ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DO CORONAVÍRUS EM MINAS GERAIS

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA

Biomedicina

ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DO CORONAVÍRUS EM MINAS GERAIS

rita de cássia medeiros rocha

Orientadora:
Dra. Lilia Rosário Ribeiro

Resumo

Os coronavírus são vírus envelopados com um genoma de RNA de cadeia positiva de 27 a 32 kb. Os vírus, podem ocasionar diversas doenças referentes ao trato digestório e respiratório. Este trabalho consiste em uma revisão bibliográfica com abordagem narrativa da literatura, que possui caráter amplo e se propõe a descrever sobre a temática COVID-19, sob o ponto de vista teórico, mediante análise e interpretação da literatura existente sobre o assunto. As informações relativas ao número de ocorrências de novos casos e óbitos por COVID-19 no Brasil estão sub- notificadas, em função de indivíduos assintomáticos e pela deficiência de disponibilidade de testes para a identificação do coronavírus. A região Sudeste retratou maiores resultados de ocorrências de COVID-19 (324.604) sendo (35.16%), atrás somente do Nordeste. Minas Gerais (MG), situada nessa região encontra- se em décimo quarto no ranking dos estados brasileiros (22.024; 2.38%). A patogênese da infecção pelo vírus em humanos se manifesta como sintomas leves a insuficiência respiratória grave. O coronavírus tem uma rápida replicação nos pulmões podendo desencadear uma forte resposta imunológica. Até o momento, não há terapias eficazes cientificamente comprovadas para COVID-19, tampouco antivirais, embora alguns tratamentos tenham mostrado alguns benefícios em certas subpopulações. Fica evidente a importância da pesquisa científica na área da saúde, e no desenvolvimento de novas técnicas, na realização de exames laboratoriais, medicações e, linhas de tratamentos, desenvolvimentos de vacinas. Conclui-se com este trabalho que o mundo não estava preparado para o enfrentamento de uma pandemia. Coronavírus é uma novidade para todos, e diversas pesquisas ainda são necessárias para uma melhor compreensão de sua biologia e controle.

Palavras-chave: COVID- 19, SARS- CoV- 2, Origem

Abstract

Coronaviruses are viruses enveloped with a 27 to 32 kb positive-strand RNA genome. Viruses can cause various diseases related to the digestive and respiratory tracts. This work consists of a bibliographic review with a narrative approach to the literature, which has a broad character and proposes to describe the theme COVID-19, from a theoretical point of view, through analysis and interpretation of the existing literature on the subject. Information regarding the number of new cases and deaths due to COVID-19 in Brazil is underreported, due to asymptomatic individuals and the lack of availability of tests to identify the coronavirus. The Southeast region showed the greatest results of occurrences of COVID-19 (324,604) being (35.16%), behind only the Northeast. Minas Gerais (MG), located in this region, is in fourteenth place in the ranking of Brazilian states (22,024; 2.38%). The pathogenesis of virus infection in humans manifests as mild symptoms to severe respiratory failure. The coronavirus has a rapid replication in the lungs and can trigger a strong immune response. To date, there are no effective scientifically proven therapies for COVID-19, nor antivirals, although some treatments have shown some benefits in certain subpopulations. It is evident the importance of scientific research in the health area, and in the development of new techniques, in the performance of laboratory tests, medications and, lines of treatments, vaccine developments. It is concluded with this work that the world was not prepared to face a pandemic. Coronavirus is a novelty for everyone, and several researches are still necessary for a better understanding of its biology and control.

Keywords: COVID- 19, SARS- CoV- 2, Origem

Introdução

Este trabalho tem como objetivo descrever a estrutura geral dos coronavírus, os mecanismos de transmissão e dados epidemiológicos do Brasil. Verifica- se neste trabalho a revisão literária sobre o Coronavírus (COVID-19). “Os coronavírus, um gênero da família Coronaviridae, são vírus envelopados com um genoma de RNA de cadeia positiva de 27 a 32 kb” (LIA et al., 2004, p368). Os vírus, podem ocasionar diversas doenças referentes ao trato digestório e gastroenterites e são divididos em quatro classes principais: alfa, beta, gama e delta (MATTAR et al, 2018). 

