ESTUDO DE CASO DA FERROVIA CENTRO ATLÂNTICA PIRES DO RIO – GO

Centro de Profissionalização e Educação Técnica

ESTUDO DE CASO DA FERROVIA CENTRO ATLÂNTICA PIRES DO RIO - GO

BRUNO GONÇALVES DO PRADO

Orientador: Márcia

Resumo

O Curso Técnico em Segurança do Trabalho tem o objetivo de formar profissionais capazes de estimular a promoção da Qualidade de Vida no Trabalho, por meio da preservação da saúde dos trabalhadores e da segurança nos processos, ambientes de trabalho e meio ambiente. Com o presente estudo pretende-se demonstrar a aplicação da Segurança do Trabalho na Empresa Ferrovia Centro Atlântica de Pires do Rio - GO.

Palavras-chave: Segurança do Trabalho, qualidade de vida do trabalhador.

Abstract

The Technical Course in Workplace Safety aims to train professionals capable of stimulating the promotion of Quality of Life at Work, through the preservation of workers' health and safety in processes, work environments and the environment. The aim of this study is to demonstrate the application of Occupational Safety at Empresa Ferrovia Centro Atlântica in Pires do Rio - GO.

Keywords: Work Safety, quality of life of the worker.

Introdução.

O estudo da FCA – Ferrovia Centro Atlântica que atua na área de transporte de forma ética e responsável, oferecendo serviços que gerem valor para seus clientes, colaboradores, fornecedores, acionistas, sociedade e que tem a meta de ser reconhecida pelos clientes e pelo mercado onde atua como a melhor empresa de logística do país.

Inicialmente o estudo descreve a organização, falando como ela surgiu e a forma que ela é hoje, como a FCA está estruturada. Depois mostraremos como a Segurança no Trabalho está incluída na empresa e o papel que ela exerce na empresa, as NRs utilizadas na empresa e como se dá cada uso. Veremos como é o dimensionamento do SESMT e da CIPA da empresa, qual o grau de risco da empresa e a quantidade de funcionários.

Dando continuidade ao estudo veremos a importância do Equipamento de Proteção Individual (EPI), quais são os EPIs utilizados na empresa, qual a aplicabilidade da Gestão da qualidade na FCA e sua importância para o crescimento da empresa. Será apresentado como é feito o transporte, movimentação e armazenagem de materiais usados na execução das atividades. Como essas ferramentas ajuda na Segurança do Trabalho.

 Veremos uma abordagem sobre as técnicas de informática utilizadas pela empresa, se essas tecnologias ajudam no processo operacional e segurança das operações, quais as formas de comunicação que a empresa utiliza, e qual a importância de programas como Word, Excel e Power point para a FCA.

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Desenvolvimento

A Ferrovia Centro Atlântica, mais conhecida como FCA, é uma empresa de grande porte, privada pertencente a VALE, criada no dia 1 de setembro de 1996 assumindo a malha privatizada da RFFSA. Ela trabalha com o transporte de cargas gerais como (commodities agrícolas, insumos e fertilizantes, combustíveis, siderúrgico, automotivo e autopeças, químico, petroquímico e mineração), e corta nove estados brasileiros (Minas Gerais, Espírito santo, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Distrito Federal e Sergipe).

É uma indústria voltada para a Logística, e o nosso estudo se dará em Pires do Rio- Goiás, uma das várias estações que a FCA tem. A estrutura da empresa se divide por gerências e áreas. A área de via permanente que é responsável pela manutenção e construção da linha férrea tem uma gerência, a Operação que fica com a responsabilidade do transporte tem outra gerência, a Mecânica que é responsável pela recuperação de locomotivas e vagões da mesma forma, a área de segurança e meio ambiente também tem sua gerência separada.

 A empresa tem como meta ser reconhecida pelos clientes e o mercado aonde atua, como referência em logística, e ter uma operação segura, livre de acidentes, tem fator determinante para atingir esta meta. Ela atua no mercado nacional transportando as cargas gerais para os portos brasileiros, para que dali sejam exportadas para outros países. A sua representação no âmbito internacional, fica por conta das empresas e representações que a Vale (sua acionista majoritária) tem em outros países. Os maiores concorrentes da FCA são a ALL e a MRS, ferrovias que também opera no transporte de cargas gerais.

