FRACASSO ESCOLAR UM DOS PROBLEMAS MAIS GRAVES DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA:  UM OLHAR DO GESTOR

Centro de Profissionalização e Educação Técnica

FRACASSO ESCOLAR UM DOS PROBLEMAS MAIS GRAVES DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA UM OLHAR DO GESTOR

LUCIANA DA SILVA MACHADO

Resumo

O presente trabalho busca compreender o fracasso escolar nas turmas do ensino fundamental, abordando os diversos fatores negativos que contribuem para tal situação escolar. Para atingir a finalidade deste trabalho utilizo a fundamentação teórica de vários autores de referência. No primeiro capítulo faço um relato de minha experiência profissional, colocando os pontos positivos e negativos de episódios que trilharam um caminho para minha reflexão crítica e ações inovadoras em sala de aula. Essas ações, segundo os autores de referência, e através da atuação do Orientador Educacional como agente facilitador do processo ensino-aprendizagem, colaboram para a transformação da vida do aluno e consequentemente, para a sociedade. No segundo capítulo comento sobre a relação afetiva professor / aluno como um fator que se mal constituído, pode vir a levar os alunos ao fracasso escolar. Sendo importante ressaltar que o relacionamento afetivo implica em interação, dedicação, diálogo, respeito pelas idéias e limitações dos envolvidos. Para concluir comento sobre as atribuições do Orientador Educacional e sua interação sobre os fatores internos a escola. Tal reflexão se fez necessária para entender o que está sendo priorizado em sala de aula, o educando. A ação do Orientador Educacional auxilia o professor a conhecer seu aluno caracterizando-o como parte importante no processo, considerando seus conhecimentos, aproximando o conteúdo as suas realidades, possibilitando em tornar suas aulas dinâmicas, assim como as formas de avaliá-los. Neste contexto espera-se desse trabalho uma contribuição que auxilie e ajude a reduzir o fracasso escolar no ensino fundamental.

Palavras-chave: Mettzer. Formatação. Trabalho acadêmico.

Abstract

This work seeks to understand school failure in elementary school classes, addressing the various negative factors that contribute to the school situation. To achieve a good job of this work, the theoretical foundation of several reference authors. In the first chapter, I report on my professional experience, highlighting the positive and negative points of episodes that paved the way for my critical reflection and innovative actions in the classroom. These actions, according to the reference authors, and through the role of the Educational Advisor as a facilitating agent in the teaching-learning process, contribute to the transformation of the student's life and, consequently, to a society. In the second chapter, I comment on the affective relationship between teacher / student as a factor that, if poorly constituted, can lead students to school failure. It is important to emphasize that the affective relationship implies interaction, dedication, dialogue, respect for the ideas and implications of those involved. To conclude, I comment on the attributions of the Educational Advisor and their interaction on the internal factors of the school. Such reflection was necessary to understand what is being prioritized in the classroom, the student. The action of the Educational Advisor helps the teacher to know their student, characterizing them as an important part of the process, considering their knowledge, approaching the content as their realities, enabling them to make their classes dynamic, as well as ways to assess them. In this context, this work is expected to make a contribution that helps and helps to reduce school failure in elementary school.

Keywords: Mettzer. Formatting. Academic work.

Introdução

O presente trabalho tem como objetivo identificar e analisar as reprovações das aulas do Ensino Fundamental do Ensino Fundamental da Cidade de Saquarema e abordar diversos fatores negativos que contribuem para essa situação escolar. A pesquisa envolve também a relação afetiva entre professores/alunos, se não for devidamente constituída, pode levar ao reprovação do aluno e impedi-lo de concluir os estudos. Este trabalho também inclui relatos de educadores e sua experiência profissional, destacando pontos de vista positivos e negativos, eventos e fatos que podem ajudar a refletir sobre o comportamento em sala de aula, bem como a participação básica de consultores educacionais. Nesse contexto, diversos questionamentos foram levantados, entre os quais professores, consultores, gestores e prefeitura de Saquarema precisam se unir e manter parceria para a realização de projetos de incentivo e E a aprendizagem participativa, permite aos alunos tornarem-se o corpo principal da sua própria construção de conhecimentos, assente num ambiente de diálogo e reflexão, de forma que a aprendizagem deve centrar-se na situação real dos alunos, e fornecer sugestões curriculares que verdadeiramente vão ao encontro dos seus interesses e diversão. Os professores muitas vezes ignoram seu papel básico na melhoria da autoestima dos alunos nas escolas, focando apenas na aplicação de seu conteúdo atual e esquecendo que o centro do processo educacional são os alunos. Portanto, eles devem planejar o conteúdo para eles e usar sua experiência para promover Harmonia Ambiente, neste ambiente educadores e alunos são parceiros no processo de ensino, de forma democrática, sem autocracia e sem poder. Conhecer os seus alunos e saber escolher a melhor forma de trabalhar com eles é uma oportunidade possível para os professores garantirem uma aprendizagem eficaz, melhorando assim a aprendizagem dos alunos.

A receita do seu grupo, pois suas aulas não são apenas a aplicação de conteúdos e anotações, são oportunidades de criação, questionamento e reflexão. Portanto, muitos educadores contam com o auxílio de consultores pedagógicos, pois desempenham um papel importante tanto dentro quanto fora da escola, pois lidam diretamente com os alunos, e estão comprometidos com a formação contínua de seus valores, atitudes, emoções e sentimentos, sempre discutindo , Analisar e criticar, bem como com a comunidade, porque orienta, escuta e dialoga com os pais e responsáveis.

