CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O USO DO EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO A MAIOR DIFICULDADE DO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

Centro de Profissionalização e Educação Técnica

CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O USO DO EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO A MAIOR DIFICULDADE DO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

CAROLINA GONÇALVES DOS SANTOS

TUTORA: MARCIA

Resumo

Esse trabalho tem como foco mostrar que a conscientização é maior dificuldade do técnico de segurança do trabalho por diversos fatores entre eles pode-se destacar: a falta o uso de EPI, EPC, falta de treinamentos, falta diálogo de segurança, ou seja, deve ter ferramentas para ajudar a conscientizar o trabalhador, mas mesmo assim não é tão fácil, pois lidar com pessoas é difícil e mudar hábitos é um processo gradativo e árduo. Portanto, os técnicos de segurança do trabalho devem tomar precauções para orientar os colaboradores no uso correto dos equipamentos de proteção individual, e orientar a empresa na obtenção do EPC necessário para que possa proteger todos os envolvidos na atividade. Além disso, os técnicos devem realizar ações firmes de conscientização de todos, a fim de desenvolver o hábito do trabalho seguro, em benefício próprio e dos usuários.

Palavras-chave: EPC, EPI, prevenção, Conscientização, segurança do trabalho

Abstract

This work focuses on showing that awareness is more difficult for the occupational safety technician due to several factors, among which we can highlight: the lack of the use of PPE, EPC, lack of training, lack of safety dialogue, that is, there must be having tools to help raise worker awareness, but it is still not so easy, because dealing with people is difficult and changing habits is a gradual and arduous process. Therefore, occupational safety technicians must take precautions to guide employees in the correct use of personal protective equipment, and to guide the company in obtaining the necessary EPC so that it can protect everyone involved in the activity. In addition, technicians must carry out firm awareness actions for all, in order to develop the habit of safe work, for their own benefit and that of users.

Keywords: EPC, PPE, prevention, Awareness, work safety.

Introdução

O foco deste trabalho é analisar a importância da utilização de equipamentos de proteção coletiva e equipamentos de proteção individual, e descrever o papel dos técnicos em segurança do trabalho no que se refere à prevenção e sensibilização dos envolvidos neste trabalho. A conscientização tem como objetivo fazer com que as pessoas reflitam sobre o seu próprio comportamento, como mudar esta situação e motivá-las a implementar procedimentos de segurança corretos. Mas esse processo educacional é feito passo a passo não é de um dia para o outro. É muito importante prevenir acidentes e doenças no trabalho. Mas essa é uma das maiores dificuldades, porque embora alguma prevenção seja importante, embora muitas pessoas não levem a sério, é difícil lidar com essas pessoas, infelizmente essa é a realidade dos técnicos de segurança do trabalho. As estatísticas de acidentes estão diminuindo, mas ainda existem muitos acidentes e doenças devido ao trabalho, e milhões de pessoas em todo o mundo morrem de trabalho. Normalmente, os colaboradores desconhecem os riscos e as medidas preventivas associadas ao seu trabalho, pelo que é importante sensibilizar não só os trabalhadores, mas também os empregadores. Uma forma de conscientiza é a formação dos colaboradores através de treinamentos, para além de permitirem que aprendam medidas preventivas e corretas de trabalho, ou seja, os acidentes / doenças tanto para colaboradores como para empregadores são muito graves, o que é uma das formas de reduzir a carga de trabalho. Esta informação estatística é um treinamento qualificado e pode, ao mesmo tempo, aumentar a conscientização.

 OBJETIVOS

OBJETIVO GERAL

Realizar um estudo relacionado para aumentar a conscientização sobre a proteção e entender a importância do uso de equipamentos de proteção individual e equipamentos de proteção coletiva dos trabalhadores, seu impacto no ambiente de trabalho e o papel dos técnicos em segurança do trabalho , quanto a prevenção e conscientização.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

• Pesquisa sobre conscientização do trabalhador;

• Levantar desafios que o técnicos de segurança do trabalho enfrenta;

• Sugestões para soluções de problemas;

• Pesquisa de treinamento;

• Conceituação de EPC, finalidade e aplicação;

• Conceituar EPI, finalidade e uso adequado;

• Em termos de prevenção e desafios que os técnicos de segurança do trabalho enfrentam, e a conscientização para realizar trabalho mais seguros;

. Justificativa 

A conscientização é muito importante porque é um processo gradativo que visa enfatizar ao funcionário que ele precisa estar ciente de sua responsabilidade pela própria segurança, ou seja, ninguém pode fazer mais pela segurança do que ele mesmo. Existem várias formas de conscientizar, desde simples DDS (Diálogo de Segurança) até treinamentos, apresentações e SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes). Além disso, os técnicos de segurança do trabalho devem ter os conhecimentos necessários para orientar os colaboradores no uso correto dos itens de segurança e conscientizá-los dos benefícios das medidas preventivas.

 

. BASE TEÓRICA

A HISTÓRIA DA SEGURANÇA DO TRABALHO NO BRASIL

1891 - Inicia-se a atenção preventiva em 23 de janeiro de 1891, envolvendo leis que protegem o trabalho de menores.

1919 - A Lei nº 3.724, de 15 de janeiro de 1919, instituiu a primeira lei brasileira sobre acidentes de trabalho.

1941 - Em de abril de 1941, empresários constituíram a ABPA-Associação Brasileira de Prevenção de Acidentes no Rio de Janeiro.

1943 - A CLT foi aprovada pelo Decreto nº 5.452, em 5 de maio de 1943 (vigência em 10/11/43). Este é um instrumento legal que se tornará uma prática preventiva efetiva no Brasil.

1944 - O Decreto nº 7.036 de 1944-10 / 11/44 promoveu a “reforma da Lei de Acidentes de Trabalho” (esta evolução foi incluída no capítulo quinto do segundo capítulo da CLT). Para melhor compreender o assunto e agilizar a implementação das normas de segurança e saúde ocupacional da CLT, também garante a prestação de “assistência médica, hospitalar e farmacêutica” aos acidentados e indenização pelos danos corporais decorrentes do acidente. O decreto criou a CIPA em seu artigo 82.

1953 - O Decreto nº 53715 (nº 27/11/53) instituiu a SPAT (Semana de Prevenção de Acidentes do Trabalho), que será realizada na quarta semana de novembro de cada ano. Também em 1953, o Regulamento nº 155 regulamentou e organizou a CIPA e formulou as regras de funcionamento da CIPA.