A principal dificuldade que a FCA encontra com seus concorrentes é que na chegada aos portos, muitas das vezes é necessário passar com os trens da FCA na linha dos concorrentes, o que sempre causa atraso, pois a ferrovia detentora daquela linha dá prioridade para seus trens, deixando o da FCA parado.

Normas Regulamentadoras

As Normas Regulamentadoras - NR, relativas à segurança e medicina do trabalho, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT. O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente. Constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao cumprimento de suas obrigações com a segurança do trabalho.

 Na empresa FCA as NRs aplicadas são a NR 04 (Serviços Especializados em Eng. de Segurança e em Medicina do Trabalho), é o Técnico em segurança do Trabalho que fica na localidade e fica responsável pelo SESMT local; a NR 05 (CIPA), composta pelos funcionários indicados pela empresa e pelos funcionários eleitos na votação da CIPA, as reuniões da CIPA são realizadas na sala de reunião em Pires do Rio; NR 06 (Equipamentos de Proteção Individual – EPI), as atividades desenvolvidas pela empresa necessita de uso obrigatório de EPI e os principais EPIs utilizados pelos funcionários são capacete, botina com biqueira de ferro, luvas, óculos, protetor auricular, cinto talabarte, roupa antichamas para trabalho com eletricidade.

Outras NRs utilizadas na empresa são a NR 09 (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA), o PPRA é desenvolvido pelo Técnico em Segurança do Trabalho em conjunto com funcionários das áreas administrativo, operação, mecânica e via permanente; NR 10 (Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade), aplicada principalmente para a manutenção das locomotivas; NR 11 (Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais), aplicada no transporte e movimentação de materiais para manutenção na linha férrea; NR 12 (máquinas e equipamentos), a segurança e procedimentos que são aplicados na utilização das máquinas e equipamentos de manutenção da linha férrea e do material rodante.

A NR 16 (Atividades e Operações Perigosas), aplica no transporte de combustíveis, onde a empresa segue todos os procedimentos de transporte de produtos perigosos; NR 17 (ergonomia), aplicada nas funções administrativas e trabalhos de campo voltadas para manter uma postura correta; NR 26 (Sinalização de Segurança), aplicada para sinalizar locais onde estão sendo realizadas manutenções e para sinalizar locais com riscos de acidentes; NR 35 (Trabalho em Altura), aplicada no serviço de manutenção da eletroeletrônica, onde os funcionários tem que subir em postes para dar manutenção em equipamentos.

Todas as NRs são aplicadas de forma correta na empresa, foi possível perceber um alto nível de preocupação da empresa com a segurança em suas atividades. São através das NRs que a FCA promove a segurança na execução das suas atividades.

 Grau de risco e CIPA da empresa 

As empresas privadas e públicas, os órgãos públicos da administração direta e indireta e dos poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, manterão, obrigatoriamente, Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho.

O dimensionamento dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho vincula-se à gradação do risco da atividade principal e ao número total de empregados do estabelecimento. Os profissionais integrantes do SESMT devem possuir formação e registro profissional em conformidade com o disposto na regulamentação da profissão e nos instrumentos normativos emitidos pelo respectivo Conselho Profissional, quando existente.

 A FCA é uma empresa de transporte que busca movimentar cargas dos clientes com agilidade e de forma segura. Sendo assim sua natureza é o transporte ferroviário de carga e o grau de risco para o dimensionamento do SESMT é grau 3. A empresa conta no seu quadro geral, em todas as localidades com mais de cinco mil funcionários. Na localidade de estudo Estação Roncador no município de Pires do Rio - GO, ela conta com (170) cento e setenta funcionários contratados e mais (50) cinquenta funcionários de empresas terceirizadas que prestam serviços para a FCA. Estes funcionários estão divididos nas diversas áreas da empresa, como operação, mecânica, via permanente e meio ambiente.

 Com a quantidade de (220) duzentos e vinte funcionários entre fixos e terceirizados, a empresa conta com um (1) Técnico de Segurança do Trabalho na localidade para atender a determinação do SESMT. Esse profissional é necessário ser técnico portador de comprovação de registro profissional expedido pelo Ministério do Trabalho.

 A FCA de acordo as legislações existentes é uma empresa de grande porte, pois ela tem um grande patrimônio, um número grande de funcionários e movimenta milhões anualmente. Ela é uma empresa que corta vários estados brasileiros, empregando muitos funcionários nessas localidades. Como na cidade de estudo (Pires do Rio), a FCA é uma das empresas que mais gera empregos na cidade, e assim ela é em todas as localidades nas quais atua. Além de tudo é uma empresa que tem suas ações negociadas na bolsa de valores, por isso ela é considerada uma grande empresa.