Se você quer uma escola de qualidade dedicada a cultivar cidadãos críticos e questionadores, deve oferecer uma educação voltada para o interesse e a valorização dos alunos, com um único objetivo, ou seja, cultivar cidadãos que possam expressar livremente suas idéias e vidas. Tenha dignidade. Em sua sociedade. A ação do consultor de educação nessa questão é justamente ajudar o professor Na tarefa de conhecer seus alunos e saber escolher a melhor forma de trabalhar com eles, esta é uma oportunidade possível para garantir um aprendizado eficaz, melhorar o desempenho de sua equipe e oportunidades de maturidade consciente que reflitam o desenvolvimento decente da sociedade.

Desta forma, entende-se que estamos trabalhando para resolver este grave problema educacional, que é o fracasso das séries iniciais do ensino fundamental de Saquarema.

Desenvolvimento

CAPÍTULO I

Minha pequena experiência profissional

A primeira vez que dei aula foi em uma turma da quinta série do ensino fundamental. A turma tem 21 alunos, 13 meninos e 8 meninas, cada um com temperamento e personalidade próprios. Essa aula foi considerada um problema na escola porque uma professora havia começado o ano letivo com eles, mas não permaneceu.

Como este é um grupo com mais meninos do que meninas, eles são emocionais e às vezes violentos, e a maioria deles acaba se envolvendo com todo o grupo. Foi uma experiência muito difícil, pois minha tarefa era dar uma aula que não tivesse motivação para aprender com sucesso, o que me permitiu aprender muito porque tudo que aprendi na formação de professores foi testado na época.

No primeiro dia de aula, o diretor me apresentou aos alunos. Todo mundo está quieto e calmo. Eu pensei que isso não era tudo que eu tinha ouvido antes. Tudo parece normal, pois um aluno em uma classe é como qualquer outra pessoa. Isso continuou até a segunda semana, quando os problemas começaram a aparecer. Sempre havia palavrões, narrações, bolinhas de papel, ataques físicos e eu estava lá tentando explicar isso para um pequeno grupo de pessoas, que ainda tentavam chamar a atenção, mas às vezes sucumbiam a toda a agitação.

E essa situação continuou por vários meses. Sempre que todos se acalmarem e se concentrarem nas atividades ou explicações, sempre haverá uma ou duas pessoas aparecendo, poluindo toda a equipe, e todas as atenções se voltarão para o início do caos ou recomeço. Admito que já quis desistir várias vezes, desistir de tudo como outros professores, e até mesmo me dedicar a outras profissões. Entre outras pessoas, pensei em deixar o "barco rolar" porque no final do mês receberei um salário normal, mesmo que não tenha nada na aula eu aprendi que isso é muito pequeno, e a carga horária é muito grande. Até que um dia algo me chamou a atenção, e desde então as coisas começaram a mudar. No caminho para a escola, vi um aluno dar um tapa na cara e na cabeça de um homem na frente de sua casa antes de ir para a escola. Fiquei chocado, mas acho que ele fez algo que deveria ser batido, porque até eu às vezes tenho vontade de colocá-lo no colo e dar um tapa nele.

Principalmente quando ele começou toda a comoção e atrapalhou minha aula, isso foi cuidadosamente preparado por mim. Na escola, contei o que tinha acontecido ao orientador e ele sugeriu que eu fosse até ele para conversarmos, mas não adiantou, o dia estava uma bagunça. Além de apanhar, também já vi, o que é constrangedor para ele. Ao investigar sua vida, descobriu-se que morava com a mãe e três irmãos, e quem o agrediu foi seu padrasto. Seu pai contraiu uma doença infecciosa devido ao uso de drogas e morreu há um ano. O Orientador educacional também constatou que, embora seja viciado em drogas, tenta dar aos filhos coisas básicas, como casa, alimentação, educação, e o mais importante é o carinho e o amor.

Para o "Léo" (como o chamo), ele não é apenas pai, mas também amigo, companheiro e irmão.

Certa vez, ele me confessou que seu pai era seu ídolo e herói. De alguma forma, isso acabou causando algum tipo de resistência. Com a ajuda do orientador, percebi que tudo o que ele fazia na escola era uma forma de chamar a atenção. Esses palavrões e essa agressividade são reflexos e declarações falsas de seu entorno: Ei! Eu estou aqui! Eu existo, preciso de carinho, atenção e amor! Isso é o que passei a oferecer, não só para ele, mas para todos. É impossível esquecer que a vida desses alunos é cheia de dramas, e até se pensa que eles sabem ser duros com eles e estabelecer os limites de que toda criança precisa. Quero deixar claro que me refiro à interação professor-aluno, todos aprendem e ensinam ao mesmo tempo, e o conhecimento é construído usando e valorizando toda a experiência de "bagagem" que os humanos trazem. Tentei conversar mais com meus alunos, especialmente com Leo, mostre a eles que o mundo não é feito apenas de agressão e maldição, todos podem ser ensinados, respeitados, aprendidos, principalmente o amor. Freire (1979) nos ajuda a refletir sobre isso:

“Não há educação sem amor. O amor implica luta contra o egoísmo. Quem é capaz de amar os seres inacabados não pode educar. Não há educação imposta, como não há amor imposto. Quem não ama não compreende o próximo, não o respeita.”, p.29. 

As palavras de Paulo Freire permitem compreender que para que o aprendizado aconteça, o professor precisa manter uma relação próxima com os alunos e, para isso, os alunos devem se sentir seguros, confiantes e estimulados.

A partir daí, tentei ler mais sobre o fracasso escolar e as possíveis maneiras de superá-lo. Iniciei uma nova fase na sala de aula, comecei a trabalhar com os alunos fora da sala de aula, levando-os para o campus, até debaixo da árvore, formamos um círculo, e aí a sala começou a fluir. Naturalmente, há mais alunos participando.