1955 - É criado o Regulamento nº 15/11/16 para coordenar e padronizar as atividades do SPAT. Com a convocação da reunião anual da CIPA durante o SPAT. O título de Congresso foi passado para a Conferência Nacional de Prevenção de Acidentes-CONPAT em 1961. A exclusão da CONPAT gerou uma proliferação de Congressos e outros eventos. O Decreto nº 319 de 30/12/1960 regulamenta o uso de EPI.

1966 - Criado pela Lei nº 5.161, de 21/10/66, Fundação Centro Nacional de Segurança, Saúde e Medicina do Trabalho (hoje Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) para comemorar seu primeiro presidente. FUNDACENTRO. A criação da Fundacentro é, sem dúvida, uma das maiores conquistas da história da segurança do trabalho e, a partir da atuação dessa entidade, a segurança do trabalho pode ser bastante aprimorada.

1967 - A Lei nº 5.316 de 9/14/67 incluiu o seguro de acidentes de trabalho no seguro social. Ainda em 1976, surgiu a sexta lei sobre acidentes de trabalho, que identificava doenças ocupacionais e doenças ocupacionais como sinônimos e os equiparava aos acidentes de trabalho.

1972 - O Decreto nº 7.086 de 25/07/72 estabeleceu a prioridade da política do PNVT - o Plano Nacional de Acidentes de Trabalho. Ele selecionou 10 prioridades, incluindo segurança, saúde e medicina ocupacional.

A Portaria 3.237 do MTE 27/07/72 instituiu os serviços de segurança, saúde e medicina do trabalho na empresa. Este é o "divisor de águas" entre os profissionais espontâneos e as pessoas legalmente constituídas. O decreto prevê cursos preparatórios para profissionais da área.

1974 - Começam finalmente os cursos de formação para profissionais de segurança, saúde e medicina do trabalho.

1977 - A Lei nº 6.514, de 22/12/1977, alterou o Capítulo 5 do Título Dois da CLT. Deve-se observar que essa mudança deu à CIPA um novo visual, estabeleceu um status obrigatório, manteve a estabilidade e fez outros avanços.

1978 - Em 1978, os regulamentos regulatórios de reservas naturais foram formulados e aprovados pelo Artigo 3.214 do Decreto do MTE 06/08/78, utilizando e ampliando as posições e leis normativas existentes, mesmo em hidrelétricas e Itaipu. Esta especificação também foi adotada na construção. Naquela época, 28 NRs foram criados. O decreto é uma das principais forças motrizes no campo da segurança e medicina do trabalho nos últimos anos.

1979 - Devido à falta de profissionais que compõem o SESMT, a Resolução nº 262 previu o estabelecimento de cursos prioritários para esses profissionais.

1983 - O Regulamento nº 33 revisou o Regulamento 5, introduzindo riscos ambientais.

1985 - A Lei nº 7.410 (nº 27/11/85) aprovou formalmente a especialização em engenharia de segurança do trabalho e criou uma categoria profissional para técnicos de segurança do trabalho, até então o único profissional de prevenção não era reconhecido pela lei. Os cursos básicos do Curso Profissional de Técnico em Segurança do Trabalho são ministrados ao Ministério da Educação há 120 dias. Mas foi somente em 1987, por meio do Parecer MEC 632/87, que foi instituído o atual curso de capacitação do TST.

1986 - Lei nº 7498/86 regulamentou as ocupações de enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares de enfermagem.

1986 - A Lei nº 9.235 de 1986 a 09 de abril de 1986 regulamenta as categorias de técnicos de segurança do trabalho. Na década de 1950, eles eram chamados de "inspetores de segurança".

1990 - Em 1990, a estrutura do SESMT NR 4 foi atualizada. Desde então, o SESMT é composto por:

- Engenheiro de segurança do trabalho;

- Médico do trabalho;

- Enfermeiro do trabalho;

- Assistente de enfermagem no trabalho;

- Técnicos de segurança do trabalho;

1991 - A Lei nº 8.213 / 91 estabeleceu o conceito jurídico de acidente de trabalho e de trabalho. Os artigos 19 a 21 e o artigo 22 também estipulam a obrigação das empresas de comunicar os acidentes de trabalho aos órgãos competentes. Posteriormente, foi alterado pelo Decreto nº 611, de 21 de julho de 1992.

2001 - O Decreto nº 458 de 2001 a 4 de outubro de 2001 entrou em vigor e, desde então, o uso de mão de obra infantil no Brasil está proibido.

2009- O termo "comportamento inseguro" foi removido do Artigo 1.7 da Norma Regulamentadora 1. Isso acolhe muitos trabalhadores de prevenção que reclamam que o termo geralmente elimina a responsabilidade do empregador. Como é fácil marcar acidentes apenas como comportamentos inseguros, é difícil encontrar a causa real.

2012 - O Presidente do Brasil aprovou a Lei nº 12.645 em 16 de maio de 2012, e a confirmou como o Dia Nacional da Segurança e Saúde Escolar. (Neto Nestor Waldhelm, 2014).

REQUISITOS LEGAIS PARA CONSCIENTIZAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES   

Um dos métodos alternativos previstos em lei para a prevenção de acidentes de trabalho é a utilização de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). De acordo com a NR6, EPI é considerado qualquer equipamento ou produto de uso pessoal dos trabalhadores, destinado a proteger riscos que possam ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. O uso de equipamentos de proteção individual é estipulado na legislação trabalhista. A “Lei de Consolidação das Leis do Trabalho” (CLT) estipula que as empresas são obrigadas a fornecer aos empregados, gratuitamente, equipamentos de proteção individual adequados aos riscos e em condições e funções normais. Caso o equipamento não seja fornecido aos colaboradores e ocorra um acidente de trabalho, a empresa assume a responsabilidade legal.

A NR6 também estipula a obrigação dos empregadores de fornecer equipamentos de proteção individual, sendo os colaboradores responsáveis pelo seu uso, cuidado e manutenção. A pesquisa sobre a aceitabilidade do uso de EPI é relativamente nova. A primeira foi conduzida em minas e siderúrgicas e incluiu 16 inquéritos promovidos pela Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) entre 1961 e 1964, cujo principal objetivo era obter resultados que pudessem ser utilizados na prevenção de acidentes. No âmbito da lei, vários aspectos das atividades insalubres também são mencionados. De acordo com a NR15, atividades ou operações insalubres são consideradas atividades desenvolvidas dentro do "limite de tolerância" máximo ou mínimo. Essas atividades ou operações estão relacionadas à natureza e ao tempo de exposição ao reagente e podem causar danos à saúde dos trabalhadores. carreira. As empresas devem estar atentas à organização das atividades para evitar a exposição dos trabalhadores a esses riscos. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) desempenha um papel importante na garantia da segurança do trabalho. De acordo com a NR5, a CIPA visa prevenir acidentes e doenças causadas pelo trabalho, de forma que o trabalho esteja permanentemente adaptado à manutenção da vida e à melhoria da saúde dos trabalhadores.

