ASTROLOGIA E VENTO SOLAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS

ASTROLOGIA E VENTO SOLAR

ANDRE JAVIER LEMOS - mdajlemos@gmail.com

Resumo

Neste trabalho pretendemos oferecer uma explicação para efeitos dos astros próximos, o que exclui estrelas distantes (chamadas fixas), através da hipótese ecologica. O vento solar composto por partículas (portanto com massa) advindas principalmente do Sol (chamada corona solar) e como tal influenciadas pela gravidade gerada pela posição dos planetas, ao longo de milhares de anos, criaram um imprinting no campo magnético terrestre, usando como referências o zodiaco, com arcos de 30º para cada signo, estrelas fixas também como referências. Pretendenmos mostrar como sutis variações do campo magnético terrestre podem influenciar homens, animais e bactérias, através de citações de referências ciêntíficas.

Palavras-chave: Astrologia, Vento solar, explicação astrologia

Abstract

In this work we intend to offer an explanation for the effects of nearby stars, which excludes distant stars (fixed calls), through the ecological hypothesis. The solar wind composed of particles (therefore with mass) coming mainly from the Sun (called solar corona) and as such influenced by gravity generated by the position of the planets, over thousands of years, created an imprinting in the Earth's magnetic field, using as references the zodiac, with 30º arcs for each sign, fixed stars also as references. We intend to show how subtle variations in the Earth's magnetic field could influence men, animals and bacteria, through citations from scientific references.

Keywords: Astrology, solar wind, astrology explanation

Astrologia e Vento Solar

Por André Javier Lemos. Em setembro 2020. Dedicado Loreena MacKennitt.

Introdução

Resolvi escrever este artigo pois há muito me defronto com hipóteses ora absurdas, ora bem pensadas mas carentes de uma base lógica a que pudesse me certificar... Aqui é uma proposta, uma teoria uma hipotése que tentaremos enfatizar evidências de que é plausível. Deve explicar alguns dos efeitos conhecidos mais proeminentes da astrologia.

Parto do pressuposto que a Astrologia é válida como forma de conhecimento humano, e reflete uma profunda sabedoria ancestral e as novas observações, sejam estatísticas, sejam da moderna psicologia que tem enriquecido este mesmo conhecimento. Então dentro do contexto de achar “uma explicação” estamos lançando a proposta do “vento solar” como parte da explicação do porque ela funciona.

Digo parte porque parece – me que os efeitos geomagnéticos não são suficientes para explicar como é possível a previsão do clima e por exemplo, dos terremotos, no entanto sobre efeitos sobre todos (ou quase todos) seres vivos na Terra, incluindo o homem.

Vento Solar

Vento solar de forma simples e direta, sem no entanto, aprofundar - nos, é um fluxo constante de energia e partículas vindas do sol em altas velocidades que dispensam – se pela heliosfera, mas que uma diminuta fração colide com o campo magnético terrestre é produz diversos fenômenos. Um deles é aurora boreal.

Figura 1 — Aurora Boreal
Aurora BorealFenômeno aurora boreal deixa brilho colorido no céu (Foto: Max Pixel/Creative Commons)

No entanto falando assim não teríamos a real dimensão do mesmo e seus efeitos. Assim, na definição da Wikipedia, Vento Solar é “a emissão contínua de partículas carregadas provenientes da coroa solar. Essas partículas podem ser elétrons e prótons, além de subpartículas como os neutrinos. Próximo da Terra, a velocidade das partículas pode variar entre 400 e 800 km/s, com densidades próximas de 10 partículas por centímetro cúbico. Variações na coroa solar, devido à rotação do Sol e às suas atividades magnéticas, tornam o vento solar variável e instável, exercendo influência nos gases ao redor da estrela e planetas próximos a esta.[1] [2] No espaço próximo à Terra, observa-se que o vento solar lento tem uma velocidade de 300 a 500 km/s, uma temperatura de ~105 K e uma composição que se aproxima da corona.” (1)

Assim, além da bela aurora boreal, ele (o vento solar) é responsável por tempestades magnéticas, pela cauda dos cometas, e … Por muitos efeitos astrológicos associado ao campo geomagnético da Terra!