No começo todos ficaram surpresos e até acharam engraçado, mas com o tempo, foram se acostumando e gostando, pois quando outro grupo. Pelo contrário, as pessoas que estudam na mesma sala ao mesmo tempo organizam as mesas em uma fileira e formam um círculo primeiro. Muitas vezes saímos da sala de aula e estudamos no quintal da escola porque não há terraço. Nossas aulas começaram a fluir com mais interesse e participação do grupo. A agressão e o caos dão lugar à construção do diálogo e da aprendizagem.

Para lidar com o conteúdo, sugiro que falem sobre o que vamos aprender, relacionem o tema com os fatos do seu dia a dia, façam o conteúdo corresponder à sua realidade, e percebam o que aprenderam na aula, em um forma, está relacionado às suas vidas.

Essa experiência é totalmente nova para eles, pois não têm oportunidade de fazer perguntas ou expressar suas ideias e conhecimentos. Toda vez que um aluno me interrompe para fazer uma pergunta, mesmo os tímidos e constrangidos gostam e participam ativamente do curso.

Percebi a importância de deixar os alunos falarem, fazendo-os perceber que são os protagonistas da escola. O diálogo com o grupo criou um ambiente agradável onde todos aprendem juntos e nos fez entender que ensinar está muito além da nossa imaginação. Envolve o relacionamento entre as pessoas, não é mecânico, mas apenas falado e copiado.

Como professora, vejo a participação e atuação dos consultores de educação na escola. Para os educadores, é importante compreender os alunos que trabalharam naquele período, suas dificuldades e vivências.

Quando questionado sobre minha prática em sala de aula, percebi a importância do diálogo para entender sua equipe. Ele permite que os alunos participem mais ativamente de sua própria aprendizagem.

Por meio da investigação da realidade, a consultora em educação percebeu que muitas relações estão em perigo no processo de ensino e aprendizagem, Entenda que a relação na escola não é um fim em si mesma, mas um meio para que os alunos aprendam e ampliem seus conhecimentos sobre as "relações de ajuda", e comecem a estudar as diferentes relações que podem afetar a aprendizagem dos alunos.

Então comecei a questionar minha prática de ensino. Como ator em sala de aula, como profissional e como cidadão, o professor tem um papel importante na participação direta na formação dos alunos, sinto que tenho uma responsabilidade enorme.

É necessário buscar continuamente o aprimoramento do conhecimento e a inovação prática das diferentes tecnologias e recursos para o alcance de resultados positivos no processo de ensino.

Ao longo dos anos, pude perceber, compreender e ver que a escola não é apenas um local para as pessoas ensinarem e aprenderem, ela vai mais longe, é um local de tolerância e de participação social, que se reflete na sala de aula.

Devemos continuar a melhorar, avalie nosso trabalho, Porque vivemos em uma sociedade que está constantemente passando por mudanças terríveis. Sinto uma grande responsabilidade, pois o futuro de qualquer grupo está em minhas mãos e precisa ser marcado de forma eficaz. Na minha opinião, com tantas definições, a escola deve ser um local agradável e agradável, onde se possa sentir o gostinho da aprendizagem, e o papel do consultor educacional deve ser o aluno, a situação docente e as condições sociais e culturais.

É importante e necessário que o professor interaja com seu grupo para que possa compreender seus clientes e descobrir suas limitações, dificuldades e sua bagagem de experiências, importantes para um bom desenvolvimento no processo de ensino / aprendizagem.

Refletindo sobre os problemas existentes e procurando soluções adequadas, deixo-me verificar que falta diálogo na sala de aula. Quando isso acontece, acho que meus alunos estão mais ativamente envolvidos. Quando Pessoa padronizada. Os ex-conselheiros e professores não tentaram ver esses alunos com a alma e o coração. Querem apenas seguir os modelos existentes em busca de padronização, e na maioria das vezes ficam exaustos porque não viram esse desejo se realizar, e acham mais conveniente rotulá-los do que entendê-los.

Quando olhamos para os nossos alunos com coração, carinho e humildade, podemos ver os detalhes mais ricos de cada um. Por isso acredito que o papel dos consultores pedagógicos nesse resultado é de grande ajuda, pois por meio dessa profissão, minha prática tem sido questionada, portanto, por meio da problematização, posso orientar meus alunos a construir relacionamentos e cultivar a consciência crítica. Assim como Léo, um jovem sem expectativas, procurando algo, porque não é compreendido, prefere incomodar, vendo todo mundo inquieto.

Quando olhei para ele com o outro olho, além de seu talento perfeito para o desenho, também o achei muito bom em liderança e liderança. Naquela época, tive a ideia de permitir que ele e outro aluno se tornassem representantes da classe. Portanto, ele não deve apenas aprender a conviver e respeitar as diferenças, mas também a controlar seus próprios impulsos, pois os representantes da autoestima precisam ter boa disciplina, comportamento, etc. Como quero liderar toda a turma, não posso dar um mau exemplo, porque como posso "acusar" o grupo por ser o primeiro a não seguir a ordem? Com isso, nossa aula ficou mais atrativa. Cartazes, blocos de notas (sugestões ou reclamações) e fotos coloridas espalhadas pela sala passaram a fazer parte do nosso dia a dia, proporcionando às pessoas uma sensação de conforto e alegria, sendo este um ambiente agradável de aprendizagem.

Os professores estão diretamente envolvidos na formação dos alunos como profissionais e indivíduos.

Atualmente, quando encontro meu ex-aluno Joaquim como padaria na cidade onde moro, sinto-me grata por todos os meus esforços e compromissos para resgatar esses alunos. Percebo também que além dos conteúdos, temas e dificuldades do nosso dia a dia, existe também a alegria de viver na diversidade, o desrespeito e o aprendizado com ela.

