INDÚSTRIA 4.0 – TECNOLOGIAS DISRUPTIVAS

UNIVERSIDADE PAULISTA

Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia (ICET)

Engenharia (Ciclo Básico)

INDÚSTRIA 4.0 – TECNOLOGIAS DISRUPTIVAS

WILLIAN ALMEIDA LUCKE N4765H2

LUIZ FERNANDO BAGGIO JUNIOR F062031

GIOVANA SOUZA ENG D928759

Resumo

GIOVANNA

Palavras-chave:

Introdução — metodologia acadêmica

Este trabalho tem como objetivo explicar com conceitos físicos e cálculos matemáticos o funcionamento e a montagem de um carro elétrico, utilizando a esteira lagarta. 

GIOVANNA

O motor elétrico foi uma descoberta essencial para o ser humano, os passeios de carro exigiam muito esforço físico. Entretanto, em 1820 o cientista Hans Christian Oersted fez uma experiência fundamental para o funcionamento do motor. Foi pactuado a relação entre eletricidade e magnetismo, capacitando o estudo mais aprofundado para novas tecnologias. Os carros a principio costumam ser fabricados com rodas convencionais, mas este projeto engloba a esteira lagarta, que foi utilizada principalmente na agricultura e nos primeiros tanques de guerra.

A busca de alternativas sustentáveis, menos poluentes e de menor preço para serem utilizadas principalmente nas grandes cidades são de preocupação mundial. Os veículos elétricos deixaram de ser comuns desde os anos 1990. Entretanto, ainda hoje é a maneira mais sustentável de se deslocar pela cidade, por isso é importante estudar e entender seu funcionamento, possibilitando novamente o veículo elétrico como meio de transporte.

Todas as imagens anexadas ao corpo deste trabalho que tenha como fonte "Os autores (2020)" significa que as imagens foram fotografadas, capturadas ou printadas pelos integrantes do grupo, no caso, autores do trabalho.

1ª, 2ª, 3ª e REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

1ª Revolução Industrial

Antes de surgir a indústria, tudo era produzido manualmente e em pequena escala, isso começou a ser inviável diante de uma população que crescia descontroladamente.

A primeira revolução industrial teve início entre 1760 e 1860 na Inglaterra e depois se estendeu para países como: Alemanha, Bélgica, Estados Unidos, Holanda e Rússia.

Essa primeira fase da revolução industrial ficou conhecida por invenções que evoluíram o setor produtivo e de transporte. A ciência descobriu a utilidade do carvão como uma fonte de energia, com essa descoberta foi criada a máquina a vapor e a locomotiva.

Deu-se o aperfeiçoamento da máquina a vapor por James Watt, a indústria têxtil foi a pioneira no uso da nova tecnologia da máquina a vapor, depois outros setores também começaram a usar. Com essas novas tecnologias as indústrias começaram a produzir em maior escala usando as máquinas para confeccionar os produtos.

Com o aumento da produção por consequência se teve o aumento do lucro, com isso surgiu o capitalismo, que antes era comercial também passou a ser industrial.

2ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Com a continuação do desenvolvimento das técnicas de produção, em 1870 surgiu a Segunda Revolução Industrial. Nesse período foi descoberta a eletricidade, petróleo, a transformação do ferro em aço, começou a modernizar os meios de transportes, meios de comunicação.

O Fordismo, criado por Henry Ford em 1914, era a produção em massa, que era a capacidade de produzir mais com custos menores e isso deixa o preço final mais baixo que o dos concorrentes. Ford implementou a linha de montagem com esteiras, as esteiras direcionavam os veículos para os trabalhadores e cada um tinha uma única função, com isso a produção passou a ser maior e mais eficiente e os lucros aumentaram.

3ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

A Terceira Revolução Industrial surgiu após o fim da segunda guerra, por volta de 1950, ela foi marcada pelo grande avanço da tecnologia; robótica, das telecomunicações, dos transportes, da biotecnologia, química fina, além da nanotecnologia. O objetivo era produzir mais em menos tempo, com isso as maquinas foram automatizadas e os processos de produção ficaram mais eficientes e sem precisar de tanta mão de obra humana, com isso os custos de produção foram reduzidos e o lucro aumentou.