RESPONSABILIDADE E ACIDENTE

Artigo 159 da Lei nº 3.071 de 01 de Janeiro de 1916

Art. 159. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência, ou imprudência, violar direito, ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano.

A verificação da culpa e a avaliação da responsabilidade regulam-se pelo disposto neste Código, arts. 1.518 a 1.532 e 1.537 a 1.553. (Redação dada pelo Decreto do Poder Legislativo nº 3.725, de 15.1.1919).

CP - Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940

Art. 13 - O resultado, de que depende a existência do crime, somente é imputável a quem lhe deu causa. Considera-se causa a ação ou omissão sem a qual o resultado não teria ocorrido. (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984).

Superveniência de causa independente (Incluído pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

§ 1º - A superveniência de causa relativamente independente exclui a imputação quando, por si só, produziu o resultado; os fatos anteriores, entretanto, imputam-se a quem os praticou. (Incluído pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984).

Relevância da omissão (Incluído pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984).

§ 2º - A omissão é penalmente relevante quando o omitente devia e podia agir para evitar o resultado. O dever de agir incumbe a quem: (Incluído pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984).

a) tenha por lei obrigação de cuidado, proteção ou vigilância; (Incluído pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984).

b) de outra forma, assumiu a responsabilidade de impedir o resultado; (Incluído pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984).

c) com seu comportamento anterior, criou o risco da ocorrência do resultado. (Incluído pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984). (Revista Eletrônica JUSBRASIL, 2014).

Segundo art. 159 da lei 3071 e art. 13 da lei 2848, respondemos criminalmente, por isso a importância da conscientização e de nos resguardar com documentos e provas. Então vale salientar que às vezes não é culpa do técnico e não é ele que responde, mas sim a pessoa que deu origem ao acidente por ação ou omissão do mesmo.

QUALIDADE DE VIDA 

A qualidade de vida no trabalho visa fazer com que os colaboradores se sintam satisfeitos com o seu trabalho na empresa e tornar o ambiente de trabalho um local agradável e produtivo.

As empresas estão em um meio altamente competitivo e moderno, e cada vez mais contam com o tratamento das pessoas, pois são extremamente dependentes delas para atingir seus objetivos. Portanto, as pessoas trabalham juntas para atingir as metas e objetivos da empresa, mas seus objetivos pessoais estão se tornando cada vez mais precisos e essenciais para uma vida saudável, por isso devem ser considerados parceiros da organização.

O plano de qualidade de vida visa criar estratégias para criar um ambiente que incentive e apoie funcionários e organizações, conscientizando as pessoas sobre a relação direta entre sua saúde e sua qualidade e produtividade.

Nessa nova realidade, as organizações passaram a discutir e implementar o termo “qualidade de vida no trabalho”. Essas medidas visam a melhoria do ambiente de trabalho, especialmente a saúde física e mental dos colaboradores.

Atualmente, as organizações estão criando alternativas mais práticas e formulando planos de incentivos para melhorar a satisfação e a saúde dos funcionários por meio da ginástica laboral, melhorar o clima organizacional por meio de relacionamentos e ações saudáveis e melhorar a execução das atividades diárias por meio das ferramentas de execução Habilidade. Além de promover ações para redução da carga de trabalho, também visa otimizar os processos de trabalho.

 EVITANDO ACIDENTES / DOENÇAS  OCUPACIONAIS 

De acordo com a Lei nº 8213/91 do Ministério da Segurança Social e Assistência Social de 21 de julho de 1992, artigo 19 da “Lei da Segurança Social” e Decreto nº 611/92, os acidentes de trabalho são devidos ao trabalho, para o Serviços da empresa ou o trabalho de um segurado especial causa danos pessoais ou disfunção, que resultam na morte do trabalhador, perda permanente ou temporária ou redução da capacidade para o trabalho (invalidez).

As doenças ocupacionais podem causar alterações na saúde dos trabalhadores em decorrência de suas atividades no ambiente de trabalho. As doenças ocupacionais podem ocorrer quando os trabalhadores são expostos a restrições de uso excessivo de agentes químicos, físicos, biológicos ou radioativos sem medidas de proteção proporcionais aos riscos envolvidos. Tanto o equipamento de proteção coletiva (EPC) quanto o equipamento de proteção individual (EPI) podem ser usados para proteção.

A empresa deve estar empenhada em garantir que os colaboradores estejam sempre seguros e longe de quaisquer doenças ocupacionais ou acidentes de trabalho, todos devem estar atentos aos riscos e aos cuidados médicos, e considerar a infraestrutura do ambiente de trabalho. Todo empregador deve compreender plenamente o seu significado e os requisitos legais relacionados, ou seja, também deve compreender o empregador a fim de fornecer proteção adequada aos trabalhadores para prevenir doenças e possíveis acidentes.

Existem várias formas de conscientizar e evitar acidentes, entre elas: exibindo imagens e fotos aos responsáveis pelo acidente e usando sinalização, regulamentação nº 26 sinalização de segurança, treinamentos, palestras, esportes, acidentes SIPAT (Semana Interna de Prevenção De Acidentes), etc. Se você não conscientizar e prevenir, sempre haverá essas consequências para a empresa, seja para os colaboradores ou para a sociedade, mas como TST (Técnico de Segurança do Trabalho), você deve dar o exemplo, ou seja, usando EPI é essencial Acidentes e doenças são muito importantes, mas carregar não adianta, você tem que ensinar e provar que também os usa.

SITUAÇÕES DAS DOENÇAS OCUPACIONAIS E ACIDENTES NO MUNDO

O relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 2013 mostrou que: 2 milhões de pessoas morrem de doenças ocupacionais / ocupacionais a cada ano, 321.000 são causadas por acidentes, 6.300 mortes diárias relacionadas ao trabalho e 5.500 mortes diárias são causadas por doenças.

De acordo com o relatório, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho, “16 milhões de casos de doenças não fatais relacionadas ao trabalho ocorrem todos os anos”. A entidade afirmou que os tipos e tendências da doença "mudaram muito", citando o exemplo da China. A China registrou 27.240 casos de doenças ocupacionais em 2010, dos quais 23.812 casos foram causados por exposição a partículas de poeira no local de trabalho. empregos.

