HOMEOPATIA E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

HOMEOPATIA E MEIO AMBIENTE

SILVANA NIET FACIROLLI PAPPAROTTI

INTRODUÇÃO

Explica a afinidade extraordinária entre a medicina homeopática e a ciência espírita, evidenciada nos pontos em que esta trata dos problemas biológicos, médicos e terapêuticos. Demonstra que o mecanismo da ação medicamentosa da homeopatia se assemelha aos efeitos dos fluidos, um dos objetos de estudo do Espiritismo. Tece judiciosos comentários sobre o Organon da Arte de Curar, obra fundamental de Hahnemann, e adverte que até mesmo os remédios homeopático possuem frequência eletrica e que bem empregados cura-se não somente o corpo mas o espirito.

E cada corpo tem sua própria constituição material (densidade) e, por conseqüência, tem sua própria faixa vibratória. E a homeopatia atinge todas as faixas. 

HOMEOPATIA E A CURA DA ALMA

É verdade que a homeopatia age no perispírito, o medicamento homeopático atua energeticamente e não quimicamente, ou seja, sua ação terapêutica vai se dar no plano dinâmico ou energético do corpo humano, que se localiza no perispírito.

A medicação estimula energeticamente o perispírito, que por ressonância vibratória equilibra as disfunções existentes, isto é, o remédio exerce duas funções enquanto atua. Por isso a homeopatia além de tratar doenças físicas, atua também no tratamento dos desequilíbrios emocionais e mentais, promovendo, então, o reequilíbrio físico-espiritual.

 Samuel Hahnemann (1755-1843), criador da homeopatia, através da médium Costel, que nenhum estudo possuía sobre a nova ciência. O texto foi psicografado na Sociedade Espírita de Paris, em 13 de março de 1863, e está inserido na “Revista Espírita”, de Allan Kardec, de agosto do mesmo ano. Acompanhemos o trecho inicial:  

 “Minha filha, venho dar um ensinamento médico aos espíritas. Aqui a Astronomia e a Filosofia têm eloqüentes intérpretes; a moral conta tanto escritores quanto médicos. Por que a medicina, em seu lado prático e fisiológico, seria negligenciada?  
Fui o criador da renovação médica, que hoje penetra nas fileiras dos sectários da medicina antiga; ligados contra a homeopatia, em vão lhe criaram diques sem número, em vão lhe gritaram: ‘Não irás mais longe!’…  A jovem medicina, triunfante, transpôs todos os obstáculos. O Espiritismo lhe será poderoso auxiliar; graças a ele, ela abandonará a tradição materialista, que por tanto tempo lhe retardou o desenvolvimento. O estudo médico está inteiramente ligado à pesquisa das causas e efeitos espiritualistas; ela disseca os corpos e deve, também, analisar a alma”

Vivemos momentos decisivos na história da Humanidade, que se reflete em todos os terrenos do conhecimento. Surgem propostas e modelos explicativos para questões antes inabordáveis, na tentativa de dilatar os horizontes da compreensão, hoje ensaiando apreender pontos transcendentais.

Essa Nova Era, apresenta no seu limbo a diversidade e liberdade de pensamento e expressão. Facetas da Verdade são abordadas de mil maneiras, possibilitando sintonias diversas, em atendimento às necessidades individuais.

Assim, também no âmbito das terapêuticas, multiplicam-se recursos, apresentando o homem e sua linguagem objetiva e subjetiva, como um universo em si mesmo, a ser devassado.

Ganha força a vertente espiritual do ser como causa primária de muitas enfermidades, ainda que sob denominações diversas.

Avaliando a Homeopatia (homeo. – semelhante phatos – enfermidade) em sua amplitude filosófica, encontramos inúmeros pontos de interseção com a Doutrina Espírita.

Casamento de idéias sustenta a confiança em seus postulados e estimula a continuar buscando, através do seu exercício, auxiliar o homem em crescimento.

A postura do médico diante do enfermo, de onipotência, dono do saber e da arte, cede lugar ao sujeito atuante, participativo, exigindo clareza nas colocações necessárias, paciência diante do limite individual e acima de tudo com compromisso com a Verdade.

“Não te limites a curar apenas os corpos, que tendem a desaparecer nas transformações do túmulo. Trata de elucidar, para curar ‘também as almas, por amor de mim, pois essas são eternas, mais necessitadas do que os corpos, e tenho pressa de que se iluminem com os fachos da verdade. ”

O objetivo da terapêutica homeopática envolve o estado de saúde gerador de possibilidades mais amplas para se atingir os altos fins da existência.

Quais seriam esses altos fins? A felicidade, a paz e serenidade priores, a plena comunhão com a divindade, o encontro do Deus – Deus transcendente?

“O Criador criou todas as criaturas para que todas as criaturas engrandeçam. Para isso, sendo amor, repleto o caminho de bênçãos e luzes, e, sendo justiça, determinou possuísse cada um de nós vontade e razão.”

Origem e causas das enfermidades se conjugam, definindo painéis diversos a retratarem a intimidade do ser, como um núcleo gerador de linguagem própria, mediante o influxo do livre-arbítrio, expressão maior do Amor do Pai. O verdadeiro homem enfermo é anterior ao corpo enfermo . O homem quer e compreende, é o que chamamos vontade entendimento.”

Vontade e razão são atributos conferidos ao homem em sua marcha evolutiva.

