PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR

UNIVERSIDADE PAULISTA

PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR

GUILHERME HENRIQUE CROZARIOL – RA: 1512261

JONAS ERNESTO POLI – RA: 1505308

CARLOS ALBERTO GOMES – RA: 1504818

Resumo

Quando precisamos obter sucesso em algum sistema, seja ele qual for, é necessário nos concentrarmos nas funções em que o sistema deve desempenhar, analisá-lo precisa e atenciosamente, passo a passo. Isso requer tempo, pois como não há conhecimento interno do sistema, precisa-se fazer uma bateria de testes, como os descritos no decorrer deste trabalho. A partir das especificações técnicas do sistema escolhido, foram determinadas algumas saídas esperadas para certos conjuntos de entrada de dados. O teste é útil para evitar inúmeros problemas de saída, tais como: funções incorretas ou omitidas, erros de interface, erros de comportamento ou desempenho, erro de inicialização e/ou término, entre outros. Ao realizar os testes, nós simulamos erros em que o usuário pode cometer que fogem dessas especificações. Deve-se ressaltar que a objetividade é fundamental em casos de testes, pois é de suma importância que, quando encontrado um erro no sistema, o mesmo deve ser resolvido rapidamente. Para guardar as informações obtidas nos testes estabelecidos, utilizamos o software Microsoft® SQL Server. Alimentamos este banco de dados com a finalidade de posteriormente minar os resultados destes testes quando for preciso.

Palavras-chave: teste, sistema, software, banco de dados, tecnologia.

Abstract

When we need to succeed in any system, whatever it is, it is necessary to focus on the functions that the system should perform and analyze it step by step precisely and carefully. This requires time, because as there is no internal knowledge of the system, we need to do a battery of tests, as described in this project. From the technical specifications of the chosen system, some outputs were determined expected for certain input data sets. The test is useful for avoiding numerous output problems, such as incorrect or omitted functions, interface errors, behavior or performance errors, initialization error and/or termination, among others. When performing the tests, we simulated errors in which the user can make that escape these specifications. It should be noted that objectivity is essential in cases of tests. It is very important that, when found an error in the system, it must be resolved quickly. To save the information obtained in the established tests, we have used the Microsoft SQL Server software. We fed this database in order to further undermine the results of these tests when necessary.

Palavras-chave: test, system, software, database, technology.

Introdução

Quando determinada a implementação de um software, é imprescindivel o sucesso de todos os seus artefatos, minimizando qualquer tipo de erro. Para que isso se torne realidade, o roteiro de casos de testes é essencial e primordial para atingir um alto nível de qualidade de software.

A partir deste momento, nos deparamos com o desafio do presente projeto do Sistema de Formatação de Artigos Acadêmicos (SFAA), fazendo com que nós procurassemos a maior quantidade de erros no sistema selecionado e fizessemos a melhoria do mesmo da melhor forma que nos foi ensinado.

É vultoso a quantidade de erros apresentados pelo sistema, onde a conclusão da maioria dos roteiros de testes, que foram baseados em cenários específicos, não atingiram o resultado almejado.

Encontra-se, a partir deste ponto, uma analise detalhada dos casos de testes e, logo em seguida, a sua interface construída.

Apresentação

Diagramas

Quando se inicia o desenvolvimento de um novo sistema, ou mesmo de uma nova funcionalidade para um sistema existente, um dos primeiros passos a ser executado é o estudo e levantamento dos requisitos necessários para a construção do produto final. Durante essa análise, identifica-se as principais partes e objetos envolvidos, suas possíveis ações e responsabilidades, suas características e como elas interagem entre si.

A partir das informações obtidas, pode-se desenvolver um modelo conceitual que será utilizado para orientar o desenvolvimento propriamente dito, fornecendo informações sobre os aspectos relacionados ao domínio do projeto em questão (Rodrigues).

MODELO ENTIDADE RELACIONAMENTO 

O modelo entidade-relacionamento (E-R) tem por base a percepção de que o mundo real é formado por um conjunto de objetos chamados entidades e pelo conjunto dos relacionamentos entre esses objetos. O modelo E-R é um dos modelos com maior capacidade semântica : os aspectos semânticos desse modelo se referem à tentativa de representar o significado dos dados (SUDARSHAN1999, p. 21).

A figura abaixo representa o modelo de entidade relacionamento das tabelas usadas no sistema analisado:

Modelo Entidade RelacionamentoModelo Entidade Relacionamentoos autores

DIAGRAMA ENTIDADE RELACIONAMENTO 

Enquanto o MER é um modelo conceitual, o Diagrama Entidade Relacionamento (Diagrama ER ou ainda DER) é a sua representação gráfica e principal ferramenta. Em situações práticas, o diagrama é tido muitas vezes como sinônimo de modelo, uma vez que sem uma forma de visualizar as informações, o modelo pode ficar abstrato demais para auxiliar no desenvolvimento do sistema. Dessa forma, quando se está modelando um domínio, o mais comum é já criar sua representação gráfica, seguindo algumas regras.