É preciso estar atento aos nossos alunos e encontrar novos recursos e tecnologias para aprimorar e enriquecer seus conhecimentos. Devemos ser inovadores e baseados em métodos de ensino que desempenham um papel no processo de ensino / aprendizagem.

Atualmente, procuro ler mais sobre autores que buscam entender o comportamento, olhar para o passado e tentar corrigir o futuro do ensino em nossa sociedade. Na expectativa de inovação, esses estudiosos refletem sobre minha prática e postura profissional, avaliam os resultados, me orientando a corrigir erros e melhorar meu índice de acerto.

Hoje vejo como é importante e necessário que os educadores em educação sejam mediadores entre os alunos e o meio social, discutindo questões da atualidade nos contextos sociopolíticos, económicos e culturais das nossas vidas. O próprio professor tem uma carga teórica e prática, e ele tem que saber lidar com as dimensões cognitivas e emocionais em sala de aula.

Relação professor-aluno

Diante deste relato, não podemos esquecer que os fatores emocionais na relação professor-aluno são primitivos. Os alunos da escola primária desejam e precisam estabelecer um bom relacionamento emocional com seus professores na escola.

O papel dos educadores é promover a educação intermediária para que todos possam aprender e ensinar ao mesmo tempo. Não podemos sentir que somos superiores aos nossos alunos, muito menos que eles são incompetentes. É necessário que os professores mantenham contato próximo com os alunos faça-os sentir seguro e confiante. Embora tenha que enfrentar algumas dificuldades, o educador deve ser amigo, paciente, generoso e, o mais importante, humilde, mostrando aos alunos que eles podem fazer o mesmo. Lembre-se de que é necessário evitar confusão e omissão de papéis. O professor não é pai, mãe, assistente social ou psicólogo do aluno, principalmente porque não foi treinado para isso.

É por isso que é importante não confundir aceitação, produção, compromisso e humildade com a mudança de papéis. Não vamos ignorar os problemas na sala de aula. Devemos estabelecer vínculos afetivos com os alunos, ajudá-los a superar as dificuldades, desenvolver suas potencialidades e destacar seus conhecimentos e bagagem intelectual. Freire (1996) afirma:

“(...) não sou terapeuta ou assistente social. Mas sou gente. O que não posso, por questão de ética e de respeito profissional, é pretender passar por terapeuta.”. p.163. 

Portanto, consideramos as percepções dos professores sobre os alunos como sujeito do processo, capaz de construa novos conhecimentos e aprendizado.

O aprendizado está intimamente relacionado ao ajuste emocional, ou seja, um não acontecerá sem o outro, sendo o professor responsável por ambos. Os profissionais que trabalham nessa medida entendem que a educação não deve ser apenas uma desculpa para aprender sobre acidentes geográficos, fatos históricos, datas de recordação, etc. Deve ir além e fazer do processo de ensino um comportamento contínuo no processo de construção e desenvolvimento do caráter dos alunos e de você, pois o aprendizado real deve ser produzido e compartilhado por ambas as partes. Depende do que você diz Perrenoud (2001) conclui:

 “Não se pode aprender sem uma auto-estima elevada. Assim, é preciso convencer os alunos em dificuldade de que eles podem aprender, assim como valorizar tipos de seus progressos, por menor que sejam.”. p.143.

Portanto, na prática do ensino e da aprendizagem, devemos considerar não apenas as emoções dos alunos, mas também as emoções dos educadores. Embora ele seja a única pessoa que causa impacto nos alunos, ele é a força mais influente no fundo emocional do grupo. O mesmo que todo mundo que ensinou ou vai ensinar o que é se o educador for feliz e dedicado ao próprio crescimento, ele ensinará essa atitude maravilhosa. Mas se for enfadonho e monótono, só pode transmitir um tipo de educação que não é divertido.

Portanto, se não for a partir de suas emoções e de suas histórias de vida, é impossível analisar a relação entre professores e alunos. No entanto, muitos professores não se importam com isso. Eles não parecem entender como ocorre o desenvolvimento ou como as emoções e a cognição estão envolvidas no processo educacional. Muitas pessoas concordam em resolver problemas educacionais melhorando o material didático e o equipamento técnico.

O sucesso dos alunos está intimamente relacionado à habilidade dos professores, e a habilidade dos professores não está apenas relacionada ao tipo de treinamento que recebem como alunos, mas também ao tipo de treinamento que recebem.

Os professores que tiveram educação autoritária em seus cursos de treinamento são centrados no conteúdo e não se divertem, não há conexão com a vida e a realidade, e são poucas as condições, terá que proporcionar aos alunos coisas diferentes.

“Um educador que restringe os alunos a um plano pessoal impede-os de criar.”. Freire (1979 p.32) 

Desse modo, percebemos que os professores valorizam e estimulam a aprendizagem dos alunos, sua bagagem de conhecimentos e sua experiência de vida e entendemos perfeitamente a importância disso para torná-los cidadãos e seus construtores. Ganhe conhecimento e segurança em sua vida social e pessoal.

Nesse sentido, é necessário e urgente refletir sobre a importância dos veículos construídos no cotidiano em sala de aula, onde, junto com a prática docente, levará ao surgimento de expressões emocionais, e buscará trabalhá-las, e O pleno desenvolvimento do país é fundamental.

CAPÍTULOIII

Possíveis fatores que levam ao fracasso do ensino fundamental

Existem muitos fatores que causam o fracasso acadêmico dos alunos do ensino fundamental, e eles são os mais diversos. No entanto, a escola não deve ficar indiferente e aceitar o fato de que esses problemas continuam a excluir um grande número de alunos de nossa escola e da sociedade. Vale lembrar que a docência é essencial para a vida pessoal e profissional desses alunos.