O Center for Disease Control (CDC ou Centro de Controle de Doenças tem originalidade , mas atua nos países estrangeiros também, tendo como missão proteger a América das ameaças à saúde, segurança e proteção, aumentando a segurança sanitária das nações), define pandemia como acontecimento de um surto em extensa área geográfica (vários países ou continentes), envolvendo uma enorme quantidade de pessoas. A pandemia, é o comparecimento consecutivo “de uma doença ou agente infeccioso” entre determinada área geográfica ou grupo populacional (RIOS NETO, EDUARDO, 2007, p.17). ” Uma pandemia se
difere de uma epidemia devido às suas maiores proporções. É uma doença infecciosa, transmissível e mortal que se espalha por vários continentes ou até mesmo por todo o planeta. São exemplos de casos de pandemia a AIDS, a tuberculose, e os recentes surtos de gripe aviária, em 2005, e de gripe suína, em 2009 ” (FERREIRA, C. L. et. al., 2020, pag. 392).

A pandemia do Coronavírus tornou-se um transtorno global pelo alto poder de transmissão do vírus entre os seres humanos, associada à sua alta velocidade de infecção. Dentre os inúmeros coronavírus patogênicos, a maioria está associada a sintomas clínicos leves, como febre alta, algumas dispneias com radiografia de tórax revelando lesões invasivas nos dois pulmões, em alguns casos podendo causar pneumonia viral (BLACK,2020). Sua transmissão animal-humano parece ser a provável causa da epidemiologia, pois os primeiros casos foram detectados em pacientes com histórico de visitas aos mercados de peixes e animais selvagens de Wuhan (BENVENUTO et al, 2020). 

Os primeiros coronavírus humanos foram isolados em 1937. Mas, foi em 1965 que o vírus foi apresentado como coronavírus (MINISTÉRIO DA SAÚDE,2020). Entretanto, os coronavírus mais recentes, SARS-Coronavírus (SARS-CoV), Mers-Coronavírus (MERS-CoV) e o COVID-19, provocam doenças graves. Contudo, os vírus mencionados anteriormente com restrição dos coronavírus anteriores, sua função na doença respiratória em humanos ainda é motivo de debate. Os problemas respiratórios, agudos e crônicos, envolvem todas as idades e mostram algumas formas de manifestação (DIAS, FELLIPE et al, 2020, pag. 1). Faz-se necessário, entender as necessidades de maiores estudos relacionados ao COVID-19 e seu respectivo agente etiológico, visto que há uma elevada taxa de disseminação e mostra grande letalidade humanos.


METODOLOGIA

O estudo consiste em uma revisão bibliográfica com abordagem narrativa da literatura, que possui caráter amplo e se propõe a descrever sobre a temática COVID-19, sob o ponto de vista teórico ou contextual, mediante análise e interpretação da literatura existente sobre o assunto.

A revisão bibliográfica de quando foi realizada no período de fevereiro a outubro de 2020. Foram utilizadas referências localizadas nas seguintes bases de dados bibliográficas: Google acadêmico, SciELO, Periódicos. Capes, Data Sus, Lilacs, BVS Brasil e Portal da
Saúde do Ministério da Saúde. Os descritores aplicados para pesquisa foram: coronavírus;
COVID-19; SARS-CoV-2; estrutura do coronavírus; dados epidemiológicos.

ORIGEM DO CORONAVÍRUS

O coronavírus foi descrito pela primeira vez em 1937 através de animais domésticos. Sem amplos resultados, foi retratado outra vez em meados de 1960 por motivos de infecções respiratórias em seres humanos e recebeu o nome “corona” por apresentar uma estrutura externar ao capsídeo proteico que remete ao formato de uma coroa (Figura 1) (LIPPI,GIUSEPPE et al.,2020).