O diagrama facilita ainda a comunicação entre os integrantes da equipe, pois oferece uma linguagem comum utilizada tanto pelo analista, responsável por levantar os requisitos, e os desenvolvedores, responsáveis por implementar aquilo que foi modelado.

Entidades

Os objetos ou partes envolvidas um domínio, também chamados de entidades, podem ser classificados como físicos ou lógicos, de acordo sua existência no mundo real. Entidades físicas: são aquelas realmente tangíveis, existentes e visíveis no mundo real, como um cliente (uma pessoa, uma empresa) ou um produto (um carro, um computador, uma roupa). Já as entidades lógicas são aquelas que existem geralmente em decorrência da interação entre ou com entidades físicas, que fazem sentido dentro de um certo domínio de negócios, mas que no mundo externo/real não são objetos físicos (que ocupam lugar no espaço). São exemplos disso uma venda ou uma classificação de um objeto (modelo, espécie, função de um usuário do sistema).

As entidades são nomeadas com substantivos concretos ou abstratos que representem de forma clara sua função dentro do domínio. Exemplos práticos de entidades comuns em vários sistemas são Cliente, Produto, Venda, Turma, Função, entre outros (RODRIGUES).

Relacionamentos

Uma vez que as entidades são identificadas, deve-se então definir como se dá o relacionamento entre elas. De acordo com a quantidade de objetos envolvidos em cada lado do relacionamento, podemos classifica-los de três formas:

Relacionamento 1..1 (um para um): cada uma das duas entidades envolvidas referenciam obrigatoriamente apenas uma unidade da outra. Por exemplo, em um banco de dados de currículos, cada usuário cadastrado pode possuir apenas um currículo na base, ao mesmo tempo em que cada currículo só pertence a um único usuário cadastrado.

Relacionamento 1..n ou 1..* (um para muitos): uma das entidades envolvidas pode referenciar várias unidades da outra, porém, do outro lado cada uma das várias unidades referenciadas só pode estar ligada uma unidade da outra entidade. Por exemplo, em um sistema de plano de saúde, um usuário pode ter vários dependentes, mas cada dependente só pode estar ligado a um usuário principal. Note que temos apenas duas entidades envolvidas: usuário e dependente. O que muda é a quantidade de unidades/exemplares envolvidas de cada lado.

Relacionamento n..n ou *..* (muitos para muitos): neste tipo de relacionamento cada entidade, de ambos os lados, podem referenciar múltiplas unidades da outra. Por exemplo, em um sistema de biblioteca, um título pode ser escrito por vários autores, ao mesmo tempo em que um autor pode escrever vários títulos. Assim, um objeto do tipo autor pode referenciar múltiplos objetos do tipo título, e vice versa (RODRIGUES) .

Desta forma, entendemos como Entidades do sistema analisado: Artigos, Revisores e Autores.

Como a Entidade Artigo pode possui mais de um autor, entendemos que o relacionamento destas entidades é de um para muitos. Da mesma forma, como um único artigo pode ter diversos revisores, entendemos que o relacionamento entre estas duas entidades também é do tipo um para muitos. Na figura abaixo, pode ser visualizado o diagrama de entidade relacionamento.

Diagrama Entidade RelacionamentoDiagrama Entidade Relacionamentoos autores

Roteiros de Testes 

CASO DE TESTE 1

Gerar um artigo completo com um autor cadastrado com sucesso (nenhum campo  pode ser branco). 

Procedimento inicial: Acessar a URL: http://sfaa.unipinterativa.edu.br/pdf/

Roteiro de testes 1Roteiro de testes 1os autores

Resultado

O arquivo pdf é gerado corretamente.

CASO DE TESTE 2

Gerar um artigo para submissão com um autor cadastrado com sucesso (nenhum campo pode ser branco).

Procedimento inicial: Acessar a URL: http://sfaa.unipinterativa.edu.br/pdf/

Roteiro do caso de testes 2Roteiro do caso de testes 2os autores

Resultado

O arquivo pdf é gerado corretamente.

Print do caso de teste 01Print do caso de teste 01os autores

print do caso de testes 2print do caso de testes 2os autores

CASO DE TESTE 3

Gerar um artigo completo com três autores cadastrados com sucesso (nenhum campo pode ser branco).

Procedimento inicial: Acessar a URL: http://sfaa.unipinterativa.edu.br/pdf/

Roteiro do caso de testes 3Roteiro do caso de testes 3os autores

Resultado

O resultado é gerado corretamente

 A partir do autor 2, a contagem de caracteres não está sendo considerada

print do caso de testes 3print do caso de testes 3os autores

CASO DE TESTE 4

Gerar um artigo completo com três autores com e-mails inválidos (nenhum campo pode ser branco).

