GRÉCIA E ROMA

CENTRO UNIVERSITÁRIO SENAC

GRÉCIA E ROMA

BÁRBARA Batista Bernardo DE QUEIROZ

Fernanda Almeida

Guilherme Santos MArtins

Orientador: Gustavo Menon

Resumo

O presente trabalho objetiva analisar de maneira crítica as civilizações clássicas que compõem a Antiguidade Ocidental Roma e Grécia, que formaram a base de nossa civilização, ou seja, as sociedades ocidentais modernas. Em muitos campos, elas se confundem e, por isso, se tornaram conhecidas como cultura greco-latina. Se da Grécia Antiga adotamos os conceitos políticos como monarquia, tirania,democracia, hegemonia e conceitos filosóficos como antropocentrismo, idealismo e racionalismo, da Roma Antiga adotamos o conceito de cidadania e justiça, a língua latina e suas derivações e o cristianismo.

Palavras-chave: Idealismo. Conceitos. Cultura Greco-Romana. Cidadania. Sociedades.

Abstract

This paper aims to critically analyze the classical civilizations that make up Western Antiquity Rome and Greece, which formed the basis of our civilization, that is, modern Western societies. In many fields, they are confused and, for this reason, they have become known as Greco-Latin culture. If from Ancient Greece we adopted the political concepts as monarchy, tyranny, democracy, hegemony and philosophical concepts such as anthropocentrism, idealism and rationalism, from Ancient Rome we adopted the concept of citizenship and justice, the Latin language and its derivations and Christianity.

Keywords: Idealism. Concepts. Greco-Roman Culture. Citizenship. Societies.

Introdução

Dizem que Roma foi fundada no ano 753 a.C. por Rômulo e Remo, filhos gêmeos do deus Marte e da mortal Rea Sílvia. Ao nascer, os dois irmãos foram abandonados junto ao rio Tibre e salvos por uma loba, que os amamentou e os protegeu. Por fim, um pastor os recolheu e lhes deu os nomes de Rômulo e Remo. Depois de matar Remo numa discussão, Rômulo deu seu nome à cidade. A história, por sua vez, nos diz que algumas tribos de origem sabina e latina estabeleceram um povoado no monte Capitolino, junto ao rio Tibre.

     As comunidades gregas, ao longo de toda a Antiguidade, mantiveram duas características constantes: uma feroz autodeterminação e um constante estado de beligerância entre si. Os antigos gregos nunca constituíram em qualquer período de sua história uma nação no sentido político moderno: suas comunidades independentes nunca se organizaram de forma unificada. Os gregos identificavam-se, no entanto uns com os outros culturalmente, pois falavam a mesma língua e adoravam os mesmos deuses, embora com variações locais em ambos os casos.

Grécia antiga

     Grécia Antiga é a época da história grega que se estende do século XX ao século IV a.C. Cada parte tinha sua própria organização social. Algumas, como Atenas, admitiam a escravidão, por dívida ou guerras, ja Esparta, tinha poucos escravos, mas possuíam os servos estatais, que pertencia ao governo espartano. Também em Atenas só era cidadão quem nascia na cidade e por isso, os estrangeiros não podiam participar das decisões políticas da polis. A economia grega se baseava em produtos artesanais, a agricultura e o comércio. Os gregos faziam produtos em couro, metal e tecidos. Esses davam muito trabalho, pois todas as etapas de produção desde a fiação até o tingimento eram demoradas.

    A religião da Grécia Antiga era politeísta. Ao receber a influência de vários povos, os gregos foram adotando deuses de outros lugares até constituir o panteão de deuses, ninfas, seres humanos que alcançavam a imortalidade e deuses que perdiam sua condição imortal. A cultura grega está ligada à religião.

    A literatura, a música e o teatro contavam os feitos dos heróis e de sua relação com os deuses que viviam no Olimpo. As peças teatrais eram muito populares e todas as cidades tinham seu palco onde eram encenadas as tragédias e comédias.

A música era importante para alegrar banquetes civis e acompanhar atos religiosos.

