CURTA, PRODUZA E COMPARTILHE

Estácio de Sá

CURTA, PRODUZA E COMPARTILHE

Felipe Fernandes DE MEDEIROS

Resumo

Este é o resumo do seu projeto. Ele é um elemento obrigatório pelas normas da ABNT e o tamanho recomendado é de 150 a 500 palavras. Nele você deve apresentar de forma sintética os pontos principais do trabalho. Utilize a terceira pessoa do singular, na voz ativa. Procure utilizar frases claras, afirmativas e evite enumeração de tópicos. Ressalte o objetivo, o método, os resultados e as conclusões obtidas no estudo. A primeira frase deve destacar o tema principal do trabalho. Abaixo do resumo você encontra as palavras chave, que serão utilizadas para a catalogação dos trabalhos na biblioteca. Utilize de 3 a 5 palavras separadas por ponto.

Palavras-chave: Mettzer. Formatação. Trabalho acadêmico.

Abstract

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Palavras-chave: Mettzer. Formatting. Academic work.

Introdução

Não é de hoje que a sociedade promove movimentos organizados em busca de um objetivo comum. Os movimentos sociais fazem parte da história da humanidade desde os primórdios de sua organização, tendo papel fundamental na estrutura básica de convivência social.
 
Se a globalização foi responsável pela aproximação de pessoas de diferentes povos, culturas e línguas em torno de interesses comuns, fazendo com que as diferenças e distâncias entre as nações se tornassem cada vez menos impeditivas para o compartilhamento de crenças, ideais e objetivos, podemos afirmar que as novas tecnologias de comunicação e informação, especialmente a internet, foram ferramentas fundamentais para toda uma mudança de paradigma de comunicação que viria junto à essa nova era globalizada. 

De acordo com Lemos (2004), a principal característica da internet no tocante à produção, difusão e estoque da informação, é de que o ambiente obedece um sistema de multiplicidade do rizoma (todos-todos), onde todos os participantes da rede tem possibilidade de conexões entre si, diferente do que estávamos acostumados através do sistema do mass media (um-todos), onde a comunicação é unilateral, modelo amplamente aproveitado pelo cinema, TV, rádio e impressos em geral.

Para entender quais fatores fizeram com que grupos se organizassem no ambiente digital é fundamental refletir sobre as mudanças de paradigmas sociais do mundo pós-industrializado que modificaram a forma como as pessoas utilizam seu tempo.

Em seu livro “A Cultura da Participação: criatividade e generosidade no mundo conectado”, SHIRKY (2011) indica que, como fruto do tempo livre disponível no mundo pós-moderno, a sociedade passou a possuir um enorme potencial cognitivo coletivo latente, caracterizado por ele como excedente cognitivo. 

Diferente de quando gastávamos nosso tempo livre sozinhos em frente à televisão, que se utilizava de um sistema de comunicação unilateral, o emprego desse excedente cognitivo social em projetos colaborativos na internet pôe em prática nosso senso de contato social (ainda que seja de forma virtual) ao passo que também utiliza nosso tempo livre em esforços coletivos na construção de coisas pelas quais acreditamos que vale a pena investir. É uma grande mudança de paradigma: passamos de pessoas que apenas se sentavam em frente a um aparelho para consumir o que lhes era oferecido a pessoas que empregam seu tempo livre e habilidades para construir, junto a outros indivíduos, projetos em que acreditamos.

“Algo que torna a era atual notável é que podemos agora tratar o tempo livre como um bem social geral que pode ser aplicado a grandes projetos criados coletivamente, em vez de um conjunto de minutos individuais a serem aproveitados por uma pessoa de cada vez” (Shirky, 2011, p. 15)


Ao facilitar a formação de grupos, as novas ferramentas sociais ampliaram o alcance e a sofisticação dos esforços coletivos não supervisionados, potencializando as possibilidades de produção colaborativa e ações coletivas organizadas (SHIRKY, 2012).