Cabe-nos familiarizarmo-nos com esses componentes de nossa vida psíquica reconhecendo-os e procurando fazer contato com eles, eliminando a ignorância e a lassidão.

Cabe à primeira papel notório na governança de nossa vida mental, e, quando em exercício de suas funções, nos capacita a dar respostas às questões: ‘Que queres que te faça?”(Lucas 18:41) ‘Queres ficar são?” (João 5:6)

Diante dos argumentos acima, perderia o corpo físico a sua importância? 

De forma alguma buscamos a “admirável e harmoniosa operação, tanto a respeito das sensações como às funções”. O corpo concretiza a existência do ser na Terra e é através dos seus sintomas que mais facilmente detectamos o que é digno de se curar. Menosprezando esse instrumento, distanciamo-nos do indivíduo.

“O corpo físico, esse templo sublime”, guarda em suas células as impressões das vivências transmitidas pelo plano genético e vibratório, é o repositório de informações de passado longínquo que eclodem em tempo certo. Sem esse dreno do espírito como alcançaríamos o vôo da libertação?

Na grandiosa harmonia universal, é nele que exercitamos o papel de co-criadores em plano menor, sensibilizando elementos celulares com novas cargas eletromagnéticas, nosso bem sentir, bem pensar e bem atuar.

Daquilo que estivermos cultivando em nosso íntimo, exalaremos e impregnaremos o ambiente onde vivemos.

Portanto, plantemos as virtudes no coração para assegurarmos o equilíbrio gerando equilíbrio onde estivermos.

“O homem do futuro compreenderá que as suas células não representam apenas segmentos de carne, mas companheiras de evolução, credoras de seu reconhecimento e auxílio efetivo.”

“A saúde real não se origina no equilíbrio orgânico, que, é por sua vez, resultado da estabilidade espiritual.” (Carneiro de Campos)

Lições da vida repetem conteúdos não trabalhados e que ainda nos aprisionam, seria essa a mancha da alma a ser tratada -Psora – a causa de todas as expressões da enfermidade, o tema central?

Distanciados da didática Superior, fixamos nosso acanhado “perceber” do momento como sendo a “verdade única”, vivendo sob a “cortina do eu”, condição dualística que procura realçar pontos de vista, diluindo a integração do “ego’ com o “Eu Crístico”. 

“Porque todos buscam o que é seu, e não o que é de Cristo Jesus.” (Paulo – Fil. 02:21)

Na trilha da evolução, surgem expoentes oferecendo-nos do seu esforço em benefício geral, como a grandiosidade de Hipócrates, este luminar, que através do seu juramento nos legou a ética no exercício de tão nobre função, junto aos irmãos encarnados.

Hahnemann, renovador da tradição hipocrática, que perseguia a cura como a maior pretensão do médico, e no plano espiritual, continua investindo na busca de novos e mais eficazes recursos de auxílio à Humanidade. Mas, acima de tudo, acrescentando o que o próprio Mestre, o Médico dos médicos, afirmou:

“Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” (Mat. 11:28), definindo que a cura definitiva é conquista pessoal, sob o Amor de Deus.

COMPREENSÃO

A terapêutica terrena representa abençoado esforço para atender às necessidades do Espírito encarnado, conforme o seu progresso científico, entendimento moral e merecimento espiritual. Foram os êxitos imediatos, atestados pela remoção dos sofrimentos, que deram forças para a Alopatia se tornar a Medicina Oficial, em perfeita coerência com a mentalidade imediatista do homem moderno.

A Homeopatia busca compreender a enfermidade em sua origem imponderável e na sua vertente espiritual, ou seja, dinâmica psíquica da alma.

Ainda são poucos os verdadeiramente interessados, médicos e pacientes, em familiarizam-se com a realidade do mundo psíquico.

O evoluir constante das idéias, fruto da evolução dos seres, especialmente daqueles que se destacam como gênios, grandes artistas, cientistas ou filósofos, abre perspectivas novas que beneficiam a humanidade, impulsionando-a.

Ao estudarmos a vida e os passos seguidos por Hahnemann, percebemos como os pilares dessa nova abordagem terapêutica foram formados.

Ele completou até onde pode, seus discípulos continuaram seu trabalho, favorecendo nossa penetração na essência da “doutrina”.

Muito ainda deverá ser acrescido, ao que já conhecemos, pelos homeopatas do futuro, que conseguirem manterem-se fiéis aos princípios básicos.

HAHNEMANN

Chrinstian Friedrich Samuel Hahnemann nasceu em 10 de abril de 1755, em Meissen, na Alemanha. Em abril de 1843 foi acometido por um episódio de bronquite, que não cedeu. Faleceu em 2 de julho de 1843, em Paris.

Demonstrou sua natureza especial, desde a infância, com grande facilidade para aprender outros idiomas. Dominou o inglês, francês, italiano, latim, árabe, sírio, espanhol e o grego sendo que aos 14 anos substituiu o professor do último.

Esses conhecimentos foram úteis, pois foi graças às traduções que fazia, à noite, que pode completar seus estudos e prover sua numerosa família, durante grande parte de sua vida.

Estudou Medicina em Leipzig, depois em Viena, e defendeu sua tese de doutorado em 1779, em Erlangen.

Aos 26 anos, 1781, casou-se pela primeira vez com Enriqueta Leopoldina Küchler, em Dessau. Tiveram onze filhos, num matrimônio que durou quase 50 anos, pois morreu em 31 de março de 1830. Foi esposa dedicada, passou por provações numerosas, teve vida quase nômade.

