FACETAS LAMINADAS EM DENTES ANTERIORES

FACULDADES UNIDAS DO NORTE DE MINAS – INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE – NÚCLEO LAVRAS

FACETAS LAMINADAS EM DENTES ANTERIORES

ADALGISA LASMAR LIMA OLIVEIRA

Resumo

Desde a antiguidade o ser humano traz uma preocupação constante no que diz respeito à estética. Nas ultimas décadas o grau de exigência dos pacientes vem crescendo muito e há procura por procedimentos restauradores estéticos minimamente invasivos tem proporcionado um grande desenvolvimento de materiais e técnicas restauradoras. Realizar um correto planejamento com modelo de estudo e enceramento diagnóstico, são essenciais na elaboração das facetas em cerâmica. Este trabalho tem por objetivo realizar uma revisão da literatura científica acerca dos temas facetas diretas e facetas indiretas, destacando as suas indicações, bem como, reportar as técnicas restauradoras e seus aspectos relevantes. Dentro desse contexto as facetas diretas em resina composta apresentam-se como uma alternativa restauradora mais simples e economicamente mais viável em detrimento às facetas indiretas em cerâmica, considerados procedimentos restauradores mais complexos e com maior longevidade.

Palavras-chave: Facetas Dentárias. Cerâmica. Resina Composta.

Abstract

From ancient times the human being brings a constant concern with regard to aesthetics. In the last decades the degree of exigency of the patients has been growing a lot and there is demand for minimally invasive esthetic restorative procedures has provided a great development of restorative materials and techniques. Performing a correct planning with study model and diagnostic waxing, are essential in the elaboration of facets in ceramics. The objective of this work is to review the scientific literature on direct facets and indirect facets, highlighting their indications, as well as to report restorative techniques and their relevant aspects. In this context the direct facets in composite resin are presented as a simpler and more economical alternative restorative alternative in detriment to the indirect facets in ceramics, considered more complex restoration procedures and with greater longevity.

Palavras-chave: Dental Facets. Ceramics. Composite resin.

Introdução

Sem dúvida, o profissional de odontologia vem aprimorando seus conhecimentos para satisfazer as exigências estéticas atuais, que nada mais é que a obtenção de um sorriso belo e harmonioso. As facetas laminadas se destacam, entre várias opções de tratamento, por proporcionar um menor desgaste de estruturas dentais comparadas as coroas totais.

Facetas são estruturas que recobrem a face vestibular e parte das proximais dos dentes . Podem ser confeccionadas de forma direta em resina composta ou indireta com resina de laboratório ou cerâmica, e as facetas em cerâmica são mais resistentes e estéticas. O fato de proporcionar desgastes mínimos de estruturas sadias fez com que essa técnica de restauração tenha sido indicada em larga escala nos últimos quinze anos.

O enfoque deste trabalho está em obter informações eficientes para auxiliar na aplicação da técnica restauradora em dentes anteriores com comprometimento estético, concluindo que, com uma boa indicação, mínimo de desgaste total ou até mesmo nenhum, advento de materiais que cada vez mais avançados e com sistema adesivo que torna dente e restauração um corpo único proporcionando assim longevidade.

DesenvolvimentO

É importante sempre saber as expectativas do paciente quanto ao resultado estético. Deve-se esclarecer, principalmente aos mais exigentes, quanto às limitações de cada tipo de restauração.

Indicação de facetas

Para discussão compreensível das indicações das facetas cerâmicas na odontologia atual, deve-se incluir um contexto sobre considerações biológicas, mecânicas, funcionais e estéticas. A condição do remanescente dental deve ser considerada. A quantidade de remanescente dental e a cor do substrato são determinantes para o delineamento do preparo para restaurações indiretas, assim como para a seleção do sistema cerâmico a ser utilizado. (Cardoso et al, 2011).

Dentes com alteração de forma, tamanho, cor, posição, destruição vestibular em casos de cárie e fechamento de diastemas. (Gonzales et al, 2012) (Souza et al, 2002).