Procedimento inicial: Acessar a URL: http://sfaa.unipinterativa.edu.br/pdf/

Roteiro do caso de testes 4Roteiro do caso de testes 4os autores

Resultado

Somente o e-mail do autor 1 está sendo validado corretamente, os demais autores inseridos dinamicamente não são validados.

Uma vez que o usuário altera o e-mail do autor 1, o sistema acusa todos os outros como incorretos.

O sistema gera o arquivo completo mesmo com os dados inválidos.

print do caso de testes 4print do caso de testes 4os autores

CASO DE TESTE 5

Gerar um artigo completo com três autores com os campos de autor em branco.

Procedimento inicial: Acessar a URL: http://sfaa.unipinterativa.edu.br/pdf/

Roteiro do caso de testes 5Roteiro do caso de testes 5os autores

Resultado

O sistema só notifica sobre a obrigatoriedade do autor após executar o passo com id 3, diferentemente da validação de e-mail que é feita imediatamente;

Só o primeiro autor está sendo validado;

Só a contagem de caracteres do primeiro autor está sendo feita;

print do caso de testes 5print do caso de testes 5os autores

CASO DE TESTE 6

Gerar um artigo completo com um autor cadastrado com sucesso (nenhum campo pode ser branco) e limpar os dados sem gerar o artigo.

Procedimento inicial: Acessar a URL: http://sfaa.unipinterativa.edu.br/pdf/

Roteiro do caso de testes 6Roteiro do caso de testes 6os autores

Resultado

Os campos corpo do texto, notas e referências bibliográficas não são apagados;

print do caso de testes 6 – 01print do caso de testes 6 - 01os autores

O contador de caracteres não é reiniciado.

print do caso de testes 6 – 02print do caso de testes 6 - 02os autores

CASO DE TESTE 7 

Gerar um artigo completo com um autor cadastrado com sucesso (nenhum campo pode ser branco), criando no campo “corpo do texto” um texto com formatação em negrito, itálico, subscrito e sobrescrito com texto justificado com sucesso.

Procedimento inicial: Acessar a URL: http://sfaa.unipinterativa.edu.br/pdf/

Roteiro do caso de testes 7Roteiro do caso de testes 7os autores

Resultado

O resultado é gerado corretamente.

print do caso de testes 7print do caso de testes 7os autores

CASO DE TESTE 8 

Gerar um artigo completo com um autor cadastrado com sucesso (nenhum campo pode ser branco), anexando no campo “corpo do texto” uma imagem de um arquivo com sucesso.

Procedimento inicial: Acessar a URL: http://sfaa.unipinterativa.edu.br/pdf/

Resultado

O editor não possui suporte para anexar imagens ou arquivos de nenhum tipo. É possível fazer uma inserção através do código fonte, mas não é uma tarefa habitual para os usuários;

O ideal seria um botão que permitisse a escolha do arquivo como nos demais editores de texto;

Print do caso de testes 8Print do caso de testes 8os autores

CASO DE TESTE 9 

Gerar um artigo completo com um autor cadastrado com sucesso (nenhum campo pode ser branco), anexando no campo “Notas” uma URL de um arquivo com sucesso e criando um texto formato à esquerda e em negrito.

Procedimento inicial: Acessar a URL: http://sfaa.unipinterativa.edu.br/pdf/`

Roteiro do caso de testes Roteiro do caso de testes os autores

Resultado

O editor não permite a criação de links html. Esta tarefa até pode ser feita pelo código fonte, mas o usuário não está habituado a fazer este tipo de tarefa, o ideal é que o editor possua um botão para inserir links.

print do caso de testes 9print do caso de testes 9os autores

CASO DE TESTE 10: TESTES DE INTERFACE 

Além dos casos de testes relacionados às regras de negócio será necessário criar os testes relativos ao comportamento técnico da tela do sistema.

Roteiro do caso de testes 10Roteiro do caso de testes 10os autores

Conclusão

A partir dos resultados obtidos através dos testes realizados no Sistema de Formatação de Artigos Acadêmicos, foi concluído que o sistema encontra-se inviabilizado para uso. Para que o sistema apresentado seja utilizavel, faz-se necessário correções e melhorias, e assim o sistema estará pronto para mais uma fase de testes e, se desta vez o sistema estiver livre de erros, o mesmo poderá ser implementado. Em nome do grupo, o sistema atual não está aprovado para implementação, uma vez que muitos erros estarão acarretando grandes problemas para o usuário.

feito

Use agora o Mettzer em todos
os seus trabalhos acadêmicos

Economize 40% do seu tempo de produção científica