O relatório também citou o Brasil, onde estima-se que 6,6 milhões de pessoas no Brasil estão expostas às partículas de pó de sílica. Ele disse: “Estudos realizados na América Latina mostram que a prevalência da silicose entre os mineiros (trabalhadores de mineração) é de 37%, enquanto a prevalência da silicose entre os mineiros com mais de 50 anos é de 50%”. A silicose também é uma doença respiratória comum em construção civil.

A OIT também chamou a atenção para “os riscos de mudanças tecnológicas, sociais e organizacionais devido à rápida globalização que vivemos”. A entidade afirmou que “embora alguns riscos tradicionais tenham sido reduzidos devido à melhoria da segurança, avanços tecnológicos e melhores regulamentações, eles continuam a afetar gravemente a saúde dos trabalhadores”. Ao mesmo tempo, “se não forem tomadas medidas preventivas e de controle apropriadas, surgirão novos tipos de doenças ocupacionais”. Por exemplo, "novas tecnologias, como a nanotecnologia e certas biotecnologias", essas novas tecnologias trarão riscos novos e desconhecidos. "Os riscos emergentes incluem ergonomia deficiente, exposição à radiação eletromagnética e riscos psicossociais."

Ainda de acordo com o relatório, mais da metade dos países não apresentou estatísticas suficientes a esse respeito. "Os dados existentes dizem respeito principalmente a lesões e mortes. Poucos países compilaram dados separados por sexo. A OIT afirma que isso não só torna mais difícil identificar lesões ou doenças ocupacionais específicas para homens e mulheres, mas também impede o desenvolvimento de métodos preventivos eficazes (medidas. Poderes públicas), enfatizando a importância da prevenção. “A vigilância regular do ambiente de trabalho e a vigilância da saúde dos trabalhadores tornam mais fácil para os empregadores prevenir e notificar casos de doenças profissionais. "(RBA REDE Brasil atual, 2013)

As doenças ocupacionais mais comuns são: esforços repetitivos / doenças músculo-esqueléticas, Bissinose, surdez temporária ou definitiva, antracnose, doenças profissionais da pele, câncer de pele, doenças do ferro, cataratas, doenças funcionais, doenças psicossociais.

Ressalta-se que este também é um dos principais fatores causadores de doenças e acidentes de trabalho: desconhecimento e concentração de trabalhadores. Daí a importância de ter técnicos de segurança do trabalho para a sensibilização e prevenção.

A segurança do trabalho está em constante evolução, mas ainda há um longo caminho a percorrer para melhorar não só o Brasil, mas também o mundo.

CONCEITO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA (EPC) E SUA FINALIDADE   

A sigla EPC significa equipamentos de proteção coletiva e refere-se a qualquer equipamento ou sistema coletivo projetado para manter a integridade física e a saúde dos funcionários da empresa e terceiros. Desta forma, o EPC pode trazer segurança e vários benefícios ao ambiente de trabalho, tais como: redução de acidentes, melhoria das condições de trabalho, redução dos custos da empresa a longo prazo e melhoria da eficiência e eficiência da atividade.

TIPOS DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA (EPC) E SUAS UTILIDADES

1. Exaustor de gases e vapores: O exaustor é utilizado para retirar os gases e vapores gerados durante o expediente para o ambiente externo, onde serão mais fáceis de dissipar. Por isso, devem ser instalados em local adequado. O funcionamento deste equipamento deve seguir as orientações específicas da medicina do trabalho, de forma a não causar o acúmulo de gases tóxicos ou aumentar a passagem de poluentes durante o processo de trabalho.

2. Placas Sinalizadoras: As placas sinalizadoras são usados como orientações visuais fixas ou temporárias. Em primeiro lugar, serão registrados alertas sobre as condições de trabalho, as principais recomendações de segurança e formas de relatar acidentes. No entanto, a eficiência da fixação de sinais costuma ser baixa porque os trabalhadores estão acostumados com as mensagens e não se dão conta disso. Às vezes, eles vão se lembrar do evento apenas no momento do acidente. Sinais temporários são sinais usados para alertar sobre eventos específicos, como condições do piso, perigos iminentes e emergências na parte da empresa em construção.

3.- Piso antiderrapante: Além de manter uma aderência consistente com a superfície dos calçados usados pelos funcionários, o piso do local de trabalho também deve ter propriedades à prova de umidade, de fricção e de produtos químicos. O piso antiderrapante é obrigatório em alguns departamentos da empresa, mas opcional em outros. As medidas obrigatórias têm como objetivo evitar que os funcionários caiam e quebrem ossos ao caminhar sozinhos ou segurando produtos da empresa. Caso não seja obrigatório, a organização pode reorganizar a área física para garantir a segurança da equipe e evitar outros acidentes não relacionados ao piso escorregadio.

 

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)  

Equipamento de proteção individual (EPI) é considerado qualquer equipamento ou produto de uso pessoal dos trabalhadores, projetado para proteger contra riscos que possam ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. (NR-0 6. 6.1).

Segundo Ayres (2001 apud Ramos 2009), os EPIs desempenham um papel importante na redução das lesões por acidentes e doenças ocupacionais no trabalho. Ainda de acordo com esta norma, equipamento de proteção individual conjugado é definido como “todos os produtos constituídos por diversos equipamentos, que foram associados a um ou mais riscos que podem ocorrer simultaneamente e podem ameaçar a segurança e saúde no trabalho” (Brasil, 2011).

Ou seja, equipamentos fabricados para evitar mais de um tipo de riscos associados, como um capacete com capacete ou um capacete com protetor auricular. A legislação estipula que os empregadores devem fornecer aos empregados os equipamentos de proteção individual necessários para o desempenho seguro de suas atividades profissionais. Conforme dispõe o artigo 166 (BRASIL 1943) e o artigo 6.3 da NR 6 (BRASIL 2001) da “Consolidação das Leis do Trabalho” (CLT)

Sempre que as medidas gerais não consigam prevenir totalmente o risco de acidentes e danos à saúde dos colaboradores, a empresa é obrigada a fornecer aos colaboradores equipamentos de proteção individual adequados aos riscos, de forma gratuita e em bom estado e funcionamento. De acordo com a NR 6 (BRASIL 2001), em determinadas circunstâncias, os empregadores devem fornecer aos seus empregados equipamentos de proteção individual. Eles são os seguintes:

a) Sempre que as medidas gerais não possam proporcionar uma protecção abrangente contra os riscos de acidentes de trabalho ou doenças profissionais e doenças profissionais;

b) Medidas de proteção coletiva estão sendo tomadas;

c) Atendimento a emergências.