A indicação da faceta de porcelana deve ser precedida de uma análise do caso e constatada a real necessidade do tratamento, pois o bom senso é fundamental, já que a conservação de estruturas dentais é um objetivo a ser perseguido. (Mondelli, 2003).Recuperação de guias, transformações anatômicas, recuperação da linha do sorriso, do volume labial, reforço de dentes muito restaurados, pequenos desvios de posicionamento, recuperação dos dentes escurecidos por tratamento endodônticos são indicações de faceta. (Vieira, 2005).

Contra Indicação (Seleção equivocada do caso)

Algumas situações clínicas contra-indicam esse tipo de restauração. Para que aja selamento periférico em todo o ângulo cavo-superficial, o esmalte do dente a ser facetado deve estar sadio e presente em mais de 50% do preparo, pois a dentina apresenta uma adesão menos estável.

Facetas em cerâmica são contra indicadas para dentes excessivamente vestibularizados, dentes apinhados, dentes com insuficiente remanescente dental, dentes em oclusão do tipo topo-a-topo, dentes que apresentem restaurações amplas e/ou múltiplas, portadoresde bruxismo e hábitos parafuncionais e pacientes com má higienização oral ou com alta quantidade de cárie. (MACHRY,L.2003).

Embora alguns estudos afirmem que o dente que recebe uma faceta de porcelana adquire reforço estrutural, esta modalidade é contra indicada em dentes com pouca estrutura ou escurecidos que resistam ao tratamento clareador, sendo então, indicadas para esses casos as restaurações de cobertura total, como as do tipo ceramo-cerâmicas. (SOUZA V.L.2008).

Planejamento

Enceramento Diagnóstico 

O Enceramento diagnóstico é uma etapa fundamental para se ter previsibilidade e sucesso no resultado estético final. (FRADCANI,2006).

A partir dele é possível executar um ensaio restaurador (MOCK-UP), confeccionar provisórias (diretas com resina composta ou indiretas com resina enacrílica) e peças definitivas (em cerâmica) seguindo o mesmo padrão d e anatomia. (CALIXTO ET AL,2011).

 DSD

O programa DSD (Digital Smile Design) é a mais nova técnica de inovação e modernidade na área odontológica, se trata de um software aonde são trabalhadas imagens fotográficas do paciente para a elaboração de um tratamento estético, onde o paciente poderá acompanhar qual será o resultado final do seu tratamento e podendo assim expressar suas opiniões de mudança e expor suas expectativas. (PINTO etal, 2014).

O DSD é uma combinação de fotos, vídeos e ferramentas digitais, que vão auxiliar o dentista na analise estética, na documentação e na comunicação com o paciente, com o técnico, bem como com outras disciplinas envolvidas no planejamento, proporcionando a elaboração de um plano de tratamento que contemple um sorriso que preencha as necessidades funcionais, biológicas e emocionais do paciente (SILVA 2013).

Preparo 

Preparo dental é um conjunto de procedimentos para reduzir a estrutura dental com finalidade de receber uma restauração protética, devendo seguir alguns princípios: preservação máxima das estruturas dentais; obter retenção e estabilidade; promover espaço suficiente para conferir resistência estrutural à peça protética; conferir integridade marginal do elemento preparado alem de preservar o periodonto.As técnicas desenvolvidas objetivam o controle da profundidade e direção do corte dental, utilizando na maioria das vezes sulcos de orientação verticais e horizontais,além de desgastes marginais com pontas diamantadas de diâmetros conhecidos do operador que facilitarão a uniformização do preparo. (KINA et al, 2004)
.

O formato físico do preparo para o reparo da estrutura dentária natural ou das restaurações existentes tem sido continuamente alterado à medida que os avanços científicos ocorrem. Os preparos conservadores e a cimentação de restaurações em esmalte tem sido benéficos para a longevidade das restaurações e dos dentes.