Historicamente, os coronavírus foram identificados na década de 1930 em aves, e sucessivamente foram descritos inúmeros outros gêneros, existindo sete que conseguem provocar doenças em seres humanos, dentre os quais, quatro provocam mudanças no organismo, quadros leves (estados gripais), porem apenas três estão relacionados ao contágio mais crítico em adultos (QUINTELLA, CRISTIANA M. et. al., 2020).

Figura 1 — Estrutura COVID-19
Estrutura COVID-19http://portal.utfpr.edu.br/noticias/geral/covid-19/coronavirus-saiba-como-se-prevenir/img_virus.jpg/@@images/7fc2a018-c24a-40b2-9611-be49cd5d2bf1.jpeg

O novo coronavírus, tem uma conformação de zoonose respiratória e sistêmica provocada por um vírus relativo à família Coronaviridae, constatado como motivo de uma pandemia de doença respiratória, originário da cidade Wuhan, na China, o vírus se disseminou pelo mundo, chegando a ser considerado uma peculiaridade dramática de um surto emergencial (LIPPI, GIUSEPPE et al., 2020).

Os COVs podem ser encontrados em diversos hospedeiros, sendo os morcegos os maiores reservatórios desses vírus. Demais animais como aves, mamíferos, envolvendo camelos, civetas de palma (gatos selvagens asiáticos), cobras, cães, gatos, ratos da mesma forma podem corresponder aos reservatórios dos COVs (CHAVES,TÂNIA et. al., 2020). 

Os vírus de RNA, representam a maior parte dos vírus existentes na natureza, no reino vegetal e animal (incluindo a espécie humana). Casualmente alguns vírus que circulam em reservatórios animais podem atravessar a barreira da espécie e contaminar seres humanos, em função da alta mutagenicidade do seu material genético. Eventos desta natureza já constatados com outros vírus tais como, o vírus da imunodeficiência humana (HIV), o vírus Ebola e alguns coronavírus (CHAVES, TÂNIA et. al., 2020).

Os COVs se transformaram nos principais patógenos de pandemias emergentes de problemas respiratórios. São uma ampla família de vírus de “RNA de fita simples” que podem ser isolados em diferenciados gêneros animais, por motivos ainda a serem pesquisados, estes vírus podem transpassar obstáculos junto de espécies e provocar, em humanos, doenças que caracterizam da gripe comum e problemas mais graves, como SARS e MERS (CASCELLA, MARCO et al.,2020).

MATERIAL GENÉTICO 

Os coronavírus (Figura 2), apresentam como material genético uma molécula de RNA de fita simples de cadeia positiva, sendo a coroa  uma estrutura externa ao capsídeo de proteína, do vírus apropriado ao acompanhamento de glicoproteínas no envelope (MONKEMULLER, KLAUS et al.,2020).0

Figura 2 — Representação gráfica do SARS-CoV-2 destacando suas principais estruturas virais.
Representação gráfica do SARS-CoV-2 destacando suas principais estruturas virais. Pereira dantas (2020, p. 4)

O genoma de cerca de 29.7 kb do SARS- COV- 2 (COVID-19)  apresenta 12 supostos quadros de leitura aberta, incluindo as quatros principais proteínas estruturais: a proteína spike (proteína S, 1.255 aa), que medeia a ligação a receptores celulares e a entrada por fusão com membranas celulares; a proteína de envelope pequeno (proteína E, 76 aa), que atua como um esqueleto proteico que desencadeia a montagem; a proteína de membrana (proteína M, 221 aa), que é uma proteína integral envolvida no brotamento e interação com os nucleocapsídeos e a proteína do nucleocapsídeo (proteína N, 422 aa) (SHANG, Lei et. al., 2006, p.355). 