Realça o seu valor o fato de que, mesmo sem compreender a majestosa estatura do Espírito que vivia a seu lado, deu-lhe o apoio que precisou para realizar a sua obra genial. O campo familiar foi repleto de aflições.

Alguns dos filhos morreram ainda jovens, as moças casaram-se mal e se separaram o filho sobrevivente formou-se em Medicina e se perdeu pelo mundo, movido por íntima e inexplicável insatisfação.

Em 1835, com 80 anos, casou-se com a jovem Melaine D’hevilly, sua filha espiritual, que compreendia o vulto de sua missão.

Juntos, em Paris, desenvolveram um trabalho crescente até os últimos dias de sua vida. Foi alopata conceituado, em decorrência, especialmente, do seu caráter humanitário. Na sua época, a Medicina era mais contemplativa, limitando-se às descrições da enfermidade.

Até a metade do século XVIII, todas as moléstias eram atribuídas à vacilação de humores, baseando-se a maior parte dos métodos terapêuticos na sangria e nas substâncias purgativas.

Os médicos eram mais homens de pensamento que homens de ação, distanciados do enfermo.

Insatisfeito com os métodos terapêuticos e seus resultados, optou por abandonar o exercício profissional e dedicar-se à tradução de trabalhos científicos, em 1789. 

Essa decisão foi tomada após a morte de um amigo, que não conseguiu salvar; para ele, o grande transtorno estava localizado no fato de não curar as enfermidades, mas só ajudar a morrer.

Em 1790, ao traduzir a Matéria Médica de Cullen, professor da Universidade de Londres, no capítulo consagrado às indicações terapêuticas da cortiça peruana, a casca da quinina, usada no tratamento da malária, teve um rasgo luminoso de sua inspiração genial.

Percebeu que havia grande semelhança entre os quadros de intoxicação apresentados pelos trabalhadores do quinina e aqueles da febre intermitente.

Como para obter-se o peso de um corpo é preciso uma balança bem equilibrada, para saber o peso terapêutico de um medicamento seria necessário experimentá-lo no homem são.

Resolveu, então, experimentar nele próprio a droga em questão, e sentiram os sintomas, que são comumente característicos da febre palúdica, apareceu um após o outro.

Diante dessas observações, chegou à seguinte conclusão: “a casca peruana, que é utilizada como remédio contra a febre intermitente, age porque ela pode produzir sintomas similares aos da Febre Intermitente no homem são”.

Aí está o princípio da semelhança e as experimentações no homem são.

Hipócrates, pai da Medicina no Ocidente, representante do sintetismo de Cos, viveu entre 460 a 377 a.C. e foi o primeiro a formular a lei de similitude similia similibus curantur. Ele trouxera a teorização, cabendo a Hahnemann a experimentação e a implantação; por isso, o último é considerado o renovador da tradição hipocrática.

Nos próximos seis anos, de 1790 a 1796, mudou-se por seis vezes, estudando e anotando sintomas de todas as drogas tóxicas, ao longo da história da medicina, e fazendo experimentações em si mesmo e em seus colaboradores.

Como as agravações iniciais eram muito fortes, reduziu as doses. Feita a diluição, o conteúdo era submetido a sucussões com o objetivo de ficar bem misturado, e, assim, surgiu o medicamento dinamizado. Como não eram doses tóxicas, somente alguns indivíduos apresentavam sintomatologia.

Nessa irregularidade de resposta está a chave da Homeopatia, ou seja, a presença reveladora da individualidade, da sensibilidade peculiar de cada um, quer dizer, a maneira de ver, sentir, reagir de cada pessoa, a idiossincrasia.

Viram surgir uma sintomatologia nova da ordem afetivo-instintivo, transtornos de caráter, susceptibilidades alimentares etc.

Passou a usar essas doses pequenas e observou que obtinha ótimos resultados, mas ao cabo de algum tempo os sintomas recidivavam.

Concluiu por mais uma vez: “eu não curo tão pouco com esta forma de atuar, melhoro, melhoro melhor, mas simplesmente melhoro”.

Pensou que deveria existir um transtorno mais profundo, mais sutil, que determinava a persistência da tendência mórbida, quer dizer, um terreno de discrasia.

Em 1796, nasceu a Homeopatia, quando iniciou sua aplicação, após publicação do “Ensaio sobre um novo princípio para descobrir as virtudes curativas das substâncias medicinais, seguido de alguns comentários a respeito dos princípios aceitos na época atual”.

• 7/5/1856, em Obras Póstumas sob o título Minha Missão, Allan Kardec conversa com Hahnemann e foi desses contatos preliminares com o mundo espiritual que saíram definidos os contornos de sua missão. É bom lembrar que as primeiras notícias a respeito da comunicação dos Espíritos chegaram a Kardec em 1854.

•10/6/1856, em Obras Póstumas, diálogo sobre a escolha de médiuns, sendo uma delas desaconselhada em função do caráter frágil do médium. A vida do mesmo veio a confirmar as previsões feitas.

•13/3/1863, na Revista Espírita, escreve A Medicina Homeopática, com conteúdo esclarecedor. Alguns pontos: “O Espiritismo lhe será poderoso auxiliar”, “Nenhum remédio é indiferente e inofensivo;” “Gostaria de corrigir os abusos e advertir quanto à negligência dos colegas que não estudam o ‘Organon’”.