A profundidade da restauração não é tão significativa assim, porque os sistemas adesivos podem ser unir à dentina e ao esmalte e não necessitam do comprimento da parede axial para retenção friccional. (12)

Preparo em Esmalte

O desgaste vestibular deve ser feito em três planos para preservar a convergência da superfície vestibular. A redução axial começa na região cervical e a margem gengival deve ser preparada com chanfro de 0,3mm ficando levemente acima da crista gengival. Uma redução vestibular conservadora deve ser de 0,3mm a 0,5mm, mas descolorações no substrato podem necessitar de reduções entre 0,5mm a 0,9mm. Todos os ângulos e transições devem ser arredondados para melhorar a adaptação da resina, impedir as concentrações de estresse no material cerâmico e facilitar a fabricação no laboratório.(12). 

As linhas do término interproximal requerem formatos diferentes de preparo dependendo da necessidade da estética, que são preparos comuns e em slice. No caso do preparo comum, a redução é feita na área interproximal e anterior ao ponto de contato; o preparo em slice continua pelas região interproximal e sobre a superfície lingual. (12).

O preparo para o sobrepasse incisal pode ser usado quando o dente requer aumento considerável, quando não há espaço interoclusal suficiente ou quando existe um defeito incisal. Este sobrepasse incisal facilita o assentamento preciso da faceta durante a cimentação e melhora a qualidade estética da superfície incisal.(12).

Facetas em Dentina 

Em alguns casos necessitamos de maior espessura, principalmente em alterações de cor, para que se consiga atingir o resultado ideal. A longevidade da faceta cimentada depende da quantidade de esmalte disponível para adesão.

Facetas sem preparo 

Um conceito restaurador moderno busca minimizar o custo biológico da dentição natural como um todo por meio da adoção de uma filosofia que combine preservação, prevenção e perpetuação da longevidade da restauração.

As facetas realizadas sem preparo representam uma das ações mais conservadoras de tratamento para situações clínicas específicas, onde a dimensão restauradora final não requer qualquer preparo. Algumas dessas situações clinicas incluem mudanças de forma e contornos dentários, fechamento de diastemas, restauração de comprimento incisal para melhorar a função (guia canino) e alteração do alinhamento e posição dentária por meio do aumento da área deficiente (dentes em leve linguoversão).

Outra consideração a ser feita é a quantidade de mascaramento necessária da estrutura dentária.

A adesão mecânica com esmalte é mais estável do que a ligação à dentina, que tem uma natureza menos homogênea, cria umidade e pode ter áreas de esclerose. (13).

COR 

Para se selecionar as cores das facetas o profissional deve observar atentamente as cores e tons dos dentes adjacentes e ter conhecimento e domínio das propriedades ópticas dos tecidos dentais. A cor dos elementos dentais é quantificada pelo matiz, croma, valor e translucidez. Resumidamente, o matiz diz respeito ao nome da cor; por exemplo, A, B, C ou D, de acordo com a escala Vita.O croma representa a saturação ou quantidade de pigmentos contida em uma escala de matiz. O valor refere- se à quantidade de pigmento branco de um objeto e a translucidez, significa a quantidade de transparência que um objeto apresenta, que no dente pode ser exemplificada pelo terço incisal, que é mais translúcido,ou seja, bem menos opaco que o terço cervical. (Baratieri etal,2001).

A cor há de selecionar-se antes da anestesia do paciente, por conseguinte, enquanto o dente continua hidratado e uma tomada de cor exata pode ser empreendida. (Blank,2002).

CLAREAMENTO 

O clareamento dental consiste na utilização de peróxido de hidrogênio em várias concentrações que, em contato com o tecido dental, irá promover a liberação de oxigênio sob a forma de radicais livres ou íons, chamados EROS (Espécies Reativas de Oxigênio), ocasionando a quebra das moléculas de alto peso molecular presente nos pigmentos,provocando o aspecto escurecido, dando assim,a aparência mais clara ao dente. (Godeiro et al, 2014).

Outro peróxido que pode ser utilizado para clareamento dental é o peróxido de carbamida que vai se decompor em peróxido de hidrogênio e uréia,para posteriormente, liberar o oxigênio, de forma lenta, dando maior estabilidade ao agente, além de produzir maior longevidade e diminuição da sensibilidade dentinária. (Godeiro et al, 2014).

