histamínico, composto por prometazina/fenergan. Para crianças, utiliza-se uma dosagem de 0,5mg/kg/dose, via intramuscular. Para adultos, recomenda-se 100 a 1.000mg/dia, via intramuscular. Após esta aplicação, o SAD é preparado e aplicado no paciente. Usualmente, a antibioticoterapia é empregada, onde auxilia a terapia com o soro, interrompendo a exotoxina produzida, evitando a disseminação dos bacilos. Os antibióticos dispostos são a eritromicina, a penicilina G cristalina e a penicilina G procaína. Algumas medidas podem auxiliar no tratamento da doença, como por exemplo o repouso, o logramento de uma dieta leve, manutenção do equilíbrio hidrelétrico, entre outros atos rudimentares.

A DIFTERIA NO BRASIL

O Brasil, desde a década de 90, vem apresentando uma redução significativa na incidência dos casos. Na época, contava-se com dados relacionados à cobertura vacinal de 65,6%, sendo que atualmente, estima-se que esta taxa seja de 95 a 100%. Um caso famigerado de surto ocorreu no Estado do Maranhão, onde constataram-se 29 casos e três óbitos. Populações com baixas condições socioeconômicas são alvo da doença, pois geralmente as mesmas são áreas de baixo índice vacinal.

TÉTANO

O tétano é uma doença infecciosa grave, não contagiosa, que pode levar à morte. A infecção da bactéria acontece pela penetração na pele humana, de esporos da bactéria Clostridium tetani.

Os esporos do Clostridium tetani são encontrados habitualmente no solo e, sem causar o tétano, nos intestinos e fezes de animais (cavalos, bois, carneiros, porcos, galinhas etc). Também podem ser encontrados, principalmente em áreas rurais, na pele (integra), no intestino e fezes de seres humanos, sem causar a doença. 

TRANSMISSÃO DA DOENÇA

Em condições anaeróbicas (ausência de oxigenio), como ocorre em ferimentos, os esporos germinam para a forma vegetativa do Clostridium tetani, que multiplica-se e produz duas exotoxinas, a tetanolisina (ação ainda desconhecida) e a tetanospasmina (uma neurotoxina), que são disseminadas através do sistema circulatório (sanguíneo e linfático). Esses esporos podem penetrar no corpo por ferimentos acidentais, pela cicatriz umbilical de recém-nascidos ou por ulcerações, arranhaduras ou queimaduras pré-existentes na pele ou mesmo pela picada de um inseto. Em um ambiente anaeróbico (sem oxigênio), a bactéria se desenvolve e passa a produzir duas poderosas toxinas, uma das quais causa o tétano. 

O tétano, pode acontecer com indivíduos de qualquer idade e não é transmissível de uma pessoa para outra. A ocorrência da doença é mais freqüente em regiões onde a vacina não é tão comentada e o acesso á assistência médica é limitado.

 

 SINTOMAS

  • Dificuldade para abrir a boca e engolir;
  • Contrações musculares;
  • Comprometimento dos musculos respiratórios;

TRATAMENTO

Assim que o paciente suspeita estar infectado com a bactéria causadora do tétano, é importante que ela vá imediatamente até um hospital para iniciar o tratamento:

  • Injeção de antitoxina diretamente no sangue para bloquear a ação das toxinas do tétano, evitando agravamento dos sintomas e destruição de nervos
  •  Uso de antibióticos, como Metronidazol ou Penicilina, para eliminar as bactérias do tétano e evitar a produção de mais toxinas
  • Injeção de relaxantes musculares diretamente no sangue, como Diazepam, para aliviar a contração dos músculos provocada pelos danos causados pelas toxinas nos nervos
  • Ventilação com aparelhos utilizada nos casos mais graves em que os músculos da respiração estão muito afetados

VACINA

As vacinas são produtos biológicos que protegem as pessoas de diversas doenças. São formadas por agentes patógenos (vírus ou bactérias que causam doenças) previamente atenuados ou mortos ou por fragmentos desses agentes. Sua função é incentivar uma resposta imunológica do organismo, que começa a produzir anticorpos sem ter adquirido a doença.

As vacinas proporcionam o desenvolvimento da chamada “memória imunológica”, que é a produção antecipada de anticorpos especializados que reconhecerão o invasor caso a pessoa esteja infectada por ele. Assim, a resposta à infecção real será mais rápida e eficaz.