Figura 2 — Vento Solar
Vento SolarVento solar na magnetosfera. Alec Baravik - Obra do próprio

Astrologia pode ter muitas definições. Existe uma, eivada de preconceitos e desinformação, veiculada também na wikipedia: “(do grego astron, "astros", "estrelas", "corpos celestes", e logos, "palavra", "estudo") é uma pseudociência[1] segundo a qual as posições relativas dos corpos celestes poderiam prover informação sobre a personalidade, as relações humanas, e outros assuntos relacionados à vida do ser humano. É, como tal, uma atividade divinatória, quando usada como oráculo, mas também pode ser usada como ferramenta de entendimento das personalidades humanas. O suíço Carl Gustav Jung fez estudos a respeito da astrologia; uma de suas teorias baseadas na mesma é a teoria da Sincronicidade. É largamente refutada por uma parte da sociedade por não ter embasamento científico real.” (2)

Reproduzo aqui devido às grandes “objeções” que sempre estarão colocadas no nosso tempo à relevância da Astrologia.

Assim sucintamente minha hipótese é que ao longo de milhões de anos e no caso dos humanos, milhares de anos, as variações produzidas pelo campo magnético produziram igualmente uma espécie de “imprinting” em cada momento recorrente... Ou seja, cada momento está marcado por este “imprinting” geomagnético orientado pela posição dos planetas!

Gostaria de lembrar que como são partículas (o vento solar), estão sujeitas, portanto, à ação da gravidade dos planetas e do próprio sol!

Tais como as “esculturas” pelo vento e chuva, mais visíveis e fixas, como por exemplo, em Vila Velha – Paraná, que ao longo dos milênios foram sendo esculpidas, moldadas. Assim se “fotografarmos” o céu (mapa astral) num dado momento poderemos saber que o campo geomagnético da Terra terá determinada configuração dinâmica e que se alterará instante após instante. (Os problemas relacionados ao ascendente e as casas terrestres serão esclarecidos mais adiante.) Obviamente fomos selecionados ao longo dos milênios para aperfeiçoarmos este “sentido magnético”.

Figura 3 — A Taça
A Taça" A Taça” .Salvo por Terapeuta Elias em https://br.pinterest.com/pin/800514902493546394/

E as provas que há interferência de campos geomagnéticos sobre a humanidade?

Há algumas que citamos adiante com trechos mais relevantes dos artigos. No entanto recomendamos como leitura básica e introdutória o texto na internet “Nova evidência para um sentido magnético humano que permite que seu cérebro detecte o campo magnético a Terra”.

Em uma citação mais longa do referido artigo: “ (…) Os resultados mistos em pessoas podem ser devido ao fato de que virtualmente todos os estudos anteriores dependeram de decisões comportamentais dos participantes. Se os seres humanos possuem um sentido magnético, a experiência diária sugere que ele seria muito fraco ou profundamente subconsciente. Essas impressões fracas podem facilmente ser mal interpretadas - ou simplesmente perdidas - ao tentar tomar decisões. (…) Um relatório anterior sobre pássaros mostrou que os robins param de usar o campo geomagnético se a força for mais de cerca de 25% diferente daquela a que estavam acostumados . É possível que essa tendência seja o motivo pelo qual pesquisadores anteriores tiveram problemas para identificar esse sentido magnético - se eles aumentassem a intensidade do campo magnético para "ajudar" os sujeitos a detectá-lo, eles poderiam ter garantido que os cérebros dos sujeitos o ignorassem.

(…) Cérebros registram mudanças magnéticas, inconscientemente

Nossos participantes não estavam cientes das mudanças do campo magnético e de suas respostas cerebrais. Eles sentiram que nada havia acontecido durante todo o experimento - eles apenas ficaram sentados sozinhos em um silêncio escuro por uma hora. Por baixo, porém, seus cérebros revelaram uma ampla gama de diferenças. Alguns cérebros quase não mostraram reação, enquanto outros cérebros tiveram ondas alfa que encolheram para a metade de seu tamanho normal após uma mudança no campo magnético.