Portanto, podemos destacar fatores internos relacionados à escola que podem levar ao fracasso escolar:

• Avaliação: para pontuar em vez de diagnosticar o nível de aprendizagem do aluno.

• Aprendizagem: autoritário, cansativo, pouco atraente e não fala com os alunos.

• Currículo: Não atende à situação real dos alunos, e o conteúdo é frustrante.

O motivo do fracasso escolar é a soma de muitos fatores, não um específico.

Portanto, descobrir o problema e enfrentá-lo é a melhor forma de desenvolver possíveis mudanças positivas para o sucesso da aprendizagem escolar.

Perrenoud (2001) fala sobre isso: 

“(...) ter uma chance de combater de forma eficaz o fracasso escolar, para sair do pensamento mágico e dos esforços desordenados, precisamos em primeiro lugar, de uma análise fundamentada, clara e compartilhada do problema.”. p.15. 

 Oliveira; Gama, (2005) completam: 

“para compreender estas crianças que não aprendem, ou que “aprendem diferente” das demais, é necessário, antes de mais nada, que o professor ressignifique o termo aprendizagem, compreendendo que ela é um processo muito menos linear e previsível do que tradicionalmente pensamos.” p.60. 

3.1 Avaliação e reprovação acadêmica

A avaliação corresponde ao meio de controle por meio da atribuição de notas ou notas. Portanto, o objetivo do representante de desempenho é diferente do desempenho do aluno.

Para as escolas, o processo de avaliação não se baseia no conhecimento dos alunos, mas no sucesso das ferramentas prescritas (testes ou testes). O que importa para a escola é determinar a pontuação de cada atividade para que os alunos possam obter as notas que a escola deseja. Tal comportamento avaliativo vai levar ao sucesso ou fracasso dos alunos, por isso o educador deve sempre rever sua própria prática educacional, levar em consideração a construção do conhecimento do aluno, sobrepor aspectos qualitativos, ou seja, dar importância ao aprendizado do aluno, sua reflexão, e sua cooperação.

O professor não pode esquecer que cada aluno é único, portanto, deve valorizar e respeitar suas diferenças. Portanto, no planejamento da avaliação, o educador deve levar em consideração a situação de aprendizagem de cada aluno, sua ansiedade, sua dor, seu crescimento e as dificuldades de todos. Então você pode saber o que está acontecendo. Luckesi (2002) “Tanto o “sucesso/insucesso” como o “acerto/erro” podem ser utilizados como fonte de virtude em geral e como fonte de “virtude” na aprendizagem escolar.”. p.56. 

concluiu com sabedoria: isso significa que se houver "sucesso / sucesso", você pode seguir em frente e fazer novas descobertas e construções, mas se houver "falha / erro" na investigação, pare e verifique no prometido forma, o que tem acontecido tem levado a ainda não alcançar o “sucesso” esperado, revendo e analisando as práticas de forma a encontrar possíveis e melhores formas de ajudar os alunos a atingirem os objetivos que procuram, principalmente através da organização que beneficia as competências e o escola Como promover o desempenho.

As escolas e seus professores devem se empenhar para que o processo de avaliação seja um comportamento de busca de aprendizagem e de acumulação de conhecimento. Em situações em que os alunos devem estar focados primeiro, ou melhor, a avaliação deve ser aplicada para esclarecer dúvidas dos alunos, complementar sua aprendizagem, valorizar seus conhecimentos em função de sua experiência de vida e ampliar e treinar reflexões fundamentais Um tipo de cidadão, autonomia, expressividade e construtor de conhecimento.

É preciso reconhecer que hoje, diante de tantas mudanças, o professor precisa supervisionar e ter uma perspectiva ampla, beneficiar seus alunos, considerar sua realidade e perceber que o aluno é o centro do processo educacional. Este deve ser o centro da educação, e a avaliação do desempenho escolar deve ser considerada nesta perspectiva. “Nesse caso, a avaliação educacional deve se manifestar como um mecanismo diagnóstico, não como um mecanismo diagnóstico, A disciplina estagnou. "(Luxi, 2002, p. 32).

Como o professor e os alunos passam muito tempo juntos, ele finalmente esqueceu quanta informação eles passavam para ele, ou seja, seu contato diário com os alunos é muito rico, que é onde o conhecimento é necessário. Sempre. Porém, na avaliação (teste), o professor não considerou ou considerou esse tipo de aprendizagem, e muitas vezes a refaz sem nenhum conteúdo importante e útil para a vida pessoal e profissional do aluno.

Portanto, professores, escolas e Ministério da Educação devem se unir para um mesmo fim, que nada mais é do que uma educação significativa, com foco na construção do conhecimento e na formação profissional e pessoal dos alunos. Veja o que Luckesi (2002) nos diz:

“Uma escola, para funcionar coerentemente, necessita do planejamento e da ação coletiva do corpo docente, juntamente com as outras instâncias pedagógicas administrativas.”. p.148.

Com isso, os professores não precisarão mais ser disseminadores de conteúdos e informações, mas se tornarem parceiros dos alunos.

Orientá-los e prepará-los para organizar seus próprios conhecimentos. Em vez de testes que normalmente são usados para exclusão, anote o monitoramento diário e busque atividades destinadas a resolver as preocupações dos alunos. Muitos educadores desempenham apenas seu papel mecânico, o que pouco auxilia no aprendizado efetivo e no cumprimento das ordens estabelecidas, e pelo menos não investem no que é necessário para que os resultados de suas atividades e o desenvolvimento dos alunos aconteçam.

