ARQUITETURA AFRICANA

FACULDADE PROMOVE DE JANAÚBA

ARQUITETURA AFRICANA

CARLOS PLATINO

ELENICE FERNANDES

FÁBIO SANTANA

JANAÍNA CRISTINA

JOSEANE STEFANE

VAGNER

WANDERSON MACEDO

Resumo

Este é o resumo do seu projeto. Ele é um elemento obrigatório pelas normas da ABNT e o tamanho recomendado é de 150 a 500 palavras. Nele você deve apresentar de forma sintética os pontos principais do trabalho. Utilize a terceira pessoa do singular, na voz ativa. Procure utilizar frases claras, afirmativas e evite enumeração de tópicos. Ressalte o objetivo, o método, os resultados e as conclusões obtidas no estudo. A primeira frase deve destacar o tema principal do trabalho. Abaixo do resumo você encontra as palavras chave, que serão utilizadas para a catalogação dos trabalhos na biblioteca. Utilize de 3 a 5 palavras separadas por ponto.

Palavras-chave: Mettzer. Formatação. Trabalho acadêmico.

Introdução

Existem muitos preconceitos com relação à arte africana e à África em geral. A denominação genérica de africano engloba maior quantidade de raças e culturas do que a de europeu, já que no continente africano convivem dez mil línguas, distribuídas entre quatro famílias, que são as principais. Daí ser particularmente difícil encontrar os traços artísticos comuns, embora, a exemplo da Europa, se possa falar de um certo aspecto identificador que os diferencia dos povos de outros continentes.

arquitetura africana

A arquitetura africana teve um caráter utilitário, em vez de comunitário, e salvo raras exceções nunca foi empregada, como no resto das civilizações, como representação de poder. Comum a todos os povos foi a utilização de materiais pertencentes à sua região geográfica e o uso intencional e comedido dos materiais em equilíbrio com o meio ambiente. Independentemente de sua hierarquia, todos possuíam o mesmo tipo de casa, não como expressão de igualdade, mas de pertinência ao mesmo grupo. Os materiais utilizados variavam de barro até fibras secas tecidas , o povo se protegia com uma muralha de barro que rodeava e marcava os limites da aldeia, o grande Zimbábue é o que restou de um povoado todo construído por uma muralha monumental. Centro de uma importante cultura dedicada à pecuária, seus muros medem quase 10 m de altura.

Os bantos eram os grupos que possuíam o mair número de integrantes e tinham uma tipologia arquitetônica bem marcante, as cubatas, que eram basicamente construções de cone sobre um cilindro , que possuíam características peculiares.Outra característica bem marcante da arquitetura africana era a consolidação residencial em forma de kraal. A junção de vários kraal formava uma aldeia, mais conhecida por quilombo.Como falar da arquitetura africana e não tocar no nome do Egito? a arquitetura mais comum eram os templos, que tinham uma decoração inspirada na paisagem como a flor de lótus, as palmeiras e os papiros, por exemplo.

curiosidade da arquitetura vernacular: casas musgum

Tradicionalmente, as casas Musgum têm uma implantação peculiar, com a unidade do pai situada na parte mais importante e as unidades dos demais familiares ao redor. Esta configuração é o resultado dos objetivos e necessidades do grupo unificado. As construções de agrupam em um círculo composto por até quinze casas e um muro que as envolve, indicando que todas pertencem à mesma família.

Nem todas as casas têm o mesmo tamanho, já que isto depende totalmente de sua função. O espaço entre as casas também tem uma finalidade específica: uma área para o gado, para as brincadeiras das crianças e para os conselhos familiares.

Suas fachadas contam com diferentes padrões geométricos e seguem a forma de uma grande concha, com a porta em destaque, marcando realmente a entrada da casa. Apesar de não ter fundações sua estrutura é muito sólida: as paredes mais grossas se localizam no embasamento e as mais finas na parte superior, assegurando sua resistência estrutural.

Suas paredes apresentam texturas bastante acentuadas, o que permite identificar as unidades através dos diferentes tipos de “ranhuras” que funcionam, também, para a drenagem da água. Estas “ranhuras” permitem que seus habitantes subam no alto das cúpulas para realizar sua manutenção. A parte superior das casas têm uma abertura que permite a circulação de ar. As casas Musgum se encontram nas planícies de Camarões e em algumas regiões do Chade, onde madeira e pedra não estão disponíveis. É por isso que se usa a terra artesanal, que não necessita de formas para sua aplicação. O uso deste material nas paredes espessas não apenas mantém a casa em uma temperatura amena, como também é um método construtivo de baixa emissão de CO2. O tipo de terra, sua preparação e a quantidade de água necessária são apenas conhecidas pelos construtores locais. Apesar de ser um processo bastante lento, esta técnica apresenta a ventagem de utilizar pouquíssimas ferramentas e uma mão de obra mínima. Lamentavelmente, a maior parte deste conhecimento se perdeu nos últimos anos com a ilusão do “desenvolvimento moderno”, porém, espera-se que estes conhecimentos sejam resgatadas com o interesse que estas técnicas têm gerado no eco-turismo.