 Uma parte interessante que os funcionários das empresas terceirizadas, são treinados nos procedimentos operacionais e sobre o uso dos EPI’s, da mesma forma que os empregados da FCA, uma coisa que em outros casos não é muito comum, pois há casos em empresa de descaso muito grande quanto a funcionários de empresas terceirizadas.

 A CIPA da empresa FCA tem como uma das funções elaborar o mapa de risco do local de trabalho, o mapa de risco é uma representação gráfica, planta baixa, que reproduz o layout do ambiente de trabalho sob análise, localizando e informando os fatores de riscos presentes através de uma legenda. O layout deve representar de maneira fiel o local em que a atividade é executada.

Segue foto do Mapa de Risco da empresa:

Figura 1 — Mapa de Risco da empresa
Mapa de Risco da empresaO autor (2021)

 Equipamento de Proteção IndiVIDUAL

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) são tratados pela NR 06 e considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. O equipamento de proteção individual, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.

 Toda empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento. Compete ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), ouvida a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e trabalhadores usuários, recomendar ao empregador o EPI adequado ao risco existente em determinada atividade.

 Cabe ao empregador quanto ao EPI:

a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;

b) exigir seu uso;

c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;

d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;

e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;

f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e,

g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.

 Cabe ao empregado quanto ao EPI:

a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;

b) responsabilizar-se pela guarda e conservação;

c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e,

d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.

 O uso de EPI na Ferrovia Centro Atlântica é feito seguindo as exigências para proporcionar a segurança do funcionário na execução das suas atividades, é dado treinamento de como usar o EPI e da sua importância, após este treinamento é cobrado e acompanhado pelas inspetorias e supervisão o uso do EPI, o não uso do mesmo, ou uso incorreto, é tratado em advertências sansões disciplinares.

 Os principais EPIs utilizados pelos funcionários da FCA nas atividades de manobra, manutenção de via permanente e material rodante são capacete, botina com biqueira de ferro, luvas, óculos, protetor auricular, cinto talabarte, roupa antichamas para trabalho com eletricidade, colete refletivo para visualização, lanterna para trabalhos noturnos.

EPIs utilizados na FCA:

Figura 2 — EPI 1
EPI 1O autor (2021)

Figura 3 — EPI 2
EPI 2O autor (2021)

 Gestão da qualidade

As certificações da gestão qualidade surgiram em 1946 quando 25 países se reuniram em Londres e decidiram criar uma organização internacional, cujo objetivo seria facilitar a coordenação internacional e a unificação dos padrões industriais. A nova organização, ISO, oficialmente iniciou suas operações em 23 de fevereiro de 1947, em Genebra, na Suíça. ISO – International Organization for Standardization, que, traduzindo, significa Organização Internacional para Padronização, e uma organização não governamental criada após a Segunda Guerra Mundial, situada em Genebra (Suíça), com o objetivo de facilitar o comercio internacional de bens e serviços e criar normas para esse comercio. O Brasil participa da ISO por meio da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que e uma associação privada sem fins lucrativos.

 A série que tem um conjunto de normas relacionadas a sistema de Gestão Ambiental é a ISO 14000, e ela abrange seis áreas:

• Sistema de Gestão Ambiental;

• Auditorias Ambientais;

• Avaliação de Desempenho Ambiental;

• Rotulagem Ambiental;

• Aspectos Ambientais nas Normas de Produtos;

• Análise do Ciclo de Vida do Produto.

Inicialmente foram aprovadas cinco normas dessa série: ISO 14001, 14004, 14010, 14011 e 14012.

• ISO 14000: Guia de orientação do conjunto de normas da série;

• ISO 14001: Sistemas de gestão ambiental – Especificações e diretrizes para uso;

• ISO 14004: Sistemas de gestão ambiental – Diretrizes gerais sobre princípios, sistemas e técnicas de apoio;

• ISO 14010: Diretrizes para auditoria ambiental – Princípios gerais;

• ISO 14011: Diretrizes para auditoria ambiental – Procedimentos de auditoria – Auditoria de sistemas de gestão ambiental;

• ISO 14012: Diretrizes para auditoria ambiental – Critérios de qualificação para auditores ambientais.