•1863, em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo IX, item 10 – A Cólera comenta a presença do orgulho de permeio a todas as imperfeições do espírito. “Todas as virtudes e todos os vícios são inerentes ao Espírito.” Cabendo a ele modificar suas raízes morais, quando o quer com vontade firme.

NÍVEIS DE CURA

A teoria homeopática repousa no aspecto unitário do ser humano, portanto, o medicamento deve apresentar uma correspondência qualitativa ao desequilíbrio do organismo, naquele momento, e deve ser administrado sozinho.

Seus pilares são:

1) Simila Similibus Curantur;

2) Experimentação no homem são;

3) Medicamento em dose infinitesimal;

4) Medicamento único.

Historicamente, existiram duas fases distintas na evolução da Homeopatia.

1ª fase: Toxicológica.

Em 1796, utilizava-se o medicamento em substância, matéria; tratava-se a sintomatologia clínica com visão e atuação organicista, ou seja, o primeiro nível.

As recidivas não tardavam e com elas a conclusão que não havia sido concretizada a cura.

O primeiro nível de cura é aquele utilizado pelo receituário mediúnico, que muito contribuiu para divulgar e tornar familiar a nova terapêutica.

2ª fase: Idiossincrásica.

Surgiu em decorrência da conceituação de enfermo, da inter-relação do corpo e da mente, descritos no Organon de l’Art de Guérir, publicado em 1810, em Torgau.

Idiossincrasia refere-se à índole do temperamento e do caráter do sujeito, é a enfermidade individual, a forma com que o sujeito manifesta o seu desequilíbrio.

Organon é palavra de origem grega que significa “os meios”.

Nessa fase, propunha-se curar um Terreno Enfermo, com duas formas de atuar.

No segundo nível de cura, a similitude se cumpre, entre enfermo e medicamento, de acordo com uma imagem obtida de uma soma ou mosaico de sintomas. O que se consegue é fazer desaparecer os sintomas, mas não curar o enfermo.

O terceiro nível levanta a sintomatologia miasmática, porque o que deve ser curado em cada caso é a predisposição mórbida profunda. Psora é a causa de todas as enfermidades, é a única doença real, a doença da alma.

A terapêutica não é capaz de agir nessa essência profunda, sendo que a saúde máxima que se consegue é um estado harmonioso ou Psora Latente, por ação do medicamento Simillimum.

Ramatis, ao discorrer sobre o assunto, elucida:

“O verdadeiro temperamento fundamental e congênito desse enfermo, que é torturado e modificado por força do clima angustioso que vive no silêncio de sua alma, é que então o médico homeopata terá que identificar…”“Cada pessoa tem um tema central ou desejo principal, que se manifesta na maioria dos seus produtos mentais”.

Avaliando a vida do indivíduo, observamos que é tentado, exteriormente, pela tentação que alimenta em si próprio.

Assumimos atitudes defensivas na tentativa de driblar a ordem, as quais recebem os nomes de Sicose e Sífilis estabelecendo o movimento pendular, de fluxo e refluxo característico da nossa dinâmica de vida.

 

OBJETIVOS DA TERAPÊUTICA HOMEOPÁTICA

 No estado de saúde, a força vital que dinamicamente anima o corpo material, conserva todas as partes do organismo em admirável e harmoniosa operação vital, tanto a respeito das sensações como das funções, de modo que o espírito dotado de razão, que reside em nós, possa utilizar livremente estes instrumentos vivos e sãos para os mais altos fins de nossa existência.

Aprendemos com os amigos espirituais que a “saúde é harmonia de vibrações”, e que “renascendo no Planeta somos portadores de um fato sujo, para lavar no tanque da vida.

Essa roupa imunda é o corpo causal, tecido por nossas mãos, nas experiências anteriores”.

A reencarnação, mais do que purgar e sofrer as culpas de ontem, tem por objetivo a construção de um futuro, individual e coletivo, melhor.

“Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.” (João 5:4).

PARALELOS

1) Natureza trina do homem:

“… Considerados desse ponto de vista mais interno, teremos a vontade e o entendimento que formam uma unidade no interior do homem; a força vital, ou seja, vice-regente da alma (quer dizer, o limbo da alma, a substância formativa), que é material, e logo o corpo que é material.”

Um breve comentário sobre Kent, discípulo de Hahnemann e seguidor de Swedenborg. O último, sábio sueco (1688-1772), dominava, praticamente, todo o conhecimento de sua época.

Antecessor e depois cooperador na implantação da Doutrina dos Espíritos, foi o guia espiritual de Andrew Jackson Davis, médium notável americano, que viveu entre 1826 e 1910. Assinou prolegômenos de O Livro dos Espíritos (18/4/1857).

A Doutrina nos diz: “O homem é constituído de Espírito, Perispírito e corpo físico”.

A Força Vital continua sendo um capítulo de difícil abordagem, recebe sinonímia extensa.

Kent introduz a idéia de substância primitiva ou substância simples em perfeita correspondência ao fluido universal ou primitivo.

A forma tem necessariamente algo que a preceda e que é, exatamente, essa substância imaterial modeladora.

Cada elemento, cada ser vivente, cada expressão física possui sua própria substância simples identificadora, que define sua natureza essencial.

Portanto, toda matéria está sujeita a redução, e pode ser reduzida, continuamente, até que se chegue à sua substância simples somente.

A verdadeira força medicamentosa está imanente na substância natural bruta, escravizada, contida, abafada pela matéria, e é atributo da substância imaterial que lhe deu forma.