Na avaliação de Luckesi (2002), em seu entendimento, ele nos disse que "o ser humano não consegue se livrar dessa ferramenta" e concluiu que "isso faz parte da sua forma de se comportar. Portanto, é necessário utilizá-la da melhor maneira. ... "

Portanto, primeiro, devemos tomar medidas com muito cuidado para criar uma avaliação conveniente que esteja muito próxima dos fatos.

Diante dessas respostas, o educador poderá fazer uma análise detalhada da sua população de alunos e de suas práticas, pois buscará possíveis estratégias para restaurar o ensino que ainda não foi ou não foi ensinado. Ainda está muito desenvolvido. Desta forma, a avaliação deixa de ser um serviço de seleção (síntese e classificação), mas de aprendizagem agradável e significativa dos alunos (formativa). Ajuda a reposicionar o processo de aprendizagem dos alunos e o processo de ensino desenvolvido pelos educadores.

3.2 A Aprendizagem e o Fracasso Escolar

Aprender faz parte do processo de comunicação. Para alcançá-lo, alguns elementos precisam ser desenvolvidos, tais como:

• Disseminadores, caracterizados por pessoas que irão difundir determinados conhecimentos;

• Entregar informação e conhecimento de forma clara e objetiva;

• O destinatário da mensagem, a pessoa cujo objetivo é receber conhecimento;

• O meio ambiente é o lugar onde o conhecimento é disseminado. Deve ser

Esses quatro elementos devem estar inter-relacionados para que não haja falhas e problemas de aprendizagem.

Para que o aprendizado aconteça de forma gradual, contínua e contínua, os educadores devem se concentrar em tornar seus cursos inspiradores, reflexivos e participativos e orientar os alunos a se expressarem e a participarem ativamente do processo educacional. Freire (1996) apontou em seu entendimento:

“O bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a sua intimidade do movimento de seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma “cantiga de ninar”. Seus alunos cansam, não dormem.”. p.96.

Para Paulo Freire, a aprendizagem deve ser feita de forma prazerosa, prevalecendo os interesses pessoais do aluno, que poluirá a exploração do conhecimento, querendo aprender, questionar e explorar sem medo da curiosidade.

Portanto, os professores precisam fazer com que a aprendizagem aconteça de forma clara e fascinante, utilizando diferentes recursos estimulantes, para que os alunos tenham um impacto positivo na escola, ao invés de desistir e desistir por causa do fracasso.

“O bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a sua intimidade do movimento de seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma “cantiga de ninar”. Seus alunos cansam, não dormem.”. p.96.

3.3 O Currículo e o Fracasso Escolar

A escola e os seus profissionais devem proporcionar aos alunos uma aprendizagem de qualidade, que permita trabalhar os interesses, experiências e emoções dos alunos para garantir uma aprendizagem de qualidade e para que exerçam plenamente os seus direitos civis. Assim, o aluno permanecerá na escola, estudará com alegria e recuperará a autoestima por meio de atividades voltadas para seus interesses, e assim desenvolverá seu raciocínio em todos os aspectos.

Para que nossos alunos não tenham medo da evasão ou da repetência na escola, é necessário enriquecer o processo de ensino e aprendizagem e despertar o gosto, a diversão e a autoestima na aprendizagem.

Como todos sabemos, existem grandes dificuldades no ambiente da nossa escola, como o trabalho dos professores insatisfatório, o ambiente não é propício à aprendizagem, turmas grandes, falhas no ensino e muitos outros problemas.

Normalmente, ao se atentar para cultivar alunos "ideais", os educadores não percebem que seus clientes mudaram. Há muita diversidade em suas salas de aula e eles podem aproveitar essa diversidade, mas devido à resistência, eles são mais a disposição de continuar a utilizar conteúdos desnecessários, totalmente desvinculados da realidade dos alunos, não atendeu às suas expectativas e fez com que se sentissem subestimados e sem motivação para concluir os estudos.

Portanto, percebe-se que a escola e seus profissionais devem estar atentos à formulação do currículo real quando ele é estabelecido, ou seja, aquele que realmente atende aos alunos. Desta forma, lutamos contra o grave e inatingível fenômeno do fracasso.

Infelizmente, percebemos que a escola é um instrumento de perpetuação da desigualdade social dos alunos, pois ainda exclui grande parte das pessoas cuja origem social é negada, pois seus cursos e cursos acabam atendendo a um número reduzido de privilegiados, pois o cotidiano da educação é uma prática passada e própria para privilegiados.

Desta forma, as escolas devem adaptar o ensino às reais necessidades dos alunos e evitar a distância entre o processo de aprendizagem e a realidade. Freire

Para Freire, (1996) explica que “(...) discutir com os alunos a realidade concreta a que se deva associar a disciplina cujo conteúdo se ensina (...)”. p. 33.

Quando professores e alunos estão unidos na exploração e construção do conhecimento, e todos são ouvidos e valorizados, o aprendizado realmente acontece. O currículo que enfatiza a habilidade, a construção do conhecimento, e o mais importante é o fardo da informações e experiências trazidas pelos alunos. Isso ajuda a formar um cidadão crítico, reflexivo e dinâmico.

A escola deve reconhecer a integração do eixo curricular para que os educadores possam absorver e usufruir desses saberes, saber distribuir conhecimentos entre séries e disciplinas, sem se sobrecarregar ou desrespeitar a realidade.

Essa dose deve ser suficiente no currículo escolar para atender aos planos mínimos e necessários de treinamento e promoção dos alunos, de modo que os alunos sejam motivados e estimulados a construir e reconstruir seus conhecimentos e evitar que eles se tornem sem sentido que pareçam subestimados e sobrecarregados O conteúdo pode levar a fracasso acadêmico.