Resta saber o que essas reações ocultas podem significar para as capacidades comportamentais humanas. As respostas cerebrais fracas e fortes refletem algum tipo de diferença individual na habilidade de navegação? Aqueles com respostas cerebrais mais fracas podem se beneficiar de algum tipo de treinamento? Aqueles com fortes respostas cerebrais podem ser treinados para realmente sentir o campo magnético?

Uma resposta humana a campos magnéticos com a força da Terra pode parecer surpreendente. Mas, dadas as evidências da sensação magnética em nossos ancestrais animais, seria mais surpreendente se os humanos tivessem perdido completamente até a última peça do sistema. Até agora, encontramos evidências de que as pessoas têm sensores magnéticos funcionando, enviando sinais para o cérebro - uma capacidade sensorial até então desconhecida na mente humana subconsciente. A extensão total de nossa herança magnética ainda precisa ser descoberta. “

( https://theconversation.com/new-evidence-for-a-human-magnetic-sense-that-lets-your-brain-detect-the-earths-magnetic-field-113536) (13)

Seguem os trechos relevantes dos artigos que reportam a influência dos campos geomagnéticos sobre humanos e praticamente todos organismos vivos  imersos nele.

Presença de magnetita no hipocampo humano, descoberta em um estudo que relacionou “disparos” epilépticos com campos magnéticos. (3)

“(...) Desde a descoberta da presença de magnetitos biogênicos em organismos vivos, tem havido especulações sobre o papel que esses biomagnetitos desempenham nos processos celulares. Parece que a formação de cristais de biomagnetita é um fenômeno universal e não uma exceção nas células vivas. Muitos fatos experimentais mostram que as características dos processos orgânicos e inorgânicos podem ser indistinguíveis em níveis de nanoescala. “ (18)

Embora a magnetita mineral (Fe3O4) seja precipitada bioquimicamente por bactérias, protistas e uma variedade de animais, ela não foi documentada anteriormente em tecido humano. Usando um magnetômetro supercondutor ultrassensível em um ambiente de laboratório limpo, detectamos a presença de material ferromagnético em uma variedade de tecidos do cérebro humano. Extratos de partículas magnéticas de tecidos cerebrais solubilizados examinados com microscopia eletrônica de transmissão de alta resolução, difração de elétrons e análises elementares identificam minerais na família magnetita-maghemita, com muitas das morfologias de cristal e estruturas que se assemelham fortemente àquelas precipitadas por bactérias magnetotáticas e peixes. Essas medições de microscopia eletrônica de transmissão magnética e de alta resolução implicam na presença de um mínimo de 5 milhões de cristais de domínio único por grama para a maioria dos tecidos do cérebro e > 100 milhões de cristais por grama para pia e dura-máter. Os dados de propriedades magnéticas indicam que os cristais estão em grupos entre 50 e 100 partículas. A magnetita biogênica no cérebro humano pode ser responsável pelos efeitos de saturação de alto campo observados nos valores T1 e T2 da ressonância magnética e, talvez, por uma variedade de efeitos biológicos de campos magnéticos de baixa frequência. (10)

Que o cérebro humano contém magnetita está bem estabelecido; no entanto, sua distribuição espacial no cérebro permaneceu desconhecida. Apresentamos a temperatura ambiente, medições de magnetização remanescente em 822 espécimes de sete cérebros humanos inteiros dissecados, a fim de mapear sistematicamente as concentrações de portadores magnéticos remanescentes. As magnetizações remanentes de saturação mediana do cerebelo foram aproximadamente duas vezes mais altas do que as do córtex cerebral em todos os sete casos (estatisticamente significativamente distintas, p = 0,016). Os caules do cérebro eram duas vezes mais elevados em magnetização, em média, do que o córtex cerebral. A camada horizontal ventral (mais baixa) do córtex cerebral era consistentemente mais magnética do que o córtex cerebral médio em cada um dos sete casos estudados. Embora existam exceções, os padrões reprodutíveis de magnetização nos levam a concluir que a magnetita é preferencialmente particionada no cérebro humano, especificamente no cerebelo e no tronco encefálico. (12)