 Os equipamentos de proteção individual devem atender às características de cada atividade profissional, porém, além de serem adequados aos seus riscos específicos, também devem considerar a diversidade das características físicas de cada usuário, como a antropometria (tamanho das partes corporais), durante o atividade mãos (mão direitae mão esquerda), dificuldades de visão e riscos reais (GONZAGA 2002). Os equipamentos de proteção individual são utilizados continuamente durante todo o período de trabalho, portanto, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) (2001 apud Gonzaga 2002 p. 28) acredita que: (...) o uso de equipamentos de proteção individual é muito importante, ou seja , muito apertados ou muito soltos Pode causar desconforto e impedir seu uso contínuo ao longo da jornada de trabalho, portanto, os EPIs desempenham um papel importante quando as medidas gerais não são suficientes para proteger os trabalhadores.

A IMPORTÂNCIA DO USO DO EPI

Os benefícios do EPI para os trabalhadores

 Os trabalhadores que usam máscaras para evitar a transmissão de doenças pulmonares ou tuberculose são os que mais se beneficiam com essa exigência. Portanto, uma vez que você se mantenha saudável, você deve se exercitar sob a maior proteção possível. O EPI às vezes é a única medida defensiva dos trabalhadores contra o comportamento agressivo no ambiente de trabalho.

Devemos acreditar que em caso de acidente de trabalho, todas as pessoas, seus familiares, o governo, a empresa e até as vítimas perderão a vida. Devemos estar sempre atentos à nossa segurança no trabalho, que não é responsabilidade apenas do chefe, da empresa, da CIPA ou dos técnicos de segurança do trabalho. Na verdade, ninguém pode fazer mais pela segurança dos trabalhadores do que ele próprio! Se os trabalhadores não cumprem as normas de segurança, não faz sentido, e se o EPI não é usado, não faz sentido.

Recomendações sobre o uso de equipamentos de proteção individual Para os empregadores, o EPI adequado para risco recomenda serviços profissionais em engenharia de segurança e medicina do trabalho - SESMT ou a competência da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA. quando. . . quando A empresa foi exonerada do direito de manter o SESMT. Ainda na empresa Divulgado pela CIPA constituinte, a depender do indicado, por meio da utilização de Profissionais qualificados, é recomendado o uso de equipamento de proteção individual adequado para proteger trabalhador.

Portanto, os trabalhadores precisam estar totalmente cientes de Use equipamento de proteção individual e seja instruído a usar o equipamento nos seguintes locais: Correto para comprar seu propósito.

TIPOS DE EPIs E SUAS FINALIDADES 

EPI PARA PROTEÇÃO DO CABEÇA

CAPACETE: proteção do crânio contra impactos, choques elétricos e no combate a incêndios.

EPI PARA PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

Respirador purificador de ar: para proteção das vias respiratórias contra poeiras, nevoas, fumos, radionuclídeos, vapores orgânicos ou gases ácidos em ambientes de concentração inferior a 50 ppm, (parte por milhão), partículas ou gases emanados por produtos químicos e espirador purificador d e ar motorizado para proteção das vias respiratórias. (NR – 06 ANEXO I).

EPI PARA PROTEÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES

a) luvas para proteção das mãos contra agentes abrasivos e escoriantes;

b) luvas para proteção das mãos contra agentes cortantes e perfurantes;

c) luvas para proteção das mãos contra choques elétricos;

d) luvas para proteção das mãos contra agentes térmicos;

e) luvas para proteção das mãos contra agentes biológicos;

f) luvas para proteção das mãos contra agentes químicos;

g) luvas para proteção das mãos contra vibrações;

h) luvas para prote ção contra umidade proveniente de operações com uso de

água;

i) luvas para proteção das mãos contra radiações ionizantes.

EPI PARA PROTEÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES

a) calçado para proteção contra impactos de quedas de objetos sobre os artelhos;

b) calçado para proteção dos pés contra agentes provenientes de energia elétrica;

c) calçado para proteção dos pés contra agentes térmicos;

d) calçado para proteção dos pés contra agentes abrasivos e escoriantes;

e) calçado para proteção dos pés contra agentes cortantes e perfurantes;

f) calçado para proteção dos pés e pernas contra umidade proveniente de operações com uso de água;

g) calçado para proteção dos pés e pernas contra respingos de produtos

químicos. (NR – 06 ANEXO I).

ATUAÇÃO DO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO QUANTO A PREVENÇÃO?

De acordo com (Decreto nº 3.275, de 21 de setembro de 1989), a lei estipula as atribuições do técnico segurança do trabalho, sendo a mais importante delas Caracteres preventivos, como:

a) Com a participação dos trabalhadores, implementar o plano de prevenção de acidentes de trabalho, doenças ocupacionais e do trabalho, monitorar e avaliar os resultados, propor constantemente recomendações atualizadas e estabelecer procedimentos a serem seguidos;

b) Promover debates, encontros, campanhas, seminários, palestras, conferências, treinamentos e outros recursos utilizando a pedagogia, a fim de divulgar as normas de segurança e saúde no trabalho, questões técnicas, e visar à prevenção de acidentes de trabalho, Doença profissional e trabalhar;

c) Utilizar métodos científicos e tecnologias para a realização das atividades de segurança e saúde ocupacional, e cumprir as leis e regulamentos institucionais que visem eliminar, controlar ou reduzir permanentemente o risco de acidentes de trabalho e melhorar as condições ambientais, de forma a manter a integridade da saúde física e mental dos trabalhadores;

d) Levantar e estudar os dados estatísticos de acidentes do trabalho, doenças profissionais e do trabalho, calcular a frequência e a gravidade destes para ajustes das ações prevencionistas, normas regulamentos outros dispositivos de ordem técnica, que permitam a proteção coletiva e individual;

Portanto percebe-se que o técnico em segurança do trabalho deve ter sua atuação no sentido da prevenção e não nas ações corretivas, uma vez que, além

da prevenção gerar menos custo, alguns danos são irreversíveis após ocorridos.

Existem diversas medidas preventivas no ambiente de trabalho, muitas vezes

sem custo algum, como: a limpeza de um piso que tenha sido derramado um produto escorregadio; a redução da velocidade dos veículos no ambiente de trabalho e o uso de procedimento seguros. Assim o técnico de segurança deve agir cada vez mais para que os incidentes não aconteçam.

