EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA FISIOTERAPIA

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DA GRANDE FLORIANÓPOLIS

EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA FISIOTERAPIA

Stephany Soares dos Santos

Rafael augusto da cruz

diogo sena

felipe sena

Washington py

Resumo

Este é o resumo do seu projeto. Ele é um elemento obrigatório pelas normas da ABNT e o tamanho recomendado é de 150 a 500 palavras. Nele você deve apresentar de forma sintética os pontos principais do trabalho. Utilize a terceira pessoa do singular, na voz ativa. Procure utilizar frases claras, afirmativas e evite enumeração de tópicos. Ressalte o objetivo, o método, os resultados e as conclusões obtidas no estudo. A primeira frase deve destacar o tema principal do trabalho. Abaixo do resumo você encontra as palavras chave, que serão utilizadas para a catalogação dos trabalhos na biblioteca. Utilize de 3 a 5 palavras separadas por ponto.

Palavras-chave: Mettzer. Formatação. Trabalho acadêmico.

Abstract

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Palavras-chave: Mettzer. Formatting. Academic work.

Introdução

A origem da Fisioterapia se deu no começo do século passado, tinha uma formação direcionada a seu um apoio a medicina. Em meados do século XX passou a ter uma formação técnica, podendo abrir mais a qualificação do profissional. Porém subordinado ao médico e enfermeiro, o fisioterapeuta passara a ser mais talhado ao exercício de sua função na época.

Com o passar dos anos a profissão foi ampliando seu espaço e, com a colaboração de profissionais da saúde passou a buscar amparo legal para se destacar do grupo de trabalho. Passou assim a ter cursos com currículos mais completos, complexos, a lidar com fisiologia, psicologia, saúde pública. Até atingir o status de graduação e ter um curso com mais de 3.000 horas, e continuou até chegar a atualidade quando o currículo se conclui com uma carga de 4.665 horas. Isso deu a condição do fisioterapeuta, hoje, praticar sua atividade de forma autônoma e sem mais precisar da benção médica em todos os casos. Pode-se trabalhar desde a prevenção até a reabilitação através de métodos e práticas fisioterápicas.

Hoje a profissão é reconhecida e tem conselhos regionais e federal, amparando assim juridicamente os profissionais da área.

Desenvolvimento

Observando a profissão do fisioterapeuta chegamos a sua história, que é recente e cheia de desafios desde sua origem.

Segundo o site do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITO9), se trata de uma ciência que estuda, diagnostica, previne e recupera pacientes com distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano. Trabalha com doenças geradas por alterações genéticas, traumas ou enfermidades adquiridas. Tem por objetivo preservar, manter, desenvolver ou restaurar a integridade de órgãos, sistemas ou funções. Se utiliza de conhecimentos e recursos da própria atividade e estudos para o processo terapêutico nas condições psico-físio-social para promover melhora da qualidade de vida.

Tem suas funções embasadas em mecanismos terapêuticos desenvolvidos e sistematizados pelos estudos das ciências morfológicas, fisiológicas, patológicas, bioquímica, biofísica, biomecânica, cinesia, sinergia funcional, cinesia patologia de órgãos e sistemas do corpo humano. Claro, o complexo da atividade é complementado por disciplinas comportamentais e sociais. O fisioterapeuta é o profissional de saúde, devidamente no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, com formação acadêmica superior, habilitado para construção do diagnóstico cinesiológico funcional e pode de forma autônoma prescreves condutas fisioterapêuticas.

O profissional com competência para ordenação e manutenção do tratamento fisioterapêutico do paciente, assim como acompanhamento da evolução do quadro clínico funcional e condições para examinar se o tratamento se deu de forma a finalizar o serviço.