VACINA DUPLA DT/dT 

As vacinas duplas comportam toxinas inativas de diftérico e tetânico, produzidas pelas bactérias causadoras dessas doenças. Há duas especificações a infantil (DT) e adulta (dT).

As vacinas tríplices bacterianas acelulares comportam as mesmas atoxinas das vacinas duplas, diftérico e tetânico, acrescentando a toxina inativada pertussis, produzido pela doença coqueluche. Contém também duas formas a Vacina tríplice bacteriana Pediátrica acelular (DTPa) e vacina tríplice bacteriana acelular do adulto (dTpa).

A DT é constituída de 30 UI de toxoide diftérico e dez a 20 UI do toxoide tetânico, a dT contém dois a quatro UI de toxoide diftérico e dez a 20 UI de toxoide tetânico e a dTpa possui a mesma quantia de toxoide diftérico e toxoide tetânico, com acréscimo. Ambas são aplicadas via intramuscular, na região do músculo deltóide ou a face antero-lateral do meio da coxa e encontradas. São encontradas na Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

A vacina dupla infantil (DT) deve ser usada apenas em crianças que que não foram indicadas para receber a vacina tríplice (DPTa) ou já tiveram a doença coqueluche. É utilizado o mesmo esquema de vacinação da DTPa. Ambos aplicados em crianças de até 7 anos, sendo a primeira dose aos 2 meses de idade, aos 4 meses e aos 6 meses, depois com 15 meses e o segundo reforço aos 5 a 6 anos de idade, reforçando a cada 10 anos com vacina dupla de adultos.

Segundo as orientações do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI), a vacina adulta (dT) utilizada em adultos e idosos deve receber três doses da vacina. O intervalo entre as doses é de 60 dias e no mínimo de 30 dias. Os vacinados anteriormente com 3 doses das vacinas DTP, DT ou dT, deve administrar reforço, dez anos após a data da última dose. Diante de um acaso suspeito de difteria, avaliar a situação vacinal dos comunicantes. Para os não vacinados, iniciar esquema com três doses. Nos comunicantes com esquema incompleto de vacinação, este deve ser completado. Nos comunicantes vacinados que receberam a última dose há mais de 5 anos, deve-se antecipar o reforço.

Assim como qualquer medicamento, a dT pode provocar efeitos colaterais, tais como vermelhidão, edema no local da aplicação, sonolência, perda do apetite, vômito, febre, efeitos considerados comuns. Efeitos raros Síndrome de Guillain Barré, reação anafilática.

VACINAÇÃO EM GESTANTES 

A vacina DT é considerada a mais importante para a gestante, a vacina antitetânica é recomendada pelo Ministério da Saúde combinada com a vacina dupla tipo adulto (DT). Serve para prevenir o tétano neonatal, uma enfermidade que fomenta má formação do feto e gera problemas durante a gestação. Esta vacina necessita ser reforçada a cada 10 anos. É aplicada em três doses, onde deve-se gerir de acordo com o histórico da gestante. As doses devem ser aplicadas com um intervalo de um mês, no mínimo, e a partir do quarto mês de gestação. Se a gestante tiver tomado as três doses; deve apenas tomar um reforço da Dtpa, no pós-parto. Em caso da gestante já ter tomado as três doses, com o período de mais de cinco anos precisa tomar pelo menos uma dose reforço de Dtpa ou dt, durante a gestação. Se não tiver tomado as três doses, deve se ajustar e tomar as vacinas que faltam. Caso nunca tenha tomado a vacina, a gestante precisa tomar no mínimo duas doses durante a gestação. Essa vacina pode ser aplicada entre a 27º e a 36º semana de gestação. Ela também é recomendada no pós-parto.

 REAÇÕES ADVERSAS DA VACINA 

  • DERMATOLÓGICO: vermelhidão na pele.
  • GASTRINTESTINAL: falta de apetite; vômito.
  • LOCAL DA INJEÇÃO: inchaço; enduração (um nódulo pode aparecer e permanecer por muitas semanas no local); irritação; sensação de agulhadas.
  • MÚSCULO-ESQUELÉTICO: dor nas juntas ou muscular.
  • SISTEMA NERVOSO CENTRAL: arrepios; febre; sonolência.
  • OUTRO: choque anafilático; mal-estar.