Do exposto, entendemos como determinados medicamentos homeopáticos de grande utilidade clínica são substâncias inertes, no estado natural ou cru.

Por meio da dinamização cada vez mais alta, se modifica e sutiliza até se obter um poder medicinal, não material.

2) Origem da enfermidade:

“… O verdadeiro homem enfermo é anterior ao corpo enfermo, e devemos concluir que o homem enfermo se encontra em alguma parte que não é anulada depois da morte (…).

O homem quer e compreende ( …) é o que chamamos vontade e entendimento.

Isto é aquilo que pode ser mudado, ou seja, o que é anterior ao corpo.”

“O espírito é que é o ser. Nele se elaboram os quadros da saúde física e mental, tendo em vista as próprias necessidades evolutivas.” (Carneiro de Campos)

“As chagas da alma se manifestam através do envoltório humano.

O corpo doente reflete o panorama interior do espírito enfermo.

A patogenia é um conjunto de inferioridades do aparelho psíquico.”

3) Causa da enfermidade:

“… Tão pronto como um homem leva uma vida desordenada, é suscetível a influências exteriores e quanto mais desordenado vive, é tanto mais suscetível à atmosfera em que vive. Se o homem pensa de uma maneira desordenada, também levará uma vida desordenada e se fará enfermo pelos costumes desordenados de pensar e viver.

Exemplo: A causa do depósito tuberculoso está na psora, no miasma crônico.

“Os bacilos não são a causa da enfermidade, mas vêm depois.”

Na visão espírita:

“… A falta cometida opera em nossa mente um estado de perturbação, ao qual não se reúnem simplesmente as forças desvairadas do nosso arrependimento, mas também as ondas de pesar e acusação da vítima e de quantos se lhe associam ao sentimento instaurando desarmonias de vastas proporções nos centros da alma, a percutirem sobre a nossa própria instrumentação.

(“…) É assim que, muitas vezes, a tuberculose e o câncer, lepra e a ulceração aparecem como fenômenos secundários, residindo à causa primária no desequilíbrio dos reflexos da vida interior”.

“… Sublimamos ou desequilibramos o delicado agente de nossas manifestações, conforme o tipo de pensamento que nos flui da vida íntima. (…)

Quando a nossa mente, por atos contrários à Lei Divina, prejudica a harmonia de qualquer um desses fulcros de força de nossa alma, naturalmente se escraviza aos efeitos da ação desequilibrante, obrigando-se ao trabalho de reajuste.

(“…) A forma de nosso pensamento dá feição ao nosso destino.”

Não conhecer-se a si mesmo, eis a etiologia básica; considerar-se exclusivamente matéria a viver como tal, esta a grande ilusão.

A doença é o “resultado do desequilíbrio energético do corpo em razão da fragilidade emocional do espírito que o aciona”.

“Porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, (…)

Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem.” (Marcos 07h21min e 23) Mal pensar, mal sentir e mal atuar constitui as geratrizes básicas dos processos mórbidos.

TRANSTORNOS MENTAIS

Analisando a natureza das doenças crônicas, teríamos a psora como a mais antiga doença miasmática, cuja apresentação é extremamente variável, tornando-a, muitas vezes, irreconhecível.

Todas as moléstias miasmáticas que evidenciam transtornos locais peculiares na pele estão sempre presentes na forma de moléstias internas no sistema, antes de se mostrarem. A doença interna fundamental necessita de tratamento para que abandone o corpo.

Ainda que sua expressão superficial desapareça espontaneamente, a raiz interna permanece em evolução.

A linguagem da enfermidade é a linguagem dos sintomas.

As sensações mórbidas em um organismo sadio deverão ser consideradas em primeiro lugar.

O verdadeiro estudo do homem enfermo é a meditação sobre seus sintomas e ao reconhecê-los chegamos à condição de prescrever com habilidade.

As doenças mentais são de origem psórica, com alterações da disposição e da mentalidade.

Elas deverão ser curadas da mesma maneira que as demais doenças, mediante o uso de um medicamento que promova no corpo e na mente um estado patológico tão semelhante quanto possível ao caso patológico que confrontamos. Parágrafo 214 (Organon, Hahnemann).

A tomada do caso envolve anotar cuidadosamente as mínimas peculiaridades. Muitos pacientes ficam tão acostumados com seus sofrimentos que não lhe dão importância.

Esses sintomas são geralmente cheios de determinação da escolha do medicamento.

Deve-se inquirir sobre o quadro completo da doença, dando toda credibilidade à descrição de padecimentos e sensações – (Organon) embora possa acrescentar o depoimento de familiares e amigos.

Os sintomas peculiares falam da idiossincrasia e constituem, portanto, o guia seguro para obtenção da cura.

O médico e aqueles que cuidam dos pacientes com distúrbios mentais devem sempre tratá-los como se fosse lúcidos.

(Organon) Essa postura respeitosa tem sido objeto de estudo e mudança de paradigma no que tange ao saber psiquiátrico, ao em que o paciente “objeto” de interesse e tratamento passa a ser visto como o “sujeito” enquanto cidadão.

De elemento passivo, o ser passa a agente ativo com compromisso e responsabilidade na conquista de uma nova expressão da vida.

Muitas vezes, o próprio paciente é obstáculo ao tratamento.

Sua disposição poderá necessitar ser dirigida, encorajada ou modificada.

