INOVAÇÃO EMPRESARIAL

Faculdade Estácio

INOVAÇÃO EMPRESARIAL

Dayane de Souza europeu

Resumo

Com a globalização e a crescente relevância dada a inovação no ambiente empresarial, o presente trabalho tem por objetivo demonstrar a importância da gestão de inovação como ferramentaestratégica, compreender o papel da criatividade, da liderança e do empreendedorismo no processo de inovação, e também dos aspectos legais da inovação no DF, com incentivos e fontes de recursos de fomento e de financiamento.

Palavras-chave: Inovação. Estratégia. Globalização. Incentivos.

Abstract

With the globalization and increasing relevance given to innovation in the business environment, the present work aims to demonstrate the importance of innovation management as a strategic tool, to understand the role of creativity, leadership and entrepreneurship in the innovation process, as well as the aspects Innovation in Mexico City, with incentives and sources of funding and funding resources.

Palavras-chave: Innovation. Strategy. Globalization. Incentives.

Introdução

Com a globalização e a crescente relevância dada a inovação no ambiente empresarial, o presente trabalho tem por objetivo demonstrar a importância da gestão de inovação como ferramenta estratégica, compreender o papel da criatividade, da liderança e do empreendedorismo no processo de inovação, e também dos aspectos legais da inovação no DF, com incentivos e fontes de recursos de fomento e de financiamento.

A inovação não é algo novo, nem invenção desta geração, muito menos modismo das pessoas e organizações. E sim uma prática que vem desde os primórdios da nossa civilização, atualmente existem diversos estudiosos que se dedicam a este tema, com o intuito de conceituar e compreender ainda mais a dinâmica da inovação como estratégia competitiva no ambiente empresarial. Para uma melhor compreensão do tema, far-se-á primeiro uma análise de literatura correlata e manuais ligadas ao tema administrativo-empresarial. 

ós esta, serão analisados incentivos fiscais e problemas relacionados a inovação, e também será apresentado um case de sucesso na gestão de inovação em uma empresa situada no DF e, por fim será apresentado o motivo pelo qual a inovação se tornou nos dias de hoje uma ferramenta tão importante e necessária estrategicamente, além de deixar conceitos e (aqui preparar uma frase de fechamento) Dificuldade de se inovar. Dificuldade de incentivo. Dificuldade de inovação no Brasil. Diferença de inovação nos países

História da inovação

A evolução da inovação se deu a partir da busca do homem pela sobrevivência, com os nossos mais distantes antepassados, com o desenvolvimento de artefatos e ferramentas para a busca de alimento, e que era o principal desafio desta geração. De lá para cá, inúmeros são os exemplos como a matemática, o fogo, pólvora, escrita, lâmpada, internet, entre muitos outros. 

O autor Joseph Schumpeter foi professor de Harvard onde se notabilizou pela criação do conceito “destruição criativa”- que descreve o processo de inovação, onde novos produtos destroem empresas e antigos modelos de negócio, Schumpeter foi um dos precursores de estudos voltados para a inovação.

Conforme Schumpeter (1997): “Os pioneiros removem os obstáculos para os outros, não apenas no ramo da produção em que primeiro aparecem, mas também ipso facto em outros ramos, devido à natureza desses obstáculos. Muitas coisas podem ser copiadas por esses outros; […]”

Schumpeter defende que a grande concorrência aumenta a vontade do empreendedor de buscar novas formas de melhoria em seus produtos, novas oportunidades de fazer negócios e claro outros tipos de vantagens competitivas que aumentem as margens de lucro. Ele defendia o papel da inovação e do empreendedor no forte desenvolvimento econômico e também fortalecimento das empresas. Seus ideias influenciaram grande parte dos autores e escolas que se seguiram.

Marcos da Inovação

Um dos primeiros passos para a inovação como temos hoje se deu no século passado, e foi marcado por invenções inovadoras de Thomas Edison, Santos Dumont, Henry Ford entre muitos outros, que eram empreendedores e inquietos. Tendo como um segundo marco para a inovação temos o surgimento de centros de Pesquisa e Desenvolvimento, mais conhecidos como P&D, a exemplo temos o PARC da Xerox. Centro de tecnologia que desde sua criação pratica a inovação aberta, oferecem serviços personalizados de P&D, além de fornecer estrutura para opções de negócios como start ups. E de centros como o PARC, saíram grandes revoluções tecnológicas como a interface gráfica, computadores, o protocolo ethernet, lasers, linguagem de programação e muito mais. 

Em contrapartida a toda a estrutura dos grandes monopólios que surgiram com a criação dos centros de P&D, apareceram os personagens de uma nova fase para a inovação: os capitalistas de risco e os ecossistemas de inovação, a exemplo temos Perkins e Kleiner que foram investidores de centros geradores de novas tecnologias como Stanford e MIT.   Com um novo conceito de  incentivar a inovação e o empreendedorismo, que nasceu na década de 1970, quando estas instituições romperam com a tradição de ensino com prioridade a formação de pensadores. 

Surgiu com estas instituições um modelo de grande estimulo a inovação, atualmente as regiões onde estão situadas estas universidades se tornaram o maior berço de de grandes empresas de todo o mundo. Desse modelo surgiram empresas como Intel, Apple e, também a multi-milionária Google, também temos o Facebook, Linkedin e WhatsApp. 

Por fim temos a fase que marca a ascensão de um novo formato, onde não mais dependentes de um inventor ou de uma estrutura de P&D, nasce a época da inovação aberto, onde a co-criação se fortaleceu. Com foco além do produto e no modelo de negócios e grandes empresas são exemplos dessa nova geração de inovação. A exemplo temos a P&G, Natura 3M, grandes empresas com um olhar além das fronteiras de suas empresas, buscam então mais do que apenas novos produtos ou serviços. Com essa última fase nasce o que podemos chamar de rede de inovação, onde se há a colaboração de clientes, fornecedores, parceiros, universidades e statups criadas com este intuito. Surgem nessa era as plataformas de colaboração de ideias via internet, e assim, vimos com isso que a inovação se tornou um tema muito presente na agenda das empresas, estas plataformas visam aproximar as empresas que estão em busca de soluções para os desafios de seus negócios, a pesquisadores autônomos que tem uma visão externa e com outras perspectivas criam soluções para as organizações.

Eras da InovaçãoEras da Inovação (2015)

Inovar X Inventar: 

Inovar

Conceitos de inovação e inventar:

Inventar

Conceitos de inovação e inventar:

QUAL a diferença?

Inventar é quando se cria uma nova ideia, um conceito ou nova solução, trazendo benefício coletivo, que seja a exemplo facilitar a vida das pessoas. Inovar é diferente, já que resulta da mudança, incluindo ou retirando elementos que gerem um diferencial positivo e competitivo. A inovação então, busca aumentar a eficácia e eficiência de um produto ou serviço. 

Inovação é quando uma ideia atende às necessidades e expectativas de mercado, é viável economicamente e oferece retorno financeiro, ou seja, toda inovação resulta em dinheiro. O foco da inovação não é o conhecimento e sim o desempenho financeiro. 

Inovação não é invenção, nem descoberta. Ela pode requerer estes conceitos, e frequentemente isso acontece. Mas o seu foco não é o conhecimento, e sim o desempenho econômico.  “Inovação é transformar conhecimento em dinheiro” disse Geoff Nicholson vice- presidente da empresa 3M.

Conclusão

APÊNDICE A — Subtitítulo do apêndice

ANEXO A — Subtitítulo do anexo

feito

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