ATITUDES DO TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO QUANTO A CONSCIENTIZAÇÃO  

A conscientização é a forma mais eficaz de os técnicos de segurança do trabalho terem sucesso em sua profissão. Porque a partir daquele momento Os benefícios de instruir os funcionários para realizar a atividade A segurança foi fornecida e ele percebeu que era o principal beneficiário, então ele começou Avalie a segurança no trabalho. Portanto, o técnico deve cooperar com o alvo Ajude os funcionários a criar um ambiente saudável, o foco é Valorização da equipe.

A conscientização pode trazer mais benefícios do que uma atitude obrigatória. Porque o clima no ambiente de trabalho é muito tenso, e os técnicos em segurança do trabalho são considerados inimigos pelos colaboradores. É preciso dialogar e permitir que os colaboradores usem equipamentos de proteção, não sem obrigação, mas pela necessidade de manutenção da saúde e integridade física.

CONSCIENTIZAÇÃO

É o ato de conscientizar, ou seja, compreender algo, e daí começar a refletir a partir daí, julgando se sua atitude está certa ou errada com a atitude correta, para que seu objetivo seja a transformação de si e a transformação da sociedade. inteira.

 A segurança só pode penetrar na empresa por meio da conscientização. É necessário que as empresas adotem uma linguagem clara sobre os riscos e as medidas a serem tomadas.

Regulamentos e normas 9.5.2 Os empregadores devem informar os trabalhadores sobre os riscos que podem surgir no local de trabalho e os meios disponíveis que podem ser usados para prevenir ou limitar esses riscos e se proteger deles de maneira apropriada e adequada.

Até agora, a conscientização dos funcionários é a prática mais importante para o gerenciamento bem-sucedido da segurança no trabalho, mas segue as fases:

DIVULGAÇÃO DOS RISCOS

A empresa precisa divulgar claramente os riscos enfrentados por seus funcionários. Essa conscientização pode ser alcançada por meio de palestras como DDS, SIPAT (obrigatório), além de palestras que utilizam comunicação visual, perigos, riscos, cuidados e até mapas de risco. Um "mapa de risco" bem preparado com linguagem clara é muito útil para aumentar a conscientização. Os mapas de risco podem até conscientizar e orientar quem não teve a oportunidade de assistir a uma palestra, como os visitantes de empresas.

DIVULGAÇÃO DAS MEDIDAS PREVENTIVAS

Antes de fornecer equipamentos de proteção individual, os funcionários devem ser instruídos. Muitas empresas fornecem EPI e forçam seu uso, e até mostram os usos e métodos de EPI sem esforço. Todos os funcionários devem aceitar este guia antes de começar a usá-lo, o que é uma atitude de respeito. Não há nem necessidade de atrasar essa orientação, e ela pode até ser dada na hora de assinar uma ordem de serviço em conversa com um funcionário. Normas: NR 6.6.1 letra "D".

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA (EPCs)

Este é o foco de todo trabalhador de prevenção inteligente. EPC deve ser o método de análise preferido para reduzir ou eliminar riscos no local de trabalho. De acordo com a NR 6, o EPI deve ser expresso apenas como último recurso ou como medida temporária.

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPIs)

Eles são amplamente usados e bem conhecidos na maioria das empresas. Esta é uma medida que oferece proteção a um preço bastante razoável. Esse é o pesadelo de muitos técnicos de segurança do trabalho. Conversas pessoais e palestras podem aumentar muito a consciência das pessoas sobre os funcionários mais resistentes.

QUALIDADES NECESSÁRIAS PARA O TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO  

• Paciência: (saber esperar, paciência, calma, persistência, perseverança, comportamento ou efeito das virtudes para com quem suporta o mal e o desconforto sem reclamar ou resistir).

• HULMILDADE: (características das pessoas francas, aceitam a verdade e têm aguçado sentido da realidade, reconhecem os seus erros e acertos com a mesma naturalidade, não subestimam ou superestimam os factos, as pessoas, as coisas ou a si próprios).

• SAIBA A HORA DE FALAR: (saiba a hora certa na hora certa)

• SAIBA FALAR: (saber a forma correta de expressão, desde a sua expressão ao tom da sua voz).

• GOSTE DO SEU TRABALHO: (faça-o bem e desfrute do seu trabalho).

• SAIBA PARA MELHORAR: (não deixe os funcionários constrangidos, use uma atitude persuasiva e astuta, mantenha uma boa comunicação).

• SER EXEMPLO: (usar equipamentos de proteção individual, não apenas para cobrar, mas também para fazer a coisa certa dentro das normas, procedimentos e leis).

Certas características e atitudes são essenciais para os técnicos de segurança do trabalho que desejam ter sucesso. Depois de ter contato direto com os funcionários, você pode: Ministrar treinamentos, palestras e treinamento inicial sobre: Segurança e prevenção. Em outras palavras, o diálogo deve ser sempre mantido aberto, Entenda, exerça sua autoridade com sabedoria e seja um modelo.

 SEGURANÇA NO TRABALHO UMA QUESTÃO DE CONSCIENTIZAÇÃO 

Certas características e atitudes são essenciais para os técnicos de segurança do trabalho que desejam ter sucesso. Após o contato direto com os colaboradores, é possível: realizar treinamentos, palestras e orientações sobre segurança e prevenção. Em outras palavras, o diálogo deve ser sempre mantido aberto, Em resumo, a segurança ocupacional é dividida em três níveis:

Nível 1: Nível intuitivo: refere-se à situação em que os trabalhadores não entendem nenhuma tecnologia de segurança no trabalho e se protegem intuitivamente, ou seja, se protegem apenas quando estão cientes de determinadas situações de perigo.

 Nível 2: Passivo: refere-se a quando um trabalhador é acusado de cumprir as regras e procedimentos de segurança do trabalho e apenas porque é acusado de segui-lo. Os trabalhadores não sabem que o controle de riscos deve ser realizado para manter sua segurança e saúde.

Nível 3: Proativo: Os trabalhadores e suas equipes estão sempre atentos aos riscos, buscam sempre usar as melhores práticas para se proteger dos riscos, e são responsáveis perante a equipe onde todos são responsáveis pela segurança, e consideram que seu maior patrimônio é a vida.

Portanto, quanto menor o nível, maior o risco de acidente.

Infelizmente, a falta de conscientização dos trabalhadores coloca a maioria das empresas preocupadas com a segurança ocupacional no segundo nível. O problema é que para chegar ao terceiro nível é preciso passar por uma mudança de paradigma, ou seja, saber que sua vida é da equipe de trabalho é o mais importante. Seu compromisso desde a direção da empresa até os auxiliares de cozinha é proporcionar um ambiente seguro para que todos possam realizar seu trabalho.