Uma característica dos vírus de RNA é sua instabilidade genética, que permite que os vírus escapem ao ataque do sistema imunológico do hospedeiro e alterem sua gama de hospedeiros e tecidos com mais frequência (Figura 3). Por outro lado, durante um longo período epidêmico, a taxa de mutações das sequências codificadoras de SARS- COV foi constante, enquanto a taxa de mutação não- sinônima (substituição de aminoácidos) diminuiu (SHANG, Lei et. al., 2006, pag. 355).

Figura 3 — Micrografia eletrônica de varredura de uma célula (azul) intensamente infectada pelo vírus SARS-CoV-2 (amarelo).
Micrografia eletrônica de varredura de uma célula (azul) intensamente infectada pelo vírus SARS-CoV-2 (amarelo).https://www.sped2020.com/wp-content/uploads/2020/04/Coronavirus-1536×726.jpg

Em dezembro de 2019, surgiu no povoado de Wuhan/ China uma pneumonia de causa desconhecida. O surto foi reportando à OMS e trinta dias após ser anunciada internacionalmente foi comunicado à mídia que se tratava de uma epidemia, em seguida, dada a severidade das contaminações e insurgências da doença, o quadro epidêmico foi, por sua vez, retratado como, sendo uma pandemia, quarenta dias após a primeira notificação, a causa da doença foi descrita tendo como motivo uma infecção provocada por um vírus do tipo coronavírus (LUZ, Alessandra R. et. al., 2020).

O Ministério da Saúde foi notificado sobre o primeiro caso confirmado de coronavírus no Brasil no dia 26 de fevereiro de 2020. Desde então, até 08 de agosto de 2020 foram notificados 3.012.412 casos e 100.477 mortes por COVID-19. O maior número de novos casos da doença ocorreu no dia 29 de julho (69.074 casos), assim como (1.595 óbitos) notificações de óbitos. Na semana epidemiológica número 32 registrada em 08 de agosto, foram contatados 43.505 novos casos e 988 mortes por COVID-19 (44.766 casos e 1.016 óbitos) (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2020).

DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

As informações relativas ao número de ocorrências de novos casos e óbitos por COVID-19 no Brasil estão sub- notificadas, em função de indivíduos assintomáticos e pela deficiência de disponibilidade de testes para a identificação do coronavírus. (NETTO, RAIMUNDO G. F. et. al., 2020, pag. 23). No decorrer da Semana Epidemiológica (SE) 32 (02 a 08/08), foi registrado um total de 304.535 casos e 6.914 óbitos atuais por COVID-19 no Brasil (Gráficos 1 e 2). Para o território brasileiro, o índice de casos até 08 de agosto de 2020 foi de 1.433,5 casos por 100 mil cidadãos, mostrando uma proporção de mortalidade de 47,8 óbitos por 100 mil cidadãos (Tabelas 1 e 2).

Tabela 1 — Distribuição dos registros de novos casos e óbitos por COVID-19 na SE 32, total, coeficientes de incidência e mortalidade (por 100 mil hab.), segundo região e Unidade da Federação (UF). Brasil, 2020
Distribuição dos registros de novos casos e óbitos por COVID-19 na SE 32, total, coeficientes de incidência e mortalidade (por 100 mil hab.), segundo região e Unidade da Federação (UF). Brasil, 2020Secretaria de Vigilância em Saúde/Ministério da Saúde. Dados atualizados em 05/09/2020. BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO ESPECIAL (2020)

Tabela 2 — Distribuição dos registros de novos casos e óbitos por COVID-19 na SE 32, total, coeficientes de incidência e mortalidade (por 100 mil hab.), segundo região e Unidade da Federação (UF). Brasil, 2020
Distribuição dos registros de novos casos e óbitos por COVID-19 na SE 32, total, coeficientes de incidência e mortalidade (por 100 mil hab.), segundo região e Unidade da Federação (UF). Brasil, 2020Secretaria de Vigilância em Saúde/Ministério da Saúde. Dados atualizados em 05/09/2020. BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO ESPECIAL (2020)