Outra ordem de obstáculos são a postura do médico que elege medicamentos favoritos, como também a presença na dieta do paciente ou mesmo o uso de qualquer substância de ação medicinal.

Na renovação de tais elementos, deveríamos sugerir recreações inocentes morais e intelectuais, exercícios ativos ao ar livre em qualquer condição de tempo.

Das colocações clássicas surgem os questionamentos de ordem prática. Com o objetivo de não limitar ao depoimento pessoal, com isso vários homeopatas que ao responder pequeno questionário, enriqueceu e corroborou no exercício da Homeopatia.

Citaremos a síntese de tal procedimento.

1) Você valoriza os sintomas mentais como sendo aqueles de alta hierarquia, “síndrome mínima de valor máximo”.

Responderam: sim – 10; não – 3; nem sempre – 5. Há valorização do mental desde que este seja realmente um sintoma modalizado.

2) Quais os diagnósticos clínicos, envolvendo “a saúde mental”, mais atendidos? Cite cinco.

Respostas obtidas: Depressão (9); Ansiedade (8); Síndrome do Pânico (5); Neuroses (3); Disfunção Cerebral Mínima (3); Esquizofrenia (2).

3) Das queixas abaixo, assinale as cinco mais freqüentes.

Agressividade, Alucinação, Angústia, Ansiedade, Delírio, Depressão, Desânimo, Ilusões, Insatisfação, Insônia, Irritabilidade, Medo, Rituais, Sensações, Sintomas Produtivos, Tristeza, Outros (citando-os).

Ocuparam destaque: Ansiedade (18), Depressão (15), Insônia (12), Irritabilidade (9) e Insatisfação (7) na enquete feita com os homeopatas.

4) Acha válido e associa o medicamento homeopático, em pacientes que estão em uso de medicamentos alopáticos (psicotrópicos)?

Todos responderam sim, postura justificada em decorrência da insegurança do paciente e familiar, tornando-se necessária a manutenção de drogas ativas com o tratamento homeopático.

5) Observa resposta favorável na associação acima?

Novamente todos responderam que sim, percebendo demanda de menores doses dos medicamentos alopáticos, restrição no tempo de uso, sendo muitas vezes suspenso pelo próprio paciente.

Há maior tranqüilidade do paciente e melhora de alguns sintomas não tocados pelo tratamento inicial isoladamente.

6) Quais as especialidades farmacêuticas integrantes dessa associação? Cite três.

Ansiolítico (12); Antidepressivo (10); Neuroléptico (5).

Alem dos questionamentos deve-se considerar as propriedades fisico-quimico e eletrica de cada preparo homeopatico, pois se considerarmos estas propriedades não serão necessárias doses altas.

Valores médios de condutividade eletrica (CE), em µS/cm, tomados apos a primeira aplicação (H0) e a cada 24 horas (H24-H48-H72). Numeros de gotas 5. Utilizado Agua de Mina por ser considerado o estado natural da agua durante todo o tratamento.

Homeopatia H0 H24 H48 H72

Calcarea Carbonica 7Ch 105,04 95,34 96,87 93,45

Calcarea Sulphurica 7Ch 102,83 96,11 94,39 94,42

Calcarea Phosphorica 7 Ch 104,97 98,01 96,45 94,13

Carbo Vegetabilis 7Ch 105,76 96,41 95,24 94,24

Nux Vomica 7Ch 104,56 97,48 95,82 92,94

Sulphur 7Ch 105,34 96,59 94,71 91,26

É evidente que os medicamentos poderão equilibrar os quadros se possuirem o poder de de alterar os estados. As homeopatias são capazes de provocar evidentes alterações de estado e remover do organismo a totalidade dos sinais e sintomas.

E para isso precisamos entender e o funcionamento do corpo, o fluxo da energia vital, e da própria natureza.

 A Corrente Elétrica E Suas Aplicações No Organismo Humano

A corrente elétrica é um fluxo de partículas com carga que se forma entre os dois extremos de um condutor quando entre eles existe uma diferença de carga elétrica ou diferença de potencial. O corpo humano é um condutor do tipo eletrolítico porque apresenta cargas livres sob a forma de íons. A corrente elétrica apresenta-se relacionada a três aspectos diferentes:- tensão : medida em volts (V)- intensidade : medida em ámpere e miliámpere em Medicina, Eletroterapia e Eletroestética- resistência : medida em Ohm A resistência é representada em nosso caso pelo organismo humano onde será aplicada a corrente elétrica. A resistência da pele diminui muito quando ela se encontra mais hidratada favorecendo a passagem de corrente elétrica através das diferentes estruturas orgânicas. Dentro da atuação da corrente elétrica sobre o organismo humano podemos definir dois tipos de corrente: galvânica e farádica. A corrente galvânica é continuo sendo obtida por um gerador que se encarrega de manter a tensão constante. Sua aplicação dentro da área médica, da fisioterapia e da estética é muito variada dependendo, principalmente das técnicas de atuação do equipamento a ser empregado. A corrente interrompida ou corrente farádica flui com intervalos de tempo de repouso e pode realizar diferentes tipos de ativação muscular, importante atuação também na área de reabilitação muscular nos tratamentos de Medicina Esportiva e Fisioterapia. A corrente farádica pode ser empregada em :- baixa frequência onde há variação de 1 a 300 Hertz e cujo efeito fisiológico é a excitação neuromuscular e consequentes contrações musculares com leve efeito analgésica- média frequência onde há variação de 3.000 a 100.000 Hertz cuja indicação é promover analgesia acentuada- alta frequência que atua com mais de 100.000 Hertz podendo ser empregada para provocar efeito térmico local. 