 FERRAMENTAS DE PREVENÇÃO

DDS-DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA

Esta é uma boa ferramenta para aumentar a conscientização dos funcionários. São palestras curtas, geralmente não duram 15 minutos. As aulas geralmente são ministradas em um ambiente de trabalho. O tema tem como foco os riscos ao meio ambiente e as medidas preventivas adotadas pela empresa. Em algumas empresas, o DDS é o trabalho diário de todos os trabalhadores, enquanto em outras empresas é feito por uma parte da equipe de trabalho todos os dias, outras empresas optam por dar palestras uma vez por semana e uma vez por mês.

CKECK LIST

Eles têm muitos usos. Na segurança do trabalho, podem ser utilizados para inspeções de segurança em locais de trabalho, veículos, máquinas, ferramentas, equipamentos, EPIs e até mesmo para funções corporais, como engenharia de segurança e medicina do trabalho, e serviços especializados da CIPA. Eles também têm listas de verificação de NR conhecidas, que são usadas para se adaptar aos requisitos de NR da empresa como fonte da própria lista de verificação.

INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES

É importante determinar a causa do acidente para evitar a ocorrência de acidentes semelhantes.

PPRA

Plano de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) NR 9. Este plano visa proteger a saúde dos trabalhadores no trabalho “ambiental”. O PPRA é um documento básico que visa proteger a saúde e segurança dos trabalhadores e também contribuir para a boa gestão da segurança e medicina do trabalho da empresa. Por meio do mapeamento de riscos traçado no PPRA, é mais fácil monitorar e controlar os riscos existentes no ambiente de trabalho.

INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

Visam identificar os riscos que levam a acidentes e doenças ocupacionais por meio de tecnologia e recursos adequados. Após a conclusão do mapa de risco, as medidas preventivas e corretivas necessárias serão determinadas.

TIPO DE INSPEÇÃO

Geral: Envolve a totalidade ou grande parte dos departamentos da empresa, normalmente este tipo de fiscalização é previamente definido.

Parcial: Concluída no departamento de obra, maquinário ou peças específicas.

Inspeções de Rotina: Essas inspeções são realizadas ocasionalmente ou em um curto período de tempo predeterminado. Esse tipo de inspeção é amplamente utilizado por profissionais de segurança do trabalho.

Regular: use datas e locais predefinidos. Para o efeito, é adoptado um calendário que indicará o local e a frequência das inspecções de cada um dos departamentos listados. Tem como objetivo focar no status de segurança de vários departamentos da empresa.

Eventual: Não há previsão de data no momento da fabricação. O tipo de exame depende da sensibilidade do profissional. Normalmente apresenta bons resultados devido a fatores inesperados.

Oficial: Esses trabalhos são realizados por departamentos de trabalho do governo (por exemplo, o Ministério do Trabalho e Emprego, bombeiros) e empresas privadas (por exemplo, companhias de seguros e parceiros de trabalho).

Especial: este é o tipo de inspeção mais aprofundada. Isso requer equipamentos ou aparelhos especiais.

PCMSO – NORMA REGULAMENTADORA 7

O Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO) tem como objetivo promover e manter a saúde de todos os seus trabalhadores. Portanto, este plano funcionará com outros planos para promover a saúde dos trabalhadores. Além de detectar doenças ocupacionais ou agravos irreversíveis à saúde do trabalhador, possui características de prevenção, detecção precoce e diagnóstico de agravos à saúde do trabalhador. A pessoa jurídica responsável por este plano deve ser um médico profissional.

APR

A Análise Preliminar de Risco (APR) é uma técnica desenvolvida para prevenir acidentes de trabalho por meio da previsão de riscos. É uma visão antecipada do trabalho a ser executado, pode identificar os riscos envolvidos em cada etapa da tarefa, e também pode permitir condições para evitar esses riscos ou conviver com eles com segurança.

PT

Autorização de trabalho (PT) ou autorização de trabalho especial (PTE) é uma forma comumente usada em trabalhos de alto risco. É usado para registrar a liberação do trabalho dentro de um tempo especificado. É um instrumento de avaliação e registo utilizado para avaliar os riscos que podem originar acidentes de trabalho e doenças profissionais. Uma das etapas do PT é o APR (Análise Preliminar de Risco).

SINALIZAÇÃO/ PLACAS DE AVISO

Sinalização e sinalização de segurança são confusos. Afinal, eles são todos mentores. Uma pessoa bem treinada tem menos probabilidade de sofrer um acidente. Os sinalização de aviso devem ser usados com sabedoria, como perigo, perigo, atenção, não podemos marcar todas as etiquetas como perigosas. Quem o fizer corre o risco de ser desacreditado. Os ssinalização de má reputação serão inválidos e não poderão concluir suas tarefas.

ORGANIZAÇÃO DO AMBIENTE

Sabemos que um ambiente caótico é a causa dos acidentes. Portanto, devemos estar atentos também à limpeza da organização e até mesmo do meio ambiente. Mantenha contato permanente com o pessoal do departamento de limpeza, encontre as áreas com maior probabilidade de atender às necessidades de limpeza e verifique-as de vez em quando. Limpe e organize juntos.

NÃO IMPROVISAR

É uma regra de ouro da segurança do trabalho. O improviso é um dos maiores causadores de acidentes e acidentes de trabalho.

PARTICIPAR DOS TREINAMENTOS OFERECIDOS PELA EMPRESA

É muito importante que os funcionários participem dos treinamentos de segurança oferecidos pela empresa.

Idealmente, mesmo os líderes da empresa devem participar e liderar pelo exemplo. Desta forma, o treinamento ganhará credibilidade, e cada vez mais pessoas se sentirão motivadas a participar.