INDUSTRIA 4.0

GIOVANNA

TÉCNOLOGIAS DISRUPTIVAS

No atual planeta capitalista, onde as corporativas visam otimizar seus serviços e produtos com qualidade, tecnologia e inovação, abrem espaço para a aparição de tecnologias disruptivas.

Romper com o modus operandi, propondo uma nova perspectiva de trabalho. Isso vem acontecendo com as sociedades há anos. Um exemplo é que antes, um simples smartphone fazia uma ligação para um outro telefone, e hoje suas funcionalidades são bem mais extensas.

A tecnologia disruptiva revoluciona significativamente um mercado, serviço ou produto. No geral, o critério que define o fator disruptivo é relacionado com o custo-benefício

Hoje no mercado, Internet of Things (IoT) relaciona as máquinas com uma rede compartilhada de dados permitindo interações nas atividades de cada máquina. Adotam hoje esse método a indústria, serviços de saúde e varejo, 40,2%, 30,3% e 8,3% respectivamente.

Robôs de inteligência artificial podem programar máquinas IoT sem interferência humana. Assim como têm a capacidade de aprendizado com suas experiências ou simplesmente sendo programados, podendo realizar atendimentos em call centers até fazendo uma análise logarítmica do consumidor.

O impacto das técnologias disruptivas é positivo, pois gerará no futuro um avanço tecnológico recorrente da competitividade das empresas que estarão cada vez mais estar na frente no quesito IoT ou IA.

SOCIEDADE 5.0

Na sociedade 5.0 é utilizada tecnologias da revolução 4.0, agindo em prol das pessoas.

O conceito de sociedade 5.0 existe atualmente desde 2016 no Japão - onde nasceu inclusive a indústria 4.0 – e foi divulgada ao mundo na maior exposição comercial do mundo para serviços de telecomunicação digitais e TI (CeBIT). Foi neste feira que o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe disse que “é o início de uma nova era, pois podemos ter facilmente uma resolução de um problema que até anos atrás era improvável”

O objetivo de tal conceito é claro, como citado antes, em prol das pessoas: evitar o estresse de dirigir, aumentar habilidades humanas, inovações médicas acessíveis utilizando a robótica e IA.

Nesta sociedade, é facil imaginar tal situação: Em uma geladeira há uma garrafa de leite, porém ela está na metade. No smartphone no qual a geladeira possui cadastrado, recebe uma notificação para comprar mais uma garrafa de leite, sabendo que o smartphone está próximo a um supermercado via GPS, e a pessoa adquire o leite. Ou então, a geladeira notifica o supermercado que precisa de leite, e os entregadores levam até a residência mais leite e por que não, pagando também virtualmente? Sem ter nenhuma interferência humana a não ser do entregador, que também pode ser substituida por um robô.

ORIGENS, objetivos e utilização — ESTEIRA LAGARTA 

Os primeiros tratores eram veículos a vapor, com grandes rodas de metal, criados por Benjamin Holt em 1886, nos EUA. Os agricultores ainda utilizavam máquinas guiadas por animais, visto que os tratores eram muito pesados e atolavam no solo macio. Holt fez diversas experiências, até que optou por usar tábuas de madeira, que eram posicionadas em frente às rodas de metais, simulando uma estrada, as rodas deixaram de atolar, entretanto era gasto muito tempo e dinheiro posicionando as tábuas. Então, Holt fixou-as nas rodas permanentemente, criando uma esteira. A inovação contribuiu para que a área de contato do trator com o terreno fosse maior, reduzindo a pressão localizada sobre o solo.

Enquanto isso, No Canadá, Richard Hornsby, criou um trator parecido, a diferença era que as esteiras eram de metal, além disso, era capaz de mudar de direção. Era utilizado para limpar a neve. Ele ofereceu sua invenção para o exército britânico, mas não teve sucesso. Entre 1911 e 1914, Hornsby vendeu sua patente para Holt.

Figura 1 — Esteira Lagarta
Esteira LagartaOs autores (2020)

Durante a Primeira Guerra Mundial, Holt teve o exército britânico como seu maior cliente, os tratores que eram utilizados nas fazendas passaram a ser enviados para o campo de batalha, afim de transportar munições e armas.

A serventia dos tratores em cruzar terrenos acidentados motivou o Exército do Reino Unido, fizeram das esteiras a base de um canhão. Dando início a nova geração, os tanques de guerra com lagartas. O primeiro tanque criado foi o Mark I, utilizado pela primeira vez em 1916.