 

LEGISLAÇÃO VACINAL

O ministério da saúde tem uma legislação sobre isso que considera as seguintes leis:

Considerando a Lei nº 6.259, de 30 de outubro de 1975, que dispõe sobre a organização das ações de Vigilância Epidemiológica, sobre o Programa Nacional de Imunizações, estabelece normas relativas à notificação compulsória de doenças;

Considerando o disposto nos arts. 27 e 29 do Decreto nº 78.231, de 12 de agosto de 1976, que regulamenta a Lei nº 6.259, de 30 de outubro de 1975; e.

Considerando a Portaria GM/MS nº. 3.252/GM/MS, de 22 de dezembro de 2009, que aprova as diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde pela União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios; e

Considerando a Portaria nº 2.452/ GM/MS, de 31 de agosto de 2010, que define as terminologias adotadas em legislação nacional, conforme disposto no Regulamento Sanitário Internacional 2005 (RSI 2005), a relação de doenças, agravos e eventos em saúde pública de notificação compulsória em todo o território nacional e estabelecer fluxo, critérios, responsabilidades e atribuições aos profissionais e serviços de saúde, resolve:

Art. 1º Fica instituído, em todo o território nacional, o Calendário Básico de Vacinação da Criança, o Calendário do Adolescente e o Calendário do Adulto e Idoso, no âmbito do Programa Nacional de Imunizações (PNI), visando ao controle, à eliminação e erradicação de doenças imunopreveníveis.

Art. 2º O Calendário Básico de Vacinação da Criança, o Calendário do Adolescente e o Calendário do Adulto e Idoso serão adotados na forma do disposto nos Anexos I, II e III a esta Portaria.

Art. 3º As unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) adotarão o Calendário Básico de Vacinação da Criança, o Calendário do Adolescente e o Calendário do Adulto e Idoso.

Art. 4º As vacinas e períodos constantes no Calendário Básico de Vacinação da Criança, o Calendário do Adolescente e o Calendário do Adulto e Idoso são de caráter obrigatório com a finalidade de assegurar a proteção da saúde pública.

Art. 5º A comprovação da vacinação será por meio da caderneta da criança, cartão de vacinação ou atestado, emitido pelos serviços públicos e privados de saúde, devidamente credenciados, preenchidos pela autoridade de saúde competente, contendo número do lote, laboratório produtor, data da vacinação e rubrica do vacinador.

Parágrafo único. As vacinas que compõem o Calendário Básico de Vacinação da Criança, o Calendário do Adolescente e o Calendário do Adulto e Idoso e o respectivo cartão de vacinação serão fornecidos, gratuitamente, pelas unidades de saúde integrantes do SUS.

Art. 6º A Secretaria de Vigilância em Saúde – SVS/MS deste Ministério editará normas complementares a esta Portaria e adotará as medidas necessárias à implantação e ao cumprimento dos calendários de vacinação.

Art.7º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 8º Fica revogada a Portaria nº 1.602/GM, de 17 de julho de 2006, publicada no Diário Oficial da União – nº 136, seção 1, de 18 de julho de 2006, páginas 66 e 67.

Conclusão

O desdobramento do vigente estudo possibilitou uma análise sobre a vacina DT/dT (para adultos e para crianças), salientando a sua importância para a prevenção de doenças. Além disso, também permitiu uma verificação relevante sobre as bactérias causadoras das doenças imunopreveníveis estudadas. De um modo geral, desfecha-se que as bactérias são seres que são transmitidos de pessoa para pessoa, podendo causar inúmeras doenças, mas também ajudando no funcionamento orgânico. No entanto, as bactérias investigadas no corpo do trabalho (Clostridium tetani e Corynebacterium diphtheriae) são bacilos que causam duas doenças abundantemente estudadas: a difteria e o tétano. 

Constata-se que tanto a difteria, quanto o tétano, podem ser precavidos com o auxílio de vacinas elaboradas laboratorialmente. A vacina DT é uma vacina dupla que acomoda os toxoides inativos diftérico e tetânico. São extremamente importantes e assessoram de forma preventiva na existência humana. Ao realizar pesquisas bibliográficas, foi notado que o índice vacinal vem crescendo constantemente não só no Brasil, mas também mundialmente. O estudo permitiu que o objetivo inicial de exibir com intelecção o conteúdo da vacina, analisando sua importância e considerando suas especificações.

 Dada a importância do assunto, é necessário que tal vacina seja otimizada continuamente, usufruindo-se da avançada tecnologia com a que se dispõe hodiernamente e que sua disponibilidade seja globalizada, atingindo até mesmo países de baixo nível socioeconômico que carecem excepcionalmente do método.

feito

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