Assim, o tratamento clareador proporciona um menor croma e maior valor para, posteriormente, a confecção de restaurações indiretas possibilitar um menor desafio clínico e correta escolha da cor. (Godeiro et al, 2014).

Tipos de Materiais 

Atualmente as resinas compostas apresentam alto nível de excelência, fazendo com que o profissional confie na estética e longevidade dos resultados.

As cerâmicas têm se tornado padrão ouro na odontologia moderna à medida que excelentes propriedades foram destacadas, como a biocompatibilidade, estabilidade de cor, longevidade, aparência semelhante a dos dentes e previsibilidade de resultado.

A busca por restaurações cada vez mais resistentes mecanicamente e opticamente similares às estruturas dentais terá ao desenvolvimento de novos sistemas cerâmicos, com adição de cristais e óxidos de reforço. Esse fato propiciou melhores propriedades mecânicas ao material, possibilitando a realização de laminados cerâmicos menos espessos, o que favorece desgastes menos invasivos, com alta estética e maior resistência.

A introdução do ácido fluorídrico foi imprescindível para que se conseguisse alta resistência de união, porque esse ácido cria no interior da peça de cerâmica, micro- retenções.

Cimentações ( Facetas Indiretas) 

A cimentação adesiva nos dias atuais vem sendo amplamente utilizada como papel determinante no desempenho clínico das restaurações de porcelana. Além de ser fundamental para o bom desempenho das restaurações, esse passo exercerá também efeito decisivo sobre o formato do preparo, a aparência estética e a longevidade das restaurações (Edelhoff et al, 2005). Os preparos feitos para serem cimentados com a cimentação adesiva são menos invasivos, possuem maior retenção e integridade marginal. (Meyer Filho e Souza, 2005).

A adesão ocorre entre o cimento resinoso e o substrato dental e entre o cimento e peça de porcelana. A adesão que irá ocorrer entre o cimento e a peça de porcelana vai depender da constituição da cerâmica.

O agente cimentante ideal deve preservar e estabilizar os tecidos dentários duros, fornecer uma união durável entre materiais diferentes, possuir alta resistência sob compressão e sob tração, aderir-se a estrutura dentária e aos materiais restauradores.

Ele deve ser biocompatível com o tecido pulpar, possuir propriedades antimicrobianas, resistência à micro infiltração, e ser fácil de manipular com tempo de trabalho e presa aumentados, baixa espessura de película, baixa solubilidade, alto limite proporcional, translucidez e radiopacidade.

A estratégia de cimentação indicada é o condicionamento com ácido fluorídrico associado à aplicação de silano, procedimento que tem a propriedade de aumentar a molhabilidade do aumento do cimento na superfície cerâmica, o qual se infiltra nas irregularidades criadas pela ação do ácido, gerando altos valores de resistência de união às cerâmicas feldspáticas, leucíticas e cerâmicas baseadas em dissilicato de lítio, reduzindo o risco de fratura e propagação de trincas. (65).

Um cimento adesivo fotoplimerizável é o preferido para a cimentação de facetas cerâmicas.Seu longo tempo de trabalho, comparado com materiais de presa dual ou química é a maior vantagem da fotopolimerização.

Assim o cirurgião dentista pode remover excessos de cimento antes da presa, encurtando consideravelmente o tempo necessário com o acabamento das restaurações.

Em comparação com sistemas dual ou químico, sua estabilidade de ar é superior. A espessura e a opacidade da cerâmica afetam a transmissão da luz e consequentemente, a microdureza da resina. Se nenhum ajuste na cor for necessário, um cimento adesivo transparente deve ser a escolha.

Os cimentos para facetas que possuem try-in são os mais indicados, para que seja feita a prova da cor do cimento, pois exerce grande influência no resultado final.

Um pincel pode ser usado par distribuir o cimento na superfície interna da peça.