Com o netativismo ganhando cada vez mais força em função da crescente quebra de limitações propiciada pela nova estrutura da rede, inúmeros grupos têm organizado mobilizações locais ou até mesmo transculturais em busca de alcançar os mais diversos objetivos, desde a localização de um animal perdido à construção de abaixo-assinados que acabam por se tornar petições públicas (caso do projeto “ficha-limpa”). 

Apesar das inúmeras benesses advindas das ferramentas sociais, o gerenciamento de grupos, especialmente os não supervisionados, como é o caso da maioria dos grupos de internet, ainda é um desafio. Acontece que instigar o engajamento dos indivíduos a níveis de imersão mais profundos e que gerem produções colaborativas e ações coletivas eficazes demanda mais do que simplesmente disponibilizar conteúdo na rede. Até porque conteúdo na rede é algo que não falta. Sensibilizar, engajar e motivar os grupos a se envolverem nas causas estimulando sua participação para além da simples visualização deve ser o norte dos produtores de conteúdo que buscam fortalecer ações coletivas no ambiente online. 

O presente trabalho teve como objetivo verificar os comportamentos de indivíduos nas redes sociais digitais, discutindo os níveis de imersão existentes, analisando os fatores que geram maior engajamento e propondo novas estratégias para o fortalecimento da participação popular no ambiente digital em apoio a causas sociais. 

Com base em uma pesquisa quantitativa descritiva e utilizando como instrumento de aferição um questionário disponibilizado e preenchido a partir do Google Docs (anexo I), buscou-se: 1) verificar que tipo de conteúdo disponibilizado nas redes possui maior nível de imersão e quais plataformas digitais de redes sociais estimulam maior engajamento, 2) analisar quais formas de distribuição de conteúdo geram maior participação do público e 3) refletir sobre estratégias que estimulem o engajamento à causas sociais e que conduzam à ações coletivas eficazes. 

A pesquisa contou com a participação de 118 pessoas, entre homens e mulheres, com idades entre 17 e 60 anos, e que possuem perfis ativos em plataformas de redes sociais.

Desenvolvimento

Ciberativismo e Netativismo 

O uso do ambiente digital para mobilizações e ações coletivas de cunho político e social não teve seu início somente com o surgimento das plataformas de redes sociais, mas já dava seus primeiros passos no final da década de sessenta, dentro dos laboratórios do Massachusetts Institute of Technology (MIT), com o desenvolvimento da tecnologia dial-up e o lançamento do CompuServe — um serviço comercial de conexão à internet em nível internacional muito propagado nos EUA. Acontece que, contemporâneos a esses eventos, também surgiram os primeiros grupos daquela que viria a ser denominada como a primeira geração de hackers (LEVY, 2010 apud MACHADO, 2015). Esse grupo tinha como principal motivação a noção de que a informação e o uso de computadores deveriam ser universais e irrestritos. Até mesmo a forma de organização dos grupos de hackers sessentistas já era inovadora, sendo distribuída de maneira horizontal e não hierárquica, compartilhando o resultado de suas ações e quase sempre servindo aos interesses da comunidade. 

Embora nutrido pelos mesmos anseios, o ativismo digital contemporâneo difere do movimento hacker da época na necessidade de conhecimento técnico por parte dos usuários, que tem hoje a sua disposição sites e aplicativos simples, que exigem pouco ou nenhum treinamento. Mas é importante ressaltar que os princípios e ideais levantados pela bandeira hacker das gerações passadas influenciou a forma como compreendemos, produzimos e compartilhamos a informação.