Gráfico 1 — Distribuição dos novos registros de casos (A) de COVID-19 por semana epidemiológica de notificação. Brasil, 2020
Distribuição dos novos registros de casos (A) de COVID-19 por semana epidemiológica de notificação. Brasil, 2020Distribuição dos novos registros de casos (A) de COVID-19 por semana epidemiológica de notificação. Brasil, 2020. BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO ESPECIAL (2020)

Gráfico 2 — Distribuição dos novos registros óbitos (B) de COVID-19 por semana epidemiológica de notificação. Brasil, 2020.
Distribuição dos novos registros óbitos (B) de COVID-19 por semana epidemiológica de notificação. Brasil, 2020.Distribuição dos novos registros de casos (A) de COVID-19 por semana epidemiológica de notificação. Brasil, 2020. BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO ESPECIAL (2020)

Análise da literatura baseada no conhecimento chinês a respeito do COVID-19 indica uma capacidade de multiplicação da enfermidade entre 1,5 a 6,49 pessoas,

Especialistas apontam que depois que o SARS-CoV-2, responsável pela COVID-19, entra em contato com o corpo, ele imediatamente invade as células que apresentam em sua superfície celular o receptor ACE-2, como células endoteliais, cardiomiócitos, enterócitos ou células epiteliais, através da ligação da glicoproteína-S encontrada na sua superfície celular, e causa uma digestão proteolítica da célula hospedeira. Vale ressaltar que o volume médio dessas cópias virais cresce ao longo dos dias, por isso a emergência do isolamento social (NOVAES, M. R. L. et. al., 2020).


O percentual de óbitos da COVID-19 varia de 1% a 3% dos enfermos sintomáticos. Os óbitos elevam consideravelmente em enfermos adultos com idade acima de 60 anos, com comorbidades antecedentes como diabetes, obesidades, pressão alta, câncer, insuficiência cardíaca ou renal e pneumonia crônica. Assim, o percentual de mortalidade é estimado em torno de 14% em enfermos acima de 80 anos e 0,2% entre os enfermos com menos de 40 anos (PEREIRA, M. D. et. al., 2020). Ainda, de acordo com a OMS, averígua-se que uma das maiores recomendações para a prevenção da dissipação viral encontra-se nos  projetos de prevenções pela higienização (OLIVEIRA, S. M. C. et. al., v. 7, n. 8, 2020). 

Por esse motivo, uma das ações mais importantes para a redução da transmissão é a “higiene das mãos”, vista como um parâmetro de baixo custo e alta eficácia, pelo fato de as mãos estarem diretamente relacionadas com a contaminação cruzada. Apesar de vários trabalhos indicarem para a aceitação desse ato entre os profissionais no decorrer do atendimento de enfermos nos sistemas de saúde (OLIVEIRA, A. C. et. al., v. 29, 2020). Desta forma, as ações mais eficazes na prevenção da contaminação pelo COVID-19 são:

– Limpeza constante das mãos com água e sabão (ou com álcool em gel 70%);

– Uso de instrumentos de proteção individual (EPI´s) pelos profissionais de saúde;

– Isolamento social;

– Sair da residência apenas em situações de grande emergência e evitar aglomerações;

– Evitar o contato com indivíduos que apresentam sintomas de baixo rendimentos respiratórios, tais como falta de ar, tosse, espirros;

– Não tocar nos olhos, boca e nariz sem estar com as mãos higienizadas;

– Evitar contato de mão, beijos e abraços ao se relacionar com pessoas próximas;

– Quando tossir e espirrar, proteger a boca e o nariz com o cotovelo dobrado ou com lenço (logo após, jogar fora o lenço e higienizar as mãos). 