(...) propomos que a magnetita cerebral pode ser um componente dos mecanismos, conservados durante a evolução, para detectar e transduzir os campos magnéticos gerados dentro do neocórtex cerebral. Especificamente, propomos um possível papel das nanopartículas de magnetita, distribuídas através das membranas neuronais e astrogliais, na percepção, transdução e armazenamento da informação que chega ao neocórtex. (16)

Os principais componentes comportamentais, fisiológicos e anatômicos de um sentido magnético baseado em magnetita foram demonstrados na truta arco-íris (Oncorhynchus mykiss). (4)

Bactérias magnetotáticas que se orientam e nadam em uma direção preferencial no campo geomagnético contêm magnetita de domínio único suficiente para constituir uma bússola biomagnética. (5)

Em alguns vertebrados “(...) o magnetismo das células é devido a uma estrutura intracelular de cristais ricos em ferro, mais provavelmente magnetita de domínio único. (…) Nossos resultados mostram que as células magneticamente identificadas atendem claramente aos requisitos físicos de um magnetoreceptor capaz de detectar rapidamente pequenas mudanças no campo magnético externo”. (6)

Magnetorecepção, a percepção do campo geomagnético, é uma modalidade sensorial bem estabelecida em todos os principais grupos de vertebrados e alguns invertebrados, mas sua presença em humanos foi testada raramente, produzindo resultados inconclusivos. Relatamos aqui uma resposta forte e específica do cérebro humano a rotações ecologicamente relevantes dos campos magnéticos da força da Terra. Após a estimulação geomagnética, ocorreu uma queda na amplitude das oscilações alfa da eletroencefalografia (EEG) (8-13 Hz) de maneira repetível. Denominada dessincronização relacionada ao evento alfa (alfa-ERD), tal resposta foi anteriormente associada ao processamento sensorial e cognitivo de estímulos externos, incluindo visão, pistas auditivas e somatossensoriais. Alpha-ERD em resposta ao campo geomagnético foi disparado apenas por rotações horizontais quando o campo magnético vertical estático foi direcionado para baixo, como é no hemisfério norte; nenhuma resposta cerebral foi produzida pelas mesmas rotações horizontais quando o componente vertical estático foi direcionado para cima. Isso implica uma resposta biológica sintonizada com a ecologia da população humana local, ao invés de um efeito físico genérico. Testes biofísicos mostraram que a resposta neural era sensível aos componentes estáticos do campo magnético. Isso exclui todas as formas de indução elétrica (incluindo artefatos dos eletrodos) que são determinadas apenas pelos componentes dinâmicos do campo. A resposta neural também foi sensível à polaridade do campo magnético. Isso exclui mecanismos de "bússola quântica" de radicais livres, como a hipótese do citocromo, que pode detectar apenas o alinhamento axial. Ferromagnetismo continua sendo um mecanismo biofísico viável para a transdução sensorial e fornece uma base para iniciar a exploração comportamental da magnetorecepção humana. (7)

Dezenas de experimentos já mostraram que diversas espécies animais, bactérias, tubarões, abelhas, pombos-correio, morcegos, bem como outros organismos, parecem detectar a direção do campo magnético da Terra. Evidências indiretas, mas reproduzíveis, sugerem que as abelhas e pássaros também podem responder a mudanças mínimas em sua intensidade. Os mecanismos por trás dessa sensibilidade não são conhecidos. A magnetita naturalmente magnética e biologicamente precipitada (Fe3O4) foi encontrada em quitons, bactérias magnetotáticas, abelhas, pombos-correio e golfinhos. Sua mineralização em áreas localizadas pode estar associada à capacidade desses animais de responder à direção e intensidade do campo magnético terrestre. (8) (9) (11) (14)

E quanto ao ascendente?