Esteira Lagarta
Esteira LagartaOs autores (2020)

UTILIZAÇÃO NA INDÚSTRIA

Existente desde a década de 1800, a marca Caterpillar é a conhecida até os dias de hoje pela fabricação das esteiras lagartas, que foi sua maior colaboração para os veículos de trabalho. Seu primeiro presidente foi Holt que a princípio centralizou a fabricação de elementos agrícolas, nomeando sua marca hoje como líder nas seções de construção civil e mineração.

Utiliza-se lagartas em veículos militares, máquinas de construção civil como tratores, escavadeiras e etc., máquinas agrícolas e em alguns veículos todo-terreno.

DESENVOLVIMENTO — TEÓRICO

O desenvolvimento a seguir, teve seus cálculos e expectativas sem ter base prática. Espera-se que o desenvolvimento teórico seja a base do desenvolvimento prático, sem complicações extremas.

MOTOR DE TRAÇÃO

O motor elétrico é uma máquina que transforma energia elétrica em energia mecânica. Neste projeto vamos utilizar dois motor elétrico de 90rpm, um motor ficara acoplado em uma das polias do lado esquerdo e outro motor em uma das polias do lado direito, os dois motores vão trabalhar juntos para o carrinho se mover. Esse motor se encaixa perfeitamente com o que precisamos para fazer o carinho se mover.

Potência Motor
Potência MotorOs autores (2020)

Velocidade do Carrinho
Velocidade do CarrinhoOs autores (2020)

ESTEIRA

A esteira é acoplada as polias com a finalidade de aumentar a aderência ao solo e a sua capacidade de tração em terrenos irregulares, são geralmente usadas em: tanques de guerra, escavadeiras e tratores.

São movidas por rodas motrizes, impulsionada pelo motor e devem estar bem tensionadas, uma lagarta frouxa pode se soltar das polias.

VANTAGENS DA ESTEIRA

Veículos com esteira tem maior mobilidade em comparação aos veículos com pneus sobre terrenos irregulares.

DESVANTAGENS DA ESTEIRA

A maior desvantagem é a velocidade, veículos equipados com esteira andam com uma velocidade menor, e se a esteira se soltar o veículo não se move mais.

ENERGIA

Para alimentar o sistema será utilizada uma bateria de 12Vcc e capacidade de 5 A/h.

Transmissor do Controle Remoto

O transmissor é usado para controlar o carrinho, e ao ser acionado o transmissor envia ondas de radiofrequência para o receptor.

Vai ser utilizado um controle remoto sem fio com um transmissor de radiofrequência, o RT4 de 433,92MHz, esse transmissor precisa de uma antena.

Antena do Transmissor
Antena do TransmissorOs autores (2020)

RECEPTOR 

Receptor é um circuito de sintonia com a frequência do transmissor, uma placa com uma antena saindo do interior do dispositivo recebe os sinais do transmissor e com os comandos ativa o motor.

A saída deste módulo está ligada ao decoder MC145027 que disponibiliza os dados recebidos do controle remoto. Como o projeto utiliza 8 canais e cada endereço apresenta apenas 4 canais, para simplificar o circuito, utilizamos 2 decoders em paralelo, contendo cada um deles o endereço de 4 canais. Como no transmissor, foi utilizado o drive 74LS244 para proteção do circuito e antena O circuito receptor utiliza o módulo receptor RR3 da Telecontrolli que opera de 17,5cm.

Receptor
ReceptorOs autores (2020)

PROGRAMAÇÃO ARDUINO

A programação do arduino foi baseada em um sistema simples, onde as informações enviadas do smartphone via bluetooth, fossem respondidas pelo protótipo, como comandos de "frente" e "trás", "parar", "direita" e "esquerda" e inclusive "buzina". Lembrando que os comando de "frente" e "trás" acendiam o LED como se fosse um pequeno farol. 

  • Placa Uno R3
  • Módulo Bluetooth RS232 HC-05
  • Sensor de Umidade e Temperatura DHT11
  • Protoboard 400 pontos
  • Resistor 2.2 KOhm 1/4W
  • Resistor 1 KOhm 1/4W
  • Jumpers Macho-Macho

Imagem 3 — Hardware
HardwareOs autores (2020)

O aplicativo usado pelo smartphone android foi o "Bluetooth Arduino RC Car", disponivel no Google Play, onde pode ao invés de digitar o comando, por exemplo, "frente", era simplesmente inserir o analógico para frente.