Estas são as recomendações da OMS e de governos do mundo todo, como medida de prevenção de insurgências de mais casos em diferentes países

A recomendação para coleta de exame confirmatório deve seguir as diretrizes determinadas pelo Ministério da Saúde. Possivelmente os primeiros três a cinco dias de início dos sintomas sejam os de maior transmissibilidade. Por isso, casos suspeitos devem ficar em isolamento respiratório desde o primeiro dia de sintomas, até serem descartados. É de suma importância obedecer ao isolamento. Contatos domiciliares e laborais diretos com casos confirmados deverão igualmente permanecer em isolamento domiciliar por 14 dias. Somente em caso de sintomas de alerta (febre alta e falta de ar), procurar atendimento médicos (BOAS, P. J. F. V. et. al., 2020).

Dados epidemiologicos de Minas Gerais

A região Sudeste retratou maiores resultados de ocorrências de COVID-19 (324.604) sendo (35.16%), atrás somente do Nordeste. Minas Gerais (MG), situada nessa região encontra- se em décimo quarto no ranking dos estados brasileiros (22.024; 2.38%). De acordo com dados da Fiocruz (InfoGripe), a incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em Minas Gerais mostra elevado índice ao conceituar o histórico do estado (ALVES, Thiago et al, 2020).

Em Minas Gerais no mês de agosto quase 90 mil pessoas testaram positivo para o novo coronavirus, tendo em média três mil infectados por dia. Até 31/08/2020 obteve 216.557 casos confirmados e 5.335 óbitos, aumento de 92%, sendo que foi um estado que controlou a epidemiologia da doença e conseguiu manter o número de casos (SILVA, Gabriel, 2020). 

A quantidade de óbitos por SRAG aumentou significativamente (650%) em Minas Gerais, quando comparado ao histórico do Estado, o que caracteriza uma ocorrência marcante dessa síndrome, coincidente com o aumento exponencial de casos de COVID- 19. A semelhança através de sintomas e sinais por SRAG e COVID- 19, considera- se que esse aumento se dê por subnotificações de mortes provocadas pelo novo coronavírus. Em função da necessidade do distanciamento social, a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) desenvolveu um aplicativo propiciando à população, assistência online fundamentada na telemedicina (ALVES, Thiago et al, 2020).

resultado

No dia 06/03/2020 a SES-MG confirmou o primeiro caso de COVID-19 no estado. Diante disso, os casos de pessoas com uma pneumonia muito forte aumentaram cada vez mais (SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE, 2020). O Brasil foi um dos países mais atingidos pelo vírus, em 2020. Em Minas Gerais até 31/08/2020 os dados da pandemia revelaram 216.557 casos confirmados, 31.471 casos em acompanhamento, 179.751 casos recuperados e 5.335 óbitos confirmados.

 Dentre os casos confirmados de COVID- 19 que não evoluíram para óbito em Minas Gerais, 47% foram registrados em indivíduos do sexo feminino e 53% em indivíduos do sexo masculino. A faixa etária mais acometida variou entre 30 a 39 anos, sendo a média de idade dos casos confirmados de 44 anos. 

Os óbitos informados foram de 2.293 do sexo feminino e masculino 3.042, totalizando 5.335 óbitos, dentre os quais, a faixa etária mais acometida foi de 60 anos ou mais (79%). A média de idade por óbitos confirmados foi de 60 anos, as comorbidades mais acometidas foram diabéticos (1.752) e cardiopatas (2.510) . Do total de óbitos, 1.367 não apresentaram nenhuma comorbidade. A letalidade do vírus foi 2,4% segundo o levantamento de 517 municípios.

Dos casos confirmados, 22.367 indivíduos necessitaram de internação hospitalar na rede pública ou privada e 194.190 foram submetidos a isolamento domiciliar. O número de hospitalizações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) com início de sintomas em 2020 chegou a 54.331.

Laboratórios da rede pública de Minas Gerais realizaram um total de 106.897 testes do tipo RT- PCR (reação em cadeia da polimerase com transcrição reversa), dos quais 26.895 testaram positivos para o novo coronavirus, 76.347 testaram negativo e 2.035 foram inconclusivos. Assim, Sousa et al (2020) sugeriram que sejam planejados diferentes tipos de ações para que ocorra uma considerável redução no índice de transmissão do vírus (BOLETIM EPIDEMIOLOGICO, 2020).