A história da Grécia Antiga está dividida em cinco períodos:

Primeiro a Grécia antiga se formou da miscigenação dos povos Indo-Europeus ou arianos (aqueus, jônios, eólios, dórios). Eles migraram para a região situada no sul da península Balcânica, entre os mares Jônico, Mediterrâneo e Egeu. Acredita-se que por volta de 2000 a.C. chegaram os aqueus, que viviam num regime de comunidade primitiva.

 Período Pré-Homérico (século XX ao XII a.C.)

O período pré-homérico originou o desenvolvimento da civilização grega que foi constituída pela miscigenação de diversos povos da antiguidade que invadiram a região: cretenses, aqueus, jônios, eólios e dórios. Corresponde a uma fase inicial de povoamento da Grécia.

Período Homérico (séculos XII ao VIII a.C.)

As invasões dóricas provocaram um retrocesso das relações sociais e comerciais entre os gregos. Em algumas regiões surgiram os genos, comunidade formada por numerosas famílias, descendentes de um mesmo ancestral. Nessas comunidades, os bens eram comuns a todos, o trabalho era coletivo, criavam gado e cultivavam a terra.

Período Arcaico (séculos VIII ao VI a.C.)

O Período Arcaico se inicia com a decadência da comunidade gentílica. Nesse momento, os aristocratas resolvem se unir criando as fratrias (irmandades formadas por indivíduos de vários genos). Estas se uniram formando tribos. As tribos construíram, em terrenos elevados, as cidades fortificadas chamadas acrópoles. Estavam nascendo as cidades – Estados (pólis) gregas.

Período Clássico (séculos V ao IV a.C.)

O início do Período Clássico foi marcado pelas Guerras Médicas, entre as cidades gregas e os persas, que ameaçavam o comércio e a segurança das pólis. Após as guerras, Atenas tornou-se líder da Confederação de Delos, uma organização composta por várias cidades-Estados. Elas deviam contribuir com navios e dinheiro para manter a resistência naval contra uma possível invasão estrangeira.

Período Helenístico (século IV ao III a. C.)

O helenismo foi caracterizado pelo florescimento, expansão e domínio da cultura grega no mundo antigo, tendo como base a fusão entre a tradição grega e a cultura oriental.

‌A sociedade na Grécia antiga

A sociedade Grega era marcada por profundas desigualdades sociais embora houvesse diferenças na organização social de cada cidade,quase todas seguiam o mesmo padrão, os cidadãos participavam de todos os direitos políticos, participavam da vida pública e eram obrigados a pagar impostos. Em Atenas, elevavam-se à categoria de cidadãos apenas os homens adultos filhos de pais atenienses. Em outras cidades, como Esparta, por exemplo, existia uma nobreza que tinha autoridade social e política. A maioria da população da Grécia Antiga, entretanto, era de não-cidadãos, que não podiam participar de direitos políticos, por exemplo as mulheres, os escravos e os estrangeiros (metecos). e por isso a situação variava:

Os estrangeiros, considerados livres, dedicavam-se principalmente ao comércio e ao artesanato. Pagavam impostos e faziam parte do exército, mas não possuíam terras nem casas.

Os escravos eram propriedade de uma família,e era de muita importância a força de trabalho no serviço doméstico e na agricultura. Por vezes eram prisioneiros de guerra ou filhos de escravos.

Já os homens livres, cidadãos ou não, podiam se tornar soldados.

A religião na grécia antiga

     Os gregos eram politeístas, eles acreditavam em vários deuses, assim como a maioria dos povos da Antiguidade. Mas, ao contrário dos outros povos, tinham uma grande intimidade com seus deuses, pois acreditavam que eles estavam a serviço das pessoas.E de acordo com a mitologia, os deuses possuíam todas as qualidades e defeitos dos mortais, e por serem deuses, essas virtudes e defeitos eram também divinas aos olhos deles. Os deuses eram guerreiros violentos e vingativos, sujeitos ao ciúme, à inveja, à soberba, ao amor e ao ódio.A trindade conhecida era composta por Zeus, senhor da Terra e do céu, Poseidon, senhor dos mares e dos ventos, e Hades, senhor do mundo inferior e dos mortos.

     O Monte Olimpo era considerado a morada dos deuses sob o comando de Zeus, o deus mais importante, ele era considerado o deus dos deuses.