Os comandos a seguir mostrará alguns principais utilizados, mas não são todos, pois são vários:

"

  // Se o comando introduzido for igual a 'F', o veiculo se movimentará para frente.

  if (state == 'F') {

    analogWrite(motorB1, vSpeed);

    analogWrite(motorA1, vSpeed);

    analogWrite(motorA2, 0);

    analogWrite(motorB2, 0);

  }

    else if (state == 'I') { // Se o comando introduzido for igual a 'I', o carro se movimentará para Frente Esquerda.

    analogWrite(motorA1, vSpeed);

    analogWrite(motorA2, 0);

    analogWrite(motorB1, 100);

    analogWrite(motorB2, 0);

  }

    else if (state == 'G') { // Se o comando introduzido for igual a 'G', o carro se movimentará para Frente Direita.

    analogWrite(motorA1, 100);

    analogWrite(motorA2, 0);

    analogWrite(motorB1, vSpeed);

    analogWrite(motorB2, 0);

  }

  else if (state == 'B') { // Se o comando introduzido for igual a 'B', o carro se movimentará para trás.

    analogWrite(motorA1, 0);

    analogWrite(motorB1, 0);

    analogWrite(motorB2, vSpeed);

    analogWrite(motorA2, vSpeed);

  }

   else if (state == 'H') { // Se o comando introduzido for igual a 'H', o carro se movimentará para Trás Esquerda.

    analogWrite(motorA1, 0);

    analogWrite(motorA2, vSpeed);

    analogWrite(motorB1, 0);

    analogWrite(motorB2, 100);

  }

  else if (state == 'J') { // Se o comando introduzido for igual a 'J', o carro se movimentará para Trás Direita.

    analogWrite(motorA1, 0);

    analogWrite(motorA2, 100);

    analogWrite(motorB1, 0);

    analogWrite(motorB2, vSpeed);

  }

  else if (state == 'L') { // Se o comando introduzido for igual a 'L', o carro se movimentará para esquerda.

    analogWrite(motorA1, 0);

    analogWrite(motorA2, vSpeed);

    analogWrite(motorB1, vSpeed);

    analogWrite(motorB2, 0);

  }                                                                                                                       "


DESENVOLVIMENTO — Confecção CARRINHO ELÉTRICO

Devido a pandemia da Covid-19, a confecção descrita a seguir levará em conta os conhecimentos "a priori", ou seja, será uma descrição, um relatório, do que se imaginaría ser uma confecção sem problemas externos, porém, idealizando uma confecção realista com possíveis dificuldades ao decorrer, passível de resolução prática.

Projeto - VISÃO GERAL

Inicialmente pensou-se em criar algo que fosse eficaz e belo, sem levar em consideração o custo, e utilizando tecnologias novas, ao nosso alcance. Usaria-se acrílico na montagem do chassi e seu corte seria a laser e as rodas seriam de alumínio, onde deveriam ser torneadas sob medida ou adquiridas conforme as medidas disponíveis, onde seriam três rodas de cada lado, totalizando seis rodas e entre as rodas haveria uma correia lisa completamente flexionada entre três rodas, ou seja, duas correias. 

No entando, via-se a necessidade de reduzir custos e integrar tecnologia. Manteve-se o acrílico com corte a laser, e substituiu-se as rodas de alumínio, por rodas impressas em impressora 3D, desenvolvidas pela Fábrica de Cultura da Penha (FabLab-Penha) do material plástico ABS. As posições das rodas também haveriam mudanças, pois a quantidade de três em cada lado seria de quatro, totalizando oito, dando ainda mais tracionagem na correia e segurança.

O controle remoto foi desenvolvido da maneira mais tecnológica possível, ao nosso alcance, utilizando os conhecimentos de eletricidade básica, para controlar o carrinho.

Figura 3 — Carrinho elétrico terminado
Carrinho elétrico terminadoOs autores (2020)

CHASSI

O processo de desenvolimento do chassi, no que se diz respieto, foi o de menor complexidade em comparação à outras etapas desenvolvidas. 

