MEU ARTIGO

Sua universidade

MEU ARTIGO

Adm. Celso Figueiredo.Sua universidade

Pós Graduado em Gestão Ambiental

Pós Graduado em Logística Empresarial

Orientador(a): Mestrado em Gestão Ambiental.

Resumo

Conforme algumas metrópoles, brasileiras, como São Paulo é considerada por muitos especialistas, uma das cidades que garante melhor qualidade de vida para a sua população. Em São Paulo, algumas indústrias se instalam próxima às margens de rios e aí permanecem em virtude de problemas de gestão ambiental por parte dos órgãos responsáveis que não conseguem acompanhar o ritmo acelerado do crescimento da população e das atividades de indústrias poluidoras. Considerando o exposto, o presente estudo discutiu os principais problemas advindos dessa gestão ambiental precária principalmente em locais próximos às margens dos rios, nesse caso específico a do rio Tiete, na capital, o que contribui para a degradação ambiental do referido curso de água. As facilidades encontradas pelos donos das indústrias, apropriando-se de espaços públicos como se fossem suas propriedades e a falta de fiscalização em áreas onde episódios de despejo de poluentes no rio são diários e recorrentes oportunizam estudos sobre o problema. A abordagem metodológica partiu de uma revisão bibliográfica sobre o tema, utilizando-se de uma visão integrada de bacia hidrográfica. Como resultado, verificou-se o estágio de abandono dos vários rios da cidade, rio essencialmente paulistano que poderia servir como fonte de abastecimento de água e hoje é apenas um emissário de esgoto que atravessa a área de maior densidade populacional do município de São Paulo. Por último, considerou-se a necessidade de aplicação imediata da legislação ambiental, no sentido de reverter esse quadro ambiental caótico em São Paulo.
CONFORME: POLUIÇÃO DO MEIO AMBIENTE 

Palavras-chave: POLUIÇÃO DO MEIO AMBIENTE 

Abstract

According to some Brazilian cities, such as Sao Paulo, and considered by Sao Paulo, and considered by many specialists, one of the ages that guarantees the best quality of life for its population. In Sao Paulo, some industries are located close to the margins of us and there remain due to environmental management problems due to the responsible bodies that are unable to keep up with the accelerated pace of population growth and polluting industry activities. The present study discussed the main problems arising from this precarious environmental management, mainly in places close to the margins of nos in this specific case that of no Tiete, in the capital, which contributes to the environmental degradation of the referred watercourse. The facilities found by the owners of the industries appropriating public spaces as if they were their properties and the lack of inspection in areas where incidents of dumping of pollutants in the nondays and recurents provide opportunities for studies on the problem The melodOgic approach started from a bibliographic review on the subject, using an integrated spillway of the Cormo hydrographic basin, there was an abandonment stage of the vanos in the city, an essentially paulistano river that could serve as a source of water supply and today it is only a sewage emitter that crosses the area with the highest population density in the municipality of Sao Paulo P umo considered whether the need for immediate application of environmental legislation in order to reverse this chaotic environment in Sao Paulo (sytu un sa escai aunbad

Keywords: ENVIRONMENT POLLUTION.

 Introdução

No mundo e no Brasil, desde a época do descobrimento, enfatizou-se pela devastação de seus recursos naturais e humanos. Mais na frente, na busca de se tornar uma potência mundial, surgiram grandes empreendimentos industriais sem a preocupação de utilizar os recursos naturais de forma mais racional e com equilíbrio. Com a visão Monteiro (2003, p. 52), “as condições de calmaria são importantes porque não só fomentam a concentração localizada dos poluentes como ressaltam as variações locais, especialmente urbanas.” No entanto, em termos ambientais, Mura Tori (2005), a localização dessas poucas indústrias e os problemas delas decorrentes, são exemplos de que a solução de problemas relativos ao meio ambiente do município de São Paulo, ainda está em seus passos iniciais. Portanto, mais 70% da população brasileira residem em apenas 25% dos municípios. Isso significa um cenário de extrema concentração do povo, aspecto importante a ser considerado na relação emissão de poluentes, saúde e qualidade de vida. (SANTOS; CAMARA, 2002). Portanto, a poluição é um ritmo típico de regiões onde não existe saneamento básico e consciência das pessoas com ... (DANÇAS populares brasileiras, 1989, p. 21)