 As normas ISO 14000 não estabelecem níveis de desempenho ambiental, especificam somente os requisitos que um sistema de gestão ambiental deverá cumprir. De forma geral, referem o que deverá ser feito por uma organização para diminuir o impacto das suas atividades no meio ambiente, mas não prescrevem como fazer.

 A FCA segue todas as diretrizes da ISO 14000, além de manter outras formas de prevenção e preservação do meio ambiente. Uma dessas formas são as equipes de Prevenção e atendimento a emergência que visa evitar ocorrências na via e estar devidamente preparado para atender, no menor prazo e de forma mais resolutiva possível, é o objetivo do Programa de Gestão de Riscos da FCA. Ao longo da malha, ela conta com 17 bases próprias de atendimento a emergência, dotadas de equipamentos de última geração.

 Já a concessão das licenças é feita pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), já que a ferrovia se estende por sete estados e Distrito Federal. O processo de licenciamento conduzido pela FCA considera aspectos e impactos ambientais decorrentes da atividade da malha ferroviária e dos pontos de apoio, como postos e oficinas. Contempla o detalhamento das tarefas realizadas e seus aspectos ambientais, diagnóstico e análise dos impactos ambientais, indicando ações e programas de controle e mitigação a serem instituídos. Para além das obrigações exigidas em condicionantes, investimos recursos financeiros e humano nos controles de nossos processos com foco ambiental.

 A FCA ainda tem três gestões ligadas ao meio ambiente, que são elas.

● Gestão de resíduos - esse programa dispõe sobre acondicionamento, armazenamento, transporte e disposição de resíduos. A FCA trabalha em conformidade com os requisitos da legislação, das normas técnicas aplicáveis e com as diretrizes e instruções corporativas da Vale. A gestão sistêmica permite minimizar a geração e maximizar a reutilização dos resíduos, reduzindo custos, com benefícios para o meio ambiente.

● Gestão de recursos hídricos – essa gestão acompanha o consumo nas unidades operacionais, traça metas e planos de redução e põe em prática medidas de controle de contaminação, em atendimento à legislação ambiental. O objetivo é consumir água de forma racional e sustentável e devolvê-la à natureza sem contaminação. Para isso, utilizamos os seguintes sistemas:

● Estação de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI): trata todo o efluente industrial gerado na oficina de Divinópolis, utilizando processos físicos, químicos e biológicos.

 ● Separador de água e óleo (SAO): separa a água e o óleo provenientes das manutenções em locomotivas, lavadores de locomotivas, entre outras atividades operacionais.

 ● Poços tubulares: captam água potável para abastecimento doméstico e industrial.

● Gestão de ruídos – A FCA vários pontos da ferrovia para definir, em conjunto com órgãos ambientais, métodos para minimizar o ruído que afeta essas áreas.

 Com essas práticas de proteção e respeito ao meio ambiente, a FCA procura desempenhar seus trabalhos, sabendo que respeitar o meio ambiente não é uma obrigação e sim um valor, que deve ser respeitado e seguido, e ela procura passar essa preocupação com o meio ambiente para seus clientes, funcionários, colaboradores e também para as comunidades aonde ela atua.

Na parte do meio ambiente A FCA tem como diretrizes para seu Sistema de Gestão Ambiental ir além dos trilhos e para isso, compromete-se a:

● Prestar serviços de logística ferroviária para seus clientes em consonância com a legislação e outros requisitos;

● Atuar com vistas à prevenção da poluição e gestão dos aspectos de resíduos sólidos, consumo de combustíveis, ruídos e emissões atmosféricas;

● Promover o uso consciente dos recursos naturais;

● Fornecer aos seus empregados e fornecedores informações e treinamentos necessários para uma atuação eficiente e segura;

● Desenvolver suas atividades de forma sustentável perante as comunidades onde atua.

Esta política ambiental foi aprovada pela Alta Direção da FCA em 12/11/2009, segue em anexo algumas fotos da política ambiental da FCA.

Figura 4 — Coleta seletiva de lixo 1
Coleta seletiva de lixo 1O autor (2021)

Figura 5 — Coleta seletiva de lixo 2
Coleta seletiva de lixo 2O autor (2021)

Tratamento de água na estação de Divinópolis, citado apenas como exemplo, na localidade estudada, por ser pequena, não há necessidade dessa unidade de tratamento de água.