Tinha-se uma breve ideia do formato do chassi, porém o material do chassi deveria ser leve para que não sobrecarregasse os motores e também deveria ter um custo-benefício melhor. Os locais das rodas, foram localizados e posicionados para que ouvesse a furação.

Chassi
ChassiOs autores (2020)

Decidiu-se que então o material seria de acrílico de 6 mm. Após a projeção e montagem, via-se que no encontro das placas de acrílico formavam pontas e cantos pontiagudos e cortantes, tirando o fato de que isto não trazia elegância e nem atratividade, portanto para o acabamento ficar perfeito, teve-se que arrendondar os cantos lixando e em seguida polindo. Passou-se silicone nas arestas, por dentro do carrinho. 

X
XOs autores (2020)

RODAS

 As rodas porem projetadas seguindo especificações para que uma correia se encaixasse e tracionasse o carrinho de tal maneira que todas as rodas girassem graças à um pinhão. Tal assunto será tratado no próximo assunto.

No inicio, não havia ideias de que material seria utilizado, ou se seria comprado ou mandar fazer sobmedida. Pesquisou-se diversos meteriais para fazer-se sobmedida, como madeira, alumínio e o que mais interessou foi polipropileno (PPN). Seria produzido por torno mecânico, o que elevaria o preço inviabilizando. 

Esse tipo de roda, teria a funcionalidade e aparência semelhante à "polia". Visto que não seria possivel produzir pelo custo elevado, pesquisou-se na internet "polias" já produzidas, como por exemplo: Mercado Livre, Amazon, AliExpress e etc. Encontrou-se apenas no AliExpress, no entando a data de entrega impossibilitaria. 

Então surgiu a ideia de imprimir 3D a polia com o arquivo .stl. Os orçamentos para impressão de seis polias, se coincidiam com a produção via torno mecânico.

Buscas na internet mostraram a Fábrica de Cultura - Penha (FabLab-Penha), onde haviam impressoras 3D abertas para a comunidade fazer suas impressões e aprenderem a utilizar o software, onde apenas seria necessário comprar o filamento da impressora. 

Utilizou-se esse método para a produção de todas as rodas, com o material plástico ABS de espessura 1,7 mm, onde trouxe um custo baixíssimo e uma qualidade excelente que supria a necessidade do grupo.

Roda
RodaOs autores (2020)

CORREIAS

Como dito anteriormente, a correia que passaria por todas as rodas, deveria estar completamente tracionada, portando sua função é fazer rodar todas as rodas que estão ligadas a correia, por conta do pinhão. As rodas foram desenhadas conforme a norma e seu vão no formato correto para o encaixe da correia.

A príncipio pensou-se que seria melhor que a correia fosse dentada, para que houvesse atrito entre a roda e o chão, pensando que a correia lisa não teria atrito o suficiente, ou seja, o pinhão iria rotacionar graças ao motor, porem a correia não iria acompanhar. Em outro cenário, poderia haver atrito entre a polia e a correia, porém não haveria entre a correia e o chão.

Protótipo 3 rodas
Protótipo 3 rodasOs autores (2020)

Visto que esse problema ocorreria, e vendo a não possibilidade de adquirir uma correia dentada pelo custo elevado e por não se encaixar nas rodas, adicionou-se mais uma roda em cada lateral, totalizando 8 rodas, onde haveria maior tração o que poderia ajudar a ter atrito. E conseguiu-se fazer o carrinho mover-se.

Protótipo 4 rodas
Protótipo 4 rodasOs autores (2020)

MOTOR

O motor é o especificado no desnvolvimento teórico, onde nesse contexto será dito onde e como foi colocado dentro do carrinho.

Seriam dois motores, pois um motor seria o pinhão de um lado do carrinho, e o outro motor do outro lado do carrinho, outro pinhão.

O motor, por estar em uma posição lateral, foi colado na parede correspondente que iria ser o pinhão. 

Fez-se uma adaptação para que a engrenagem do motor rotacionasse juntamente com a roda.

Motor
MotorOs autores (2020)

CONTROLE REMOTO, BATERIA E FARÓIS

O controle remoto foi programado com o seguinte sistema: motor da direita aciona > farol direito aciona e carrinho vira para a esquerda, motor da esquerda aciona > farol esquerdo aciona e carrinho vira para a direira, ambos motores acionam > ambos faróis acionam e carrinho vai para frente.