A arquitetura grega

     A Arquitetura Grega se desenvolveu a partir do século VIII a.C., sendo inspirada nos estilos jônico, o dórico e o coríntio. Nas grandes construções gregas, os materiais mais utilizados eram as pedras, mármore, madeira e calcário. Para os gregos, os deuses habitavam os templos.

Ordem Dórica:

 A coluna dórica era uma coluna simples e não possuía base. As colunas dóricas geralmente tinham estátuas de deuses ou heróis no topo. A ordem dórica é a mais antiga, supostamente definida em suas características principais entre 600 e 550 a.C., época dos mais antigos vestígios de templos gregos conhecidos, como o templo de Artemisa, em Corfu. O termo “dórico” é relativo aos dórios, povo que ocupou a Grécia Peninsular, a península de Peloponeso, a partir de 1.200 a.C, onde se originou esta ordem.

Ordem Jônica:

 As colunas jônicas bem mais altas que as dóricas e sua superfície tem linhas esculpidas de cima para baixo. A base de uma coluna jônica se parece com uma pilha de anéis, e o capitel no topo da coluna parece ser um pergaminho gigante.Posterior à ordem dórica, a ordem jônica desenvolveu-se a partir do século V a.C. na região ocupada pelo jônios a partir de 1.700 a.C., a região de Atenas, banhada pelo mar Egeu, fortemente influenciada pela então Grécia asiática, atualmente compreendida pela Turquia.

Dentro da ordem jônica, existiu uma mudança nos desenhos das colunas, as chamadas cariátides, que eram colunas em forma de mulheres, em homenagem às jovens da região de Cária, na Grécia asiática, que foram escravizadas como parte de um acordo feito com os Persas. O templo de Erecteion, de estilo jônico, apresenta uma tribuna anexa sustentada por cariátides.

Ordem Coríntia:

 É uma evolução da ordem jônica, no sentido de uma maior valorização da ornamentação, tendência marcante entre o final do século V e o início do século IV a.C. O nome é relativo à Corinto, que era a cidade rival econômica e cultural de Atenas, caracterizada pelo luxo e pelo alto padrão de vida de seus habitantes.

A diferença mais marcante da ordem coríntia para a jônica é o capitel das colunas, muito mais elaborado. Tinha a forma básica de um sino invertido, folhas e brotos de acanto em volta deles, uma das plantas da região.

As pinturas na grécia antiga

A pintura foi muito importante nas artes da Grécia Antiga. Os pintores gregos representavam cenas cotidianas, batalhas, religião, mitologias e outros aspectos da cultura grega. Os vasos, geralmente de cor preta, eram muito utilizados neste tipo de representação artística. Estes artistas também pintavam em paredes, principalmente de templos e palácios. Entre os principais pintores da Grécia Antiga, a cerâmica grega entre o artesanato artístico deixado pelos Gregos, a cerâmica é a que tem um maior destaque, pois era uma mercadoria de primeira necessidade pelas múltiplas funções que possuía (serviço doméstico, usos artesanais e comerciais, apoio às cerimónias religiosas e fúnebres).

ROMA ANTIGA

Por volta do II milénio a.C, a península itálica, situada no sul da europa e avançando pelo mar mediterraneo, começou a ser habitada por diferentes povos, dentre eles os latinos. Esses povos ocuparam uma planície próxima ao rio Tibre, onde fundaram aldeias e à qual deram o nome de Lácio. Os romanos dominaram territórios situados nos três continentes banhados por esse mar – Europa, Ásia e África -, construindo um poderoso império.

A famosa divisão da história romana.

A civilização romana se estendeu desde a fundação da cidade, em 753 a.C, até o fim do Império Romano do Ocidente, em 476 d.C.

A história política da Roma Antiga divide-se em três fases:

Monarquia

O Período Monárquico ocorreu entre 753 a.C. e 509 a.C. Durante este período, Roma foi dominada pelos etruscos. Sob os reis etruscos, foram realizadas obras públicas, como drenagem de pântanos, construção de esgotos, templos, entre outras. Em 509 a.C., os romanos derrubaram o rei etrusco Tarquínio, o Soberbo, e fundaram uma república. A sociedade, neste período, se dividia em quatro classes principais. Os patrícios eram grandes proprietários de terras. Abaixo deles haviam os clientes, grupo de pessoas, geralmente plebeus ou estrangeiros, que davam terras aos patrícios e deles recebiam proteção.