Figura 6 — Tratamento de água na estação de Dininopólis
Tratamento de água na estação de DininopólisO autor (2021)

Já o sistema de gestão da FCA tem como objetivo não só o alcance dos resultados, mas também sua superação. Para alcançar isso, baseia-se no acompanhamento da rotina, na padronização dos processos, no tratamento dos desvios e na melhoria contínua. Criado em junho de 2002, reformulado e atualizado constantemente, o Sistema de Gestão visa dar suporte para a excelência em qualidade de atendimento aos clientes, atingir a previsibilidade nos resultados e o alcance das metas propostas anualmente às áreas.

O sistema está sintetizado no modelo abaixo:

Figura 7 — Modelo Gestão FCA
Modelo Gestão FCAO autor (2021)

Figura 8 — Valores FCA
Valores FCAO autor (2021)

Figura 9 — quadro informativo 1
quadro informativo 1O autor (2021)

Figura 10 — quadro informativo 2
quadro informativo 2O autor (2021)

A Visão Vale, da qual desdobra-se a Visão da Logística – ser reconhecida na Vale e pelos mercados onde atua como o mais seguro e eficiente prestador de serviços logísticos até 2022 –, é aonde a FCA quer chegar. Todas estas estratégias são elaboradas para que a Visão seja alcançada. Para colocar as estratégias em prática, a FCA trabalha com três pilares: gerenciamento de projetos, gerenciamento da rotina e gerenciamento pelas diretrizes. A padronização das atividades garante uniformidade ao processo e os itens de controle medem e acompanham o andamento do negócio. Todos os desvios são tratados, buscando sempre a melhoria contínua.

Nesse processo, as pessoas têm papel primordial. Elas são as bases de sustentação das metas da FCA. Programas e ferramentas como 5S, 6 Sigma, Gerenciamento pelas diretrizes e reuniões com lideranças são ferramentas de nosso modelo de gestão, cujo cumprimento é verificado mensalmente por meio do Check de Excelência de Gestão. Já com a sociedade a FCA considera fundamental o bom relacionamento com as comunidades. Por isso, o esforço para a criação de bases sólidas de crescimento do negócio caminha lado a lado com a preocupação com a segurança e adoção de práticas de responsabilidade social, que contribuam para prevenir ocorrências ferroviárias, além de melhorar a vida das comunidades onde operamos.

Em parceria com instituições governamentais e sociedade civil, a FCA busca promover, por meio de diálogo permanente, a construção de programas e atividades para fomentar o desenvolvimento local e garantir uma convivência segura e harmônica em sua área de atuação. Algumas das campanhas que a FCA desenvolve nas comunidades são: campanhas de segurança e conscientização no trânsito dá importância de se respeitar a Ferrovia e assim evitar acidentes, Cidadania nos trilhos, Conexão comunidade, Diálogo Social, Programa de visitas.

Figura 11 — Campanha cidadania nos trilhos
Campanha cidadania nos trilhosO autor (2021)

Figura 12 — campanha educativa no trânsito
campanha educativa no trânsitoO autor (2021)

Já como projetos a FCA tem três projetos em andamento, o primeiro é a modernização da linha férrea entre Horto e General Carneiro. O projeto contempla investimentos em infraestrutura urbana que beneficiarão os mais de 250 mil moradores dos 10 bairros que estão localizados na região, por meio da instalação de passarelas e viadutos, pavimentação de ruas e a construção de áreas verdes e de lazer.

Outro projeto é o de Mato Seco, este projeto vai viabilizar o transporte de 350 mil toneladas anuais de açúcar de Aguaí, em São Paulo, para Santos, no mesmo estado. Trata-se de um contrato de transporte com a ED&F Man, que antecipou R$ 6 milhões de valor de frete para a reforma dos vagões que serão utilizados. Para o embarque será usado o Terminal MatoSul, onde foi construído um ramal de acesso ferroviário. O último projeto em destaque é Noroeste de Minas este projeto está criando um corredor de grãos para escoar a produção agrícola do Noroeste de Minas até o Complexo Portuário de Tubarão, em Vitória (ES), por meio da malha da FCA e da Estrada de Ferro Vitória a Minas. Trata-se de uma Parceria entre a FCA, por meio de sua controladora Vale, e o Governo de Minas Gerais.

Segurança no transporte, movimentação (NR11)

A NR que trata da segurança no transporte, movimentação e armazenagem de materiais é a NR 11, na FCA essa NR é muito aplicada no transporte de movimentação de materiais para manutenção da via permanente e do material rodante. Esses materiais geralmente são muitos pesados o que requer auxílio de máquinas e equipamentos para realizar sua movimentação e transporte.