 MESQUITA DE DJENNÉ

A Grande Mesquita de Djenné é um grande edifício de adobe (argila misturada à palha e seca ao sol) que é considerado por muitos arquitetos uma das maiores obras do estilo arquitetônico Sudano-Sahel. A mesquita está localizada na cidade de Djenné, Mali, na planície de inundação do rio Bani.As paredes da Grande Mesquita são feitas de tijolos cozidos pelo sol (chamados Férey), cuja base é uma argamassa de areia e terra. São revestidos com um gesso que dá ao edifício uma aparência suave e que parece ter sido esculpido. As paredes do edifício são decoradas com feixes de palma (Borassus aethiopum) chamados toron que se projetam cerca de 60 cm (2 pés) a partir da superfície. O toron também serve como andaime permanente para os reparos anuais. Cerâmicas meio tubo também se estendem a partir do teto levando a água da chuva direto do telhado para bem longe frágeis das paredes. A Grande Mesquita é um edifico vivo que todos os anos após a temporada de chuvas têm que ser reconstruído devido a sua frágil estrutura recoberta com adobe. É nos tórons que as pessoas sobem para aplicar uma nova camada de adobe que substitui a anterior levada pelas chuvas.

A mesquita é construída sobre uma plataforma medindo cerca de 75 metros quadrados que está a 3 metros acima do nível do mercado. A plataforma evita danos à mesquita quando acontecem às cheias do rio Bani. Ela é acessada por seis conjuntos de escadas cada uma decorada com pináculos. A entrada principal está no lado norte do edifício. As paredes exteriores da Mesquita não são precisamente perpendiculares entre si de modo que o plano do edifício tem um contorno trapezoidal perceptível. A parede de oração (qibla) da Grande Mesquita é voltada em direção a Meca e tem vista para o mercado da cidade. A Qibla é dominada por três grandes torres ou minaretes que se projetam para fora da parede principal. A torre central tem cerca de 16 metros de altura. No topo de cada minarete existem ovos de avestruz, símbolo tradicional de vida, fertilidade e renovação.

A sala de oração, medindo 26 por 50 metros ocupa a metade oriental da mesquita atrás da parede da qibla. O telhado de adobe é apoiado por nove paredes interiores que são perfuradas por arcos ogivais que chegam quase até o teto. Este projeto cria uma floresta de noventa maciços pilares retangulares que tomam o interior da sala de oração e reduzem severamente o campo de visão. As pequenas janelas nas paredes norte e sul irregularmente posicionadas permitem que pouca luz natural chegue ao interior do salão. O piso é composto por terra arenosa. Pequenas aberturas no teto são cobertas com tigelas que quando removidas permitem que o ar quente suba e saia do prédio ventilando seu interior em dias quentes. O pátio interior a oeste do salão de orações, medindo 20 por 46 metros está rodeado em três lados por galerias. A galeria ocidental está reservada para uso das mulheres.

ARQUITETURA AFRICANA DO SÉCULO XIX

caracterizada, principalmente, pelo movimento eclético, que carrega características deste século juntamente com característica medievais, clássicas, renascentistas, barrocas e neoclássicas. A áfrica é um continente enorme e foi colonizado por países de outros continentes, tendo então, vasta diversidade cultural.Duas grandes religiões influenciaram a arquitetura deste continente, o islamismo e o cristianismo.Na capital da costa do marfim, está localizada a basílica de Nossa Senhora de Yamoussoukro que é considerada a maior igreja cristã do mundo.

Com a industrialização  de grandes cidades ao redor do mundo, criou -se uma nova técnica de construção civil a base de ferro, um símbolo da arquitetura do ferro na áfrica é o palácio de ferro.

Na áfrica do sul foi construído o primeiro hotel 6 estrelas do mundo. O hotel possui uma arquitetura original que é extremamente exuberante,tem escadarias toda em cristal, mosaicos com pedras preciosas e esculturas de bronze.A áfrica possui muitas riquezas, mas é um continente que foi muito explorado e ainda hoje milhares de pessoas passam por extrema pobreza. Pensando na economia e em sustentabilidade. Peter Rich foi o ganhador de vários prêmios pela arquitetura na construção do centro de interpretação de Mapungubwe. este é um centro cultural situado na áfrica do sul, é um edifício de muito baixo custo e recorre a uma estética ancestral.

o Centro não só conta uma história como também faz parte de uma história em evolução, de uma cultura que se desenvolve em simbiose com o seu legado natural”, conclui o arquitecto.


Centro de Interpretação de MapungubweCentro de Interpretação de MapungubweOs autores (2017)


Conclusão

Levando em consideração os aspectos apresentados, é possível notar que a arquitetura reflete as diversas culturas presentes na África, mostrando cada economia, espiritualidade e o contexto histórico. 

feito

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