República

O Período Republicano ocorreu entre 509 a.C. e 23 a.C. Neste período, Roma foi governada por dois cônsules. Estes eram auxiliados por senadores, responsáveis pelas finanças, assuntos externos e criação de leis. Durante períodos de guerras, a cidade podia ser governada por um ditador. República é uma palavra de origem latina que significa “coisa do povo”. Porém, as instituições eram comandadas pelos patrícios, tendo os plebeus pouca ou nenhuma participação política.

Expansão Romana

A partir da República, Roma iniciou o processo de maior expansão territorial, conquistando toda a península itálica. A ambição dos romanos, porém, estava além do mar e nessa disputa pelo Mar Mediterrâneo, Roma entrou em conflito com Cartago, nas chamadas Guerras Púnicas de 264 a.C. a 146 a.C. Puni era o nome latino dado a Cartago, houve três guerras, todas com vitória romana. Na primeira Guerra Púnica, Roma conquistou a ilha de Sicília, ao sul da Itália. Na Segunda Guerra Púnica, um dos generais cartagineses, Aníbal, tentou atacar Roma por terra, com um grande exército. Foi derrotado em 202 a.C. Na terceira Guerra Púnica, Cartago foi completamente destruída. Assim, o Mar Mediterrâneo passou a ser controlado pelos romanos. A partir de então, outras conquistas posteriores consolidaram Roma como um dos maiores impérios da antiguidade. Estas conquistas refletiram em crescimento econômico, maior número de escravos e forte concentração de terras.

A sociedade Romana

A sociedade romana era dividida por cincos grupos:

Os patrícios: descendentes das primeiras família que povoaram a Roma,eles eram proprietários de terras e cargos políticos.

Os plebeus: que era formado pela a maioria da sociedade romana.

Os clientes: os estrangeiros pobres da sociedade.

Os escravos: camada sem nenhum direito social na Roma.

E por fim, os libertos: os ex-escravos.

Os descendentes dos primeiros habitantes da península itálica eram os donos das terras e ficaram conhecidos como patrícios. As populações latinas também se dirigiram para os sítios e foram bem recebidas pelos antigos habitantes, que precisavam de mais braços naquele local, e eles foram nomeados clientes e podiam se misturar às famílias mais tradicionais por meio do casamento. Por último, chegaram outros grupos não tão bem recebidos, mas que poderiam ficar para trabalhar nas terras dos patrícios, sem terem as suas terras próprias para seu sustento.,eles foram nomeados plebeus. Ainda existiam homens na condição de escravos,que foram obtidos nas campanhas militares dos latinos contra outras populações. Aqueles que eram capturados tornavam-se escravos em Roma. Contudo, a maior parte do trabalho, na monarquia, não era escravo, pois era desempenhado pelos homens livres e pobres, os plebeus.

A literatura Romana

A literatura romana foi fortemente influenciada pela literatura grega antiga, mas suas estruturas dentro dos gêneros eram muito mais fluidas e variáveis do que foi com a literatura grega, A literatura religiosa romana foi influenciada pelos cultos gregos, mas a religião romana tinha vínculo com a legalização. Da literatura latina ou romana, que se dá ao corpo de obras escritas em latim, e que permanecem até hoje como um grande legado da cultura da Roma Antiga. Os romanos produziram diversas obras de poesia, comédia, tragédia, história e etc,que se baseiam muito nas tradições de outras culturas, particularmente na tradição grega, mais formal. Mesmo a muito tempo depois que o Império Romano do Ocidente já havia caído, a língua e a literatura latinas continuaram a desempenhar um papel central nas civilizações europeia e ocidental.

A literatura latina costuma ser dividida em períodos distintos. Poucas das obras escritas no latim antigo chegaram até nós, entre os trabalhos que sobreviveram, as peças de Plauto e Terêncio, que permaneceram extremamente populares por todos os períodos até a atualidade, enquanto outras obras latinas, incluindo muitas feitas pelos mais destacados autores do período clássico, desapareceram, muitas vezes tendo sido redescobertos apenas séculos depois de suas finalizações, e outras vezes nem mesmo isto. Estas obras perdidas sobreviveram por vezes como fragmentos, enquanto outras são conhecidas apenas por referências em obras.