A faceta deve ser posicionada delicadamente sobre o dente começando pela face incisal e, progressivamente, levar a faceta na direção gengivoapical. Essa é uma das melhores maneiras de evitar a formação de bolhas entre a interface dente/cerâmica. Importante observar o excesso de cimento saindo por todas as margens, indicando que foi utilizada quantidade suficiente de material.Pressão digital deve ser espalhada sobre todas as superfícies vestibulares. A ponta do dedo é a mais sensível e, portanto, serve melhor que qualquer um instrumento para julgar o nível de pressão exigido. A aplicação de pressão na direção apical, diretamente na borda incisal, com a ajuda de um segundo dedo, garantirá que a faceta entre totalmente em contato com o dente na área cervical. Só se faz a polimerização no final de toda a técnica, pois além da faceta fina permitir a passagem de luz, não ocorre interferência da película de adesivo fotoativada.

DISCUSSÃO

No cenário atual temos diversas opções para o restabelecimento das condições estéticas de dentes anteriores, sendo que os procedimentos devem ter como objetivo a preservação de estruturas dentais.

As facetas se tornaram mais populares e corriqueiras nos consultórios devido à revolução provocada pela odontologia adesiva e o surgimento de resinas compostas como as de nanopartículas e materiais cerâmicos mais avançados.

Facetas diretas em resina apresentam a vantagem de possibilitarem reparo rápido, fácil e seguro; além de custo mais baixo se comparadas às facetas indiretas de porcelana.

Le Sage (2009) e Devigues (2011) reforçam a importância da odontologia minimamente invasiva com ênfase no mínimo desgaste, máxima conservação de estrutura dental e conhecimento e aplicação dos avanços da odontologia adesiva. Mondelli (2003) frisou a necessidade de preservação de esmalte no preparo de laminados cerâmicos, pois a adesão é mais efetiva quando as superfícies a serem unidas tem como interface a cerâmica e o esmalte dental.

Uma moldagem bem executada depende de términos lisos e bem definidos, extensão e localização do preparo , e temporários bem adaptados e como contorno correto para promover a saúde gengival, sem a qual há dificuldade ou impedimento da moldagem.

O profissional deve ter amplo conhecimento do material que usa para moldagem. Os mais utilizados são o silicone de adição (Mondelli, 2003).

Dependendo da profundidade do sulco gengival que será manipulado, podemos utilizar um ou dois fios para obter o afastamento gengival.

A moldagem pode ser realizada em passo único, a técnica da dupla mistura simultânea, onde o material leve e pesado são manipulados ao mesmo tempo. A técnica dupla em dois passos faz-se a moldagem com o material denso, o alívio, e posterior uso de material fluido.

A seleção da porcelana deve recair em um sistema de total conhecimento do profissional e enviado a um laboratório que disponha de equipamentos, técnicos especializados e habilitados com a cerâmica escolhida (Mondelli, 2003).

O tipo e tratamento de superfície, material usado na fixação, e ainda a resistência da peça protética tem relação direta com a composição da cerâmica escolhida, sendo dividido em dois grandes grupos ácido-sensível e ácido – resistente. Para indicação de facetas laminadas, as porcelanas passiveis de condicionamento ácido são escolhidas (Kino, 2005).

considerações finais

A busca pela satisfação estética e funcional no tratamento restaurador envolve diversos fatores. Desta forma, o sucesso das restaurações estéticas minimamente invasivas em dentes anteriores está intimimente relacionada a um diagnóstico efetivo e um plano de tratamento integrado enfatizando as indicações e contra-indicações pelas das técnicas apresentadas na literatura.

Analisar a indicação clínica, as vantagens e as desvantagens de cada procedimento poderá nortear qual a melhor metodologia de trabalho para restabelecer a função mastigatória e a estética do sorriso.

Dentro deste contexto, as facetas diretas em resina composta representam uma alternativa clínica restauradora simples e eficaz do ponto de vista estético e econômico quando comparadas às facetas indiretas em cerâmica que requerem uma técnica mais apurada e mais complexa porém com resultados estéticos mais longevos.

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