CUMPRIR AS NORMAS DE SEGURANÇA ADOTADAS PELA EMPRESA

Como todos sabemos, a prestação de serviços é da responsabilidade da empresa, que é a forma de desenvolvimento que a empresa deve coordenar no seu trabalho. E também arcar com a responsabilidade e as consequências dessa coordenação. Para as empresas, é muito importante informar-se sobre os padrões de segurança que definem. Os funcionários devem cumprir as regras internas como se fossem a lei. Para tanto, podemos até usar as penalidades previstas na lei e na jurisprudência. Os padrões não podem ser usados apenas para fachadas não conformes e inaceitáveis ... As empresas precisam estar atentas na hora de criar regras internas, não apenas por causa da "moda" e criar regras! Não pode criar procedimentos que violem a moral e as leis pessoais dos trabalhadores. Os padrões de segurança devem ser considerados e desenvolvidos para proteger os funcionários. Esta é a única razão de sua existência.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O foco deste trabalho é a conscientização gradativa por meio de diversos métodos (como treinamento, mapas de risco, sinalização, diálogo diário de segurança, semana interna de prevenção de acidentes, murais com informações sobre acidentes, análise preliminar de risco, etc.). Na verdade, essa é a maior dificuldade para os técnicos de segurança do trabalho, principalmente no uso de equipamentos de proteção. Mas, com o tempo, os trabalhadores aprenderão que os técnicos de segurança estarão lá para ajudar em vez de causar danos

Referências

. Disponível em: PORTARIA N.º 3.275, DE 21 DE SETEMBRO DE 1989 atribuições do técnico em segurança do trabalho . (D.O.U. de 22/09/89 – Seção 1 – pág. 16.966 e 16.967) . Acesso em: 13 mar. 2021.

10 principais problemas de saúde desenvolvidos no trabalho. REVISTA PROTEÇÃO. Disponível em: <http://www.protecao.com.br/noticias/doencas_ocupacionais/10_principais_problemas_de_saude_desenvolvidos_no_trabalho/AAyAAJji> . Acesso em: 13 mar. 2021.

A Importância da Qualidade de Vida no Trabalho. ADMINISTRADORES.COM. Disponível em: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/a-importancia-da-qualidade-de-vida-no-trabalho/60251/> . Acesso em: 28 fev. 2021.

ART.13 do Código Penal Decreto Lei 2848/40. JUSBRASIL. Disponível em: < http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10638340/artigo-13-do-decreto-lei-n-2848-de-07-de-dezembro-de-1940> . Acesso em: 13 mar. 2021.

ART.159 do Código Civil de 1916 Lei 3071/16. . JUSBRASIL. Disponível em: <http://www.jusbrasil.com.br/topicos/11482313/artigo-159-da-lei-n-3071-de-01-de-janeiro-de-1916> . Acesso em: 1 mar. 2021.

Conscientização. DICIONÁRIO INFORMAL: DICIONÁRIO ONLINE.. Disponível em: < http://www.dicionarioinformal.com.br/> . Acesso em: 13 mar. 2021.

Consolidação das Leis do Trabalho: BRASIL (País). Consolidação das Leis do Trabalho. Decreto-Lei n, 5 .452, de 1 de maio de 1943. Aprova a Consolidação das leis de trabalho. BRASIL (País). Rio de Janeiro. 1943.. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decretolei/Del5452.htm >18/12/2011. Acesso em: 13 mar. 2021.

Doença Profissional mata dois Milhões de Pessoas por ano em todo mundo. RBA REDE BRASIL ATUAL. 2013. Disponível em: <http://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2013/04/doenca-profissional-mata-2-milhoes-de-pessoas-por-ano-em-todo-o-mundo. Acesso em: 13 mar. 2021.

GONZAGAMaria Cristina. GONZAGA, Maria Cristina. O uso dos equipamentos individuais de proteção e das ferramentas de trabalho no corte manual da cana -de–açúcar: Ministério do Trabalho. FUNDACENTRO. Rio de Janeiro, 2002. Disponível em: . Acesso em: 13 mar. 2021.

Humilde/humildade. DICIONÁRIO INFORMAL: DICIONÁRIO ONLINE. Disponível em: < http://www.dicionarioinformal.com.br/> . Acesso em: 13 mar. 2021.

Ministério do Trabalho e Emprego. NORMA REGULAMENTADORA NR 6 - Equipamento de Proteção Individual. . Brasília, 2010. Disponível em: . Acesso em: 13 mar. 2021.

NETONestor Waldhelm. . Como Evitar Acidentes do Trabalho. Blog de Segurança do Trabalho NWN. Disponível em: < http://segurancadotrabalhonwn.com/como-evitar-acidentes-de-trabalho/>. Acesso em: 13 mar. 2021.

NETONestor Waldhelm. A História da Segurança no Brasil. Blog de Segurança do Trabalho NWN. Disponível em: <http://segurancadotrabalhonwn.com/historia-da-seguranca-do-trabalho/>. Acesso em: 13 mar. 2021.

Normas Regulamentadoras.. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. Disponível em: <http://portal.mte.gov.br/legislacao/normas-regulamentadoras-1.htm> (09/12/2011) . Acesso em: 13 mar. 2021.

o que é um equipamento de proteção coletiva (EPC) ?. PORTAL ESCUDO.COM.BR. . Disponível em: https://www.portalescudo.com.br/seguranca/o-que-e-um-equipamento-de-protecao-coletiva-epc/#:~:text=A%20sigla%20EPC%20significa%20Equipamento,empresa%2C%20assim%20como%20de%20terceiros.. Acesso em: 13 mar. 2021.

Paciente/Paciência. DICIONÁRIO INFORMAL: DICIONÁRIO ONLINE. Disponível em: < http://www.dicionarioinformal.com.br/>. Acesso em: 13 mar. 2021.

Quais são os equipamentos de proteção coletiva? . Previsa Consultoria em Prevenção Contra Incêndios:. Disponível em: : https://blog.previnsa.com.br/quais-sao-os-equipamentos-de-protecao-coletiva/. Acesso em: 13 mar. 2021.

RBA REDE BRASIL ATUAL. Conscientização é a Forma mais Eficaz de combate a Acidente de Trabalho dizem Especialistas. RBA REDE BRASIL ATUAL. Disponível em: <http://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2013/04/conscientizacao-e-forma-mais-eficaz-de-combate-a-acidentes-do-trabalho-dizem-especialistas> . Acesso em: 13 mar. 2021.

RIBEIROYuri de Lima, et al.. RIBEIRO, Yuri de Lima, et al. Acidente do Trabalho e Doenças Ocupacionais : Indenizações por Danos Materiais Morais e Estéticos. . Âmbito Jurídico.com.br. . Disponível em: http://ambitojuridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=10351&revista_caderno=25. Acesso em: 13 mar. 2021.

Segurança no Trabalho uma Questão de Conscientização. BLOG SEGURANÇA NO TRABALHO NO BRASIL. Disponível em: <http://segurancanotrabalhors.blogspot.com.br/2010/07/seguranca-no-trabalho-uma-questao-de.html>. Acesso em: 3 mar. 2021.

Use agora o Mettzer em todos
os seus trabalhos acadêmicos

Economize 40% do seu tempo de produção científica