PROJETO STEPHANY

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PROJETO STEPHANY

Stephany Soares dos Santos

Resumo

Este é o resumo do seu projeto. Ele é um elemento obrigatório pelas normas da ABNT e o tamanho recomendado é de 150 a 500 palavras. Nele você deve apresentar de forma sintética os pontos principais do trabalho. Utilize a terceira pessoa do singular, na voz ativa. Procure utilizar frases claras, afirmativas e evite enumeração de tópicos. Ressalte o objetivo, o método, os resultados e as conclusões obtidas no estudo. A primeira frase deve destacar o tema principal do trabalho. Abaixo do resumo você encontra as palavras chave, que serão utilizadas para a catalogação dos trabalhos na biblioteca. Utilize de 3 a 5 palavras separadas por ponto.

Palavras-chave: Mettzer. Formatação. Trabalho acadêmico.

Abstract

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Palavras-chave: Mettzer. Formatting. Academic work.

Introdução

A origem da Fisioterapia se deu no começo do século passado, tinha uma formação direcionada a seu um apoio a medicina. Em meados do século XX passou a ter uma formação técnica, podendo abrir mais a qualificação do profissional. Porém subordinado ao médico e enfermeiro, o fisioterapeuta passara a ser mais talhado ao exercício de sua função na época.

Com o passar dos anos a profissão foi ampliando seu espaço e, com a colaboração de profissionais da saúde passou a buscar amparo legal para se destacar do grupo de trabalho. Passou assim a ter cursos com currículos mais completos, complexos, a lidar com fisiologia, psicologia, saúde pública. Até atingir o status de graduação e ter um curso com mais de 3.000 horas, e continuou até chegar a atualidade quando o currículo se conclui com uma carga de 4.665 horas. Isso deu a condição do fisioterapeuta, hoje, praticar sua atividade de forma autônoma e sem mais precisar da benção médica em todos os casos. Pode-se trabalhar desde a prevenção até a reabilitação através de métodos e práticas fisioterápicas.

Hoje a profissão é reconhecida e tem conselhos regionais e federal, amparando assim juridicamente os profissionais da área.

Desenvolvimento

Observando a profissão do fisioterapeuta chegamos a sua história, que é recente e cheia de desafios desde sua origem.

Segundo o site do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITO9), se trata de uma ciência que estuda, diagnostica, previne e recupera pacientes com distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano. Trabalha com doenças geradas por alterações genéticas, traumas ou enfermidades adquiridas. Tem por objetivo preservar, manter, desenvolver ou restaurar a integridade de órgãos, sistemas ou funções. Se utiliza de conhecimentos e recursos da própria atividade e estudos para o processo terapêutico nas condições psico-físio-social para promover melhora da qualidade de vida.

Tem suas funções embasadas em mecanismos terapêuticos desenvolvidos e sistematizados pelos estudos das ciências morfológicas, fisiológicas, patológicas, bioquímica, biofísica, biomecânica, cinesia, sinergia funcional, cinesia patologia de órgãos e sistemas do corpo humano. Claro, o complexo da atividade é complementado por disciplinas comportamentais e sociais. O fisioterapeuta é o profissional de saúde, devidamente no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, com formação acadêmica superior, habilitado para construção do diagnóstico cinesiológico funcional e pode de forma autônoma prescreves condutas fisioterapêuticas.

O profissional com competência para ordenação e manutenção do tratamento fisioterapêutico do paciente, assim como acompanhamento da evolução do quadro clínico funcional e condições para examinar se o tratamento se deu de forma a finalizar o serviço.

As especialidades que o profissional de Fisioterapia pode buscar ao longo de sua jornada profissional:

• Acupuntura, nos termos das Resoluções COFFITO 60/85, 97/88, 201/99 e 219/00;

• Dermato Funcional, nos termos da Resolução COFFITO 362/09;

• Fisioterapia do trabalho, nos termos da Resolução COFFITO 351/08;

• Fisioterapia esportiva, nos termos da Resolução COFFITO 337/07;

• Neurofuncional, nos termos da Resolução COFFITO 207/00;

• Onco-funcional, nos termos da Resolução COFFITO 364/09;

• Osteopatia, nos termos da Resolução COFFITO 220/01;

• Pneumofuncional, nos termos da Resolução COFFITO 207/00;

• Quiropraxia, nos termos da Resolução COFFITO 220/01;

• Saúde Coletiva, nos termos da Resolução COFFITO 363/09;

• Urogineco-funcional, nos termos da Resolução COFFITO 365/09;

• Traumato Ortopédica Funcional, nos termos da Resolução COFFITO 260/04.

Mas a profissão não tinha todas essas especialidades desde sua origem, foi um avanço contínuo desde o momento em que se percebeu a necessidade de reabilitar pessoas, ainda de uma forma tímida se comparando a atividade em seu surgimento com os dias atuais.

É importante retratar o princípio da atividade no fim do século XIX, quando mulheres tinham permissão jurídica e moral para exercerem a função de massagistas. Tanto em Londres, bem como nos EUA a função não era vista como curativa, e sim relaxante e homens não eram clientes em potencial. Era uma atividade que buscava auxiliar e atender mulheres “neurastêmicas” justamente por se enquadrar socialmente, enfermeiras e parteiras desenvolveram tal método.

Depois de algumas publicações o renascimento da massagem com outras finalidades passou a disseminar a massagem como recurso no tratamento de distúrbios ortopédicos, neurológicos, ginecológicos, reumatológicos, obesidade, e etc… As formações dos profissionais eram inicialmente na Inglaterra até chegar nos EUA e aí se espalhar por todo o continente americano, inclusive o Brasil. Escolas surgiram para ensinar cientificamente a massagem e a eletricidade, com cursos que duravam de 4 a 6 meses e incluíam aulas de anatomia e trabalho em hospitais.

Quando ocorre a Primeira Grande Guerra Mundial (1914-1918), milhões de mortos e outros milhões de feridos com as mais variadas formas de ferimento causadas pelas condições climáticas, ambientais, sanitárias e também bélicas. Resultado da soma desses fatores: desinterias, febres, comprometimento dos pés, como dor, adormecimento, deformidades, úlceras, sepsis e mesmo gragrenas. Muitas amputações devido ás explosões, ferimentos perfurantes, fraturas ósseas, lesões musculares e nervosas, além de paralisia e distúrbios emocionais.

No período Pós-Guerra e com problemas causados pela revolução industrial os governos e algumas instituições de ensino perceberam a necessidade de ampliar os investimentos na área, até mesmo, particulares que gozavam de boa condição financeira e passaram a perder familiares devido á epidemias e outros traumas possivelmente reversíveis se tratados com a devida atenção por parte dos profissionais, e um aporte passaram a aportar valores mais consideráveis voltados a pesquisa e desenvolvimentos para que de fato a reabilitação fosse uma opção. Com isso, vacinas foram descobertas e a fisioterapia passou a ser uma realidade. Passou a ter formação técnica e já 1967 chegou ao nível de graduação. Com vários acontecimentos concomitantes a sua trajetória inicial, a fisioterapia por vezes quase foi extinta mas a necessidade de reabilitar pessoas era real e a profissão continuou buscando novas e mais complexas formas de instrução, pesquisa e métodos de trabalho. Isso até os dias de hoje.

Conclusão

APÊNDICE A — Subtitítulo do apêndice

Apêndices tem objetivo de melhorar a compreensão textual, ou seja, completar ideias desenvolvidas no decorrer do trabalho.

ANEXO A — Subtitítulo do anexo

Anexos são elementos que dão suporte ao texto, mas que não foram elaborados pelo autor.

feito

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