- Desenvolvimento

Small e Witherick (1992) definem recursos naturais como bens existentes no estado natural úteis para a população: minerais, rochas, solo, água, plantas, animais, e ar. Para que cada um desses bens possa se transformar em recurso explorável é necessária intervenção das capacidades do homem, quer para descobrir a perspectiva localização, quer para obter a tecnologia de exploração conveniente. Conforme Santos, Pereira e Souza (1996) sob o ponto de vista coletivo os recursos naturais fazem a ligação entre a população e o meio ambiente físico. De acordo Mattos et al. (1998) com as observações feitas no estudo sobre recursos Naturais Renováveis. O impacto causado pela industrialização de áreas urbanas. Dentre as repercussões institucionais pode-se citar a criação da Secretaria Especial do Meio Ambiente e dos recursos Naturais Renováveis, absorvendo outros órgãos da administração pública federal, como a própria Secretaria Especial do Meio Ambiente. Sob o aspecto legal, cabe destacar a instituição, em 1981, da política Nacional do Meio Ambiente (Lei Federal número 6938 de 31/08/81).

Matéria prejudicial à saúde humana é aquela matéria detectada macroscopicamente e/ou microscopicamente, relacionada ao risco à saúde humana, e abrange ... (BRASIL, 2001). De acordo com a Resolução n. 283, de 12 de julho de 2001,relacionada ao risco à saúde humana, e abrange diversos ... (BRASIL. Ministério do Meio Ambiente, 1997). O termo gestão vem do inglês management que corresponde a um conceito de origem empresarial e que implica em dirigir e controlar a execução de atividades tanto administrativas, com o como técnicas, com o intuito de alcançar determinadas metas. O resultado do agir desse contingente humano demonstra que uma outra urbanização pode ser viável e possível.

a. O desempenho da Região (Metropolitana de São Paulo) em muito se deve à supremacia do município Paulista e, um distrito industrial concebido no interior do processo de planejamento urbano, através do qual os poderes público municipal e estadual dotaram a referida área com infraestrutura necessária à atração de grandes capitais. (FIRKOWSKI, 1997, p. 122).

b. Segundo Oke1 (1978 citado por DANNI-OLIVEIRA, 1999) a camada limite urbana (urban bondary layer) corresponde a parcela de baixa atmosfera que tem base o nível dos telhados e cujas características são governadas pela natureza geral da superfície urbano.

2 .1 O CONTEXTO HISTÓRICO


Para Fontana e Nascimento (1985), Silva (1991), Nogueira (1992) e Portela et al. (1998), os resultados obtidos com relação ao crescimento das plantas foram adotado em experimentos realizados nos estudos de ... (FONTANA; NASCIMENTO, 1985; SILVA 1991; NOGUEIRA, 1992; PORTELA et al., 1998). Os municípios têm registrados um índice elevado de ... (São Paulo. Prefeitura Municipal, 1996, p. 43). Recentemente, foi comprovado que a educação continuada e o treinamento representam a base de sustentação do controle de qualidade total (TAVARES, 1994a, 1994b, 1994c). Segundo Tavares (1994a, 1994b, 1994c) observou estudo comprovado que a educação continuada e o treinamento representam a base de sustentação do controle de qualidade total. No entanto, as necessidades respiratórias ficam comprometidas porque a hemoglobina tem pouca afinidade com o oxigênio aquecido. Combinada e reforçada com outras formas de poluição ela pode empobrecer o ambiente de forma imprevisível. (MIERZWA, 2001).

E continua ocorrendo, embora já tenha sido chamada a atenção para este fato: “Inglês, portanto, não é uma boa língua para se usar em programação. Isto já foi constatado por outros que precisaram transmitir instruções”. (TEDD, 1977, p. 29, tradução nossa). Para Stroparo (2006), a emissão da Carteira da Biblioteca é concedida para alunos regularmente matriculados nos cursos de pós-graduação, mediante declaração assinada pelo coordenador do curso (Informação verbal). Para o autor, esta abordagem de meta conteúdo ocorre também nas atividades de especificação, implementação e gestão do modelo de dados corporativos (FIALHO, 1998, não publicado).

2 .1.1 EQUILÍBRIO ECOLÓGICO


Esses circuitos são, quando em equilíbrio, tão eficientes que praticamente todo o O2 produzido na fotossíntese da Floresta Amazônica é utilizado na respiração pelos organismos presentes na própria floresta. A situação de equilíbrio encontrada nos ecossistemas naturais pode ser rompida de várias formas, por ações da própria natureza. É o caso do surgimento de vulcões, terremotos, tsunamis (ondas gigantes), queimadas (espontâneas, por raios ou falta de umidade por tempos longos) etc. Dependendo da magnitude do fenômeno natural o S natural pode se recompor em mais ou menos tempo, ou mesmo não se recompor, como foi o caso da região de Pompeia, totalmente destruída pelo vulcão Vesúvio. Evidentemente, o equilíbrio encontrado em ecossistemas naturais também pode ser rompido através da ação antrópica; como abordaremos mais adiante neste capítulo. Um exemplo disso é a espuma nos rios causada por produtos não biodegradáveis. Dentro do contexto de equilíbrio dos ecossistemas, observa-se que alterações nesse “equilíbrio” podem gerar os consequentes “desequilíbrios”. A partir da possibilidade de ocorrência desses desequilíbrios, ocasionados pela atividade antrópica, procura-se estabelecer procedimentos para que tais desequilíbrios não ocorram, ou possam ser mitigados (minimizados). A esse tipo de processo damos o nome de análise ambiental que, em poucas palavras, pode ser definida como:

I. avaliação das modificações ambientais, presentes ou futuras, visando evitar e/ou mitigá-las, através de bases metodológicas, ou seja, procurar, através da experiência anterior, evitar e/ou minimizar eventuais efeitos deletérios que as modificações ambientais possam ocasionar. Para isso, a atuação de diferentes áreas;

II. as é absolutamente necessária, como a Biologia, a Engenharia Civil, a

Arquitetura;

III. a Agronomia, entre outras, além da área da Educação, particularmente ambiental;

IV. educação Ambiental, que privilegia a prevenção da ocorrência de danos ambientais;

V. tais por meio da explicação, prática e sociabilidade de conceitos de preservação;

VI. ambiental, entre outras formas de atuação.

3 - A DESMITIFICAÇÃO DO MEIO AMBIENTE


Essa relação aumento da população uso de recursos naturais leva a um terceiro componente, que é a “sobra” de resíduos, originada a partir dos processos de fabricação e uso dos bens de consumo. Exemplificando: uma indústria gera resíduos no processo de fabricação (refugo de material, esgoto etc.) e a população produz resíduos a partir da utilização dos bens de consumo (aparelhos estragados, embalagens etc.). Esses resíduos não podem ficar dentro do sistema em que vivem os seres humanos, sob pena de gerar problemas de saúde, contaminação de água etc. O terceiro componente pode, então, ser denominada de poluição, sob os mais variados aspectos. As relações descritas acima compõem um triângulo, como pode ser visto a seguir. Deve-se notar que, em função da atividade humana, uma vértice do triângulo afeta o outro diretamente e ainda traz efeitos.

Sobre si próprio. Por exemplo, se a população usa demais os recursos naturais, corre-se o risco de que os mesmos acabem e/ou não tenham mais a mesma qualidade, de forma que a população passe a sofrer a escassez de matéria prima, deixando de usufruir dos bens de consumo. Essas relações não foram notadas durante muito tempo, uma vez que se tinha a ideia errônea de que os recursos naturais eram “infinitos”; evidentemente, com o crescimento populacional essa ideia mudou. O cerne da questão está em que o crescimento populacional não pode ser infinito, qualquer que seja o sistema considerado. A questão de crescimento populacional pode ser abordada usando-se o conceito de capacidade de suporte, emprestado da Ecologia que, resumidamente, diz: “uma população qualquer não pode crescer indefinidamente, sob pena de esgotamento dos recursos naturais como abrigo, alimento, problemas de doenças, parasitismo, entre outros”.

Significa dizer que, na prática, todo e qualquer sistema tem um limite de recursos, denominado capacidade de suporte, além do qual uma população passa experimentar um decréscimo na sua quantidade de indivíduos, ou seja, começa a ocorrer a morte dos indivíduos dessa população em função da depleção dos recursos naturais. O conceito de capacidade de suporte pode ser mais bem evidenciado, nos mostra o comportamento de uma população ao longo do tempo. Conforme aumenta o seu número de indivíduos, essa população se aproxima da capacidade de suporte do sistema considerado. Ultrapassando esse limite, principal o declínio populacional (mortes), até que essa população atinja níveis populacionais (número de indivíduos) que estejam abaixo da capacidade de suporte. Pode (ou não) ocorrer uma estabilização do número de indivíduos, ou uma flutuação, abaixo ou ao redor, respectivamente, da linha de capacidade de suporte.

 4- Conclusão

Como já mencionado anteriormente, a primeira tentativa de definição do que seja desenvolvimento sustentável ocorreu em 1987, através da Comissão Brundtland. Formalmente, a definição: “Desenvolvimento sustentável é o que satisfaz as necessidades do presente, sem comprometer a capacidade de as gerações futuras satisfazerem as suas” (UNESCO, 1999). Antes de esse raciocínio ser atingido, a humanidade trabalhava com um modelo de desenvolvimento que, para ser sustentado, deveria possuir os seguintes suprimentos inesgotável de energia: suprimento inesgotável de matéria; capacidade infinita do meio ambiente ; reciclar a matéria e absorver os resíduos.