Foi utilizado bateria comum de celular para energizar os motores.

Controle remoto
Controle remotoOs autores (2020)

Conclusão

FERNANDO 

 O projeto não pode ser confeccionado devido a pandemia causada pelo Covid-19. Entretanto, foi calculado e revisado rigorosamente todos os processos, afirmando que o sistema elaborado funcione perfeitamente.

Referências

Albiero, Kaio R.; Rodrigues, Adavirson; Belleboni, André; Flores, Cerlene M. A. das; Nicolini, Dionatan; Batista, Dionathan; Amaral, Edimar B. do; Artuso, Elizandro; Zani, Evandro C.; Imlau, Geverton R.; Silva, Josenildo B. da; Rosa, Marcio A. da; Almeida, Milton A. de; Oliveira, Pedro C. de; Souza, R. Leonel de; Toledo, Vivaldino. PROTÓTIPOS DE CARRINHOS ELÉTRICOS MOVIDOS A ENERGIA SOLAR. Instituto Federal , Santa Catarina, 2012.

BEERFerdinand Pierre; Johnston Jr.E. Russell. Mecânica vetorial para engenheiros: cinemática e dinâmica. 5. ed. São Paulo: Makron, v. 2, 1994.

Fernanda Durante. Sociedade 5.0: vamos conviver de boa com robôs, só precisamos abrir a mente.... Disponível em: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2019/08/19/sociedade-50-vamos-conviver-de-boa-com-robos-alias-estamos-perto-disso.htm. Acesso em: 31 out. 2020.

Heitor Hermeson de Carvalho Rodrigues; José Vilson Martins Filho; Kelson Gomes de Carvalho . DESENVOLVIMENTO DE CARRINHOS MECATRÔNICOS: UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA APLICADA NO IFRR. Trabalho de Conclusão de Curso () - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima, Roraima, 2016.

HIBBELerRussell C. Dinâmica: Mecânica para Engenharia. 8. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall Brasil, 2004.

Juliane Taise Piovani; Cleiton Thiago Pacheco Leite; Genivaldo Francisco dos Santos. CARRO ELÉTRICO MOVIDO A ENERGIA SOLAR. Connectionline, São Paulo, 2013.

MacielMarcelo. Orbital: O Veículo movido por Esteiras. Microcontrolado. Disponível em: http://microcontrolado.com/orbital-o-veiculo-movido-por-esteiras/. Acesso em: 31 out. 2020.

Michelle Melo Cavalcante; Jamilson Ramalho Dantas; Esdriane Cabral Viana. Proposta de Serious Games aplicado ao ensino de eletricidade básica: O Jogo Genius a partir da Plataforma Arduíno, v. 4. Dissertação (Institutos de Ciências Exatas e Informática) - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2015.

rochaLUIZ HENRIQUE. CARRO ELÉTRICO – DESAFIOS PARA SUA INSERÇÃO NO MERCADO BRASILEIRO DE AUTOMÓVEIS. São Paulo, 2013. Dissertação (ESCOLA POLITÉCNICA) - Universidade de São Paulo.

THIAGO REBELATTO OLIVEIRA; WERNER HAETINGER; FERNANDO GASSEN SCHIMUNECK. PROPOSTA DE DESENVOLVIMENTO E CONSTRUÇÃO DA ESTRUTURA DE UM PROTÓTIPO DE VEICULO ELÉTRICO. Salão de Ensino e de Extensão. Disponível em: https://online.unisc.br/acadnet/anais/index.php/salao_ensino_extensao/article/view/11325. Acesso em: 15 mai. 2020.

TOTVS. Tecnologias disruptivas: conheça aplicações, impactos e novidades. Disponível em: https://www.totvs.com/blog/inovacoes/tecnologias-disruptivas/. Acesso em: 31 out. 2020.

Unip. APS — Carrinho elétrico. Engenharia Básica. Disponível em: https://engenhariabasica.jimdofree.com/aps/regulares/. Acesso em: 31 out. 2020.

ANEXO A — Esteiras Lagartas e protótipos semelhantes

Imagem

Imagem

Imagem

Imagem

Imagem

Imagem

<-- ESTILOS DA PUBLICAÇÃO -->
feito

Use agora o Mettzer em todos
os seus trabalhos acadêmicos

Economize 40% do seu tempo de produção científica