 A religião Romana

A religião na roma antiga caracterizou-se pelo politeísmo, com elementos que combinam influências de diversos cultos ao longo de sua história. desse modo, em sua origem, crenças etruscas, gregas e orientais foram sendo incorporadas aos costumes já tradicionais de acordo com sua efetividade.

a ideia de efetividade de um ritual para agradar a um deus, os deuses é a ideia que permeia o cenário religioso da época, a noção de nossa sociedade de tradição judaico-cristao-islamicas quanto a religiao liga os rituais a fé, algo que não era levado em conta pelos romanos.

Arquitetura Romana

A arquitetura da Roma Antiga foi um importante legado para a civilização romana e para o mundo ocidental. Embora às vezes considerada como semelhante à arquitetura grega, se diferenciou pelas características próprias. Alguns autores agrupam estilos designando-os por arquitetura clássica.

Alguns tipos de edifícios característicos deste estilo propagaram-se por toda a Europa, nomeadamente o aqueduto, a basílica, uma grande rede de estradas, a domus (residência), arcos do triunfo e o Panteão. Os monumentos romanos se caracterizam pela solidez; aprenderam com os etruscos o uso do arco, assim como a abóbada ou teto curvo, que os gregos e egípcios não conheciam. Construíram também catacumbas, fontes, obeliscos, pontes e templos. E aí chegamos nas esculturas romana e elas foram marcadas pelo caráter eclético e a imposição de um império que marcou o mundo por séculos. A arte é a mistura da perfeição e o clássico, com aspirações do realismo e estilos do Oriente resumidos em esculturas de pedra e bronze de inigualável beleza. Assim como ocorreu na pintura, os romanos também sofreram influência grega na escultura, mas evoluíram para um estilo próprio quando passaram a dominar o mundo. Os escultores romanos trabalhavam a pedra, metais preciosos, vidro, terracota, mas seu traço marcante está mesmo no bronze e mármore. Este último domina a maioria das obras de arte.

A arte Romana

Com forte influência dos etruscos, a arte romana antiga seguiu os modelos e elementos artísticos e culturais da Grécia Antiga e chegou a "copiar" estátuas clássicas. Imperadores, deuses e figuras mitológicas foram retratados nas esculturas romanas.

A pintura mural (afrescos) recorreu ao efeito da tridimensionalidade. Os afrescos da cidade de Pompéia, são representativos deste período. Cenas do cotidiano, figuras mitológicas e religiosas e conquistas militares foram temas das pinturas romanas.Os gêneros artísticos mais comuns na pintura romana eram: paisagens, retratos, arquiteturas, pinturas populares e pinturas triunfais. Os pintores romanos usavam como material de trabalho tintas produzidas a partir de materiais da natureza como, por exemplo, metais em pó, vidros pulverizados, substâncias extraídas de moluscos, pó de madeira e seivas de árvores.


Conclusão

Grécia Antiga é o termo geralmente usado para descrever, em seu período clássico antigo, o mundo grego e áreas próximas,e foi de uma importante contribuição ao campo da arte, da literatura e da filosofia os seus escultores e arquitetos, poetas e etc, a Roma Antiga foi uma civilização que se desenvolveu a partir da cidade-estado de Roma, fundada na península itálica durante o século IX a.C, durante os seus doze séculos de existência, a civilização romana transitou da monarquia para uma república até se tornar num vasto império que dominou a Europa Ocidental e ao redor de todo o mar Mediterrâneo através da conquista e assimilação cultural.

Referências

GombrichErnst H.. A História da Arte. 16. ed, f. 344. 1992. 688 p.

JansonH. W. ; JansonA. F.. Iniciação a História da Arte. 4. ed. WMF Martins Fontes, v. 1. 476 p. Disponível em: https://conteudos.files.wordpress.com/2016/02/janson-iniciac3a7c3a3o-c3a0-histc3b3ria-da-arte.pdf. Acesso em: 2 jun. 2021.

Use agora o Mettzer em todos
os seus trabalhos acadêmicos

Economize 40% do seu tempo de produção científica