Além disso, acredita-se que o currículo não é apenas uma lista de conteúdos a serem entregues aos alunos.Quando a secretaria de educação envia sugestões curriculares à escola, é uma obrigação e uma necessidade repensar e reconstruir a perspectiva social do currículo. Levando em consideração as visões da escola e de seus professores, o objetivo é adquirir conhecimentos, a realidade e o processo de participação dos alunos. Freire (1996) nos diz:

 “Por que não estabelecer uma necessária “intimidade” entre os saberes curriculares fundamentais aos alunos e a experiência social que eles têm como indivíduos?”. p.34.

Desta forma, é compreensível que o processo educacional deva ser criado para melhorar para que nossos alunos possam entender e transformar. Desta forma, a escola e seus professores terão um papel consciente, responsável e comprometedor, proporcionando a esses alunos oportunidades de formação crítica para que tomem decisões e se responsabilizem pelo futuro, superando assim o fracasso escolar.

Atingido pelo discurso moderno e pelas políticas educacionais de outros países, o Brasil formulou um plano de ação: os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ministério da Educação e do Esporte (MEC) (PCN 1996). O PCNS foi criado no sentido de uma proposta flexível, não imposta, com foco nos currículos regionais e locais, sua cultura e realidade. Ao contrário do esperado, o PCNS foi criticado na prateleira porque o governo não especificou o uso deles nem os consultou.

Em suma, podemos ver que PCNS é no processo de formação, porque não agregou muita motivação e orientação aos profissionais da educação.

A escola não pode ser reduzida a um mero instrumento de reprodução, porque a educação também pode desenvolver e implementar um discurso antiideológico, porque também é um lugar possível para lutar, condenar e buscar soluções, mesmo que seja impossível e unilateral. Neste sentido, o nosso objetivo é um curso que valorize as competências, desperte o conhecimento, o diálogo, a construção e reconstrução do conhecimento, o desenvolvimento integral do aluno, e o ajude a participar no crescimento dos cidadãos como sociedade de forma injusta e desigual.

Para promover a reconstrução social, os currículos escolares devem atender às reais preocupações de nossas crianças e jovens e fornecer-lhes oportunidades de educação crítica, onde possam tomar decisões e assumir responsabilidades pelo futuro. “O dominado não se liberta se ele não vier a dominar aquilo que os dominantes dominam. Então dominar o que os dominantes dominam é condição de libertação” (SAVIANI, 1984, p. 61). 

CAPÍTULO IV

O olhar do Orientador Educacional sobre o Fracasso Escolar 

“A escola transforma-se, quando todos os saberes se põem a serviço do aluno que aprende, quando os sem vozes se fazem ouvir, revertendo à hierarquia do sistema autoritário.” Garcia (2004 p. 14.).

Na luta por uma escola democrática, o processo de ensino e aprendizagem pode ser realizado de forma ampla e contínua, pois aprender é um processo permanente, ou seja, eterno. Na verdade, orientar os alunos a estudar de forma plena e consciente, e valorizar seu comportamento como alunos, para que possam construir seus conhecimentos e se tornarem cidadãos ativos, participantes, reflexivos e questionadores na sociedade a que pertencem, para que seus direitos e deveres sejam respeitados. e valorizado Um dos fatores mais decisivos é o consultor. Suas atitudes, práticas e desempenho terão um impacto significativo sobre os alunos, porque afetam a imagem que os alunos têm da escola, o processo educacional geral, sua própria imagem e, claro, seus aspectos específicos de aprendizagem. Portanto, toda a atenção deve ser dada ao desenvolvimento das atitudes, habilidades e conhecimentos dos consultores para que eles possam promover o processo educacional relevante.

Para Garcia (2004), se a educação orienta os indivíduos para o exercício da cidadania, eles precisam lutar para apoiar uma escola de qualidade, que proporcione às mesmas pessoas competências para que possam realmente exercer a cidadania e, eventualmente, mudar sua realidade.

“Uma escola em que todos tenham, não só o direito de acesso, mas a possibilidade de permanência e a garantia de nela se apossarem do conhecimento que os capacite para o exercício da cidadania.” p. 21.

Dê uma olhada na avaliação do autor sobre escolas de alta qualidade:

Portanto, tanto o consultor educacional quanto o educador em sala de aula devem sempre questionar sua prática educacional para se tornar um intermediário de informação e conhecimento e saber valorizar as diferenças dos alunos.

“É na reflexão coletiva contínua sobre a prática pedagógica que será construída uma escola de qualidade. É na reflexão política sobre a prática pedagógica que será definida a qualidade que responda aos interesses reais dos alunos das classes populares. É esta a função primordial da O.E (...), mobilizar a escola, a família e a comunidade para a discussão política da prática pedagógica.” p. 16.

Quando o consultor educacional traz a realidade dos alunos para a escola e trabalha em conjunto com o conteúdo do currículo, ajuda a promover o desenvolvimento dos alunos e sua aprendizagem, pois a existência de orientação educacional não é para regular os alunos, mas para orientar os alunos a refletir sobre a situação para aprender com ela.

Lück (2008, apud Schmid e Pereira, 1969) ressalta:

“(...) o orientador educacional ajuda o aluno, na escola, a tomar consciência de seus valores e dificuldades, concretizando, principalmente através do estudo, sua realização em todas as suas estruturas e em todos os planos de vida.” p. 23.

Portanto, o papel do consultor educacional corresponde à ligação entre o aluno e a escola. Para a perspectiva de ensino do aluno, dificuldades emocionais, sociais e cognitivas, é propício ao processo de relação escola-família-comunidade.