De acordo com DI FELICE (2012), com o advento da banda larga e os primeiros movimentos dos grupos zapatistas, surge a necessidade de se repensar o termo ciberativismo e suas implicações. O ciberativismo seria uma forma antiga de experiência sobre ativismo que utilizava a primeira internet, ainda caracterizada muito mais como uma rede digital de distribuição global de informações que como um local de produção colaborativa. Tendo em vista essa limitação conceitual, considerou-se necessário refletir sobre um conceito que traduzisse com maior objetividade a nova realidade do ativismo digital, dos movimentos conectados, ou seja, da vida que não mais se divide em online e offline, mas que é permeada por ambas realidades.

O netativismo surge em meio a uma nova ecologia de rede, a Web 2.0, que não somente permite a disponibilização do conteúdo em diversos tipos de formato (texto, áudio, vídeo) de maneira participativa, como também traz consigo a possibilidade de permanecer conectado todo tempo. Atingimos a era de movimentos que coexistem nas ruas e nas timelines, normalmente organizados e conduzidos de maneira integrada (DI FELICE, 2012).

“Para tanto, nos reapropriamos do termo “netactivism” ou netativismo, que deu título ao livro de Ed Schwartz (1996), apenas para simplificação da expressão Network-Ativismo que empregaremos aqui de forma a não restringir o seu significado ao âmbito da democracia eletrônica e das redes cidadãs de participação política, tão referidas por Schwartz ou aos usos da Internet propostos pelo ciberativismo, mas para, também, analisar uma nova forma de ativismo digital em rede e na rede que se articula como maximização das possibilidades de autonomia e sustentabilidade do desenvolvimento e da criatividade, no âmbito dos movimentos new-global caracterizados, não pela oposição à globalização, mas pelo advento de uma identidade cidadã global, habitante das redes digitais, que não nega a diversidade local e cujas pautas reivindicatórias e de ação global avançam na direção do atendimento das necessidades comuns, tais como a democracia, equidade, consumo consciente, sustentabilidade etc” (DI FELICE, 2012, p. 36).

Uma das características que atinge a maior parte dos movimentos netativistas é a descentralização da liderança, o que implica na existência de grupos bastante heterogêneos, muitas vezes formados por pessoas com diferentes posicionamentos e visões de mundo, mas que compartilham algum objetivo em comum. Fruto dessa heterogeneidade, participantes de grupos netativistas podem apresentar diferentes formas e níveis de comprometimento. Além disso, é necessário levar em consideração que, apesar de contar com uma infraestrutura de rede de grande potencial, todo conteúdo produzido e disponibilizado na rede está sujeito a análise e aceitação dos usuários, que podem se engajar ou não e que, ainda que desejem interagir, podem apresentar diferentes níveis de imersão.

“Para tanto, nos reapropriamos do termo “netactivism” ou netativismo, que deu título ao livro de Ed Schwartz (1996), apenas para simplificação da expressão Network-Ativismo que empregaremos aqui de forma a não restringir o seu significado ao âmbito da democracia eletrônica e das redes cidadãs de participação política, tão referidas por Schwartz ou aos usos da Internet propostos pelo ciberativismo, mas para, também, analisar uma nova forma de ativismo digital em rede e na rede que se articula como maximização das possibilidades de autonomia e sustentabilidade do desenvolvimento e da criatividade, no âmbito dos movimentos new-global caracterizados, não pela oposição à globalização, mas pelo advento de uma identidade cidadã global, habitante das redes digitais, que não nega a diversidade local e cujas pautas reivindicatórias e de ação global avançam na direção do atendimento das necessidades comuns, tais como a democracia, equidade, consumo consciente, sustentabilidade etc” (DI FELICE, 2012, p. 36).

Uma das características que atinge a maior parte dos movimentos netativistas é a descentralização da liderança, o que implica na existência de grupos bastante heterogêneos, muitas vezes formados por pessoas com diferentes posicionamentos e visões de mundo, mas que compartilham algum objetivo em comum. Fruto dessa heterogeneidade, participantes de grupos netativistas podem apresentar diferentes formas e níveis de comprometimento. Além disso, é necessário levar em consideração que, apesar de contar com uma infraestrutura de rede de grande potencial, todo conteúdo produzido e disponibilizado na rede está sujeito a análise e aceitação dos usuários, que podem se engajar ou não e que, ainda que desejem interagir, podem apresentar diferentes níveis de imersão.