Com relação à energia, o primeiro pré-requisito pode ser considerado correto uma vez que a principal fonte de energia de todos os ecossistemas existentes no planeta Terra é o Sol, uma estrela que, ao que tudo indica, ainda pode fornecer energia luminosa pelos próximos 5 bilhões de anos (BRAGA et al., 2002). Já para os dois outros pré-requisitos, sabe-se que a matéria é finita e sua quantidade é conhecida, assim como se pode perceber que os diversos sistemas sofrem profundas modificações com relação ao seu poder de absorver e reciclar os tipos de resíduos liberados pelas diversas atividades humanas (BRAGA et al., 2002). Dessa forma, como já visto, um contínuo crescimento populacional humano, associado também a uma contínua exploração dos recursos naturais, rompe com a capacidade de um crescimento contínuo e vigoroso da população humana e de suas necessidades. Se não houver uma mudança, os recursos fatalmente irão se esgotar e/ou perder a sua qualidade de aproveitamento. Deve-se repensar esse modelo “perverso”, sob pena de colapso do planeta, com as inevitáveis consequências para a população humana. De acordo com uma nova forma de pensamento, o desenvolvimento sustentável só pode ser atingido a partir do momento em que utilizarmos de forma racional e objetiva os recursos naturais, bem como, de alguma maneira, seja possível haver algum controle do crescimento populacional e as necessidades apresentadas pelos seres humanos.

De uma maneira resumida, esse novo modelo de desenvolvimento sustentável deve seguir os seguintes pré-requisitos (BRAGA et al., 2002): dependência de suprimento externo e contínuo de energia (Sol); uso racional da energia e da matéria, com ênfase à conservação, em contraposição ao desperdício. Esse pré-requisito é particularmente importante quando se refere ao atual tipo de energia que desenvolve a humanidade, do tipo fóssil, ou seja, finita (petróleo e carvão, principalmente); promoção da reciclagem e da reutilização dos materiais; controle da poluição, gerando menos resíduos para serem absorvidos pelo ambiente. Quando não for possível a geração de uma menor quantidade de resíduos, deve haver a implantação de medidas tecnológicas de controle e/ou atenuação desses resíduos; controle do crescimento populacional em níveis aceitáveis, com perspectivas de estabilização da população. Como pudemos perceber, as relações dentro de um ecossistema são intrincadas e dependentes umas das outras. Uma alteração provocada em um determinado local pode afetar outro, mesmo que não percebamos isso de uma forma direta. Independente desse fato, podemos chamar a essas alterações de impactos ambientais. O uso dos recursos naturais deve ser feito com parcimônia, para evitarmos uma degradação ambiental que, de alguma forma, poderá afetar as nossas atividades. Se alteramos significativamente o ambiente, eliminando alguns de seus componentes, devemos atentar para, na medida do possível, recompor e/ou criar metodologias que substituam esses componentes, como é o caso das usinas de reciclagem.

Referências

ABONILLA, José. Mecquavidhu: a sociedade qual vivemos a anti-vida. Belo Horizonte: Ed. Comunicação, 1999.. ABONILLA, José. Mecquavidhu: a sociedade qual vivemos a anti-vida. Belo Horizonte: Ed. Comunicação, 1999.. ABONILLA, José. Mecquavidhu: a sociedade qual vivemos a anti-vida. Belo Horizonte: Ed. Comunicação, 1999..

ALMEIDA, Fernando. In: Trigueiro, André (coord.) MEIO AMBIENTE no SÉCULO 21. Rio de Janeiro: Sextante, 2003, p.123-137.. ALMEIDA, Fernando. In: Trigueiro, André (coord.) MEIO AMBIENTE no SÉCULO 21. Rio de Janeiro: Sextante, 2003, p.123-137.. ALMEIDA, Fernando. In: Trigueiro, André (coord.) MEIO AMBIENTE no SÉCULO 21. Rio de Janeiro: Sextante, 2003, p.123-137..

BENNETT, Steven J. Eco-empreendedor: oportunidades de negócios decorrentes da revolução ambiental. Trad. Sara Gedanke. São Paulo: Makron Books, 1992.. BENNETT, Steven J. Eco-empreendedor: oportunidades de negócios decorrentes da revolução ambiental. Trad. Sara Gedanke. São Paulo: Makron Books, 1992.. BENNETT, Steven J. Eco-empreendedor: oportunidades de negócios decorrentes da revolução ambiental. Trad. Sara Gedanke. São Paulo: Makron Books, 1992..

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