São os equipamentos utilizados para movimentação dos materiais dentro do Almoxarifado, Depósito, Armazém, Centro de Distribuição. Na ferrovia Centro Atlântica temos o Almoxarifado e o Depósito. No almoxarifado fica estocadas mercadorias como uniforme, EPI (equipamento de proteção individual), material de escritório etc. São mais mercadorias leves. Já os depósitos contam com peças de locomotiva e vagões, sacos de areia de 20 kg, que são usadas nas locomotivas, tambores de óleo e etc. Os equipamentos utilizados no almoxarifado e no depósito da FCA é o carrinho plataforma que auxilia na separação de pedidos e no transporte dos materiais, o carrinho para movimentação de caixa que minimiza os esforços. Segue o exemplo de cada um deles.

Figura 13 — carrinho plataforma
carrinho plataformaCarrinho plataforma. (usados na FCA para transporte de sacos de areia de 20 kg até as locomotivas e peças para vagões e locomotivas).

 Máquinas e equipamentos e Atividades e operações perigosas (nr12 e nr16)

A NR 12 que trata da segurança no trabalho em máquinas e equipamentos define referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamento de todos os tipos. Esta norma define que o empregador deve adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos, capazes de garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores, e medidas apropriadas sempre que houver pessoas com deficiência envolvidas direta ou indiretamente no trabalho.

 Na FCA as máquinas e equipamentos utilizados na execução do trabalho de manutenção de via permanente são retroescavadeiras, parufasadeira, furadeira, máquina de corte, já no trabalho de manutenção do material rodante as máquinas utilizadas são esmeril, máquina de solda, prensa, torno. Para operar essas máquinas, os funcionários são treinados na operação e nos dispositivos de segurança e recebem todos os EPIs necessários para a execução das atividades, além de sempre haver inspeção no uso das máquinas e equipamentos para certificar que está seguindo os procedimentos de segurança.

 Atividades e operações perigosas é tratada pela norma regulamentadora NR 16. As operações de transporte de inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos, em quaisquer vasilhames e a granel, são consideradas em condições de periculosidade, exclusão para o transporte em pequenas quantidades, até o limite de 200 (duzentos) litros para os inflamáveis líquidos e 135 (cento e trinta e cinco) quilos para os inflamáveis gasosos liquefeitos.

 A FCA está inclusa no anexo 2 da NR 16, atividades e operações com inflamáveis. Essa operação se dá na empresa devido o transporte de combustíveis e líquidos inflamáveis do terminal da Replan em Paulínia – SP para os terminais de descarga da POOL em Goiânia – GO e da BR e Raízen em Brasília – DF. Todos os funcionários que trabalha na operação de transporte de produtos perigosos recebem adicional de periculosidade no valor de 30 % sobre o salário base, além de receberem treinamentos constantemente sobre instruções de serviço e procedimentos de segurança, exemplo de treinamento é o MOPE.

 O transporte de produtos perigosos segue ainda várias normas da ANTT e do Meio Ambiente como seguir com ficha de emergência do produto, os veículos têm que ter placas de segurança informando o produto e rótulos de risco com o grau do risco do produto, liberação ambiental para circulação e o operador que conduz o trem deve seguir com um kit de segurança com itens de primeiros socorros e para sinalização em caso de acidentes.

Ergonomia e Trabalho em altura (nr17 e nr 35)

Ergonomia é o conjunto de regras e procedimentos que visam os cuidados com a saúde do profissional, dentro e fora do seu ambiente de trabalho. Regulamentada pela NR 17, pode ser dividida em três áreas: ergonomia física, cognitiva e organizacional. Ela visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.

  As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho, e à própria organização do trabalho. Cada atividade deve seguir um procedimento de trabalho para proteger a saúde e integridade física do trabalhador.

 A Ergonomia na Ferrovia Centro Atlântica é aplicada nas funções administrativas e nos trabalhos de campo, sempre voltadas para manter uma postura correta e garantir a saúde e integridade física dos trabalhadores. Nos escritórios é comum o uso de apoio para os pés, cadeiras ergonômicas para manter a postura correta e sempre dar pausa para descanso durante atividades intensas. No trabalho de campo nas áreas de manutenção de via permanente e material rodante a ergonomia está presente na postura correta para execução de atividades e o levantamento de peso compatível com a força do trabalhador.