Aceitação e engajamento: os diferentes níveis de imersão

A autonomia comunicacional dos indivíduos é fortalecida pela possibilidade de, através das mídias digitais interativas, poder receber, transmitir, compartilhar, colaborar e produzir conteúdos e decidir quando, como e onde o conteúdo será consumido (Candida, 6º interprogramas de mestrado).

Buscando explicar a heterogeneidade do ativismo digital, SHIRKY (2011) descreve os níveis de imersão como formas distintas de participação ou comprometimento, em que cada nível possui um grau de dificuldade e engajamento diferenciado. Esses níveis são o compartilhamento, a cooperação/ produção colaborativa e a ação coletiva. 

Compartilhar conscientemente é a maneira mais simples de utilizar as novas ferramentas sociais, além de ser a etapa mais simples do processo de imersão, exigindo o mínimo possível dos participantes. Seja curtindo ou compartilhando, esse tipo de engajamento ajuda a ampliar o alcance do conteúdo e fortalecer o ideal.

A cooperação é um nível um pouco mais avançado de imersão, exigindo consideravelmente mais por parte dos usuários. Essa etapa demanda que o participante mude alguns comportamentos e dedique mais tempo e reflexão na participação daquele conteúdo. Esse tipo de engajamento é bem exemplificado na conversa (comentário, chat, inbox, etc) que ajuda a construir novos conteúdos ou agregar valor à proposta inicial. Isso pode ser feito sob as mais diversas plataformas e formas de distribuição, desde que contribua de alguma forma para fortalecer o senso de comunidade. 

Shirky considera ainda que há um subnível dentro da cooperação: o da produção colaborativa em si. A produção colaborativa já é um degrau mais complexo da cooperação, pois tensiona os objetivos do grupo e do indivíduo. É a etapa em que começa a haver de fato uma colaboração mais direta do participante, não apenas sob um perspectiva individual do tema, mas em algo criado pelo grupo e que só poderia ser criado pelo grupo. Na produção colaborativa “o projeto não pode surgir sem a participação de muitos” (SHIRKY, 2012, p. 47). É importante ressaltar que as dificuldades inerentes à esse subnível referem-se às decisões coletivas necessárias. Como normalmente esse tipo de produção demanda negociação, consequentemente há um desprendimento maior de energia para fazê-la funcionar. A colaboração é na verdade um dos grandes diferenciais do contexto da cibercultura, constituindo como um novo modo de produção e consumo de conteúdo e reconfigurando o ambiente digital em redes de trocas e de construção colaborativa (Intexto ufrgs, 2013) 

O último e mais elevado nível de imersão é o da ação coletiva. Considerado o tipo mais complexo de esforço em grupo, essa etapa exige ainda mais negociação que a participação colaborativa, pois demanda o comprometimento de todos em aceitar decisões tomadas pelo grupo, ainda que estas contrariem suas opiniões pessoais sobre o tema. “Todas as estruturas de grupo criam dilemas, mas estes são mais difíceis quando envolvem ação coletiva porque a coesão grupal torna-se decisiva para seu sucesso” (Shirky, 2012, p. 47).

Análise de dados

Cerca de 64% da amostra do estudo foi composta por homens e quase a totalidade de participantes (99%) afirmou utilizar algum site ou aplicativo de redes social. Mais de 95% dos participantes afirmaram utilizar o Whatsapp, 92% o Facebook e 83,9% dos entrevistados disseram que costumam utilizar o Youtube, sendo essas as redes apontadas pelos entrevistados como mais acessadas. Com relação ao tempo de uso, as mídias digitais interativas em que os usuários dedicam mais tempo são Whatsapp (47,5%), Facebook (28,8%), Instagram (14,4%) e Youtube (9,3%). 