Achamos uma tese de mestrado muito interessante que poderia justificar a existência de um signo ascendente: variações diárias do campo magnético devido aos raios cósmicos: “(...) Além disso, confirmamos que a eliminação das influências atmosféricas é fundamental para se obter o perfil da variação diurna relacionada ao transporte de partículas de raios cósmicos no meio interplanetário. A partir da análise da variação diurna nos diferentes períodos do ciclo solar, observamos que existe uma relação entre o comportamento do número de manchas solares e a amplitude da variação diurna. (...)” (17)



Referências

  1. https://pt.wikipedia.org/wiki/Astrologia
  2. Dunn, J. R., Fuller, M., Zoeger, J., Dobson, J., Heller, F., Hammann, J., … Moskowitz, B. M. (1995). Magnetic material in the human hippocampus. Brain Research Bulletin, 36(2), 149–153. https://doi.org/10.1016/0361-9230(94)00182-Z
  3. Diebel, C. E., Proksch, R., Green, C. R., Neilson, P., & Walker, M. M. (2000). Magnetite defines a vertebrate magnetoreceptor. Nature, 406(6793), 299–302. https://doi.org/10.1038/35018561
  4. Frankel, R. B., & Blakemore, R. P. (1980). Navigational compass in magnetic bacteria. Journal of Magnetism and Magnetic Materials, 1518(PART 3), 1562–1564. https://doi.org/10.1016/0304-8853(80)90409-6
  5. Eder, S. H. K., Cadiou, H., Muhamad, A., McNaughton, P. A., Kirschvink, J. L., & Winklhofer, M. (2012). Magnetic characterization of isolated candidate vertebrate magnetoreceptor cells. Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, 109(30), 12022–12027. https://doi.org/10.1073/pnas.1205653109
  6. Wang, C. X., Hilburn, I. A., Wu, D. A., Mizuhara, Y., Cousté, C. P., Abrahams, J. N. H., … Kirschvink, J. L. (2019). Transduction of the Geomagnetic Field as Evidenced from alpha-Band Activity in the Human Brain. ENeuro, 6(2), 1–117. https://doi.org/10.1523/ENEURO.0483-18.2019
  7. Kirschvink, J. L., & Gould, J. L. (1981). Biogenic magnetite as a basis for magnetic field detection in animals. BioSystems, 13(3), 181–201. https://doi.org/10.1016/0303-2647(81)90060-5
  8. Kalmijn, A. J. (1981). Biophysics of geomagnetic field detection. IEEE Transactions on Magnetics, 17(1), 1113–1124. https://doi.org/10.1109/TMAG.1981.1061156
  9. Kirschvink, J. L., Kobayashi-Kirschvink, A., & Woodford, B. J. (1992). Magnetite biomineralization in the human brain. Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, 89(16), 7683–7687. https://doi.org/10.1073/pnas.89.16.7683
  10. Holland, R. A., Kirschvink, J. L., Doak, T. G., & Wikelski, M. (2008). Bats use magnetite to detect the earth’s magnetic field. PLoS ONE, 3(2), 1–6. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0001676
  11. Gilder, S. A., Wack, M., Kaub, L., Roud, S. C., Petersen, N., Heinsen, H., … Schmitz, C. (2018). Distribution of magnetic remanence carriers in the human brain. Scientific Reports, 8(1), 1–9. https://doi.org/10.1038/s41598-018-29766-z
  12. Johnsen, S., & Lohmann, K. J. (2008). Magnetoreception in animals. Physics Today, 61(3), 29–35. https://doi.org/10.1063/1.2897947
  13. https://theconversation.com/new-evidence-for-a-human-magnetic-sense-that-lets-your-brain-detect-the-earths-magnetic-field-113536
  14. Ghodbane, S., Lahbib, A., Sakly, M., & Abdelmelek, H. (2013). Bioeffects of static magnetic fields: Oxidative stress, genotoxic effects, and cancer studies. BioMed Research International, 2013, 1–28. https://doi.org/10.1155/2013/602987
  15. Excluido
  16. Pinto, A. C. da S. (2017). Estudo Da Influência De Feixes De Vento Solar Rápido Na Variação Diurna Da Intensidade De Raios Cósmicos. (Tese de Mestrado)
  17. Bókkon, I., & Salari, V. (2010). Information storing by biomagnetites. Journal of Biological Physics, 36(1), 109–120. https://doi.org/10.1007/s10867-009-9173-9

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