 O transporte e a descarga de materiais feitos por impulsão ou tração de vagonetes sobre trilhos, carros de mão ou qualquer outro aparelho mecânico são ser executados de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja compatível com sua capacidade de força e não comprometa a sua saúde ou a sua segurança. O trabalho de levantamento de material feito com equipamento mecânico de ação manual é executado de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja compatível com sua capacidade de força e não comprometa a sua saúde ou a sua segurança.

 A NR 35 que trata do trabalho em altura, ela estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade. Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda.

 O trabalho em altura na FCA acontece nos trabalhos de manutenção da eletroeletrônica nos postes com equipamento de detector de descarrilamento e conferência de cauda dos trens. Para dar a manutenção é necessário o funcionário subir nos postes e fazer reparo nos equipamentos no alto do poste, o funcionário faz uso de escada e dos EPIs capacete, luvas óculos, colete refletivo, roupa anti choque, cinto paraquedista com talabarte de posicionamento e trava queda. Antes de iniciar o trabalho é necessário fazer uma AR (análise de risco).

Tecnologia da informação

Os sistemas de informação evoluíram muito desde que foram criados e têm uma importância fundamental para as empresas. Foram desenvolvidos sistemas com foco na otimização do uso da mão de obra excessivamente cara, de forma que esses sistemas pudessem vir a representar papéis de auxiliadores na tomada de decisão. Os sistemas de informação hoje estão inseridos em praticamente todas as atividades empresariais, dando suporte para a melhoria na qualidade de serviços e produtos.

 A forma de comunicação interna da FCA é a intranet. A intranet é uma rede de computadores privada que assenta sobre a suíte de protocolos da Internet, porém, de uso exclusivo de um determinado local, como, por exemplo, a rede de uma empresa, que só pode ser acessada por seus usuários ou colaboradores internos, tanto internamente como externamente ao local físico da empresa. Pelo fato de sua aplicação, todos os conceitos TCP/IP se empregam à intranet, como, por exemplo, o paradigma de cliente-servidor.

Dentro de uma empresa, todos os departamentos possuem alguma informação que pode ser trocada com os demais setores, podendo cada seção ter uma forma direta de se comunicar com as demais, o que se assemelha muito com a conexão LAN, que, porém, não emprega restrições de acesso.

Nessa intranet todos os funcionários trabalham através de vários softwares que a FCA adquiriu ou mandou fazê-los para seu uso. São programas como Unilog (permite formação de trens, carregamento e descarga de vagões), é através do unilog que a FCA mede como está sua produção, ele permite ver o que foi carregado nos vagões, o peso, a mercadoria, o tempo que o trem gasta de percurso. Outro programa utilizado pela FCA é o ACTWEB, no qual este programa permite ver onde os trens estão passando, permite troca de mensagens entre o operador do trem e o CCO. Através dele vê a temperatura dos trilhos, através de termômetros colocados na linha e interligado com este sistema. E como estes dois, existem muitos outros programas como Unicom (permite a cobrança de estadias dos clientes devidos atraso no carregamento e descargas dos vagões), Oracle (onde é feita as solicitações de compra de materiais para uso diversos), Unigofer (quando acontece algum acidente, é através deste programa que é feita a apuração.)

Figura 14 — Sistema Unilog
Sistema UnilogSistema unilog utilizado para atualização dos trens, carregamentos, descarga, vagões e locomotivas. O autor.

Figura 15 — Sistema ActWEB
Sistema ActWEBTela de início do Sistema ACTWEB, controla o licenciamento, envia macros e painel com a circulação.

Figura 16 — ACTWEB 2
ACTWEB 2Logo do Sistema ACTWEB, controla o licenciamento, envia macros e painel com a circulação.

O Excel é um programa com planilhas eletrônicas, nestas planilhas é possível a inserção de várias fórmulas, e com a inserção de dados, se consegue resultados e gráficos que se não fossem pela ajuda dessa ferramenta, perderia muito tempo na obtenção desses dados. As planilhas do Excel têm um papel muito importante, porque através de fórmulas elas puxam dados dos programas existentes da ferrovia como o unilog, é possível fazer gráficos e acompanhar como estão o real e as metas da empresa. O uso do Excel na FCA é muito grande, através dele é que se tem controle de todos os ritmos da empresa, ele ajuda muito na tomada de decisões, ver qual direção precisa de um foco maior.

