VACINA VEGETAL NA FIOCRUZ

CAMPOS – SOROCABA

CURSO DE BIOMEDICINA

VACINA VEGETAL NA FIOCRUZ

AMANDA LORRAINA FORTE DA SILVA- N860HG7

ANDREA ARAUJO CAMARGO- C920991

NATHÁLIA STEFANI DE J. FRANCISCO – C9209J9

Introdução

Um novo projeto sempre ganha mais força e perspectiva para ser realizado com a cooperação, dedicação e aliança de pessoas ou partes interessadas.

O instituto Bio-Manguinhos em parceria com o Centro Fraunhofer vai produzir um imunizante para febre amarela substituindo o vírus por uma proteína retirada de uma planta. Bio-Manguinhos é reconhecido internacionalmente como fabricantes da vacina contra febre amarela, as preparações são obtidas em seus laboratórios, cultivadas em ovos embrionários de galinhas livres de agentes patogênicos. Diferente do vírus atenuado que tem a capacidade de produzir a doença diminuída, a vacina será inativada, o vírus não será capaz de se multiplicar.

Alternativa segura, rápida e econômica para a vacinação da população.

resumo

Como base no artigo podemos aprender e entender que nosso mundo está cada vez mais inovador e evoluído, onde a Bio-Manguinhos esta prestar a fazer história ao tentar criar a primeira vacina desenvolvida a partir de uma planta sem o uso de vírus atenuados como de costume.

Conforme as recentes tendências mundiais do setor, o Instituto tem investido na obtenção de vacinas de subunidade recombinante, ou seja, com proteínas isoladas ou recombinantes, as vacinas de subunidades usam somente os fragmentos antigênicos de um microrganismo que melhor estimulam uma resposta imune onde se dá um baixo índice de reações ou incidência de eventos adversos graves e ampliam a segurança do produto, além do mais a vacina poderá ser produzida em maior quantidade, a um custo menor.

 O novo método de desenvolvimento das vacinas é para ser justamente o gene que codifica a proteína do vírus é inserido nas células de folhas de tabaco da espécie Nicotiana benthamiana. Com o crescimento da planta, é possível produzir uma grande quantidade de antígeno, substância capaz de proteger o organismo, utilizada na fabricação de imunizantes.

 Esta ideia é fruto de um acordo assinado em 4 de janeiro com o Centro Fraunhofer para Biotecnologia Molecular e iBio Inc. (EUA), onde permitirá ao Brasil ter uma nova oportunidade que será um novo imunizante inativado contra a febre amarela. Uns dos combinados do acordo diz que a Fraunhofer (renome em biologia molecular) compartilhe o processo de desenvolvimento que é a produção e purificação de uma proteína do vírus da febre amarela que atua como antígeno, já os testes pré-clínicos e clínicos no Brasil serão feitos em conjunto pelas instituições, onde podem receber um ajudinha do centro norteamericano no desenvolvimento de vacinas de subunidade recombinante com a alta capacitação do Instituto na produção e no controle de qualidade de seu mais tradicional imunizan

Questões: Imunologia – Vacina Vegetal na Fiocruz

a) Podemos classificar a vacina acima como uma vacina recombinante? Explique.

R: Sim, pois a engenharia genética aplicada na construção do antígeno, a proteína recombinante, dispensa a utilização de microrganismos ou parasitos vivos e inativados na formulação da vacina. É o que ocorre na vacina vegetal, uma vez que alinhado às mais recentes tendências mundiais do setor, o novo imunobiológico seria desenvolvido por meio de plataforma vegetal: Nicotiana benthamiana com a inserção do gene do vírus da febre amarela no genoma da planta.


b) Explique como é possível inserir o gene do vírus da febre amarela no genoma da planta.

R: De forma simplificada, na produção da nova vacina os cientistas pegam o gene que faz (codifica) a principal proteína do vírus que induz a resposta imunológica no organismo. Em seguida, eles colocam esse gene nas células das folhas da planta Nicotiana benthamiana, espécie de tabaco (é através da inserção do gene do vírus na célula da planta que se torna possível incorporar o mesmo ao seu genoma). À medida que ela se desenvolve suas folhas crescem produzindo grande quantidade de antígeno.


c) Algumas vacinas visam estimular, simultaneamente, as imunidades humorais e celulares. Julgue se você acredita que essa estimulação simultânea pode ser benéfica para o indivíduo que a recebe. Justifique a sua resposta com conceitos de imunologia.

R: Sim. Uma vez que o sistema imunológico é treinado para resistir a uma doença, a pessoa se torna imune a ele. Antes do advento da vacinação, a pessoa tinha que adquirir a infecção, sofrem os sintomas e o risco de complicações que podem ser fatais para se tornar imune a ele. Este tipo de imunidade contra uma doença é chamado naturalmente imunidade adquirida. As vacinas, que fornecem artificialmente imunidade adquirida, são uma maneira muito mais segura para se tornar imune.

O objetivo da maioria das vacinas é estimular a resposta humoral em que as moléculas de reconhecimento são constituídas por anticorpos, globulinas glicoproteicas chamadas imunoglobulinas (Ig), secretadas no plasma e de inúmeros tecidos. Já a imunidade celular quando estimulada, as moléculas de reconhecimento ficam aderidas a membrana dos linfócitos T. Os linfócitos sensibilizados são efetores nos casos de imunidade contra antígenos.

Com isso, podemos concluir que essa estimulação simultânea que a vacina traz é sim benéfica á saúde, pois além de desencadear respostas imunológicas contra os antígenos geram memória imunológica, o que fornece ao organismo anticorpos específicos para agirem contra determinados antígenos e impedir que a doença se desenvolva. 

Conclusão

Os cientistas acreditam que o novo imunizante provoca menos efeitos colaterais. As pessoas que tem restrição a vacinas não deverão se preocupar justamente por ser utilizadas proteínas de plantas.

Com a ideia não será mais necessária a utilização de ovos embrionários, até porque pela grande demanda não haveria atendimento em grande escala para todos. Será produzido em áreas controladas e restritas, sem interferência na produção de alimentos.

A vacina tem como objetivo alcançar toda a população sem produzir efeitos adversos com baixo índice de reações e menor custo.

A produção é de forma simplificada, os cientistas pegam o gene que codifica a principal proteína do vírus que induz a resposta imunológica no organismo. Em seguida colocam esses genes nas células das folhas da planta Nicotiana Benthamiana, uma espécie de tabaco. A medida que suas folhas crescem, produzindo grande quantidade de antígenos. Cada folha da planta é uma fábrica de antígenos que serão utilizados na vacina.

feito

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