Em resposta aos problemas expostos, recomenda-se que os consultores de educação assumam o papel de auxiliar professores, pais e pessoas da escola que tenham contatos importantes com os alunos, para que possam estar mais preparados para entender e atender às necessidades dos alunos . Relacionado aos aspectos cognitivos e psicomotores e aos aspectos emocionais.

A maior preocupação da escola deve ser, e são os alunos. A escola existe para ele e, portanto, existe para ele. A força de vontade e a parceria dentro da escola são essenciais para salvar esses alunos que almejam o "sucesso" da educação e, com isso, ganham impacto profissional e social.

Sanches (1999) acrescenta:

“O Orientador Educacional, com as suas ações, procura encontrar caminhos que proporcionem um ambiente saudável para o desenvolvimento do processo de aprendizagem.” p. 62.

Portanto, professores, orientadores, gestores e o Ministério da Educação devem se unir em um mesmo propósito, ou seja, uma educação significativa, com foco na construção do conhecimento e na formação profissional e pessoal dos alunos. Por sua vez, essas pessoas não devem mostrar indiferença e aceitar que os problemas existentes continuam a fazer com que nossos alunos do ensino fundamental fracassem academicamente.

Conclusão

A escola é um local para proporcionar aos alunos experiência, interação social, criatividade e aprendizagem, sendo também um local para refletir, questionar e inovar. Portanto, como educadores, devemos buscar uma escola mais atuante e democrática que permita o diálogo, as ideias, os pensamentos, principalmente os conhecimentos prévios, ou seja, o peso da experiência trazida pelos alunos.

O motivo do fracasso do ensino fundamental pode ser vários fatores negativos dentro e fora da escola, resultando em um grande número de alunos repetentes.

É importante lembrar que, por muitos anos, a responsabilidade dos alunos pelo fracasso escolar está relacionada à sua classe social, genética, etc., mas após pesquisas sérias e firmes, os estudiosos concluíram que esses fatores também estão relacionados aos professores. E sua postura profissional, que é seu método de ensino. Muitas pessoas tentam resistir à mudança e manter a inovação inerente. Eles não se importam com a motivação do trabalho, bem como com o pensamento crítico e o incentivo ao aprendizado. Continuam utilizando recursos, procedimentos e métodos desatualizados que não valorizam e salvam a autoestima dos alunos, bem como a construção de seus conhecimentos e aprendizados. Claro, só apontar que os professores são os únicos responsáveis pelo fracasso docente é encobrir a realidade, pois muitos são os fatores que têm causado a situação atual da educação em nosso país, não apenas um.

Como todos sabemos, os alunos encontram problemas especiais na hora de vir para a escola, o que é preocupante, e os profissionais da escola geralmente não levam em consideração essas informações. Em certa medida, devido às dificuldades de compreensão e absorção do conteúdo, isso pode levar ao fracasso ou abandono escolar. Por isso, os consultores em educação são importantes como compromisso e responsabilidade para que todos possam se beneficiar do trabalho extremamente necessário hoje. Ajudar os alunos na escola a perceber seus valores e dificuldades, principalmente através da aprendizagem, em todas as estruturas e em todos os planos de vida.

É importante usar cursos que realmente despertem o interesse e a participação de todos, que os orientem ativamente para construir seus próprios conhecimentos, trabalhem duro para entender suas dificuldades, olhar para os problemas e comprometida com sua superação, visa ajudar crianças e jovens a se tornarem adultos autônomos que possam enfrentar as lutas sociais, transformar ou construir uma sociedade justa e igualitária.

Para eliminar o espectro do insucesso escolar que assola a nossa escola, é importante estabelecer uma aliança entre a escola (educadores, administradores, consultores, alunos) e o Ministério da Educação. O Ministério da Educação centra-se na elaboração de recomendações curriculares que verdadeiramente cumprir os objetivos. Processo de ensino / aprendizagem. Orientar os alunos a estudar de forma plena e consciente, tomar suas ações como corpo central do processo, para que possam construir seus próprios conhecimentos e se tornarem cidadãos que participam, refletem e questionam na sociedade. Nesta sociedade, direitos e deveres devem ser valorizados e respeitado.

Sabemos que é impossível aprender sem um alto grau de autoestima. Portanto, o professor deve primeiro ser amigo, paciente, humilde e persistente para enfrentar as dificuldades, aprender com elas e ajudar os alunos a refletir sobre a vida quando se deseja aprender e a ter como meta. É claro que a participação dos consultores educacionais é solidariamente responsável pela aprendizagem dos alunos, questionando práticas de ensino, como métodos, avaliação, relação professor-aluno, objetivos, conteúdos, e mostrando que os professores precisam entender e refletir sobre sua realidade. ao contributo para a construção da democracia, reflexão e escola cívica

Os educadores precisam e devem valorizar o progresso de cada aluno, não importa quão pequeno seja o progresso. Sua prática educativa deve ser questionada em todos os momentos, a fim de aprimorá-la. Quando questionamos nossas práticas e valorizamos as diferenças em nossas vidas diárias, podemos ser capazes de lutar.

Vale lembrar que não é fácil superar o fracasso acadêmico no nível elementar porque o caminho é difícil e injusto, mas com força, determinação, disposição e parceria, o sucesso é garantido, desde que saibamos como fazer é o suficiente. Suporta desrespeito, conflito e dificuldades existentes. Portanto, vamos garantir que vamos salvar a nós alunos que são considerados "perdedores" e que desejam uma educação real e digna.

Referências

Mettzer. O melhor editor para trabalhos acadêmicos já feito no mundo. Mettzer. Florianópolis, 2016. Disponível em: http://www.mettzer.com/. Acesso em: 21 ago. 2016.

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