Coluna vertebral

Dermátomos: 

 Dermátomos é o nome que se dá às regiões da pele inervadas por fibras que saem da coluna vertebral. Ao estimular determinadas regiões a superfície da pele, pontos denominados dermátomos, ocorre reações nervosas profundas pois estimulam diretamente determinadas regiões da medula espinhal e os órgãos inervados pelo grupo de nervos daquela área. Esta relação pode ajudar a compreender a reflexologia ou a acupuntura. Por exemplo, o nervo proveniente da quinta vértebra lombar (L5) inerva o calcanhar e é responsável por parte dos movimentos e força dos músculos das pernas.

figura 1

Miótomos de membros inferiores:

1. L2 – Psoas e adutores de quadril (flexão de quadril)

2. L3 – Psoas e quadríceps (atrofia coxa – extensão joelho)

3. L4 – Tibial anterior e extensor do hálux (dorsiflexão de tornozelo)

4. L5 – Extensor do hálux / fibulares / glúteo médio / dorsiflexão tornozelo (atrofia panturrilha – extensão hálux)

5. S1 – Panturrilha e posterior da coxa / atrofia glúteos / fibulares / flexores plantares (flexão plantar tornozelo / eversão tornozelo / extensão quadril)

6. S2 – Similar S1 exetuando fibulares

Entendendo os Dermátomos

Os nervos espinhais são formados a partir das raízes nervosas dorsal (sensitiva) e ventral (motora) que se projetam para fora da medula, os músculos inervados por um único par de raízes motoras formam um miótomo, enquanto que as regiões da pele inervada por um único par de raízes sensitivas formam um Dermátomo. Nos dermátomos cada raiz dorsal (sensitiva) garante a sensibilidade de regiões previsíveis do corpo humano, desta forma é possível criar um mapa corporal, a partir destes mapas é possível estimar, por exemplo, quais raízes nervosas sensitivas foram afetadas em um paciente com TRM, ou identificar qual raiz nervosa sensitiva está sendo comprimida por uma hérnia de disco (radiculopatia). Nos mapas, as fronteiras entre os dermátomos são geralmente bem definidas. No entanto estas fronteiras são apenas didáticas, pois existe uma considerável sobreposição de inervação entre dermátomos adjacentes. 

 
figura 2

Em verde temos os dermátomos originados nas raízes da coluna cervical, em azul os originados na coluna torácica, em rosa, lombar e por último, os dermátomos sacrais em vermelho. 

figura 3

Dermátomos, só que desta vez representados em um ser humano em uma postura quadrúpede. Perceba agora como a distribuição parece muito mais ordenada.

figura 4

Modulações da corrente: Qualquer alteração que se faça na corrente original.

Tipos de modulação:

1. Variações de amplitude → modulações na amplitude de pico de uma série de pulsos.

figura 5

1. Variações de freqüência de pulso variações cíclicas no número de pulsos aplicados por unidade de tempo.

figura 6

1. Trens de pulso (Burst) → Repetição seqüencial de uma série de pulsos. Comum em estimulações excitomotora por minimizar a fadiga. Burst + Modulação em amplitude – contração mais agradável.

figura 7

1. Modulação VIF (variação na freqüência e intensidade) → Utilizadas nas correntes empregadas em longos períodos de estimulação. Consegue-se retardar a ACOMODAÇÃO.

figura 8

Freqüência das correntes:

1. Correntes de baixa freqüência → < 1000 Hz (< 250 Hz)

2. Correntes alternadas de média freqüência → 1000 a 4000 Hz (moduladas em baixa freqüência: ~50 Hz para contração muscular)

Freqüência das correntes no organismo humano

Estrutura estimulada Freqüência (Hz)

Nervos simpáticos 0-5

Músculo não-estriado 0-10

Nervos parassimpáticos 10-150

Nervos motores 10-50

Nervos sensoriais 90-110

Contra-indicações gerais para estimulação elétrica:

1. Usuários de marcapasso cardíaco

2. Cardiopatas

3. Utilização sobre vasos sanguíneos trombóticos ou embolíticos

4. Vasos vulneráveis à hemorragia

5. Área abdominal de gestantes

6. Sobre seios carotídeos

7. Alterações de sensibilidade sem estratégias seguras

8. Indivíduos com dermatite e sobre pele danificada

9. Tecidos neoplásicos

10. Estado febril

11. Infecções em geral

12. Dor não-diagnosticada

Tratamento e Cura 

Tratamento e Cura 

Levando em consideração as propriedades fisico-quimico e eletrica de cada preparo homeopatico, a homeopatia atuará de forma rápida, profunda e prolongada e apresentara menos efeitos secundários com uma só diluição ou uma só frequência.

O organismo responderá mai rapidamente e efetivamente. Assim evita-se que o ser tratado não responda mais aquele estimulo, como ocorre muitas vezes, remédio certo tratamento certo mas não a resposta ao estimulo.

 A amplitude da oscilação esta na quantidade de energia que a transporta. Quando maior a perturbação, maior a amplitude.

O melhor exemplo e o mais comum é o fenômeno que se produz quando jogamos uma pedra na água, gerando uma perturbação. A propagação desta perturbação forma ondas, normalmente concêntricas, que se espalham pela superfície da água até dissipar energia e não ser mais percebida.