Além disso, o Facebook (44%), o Whatsapp (26,3%) e o Instagram (26,3%) foram reveladas como as redes em que os participantes costumam produzir mais conteúdo.

Os entrevistados também apontaram que os formatos em que preferem consumir conteúdo são imagens (45%), vídeos gravados (30%) e Texto (23%). Já com relação à produção, 61% dos participantes disseram gostar mais de utilizar fotos ou artes, enquanto 29% afirmaram preferir a utilização de textos.

Quando indagados sobre quais tipos de conteúdo preferem consumir nas redes sociais, 49,2% dos participantes disseram gostar mais de consumir conteúdos relacionados à entretenimento, enquanto que 26,3% disseram optar por informação como notícias e matérias e 20,3% preferem acompanhar as atualizações de seus amigos e seguidores. Apenas 5% dos participantes disseram ter interesse por consumir conteúdo relacionado à causas sociais em seus momentos de navegação nas redes sociais.

Em uma escala de 1 à 5 em que “1” significa “sem interesse” e “5” significa “muito interesse”, aproximadamente 60% dos participantes indicaram ter interesse ou muito interesse por publicações relacionados à causas sociais.

As causas que demonstraram maior número de simpatizantes na entrevista foram: combate à corrupção e desrespeito às leis (56%), combate a pobreza e desigualdade social (53,4%) e combate a discriminação racial, social, sexual, de gênero entre outras (43,2%). A luta pela proteção ao direito dos animais e o ativismo político e religioso apresentaram percentuais inferiores à 28%.

Dentre os respondentes, cerca de 77% afirmou que, ao se deparar com publicações relacionadas à essas causas, costuma ler ou assistir o conteúdo exposto. Além disso, mais de 50% afirmou que nesses casos curte a publicação e 44,5% disseram ainda que compartilham o conteúdo com seus seguidores. 

Na medida em que os níveis de imersão vão se tornando mais profundos, os percentuais também começam a cair. Apenas 29% dos participantes afirmaram ter o costume de comentar ou colaborar na publicação e só 25% marcam seus amigos nas publicações. Entretanto, uma parcela de 38% dos entrevistados disse que geralmente acaba procurando alguma forma de conhecer mais da causa para saber como ajudar.

Quando solicitados a apontar o quanto se engajam em causas sociais através de seus perfis, aproximadamente 65% dos participantes apresentou um índice mediano de envolvimento ( média três em uma escala linear de cinco pontos).

Com relação aos fatores que fazem maior diferença na hora de compartilhar conteúdos de causas sociais nas redes sociais, os entrevistados disseram acreditar que o formato correto, ou seja, a disponibilização do conteúdo em um formato que ofereça maior facilidade para consumo, seria o fator de maior relevância para um bom engajamento (62%). Outros 23% dos participantes apontaram como principal fator para geração de engajamento que o conteúdo seja correto, ou seja, que as causas sejam universais e que o conteúdo deve ser pensado para atingir a maioria da população da forma mais diversificada possível.

Quase 80% dos entrevistados afirmaram que acreditam que o Facebook é a plataforma mais indicada para divulgação de conteúdo de causas sociais nas mídias digitais interativas e 67% acreditam que esse conteúdo deveria ser preferencialmente produzido em formato de foto/arte digital ou vídeo gravado.

Conclusão

Um princípio da economia que se aplica bem para entender a formação de grupos e engajamento de indivíduos na rede é que as pessoas reagem a incentivos. Sendo assim, desde que compartilhem um objetivo comum e lhe sejam fornecidas facilidades, os membros de um grupo corresponderão aos talentos inatos de formação grupal e se utilizarão das ferramentas oferecidas para se mobilizarem em prol de uma promessa plausível (Shirky, 2012). 

feito

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