Já o Word é um processador de texto que possui uma série de tarefas avançadas com suas inúmeras funções, para trabalhar com textos. Com ele, podemos criar rapidamente documentos, cartas, tabelas e memorandos. Na FCA o Word é mais usado para avisos, e quando precisar redigir algum texto. Os funcionários que trabalham com os sistemas de informação na FCA têm que ter domínio dessas duas ferramentas.

O Power point permite a criação de aplicações gráficas; assim, é possível elaborar apresentações profissionais de forma rápida e simples. É mais um sistema de informação muito utilizado pela FCA, todas as apresentações da FCA são montadas em Power point e segue todo um padrão. Toda reunião que é feita pela empresa, apresentação de algum acidente, treinamentos a serem dados, todos eles são feitos no Power point.

 Outra ferramenta da informática utilizada pela FCA é o e-mail ou correio eletrônico, ele permite escrever, enviar e receber mensagens por meio do protocolo SMTP, que utiliza a internet para enviar suas mensagens. O e-mail tornou-se muito popular, pois, com sua facilidade, é possível enviar mensagens independentes da localização geográfica. No entanto, o sistema de e-mail tem passado por problemas causados por spam (e-mails indesejados enviados para uma massa muito grande de pessoas) e vírus (que se utilizam dos anexos existentes nos e-mails para se propagarem).

 O uso do e-mail na FCA, permite uma interação entre a ferrovia e os clientes. Através do e-mail o cliente solicita algo que esteja precisando, passa formulário com as notas dos vagões para que sejam carregados ou descarregados no sistema pelos funcionários da FCA, e da mesma forma é assim com a FCA que envia sempre e-mail para os clientes, a respeito de assuntos diversos. Outra ferramenta utilizada pela FCA é o communicator, que é um programa de mensagem instantânea por meio do qual os usuários trocam mensagens, em tempo real, com uma lista de amigos que podem ser cadastrados no seu communicator. Ele permite o usuário saber quais usuários estão online naquele momento.

O maior benefício do communicator que ele permite uma economia principalmente de telefone, pois assuntos com pessoas que estão em outras localidades, o que se fosse feito por telefone geraria custos, podem ser tratados através do communicator. Outro ponto do communicator, por ele estar na intranet, só aceita adicionar usuários que sejam funcionários do grupo da FCA, usuários que tenham e-mail do grupo da empresa.

Conclusão

Com o presente estudo podemos entender que a FCA é uma empresa que preocupa com a segurança do trabalho na execução das suas atividades. Vimos as NRs que são aplicadas na empresa, qual o grau de risco da empresa, a constituição de sua CIPA e o dimensionamento do SESMT.

 Entendemos o que é Equipamento de Proteção Individual (EPI) e quais os EPIS que são utilizados na empresa, foi possível entender a importância da gestão da qualidade para conseguir atingir as metas da empresa. Os procedimentos de segurança no transporte, movimentação e armazenagem de materiais, a importância da ergonomia para cuidar da saúde e integridade física do trabalhador e a segurança na execução do trabalho em altura.

 Na última parte do estudo, estudamos as técnicas de informática, quais tecnologias são usadas pela FCA no desenvolvimento do seu serviço, e os ganhos que essas tecnologias trazem para a Cia. Vimos como é o uso de programas como o Excel, Word e Power Point no dia a dia da empresa. E por último falamos de outras ferramentas usadas no serviço prestado pela FCA.

Referências

BarbosaPaulo Roberto Barsano e Rildo Pereira. Segurança do Trabalho Guia Prático e Didático. São Paulo: Erica, v. 3, 2018.

BARSANOPAULO ROBERTO; BARBOSARILDO PEREIRA. CONTROLE DE RISCOS: PREVENÇAO DE ACIDENTES NO AMBIENTE OCUPACIONAL. Curitiba: Erica, f. 60, 2014. 120 p.

Ferrovia Centro Atlântica S/A. Wikipedia. 2021. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ferrovia_Centro-Atl%C3%A2ntica_S.A. Acesso em: 10 mar. 2021.

Normas Regulamentoras. Guia Trabalhista. 2021. Disponível em: http://www.guiatrabalhista.com.br/legislacao/nrs.htm. Acesso em: 15 mar. 2021.

PAOLESCHIBRUNO. CIPA - GUIA PRATICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO: COMISSAO INTERNA DE PREVENÇAO DE ACIDENTES. Diadema: Erica, f. 64, 2010. 128 p.

ROJASPABLO. TECNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO. Porto Alegre: Bookman, f. 93, 2015. 185 p.

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