Figura agua

Se tivermos conciencia que o corpo humano não e constituido apenas por células e substâncias intracelulares líquida e que ele possui alma, perispirito,é também gerador de energia, ou seja, tratar o ser como um todo conseguiremos maior exito no tratamento das doenças seja em qual estagio ela se encontrar. Bastando par isso entender sua frequência e Sintonia. 

Constituição do Corpo humano

Célula: É a menor unidade formadora dos tecidos do corpo humano. Ela é microscópica e constitui-se de uma membrana externa, citoplasma e um núcleo. Essas estruturas são imersas no citoplasma que é líquido. No núcleo encontra-se o material genético da célula.

Tecido: É um grupo de células que possuem a mesma função e estrutura interna. O corpo humano é formado por tecidos nos quais podemos dividi-los.

Tecido epitelial: É formado por células justapostas e reveste o organismo externamente e internamente, ou seja, a pele e as mucosas. Os tecidos epiteliais são divididos em germinativos, glandulares e de absorção.

Tecido conjuntivo: É formado por células separadas com muita substância intercelular, na qual se encontram fibras elásticas e conjuntivas. Sua função é de proteger os órgãos de armazenar gorduras.

Tecido adiposo: É o tecido que contém energia em forma de gordura, localizado logo abaixo da pele.

Tecido cartilaginoso: Este tecido é formado por células afastadas entre as quais fica uma substância intercelular rígida, porém flexível. É o que forma a cartilagem encontrada na traqueia, na orelha, nos tendões, septo nasal e nas extremidades ósseas.

Tecido ósseo: É formado por células chamadas de osteócitos, com muitas substâncias intercelulares formada por sais de cálcio deixando-a rígida, formando assim, os ossos do corpo humano.

Tecido hematopoiético: É o tecido encontrado em determinados pontos dos organismos que é responsável pela produção de elementos do sangue.

Tecido muscular: É o tecido que forma os músculos do corpo humano. Possui células que têm a propriedade de se contrair e se alongar chamados de fibras musculares. O tecido muscular pode ainda ser subdividido conforme veremos abaixo.

Musculatura lisa: Não apresentam estrias e são responsáveis pela de contração involuntária.

Musculatura estriada: As células possuem estrias transversais e são responsáveis pela contração voluntária. Apresentam-se na cor vermelha. O tecido muscular cardíaco é estriado, mas sua contração é involuntária.

Tecido nervoso: É formado por células nervosas chamadas neurônio. Sua função é transmitir os estímulos através de suas células.

 “O homem nunca se desligou de Deus, só perdeu a sintonia” (Dr. Barradas)

Precisamos ressintonizar com Deus, que o conhecimento nos ajude no processo de ressintonia. E nunca esquecer que o espírito vibra em “altíssima frequência” geraldo alto impulso eletrico e o corpo físico de “mais baixas frequências” e baixo impulso eletrico.

– Átmico, espírito, centelha divina.

– Búdico.

– Mental superior.

– Mental inferior.

– Astral, emocional, matéria astral, corpo do mundo espiritual, personalidade.

– Duplo etérico, ainda físico, sede dos chacras, receptor e transmutador do prana.

– Físico, sede da consciência atual, sensações, vida biológica. “baixas frequências”.

 Cada corpo acima descrito, do físico ao átmico, tem sua própria constituição material (densidade) e, por conseqüência, tem sua própria faixa vibratória. E a homeopatia bem empregada atinge todas as faixas. 

conclusão

Muitos são os caminhos utilizados pelos homens, mas só o caminho interior o levará ao seu objetivo maior, ser feliz e viver em paz.

Nossos amigos espirituais vêm nos esclarecendo para que nosso retorno ao Pai se opere de forma serena e segura, o mais prontamente possível.

E é no conteúdo de suas mensagens; que buscamos os recursos que comprovam as nossas conclusões.

O corpo físico é instrumento indispensável em nossa trajetória evolutiva, dreno do espírito.

Todas as doenças da patologia médica são de difícil recuperação podem ser consideradas espiritualmente como escoadouros dos Múltiplos Detritos Morais.

A carne, de certo modo, em muitas circunstâncias não é apenas um vaso divino para o crescimento de nossas potencialidades, mas também uma espécie de Carvão Milagroso; absorvendo-nos os tóxicos e resíduos de sombra que trazemos no corpo substancial.

A enfermidade é um desequilíbrio centrífugo cuja raiz se localiza no Espírito, projeta-se no Perispírito e alcança o corpo em sua última expressão.

O próprio indivíduo é o médico de si.

E é ainda na alma que reside a fonte primária de todos os recursos, medicamentos definitivos.

Pois a cura definitiva do só será alcançada sob a terapêutica sublime e certa dos princípios vividos por nosso Mestre Jesus.

“Os sãos não necessitam de médico, mas sim os enfermos.

Ide e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não holocausto; pois não vim chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento”. (Mat. 9:13)

O apelo da misericórdia é o exercício da compaixão, esclarecendo sempre; pois mais doentes do que nós, são aqueles que ainda desconhecem as leis do amor.

“… Não te limites a curar apenas os corpos, que tendem a desaparecer nas transformações do túmulo.

Trata de elucidar, para curar também as almas, por amor de mim, pois estas são eternas, mais necessitadas do que os corpos, e tenho pressa de que se iluminem com os fachos da verdade.” (Ressurreição e Vida).

feito

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