Discussão

O presente estudo teve como objetivo descrever a estrutura geral do novo coronavírus, mecanismos de transmissão e dados epidemiológicos do Estado de Minas Gerais, por meio de uma revisão suplementar da bibliografia.

A patogênese da infecção pelo vírus em humanos se manifesta como sintomas leves a insuficiência respiratória grave. O coronavírus tem uma rápida replicação nos pulmões podendo desencadear uma forte resposta imunológica. Até o momento, não há terapias eficazes cientificamente comprovadas para COVID-19, tampouco antivirais, embora alguns tratamentos tenham mostrado alguns benefícios em certas subpopulações. 

A disseminação do vírus está associada à contaminação de superfícies inanimadas, contato entre pessoas, mão na boca ou nariz sem ter feito assepsia e por gotículas. O tempo de detecção do vírus vária de minutos a horas, dependendo do procedimento usado para a análise. É possível compreender que, o índice de disseminação poderia ser reduzido, se a população tivesse mais consciência do quão rápido o COVID-19 se espalha e causa muitas mortes, principalmente nos mais idosos.

Minas Gerais teve altas taxas de infecções pelo coronavirus, no entanto, o número de óbitos foi baixo em relação aos casos confirmados e em relação a outros estados. A maior parte dos indivíduos mostrou sinais de doenças após um período de incubação de 1-14 dias (mais comumente em torno de 5 dias), e dispneia e pneumonia desenvolveram dentro de um tempo médio de 8 dias a partir do início da doença. 

Observou-se que os indivíduos com idade superior a 60 anos, foram os mais afetados pelo vírus, fato devido à maior incidência de comorbidades, tais como, pressão alta, diabetes, cardiopatas, pneumopatias, doença renal e doença neurológica. 

A testagem em massa dos casos suspeitos também foi fator preponderante para o controle da disseminação do vírus. O Reverse-transcriptase polymerase chain reaction (RT- PCR) é feito no laboratório por indicação médica, considerado o padrão-ouro no diagnóstico da COVID-19, cuja confirmação é obtida através da detecção do RNA do COVID-19 na amostra analisada, preferencialmente obtida de secreção da nasofaringe com a utilização de um swab para realizar a coleta corretamente.

O teste RT-PCR identifica o vírus no período em que está ativo no organismo, tornando possível aplicar a conduta médica apropriada: internação, isolamento social ou outro procedimento pertinente para o caso em questão. 

Conclusão

Após o desenvolvimento deste trabalho concluí- se a importância da pesquisa na área humana, onde observamos sua importância em diversas áreas como na construção e realização de exames laboratoriais, medicações, linhas de tratamentos, desenvolvimentos de vacina, e como observamos neste trabalho os dados estatísticos auxiliando assim a classificação e definindo seus riscos, para definir medidas eficazes.

Observa- se que medidas simples como isolamento social, uso de mascaras, higienização correta das mãos, entre outras citadas acima, podem prevenir no aumento de números de casos, e assim mantendo estabilizado os números de casos, evitando a lotação máxima em áreas hospitalares.

Nota- se que os números de casos novos e óbitos no Brasil e no mundo vem crescendo exponencialmente, e os pesquisadores continuam na busca incansável pela vacina ideal.

Concluí- se com este presente trabalho que o mundo não estava preparado para uma pandemia mundial, e que o COVID- 19 é uma novidade para todos e que ainda a diversas pesquisas em amplo espectro para desvendar este vírus e encontrar uma forma de paralisa-lo. A várias vacinas no mercado em diversas etapas que pode ser aprovadas e comprovadas sua eficácia, sabe- se que por se tratar de um vírus de RNA e de mutação rápida, pode vir surgir inúmeras dificuldades, mas acreditamos que logo essa pandemia estará apenas na história passada e ficara apenas os ensinamentos e a importância de investir recursos em diversas áreas em pesquisas no mundo todo.

Referências

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