As especialidades que o profissional de Fisioterapia pode buscar ao longo de sua jornada profissional:

• Acupuntura, nos termos das Resoluções COFFITO 60/85, 97/88, 201/99 e 219/00;

• Dermato Funcional, nos termos da Resolução COFFITO 362/09;

• Fisioterapia do trabalho, nos termos da Resolução COFFITO 351/08;

• Fisioterapia esportiva, nos termos da Resolução COFFITO 337/07;

• Neurofuncional, nos termos da Resolução COFFITO 207/00;

• Onco-funcional, nos termos da Resolução COFFITO 364/09;

• Osteopatia, nos termos da Resolução COFFITO 220/01;

• Pneumofuncional, nos termos da Resolução COFFITO 207/00;

• Quiropraxia, nos termos da Resolução COFFITO 220/01;

• Saúde Coletiva, nos termos da Resolução COFFITO 363/09;

• Urogineco-funcional, nos termos da Resolução COFFITO 365/09;

• Traumato Ortopédica Funcional, nos termos da Resolução COFFITO 260/04.

Mas a profissão não tinha todas essas especialidades desde sua origem, foi um avanço contínuo desde o momento em que se percebeu a necessidade de reabilitar pessoas, ainda de uma forma tímida se comparando a atividade em seu surgimento com os dias atuais.

É importante retratar o princípio da atividade no fim do século XIX, quando mulheres tinham permissão jurídica e moral para exercerem a função de massagistas. Tanto em Londres, bem como nos EUA a função não era vista como curativa, e sim relaxante e homens não eram clientes em potencial. Era uma atividade que buscava auxiliar e atender mulheres “neurastêmicas” justamente por se enquadrar socialmente, enfermeiras e parteiras desenvolveram tal método.

Depois de algumas publicações o renascimento da massagem com outras finalidades passou a disseminar a massagem como recurso no tratamento de distúrbios ortopédicos, neurológicos, ginecológicos, reumatológicos, obesidade, e etc… As formações dos profissionais eram inicialmente na Inglaterra até chegar nos EUA e aí se espalhar por todo o continente americano, inclusive o Brasil. Escolas surgiram para ensinar cientificamente a massagem e a eletricidade, com cursos que duravam de 4 a 6 meses e incluíam aulas de anatomia e trabalho em hospitais.

Quando ocorre a Primeira Grande Guerra Mundial (1914-1918), milhões de mortos e outros milhões de feridos com as mais variadas formas de ferimento causadas pelas condições climáticas, ambientais, sanitárias e também bélicas. Resultado da soma desses fatores: desinterias, febres, comprometimento dos pés, como dor, adormecimento, deformidades, úlceras, sepsis e mesmo gragrenas. Muitas amputações devido ás explosões, ferimentos perfurantes, fraturas ósseas, lesões musculares e nervosas, além de paralisia e distúrbios emocionais.

No período Pós-Guerra e com problemas causados pela revolução industrial os governos e algumas instituições de ensino perceberam a necessidade de ampliar os investimentos na área, até mesmo, particulares que gozavam de boa condição financeira e passaram a perder familiares devido á epidemias e outros traumas possivelmente reversíveis se tratados com a devida atenção por parte dos profissionais, e um aporte passaram a aportar valores mais consideráveis voltados a pesquisa e desenvolvimentos para que de fato a reabilitação fosse uma opção. Com isso, vacinas foram descobertas e a fisioterapia passou a ser uma realidade. Passou a ter formação técnica e já 1967 chegou ao nível de graduação. Com vários acontecimentos concomitantes a sua trajetória inicial, a fisioterapia por vezes quase foi extinta mas a necessidade de reabilitar pessoas era real e a profissão continuou buscando novas e mais complexas formas de instrução, pesquisa e métodos de trabalho. Isso até os dias de hoje.

Conclusão

  Podemos concluir que a profissão de Fisioterapia foi evoluindo ao longo dos anos, passando de um massagista até chegar aos dias de hoje como um fisioterapeuta, sendo aquele profissional que previne e também reabilita pacientes com distúrbios cinéticos.

Até hoje este profissional ainda está mais ao alcance da classe média e alta, são poucos os indivíduos de poucos recursos econômicos que tem o conhecimento deste profissional da saúde.

O que torna a atividade ainda elitista, mas como toda especialidade na área da saúde vai chegar a população geral num futuro que esperamos, que seja próximo. 

APÊNDICE A — Subtitítulo do apêndice

Apêndices tem objetivo de melhorar a compreensão textual, ou seja, completar ideias desenvolvidas no decorrer do trabalho.

ANEXO A — Subtitítulo do anexo

Anexos são elementos que dão suporte ao texto, mas que não foram elaborados pelo autor.

feito

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