APLICATIVO DE ATENDIMENTO EMERGENCIAL NA ÁREA DA SAÚDE

Universidade Nove de Julho – UNINOVE

Bacharelado em Sistemas de Informação

APLICATIVO DE ATENDIMENTO EMERGENCIAL NA ÁREA DA SAÚDE

ABRAAO RONY CONRADO DE SOUZA

Diego Spínola Fernandes

Roberto Batista Dos Santos

Resumo

A realização do atendimento inicial emergencial, para garantia do bem estar da saúde, tem desenvolvido uma série de procedimentos básicos que podem garantir pronto atendimento aos pacientes que sofrem de determinados problemas. Considerando casos simples como cortes, queimaduras, desmaios, entre outros sintomas e condições de saúde, os primeiros socorros foram elaborados com intenção de auxílio rápido, para garantir o bem estar dos pacientes A maioria das pessoas não possui o hábito de se preocupar com os treinamentos de primeiros socorros, os quais recebem ao longo da vida, isso se torna um grande problema pois em caso de emergência não é possível saber os procedimentos corretos, o que pode agravar a situação do paciente. Este trabalho tem como objetivo desenvolver um aplicativo para dispositivos móveis que auxilia no atendimento emergencial, desenvolvido na plataforma Android utilizando o IDE appinventor.mit e o Android SDK, e pesquisas para tratamento de acidentes. Este aplicativo terá os procedimentos emergenciais e oferecerá orientações básicas sobre primeiros socorros, mas não substitui o atendimento profissional, a partir de um menu bastante simplificado, o usuário terá acesso a procedimentos para dezenas de situações de emergência, conta também com números emergenciais, onde a pronta ação pode fazer toda a diferença. E esse projeto deu oportunidade dos alunos terem experiência em desenvolvimento de aplicações.

Palavras-chave: Paciente, Informática na Saúde, Aplicativo, Android, emergência, primeiro socorros, acidente, sistemas de informação, desenvolvimento.

Abstract

The realization of the initial emergency care, to guarantee health well-being, has developed a series of basic procedures that can guarantee prompt care to patients suffering from certain problems. Considering simple cases such as cuts, burns, fainting, among other symptoms and health conditions, first aid was designed with the intention of helping fast, to ensure the well-being of patients Most people do not have the habit of worrying about training first aid, which they receive throughout life, this becomes a big problem because in case of emergency it is not possible to know the correct procedures, which can aggravate the situation of the patient. This work aims to develop an application for mobile devices that assists in emergency care, developed on the Android platform using the appinventor.mit IDE and Android SDK, and research for accident treatment. This application will have emergency procedures and will offer basic guidelines on first aid, but it does not replace professional care, from a very simplified menu, the user will have access to procedures for dozens of emergency situations, also has emergency numbers, where ready action can make all the difference. And this project gave students the opportunity to have experience in application development.

Keywords: Patient, Health Informatics, Application, Android, emergency, first aid, accident, information systems, development.

Introdução

A forma de acesso à Internet tem sido modificada nos últimos anos à medida que os computadores (desktops e notebooks) foram perdendo espaço por conta de suas versões móveis no formato de tablets e smartphones. Em uma apuração recente divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios (Pnad), foi constatado que 80,4% das famílias brasileiras entrevistadas utilizam o smartphone como principal meio de acesso à Internet, deixando para trás computadores, tablets, TVs inteligentes e outros equipamentos (CETIC.BR, 2016). Além de vantagens como banda larga móvel, os dispositivos móveis possuem um custo mais acessível para a maioria da população, são mais fáceis de operar, são multitarefas e são portáteis. Atualmente, os aparelhos celulares, que antes serviam apenas para enviar e receber ligações e/ou mensagens, ganham nova utilidade conforme suas funções foram ampliadas com serviços que possibilitam a seus usuários assistir vídeos, ler livros eletrônicos, acessar mapas, navegar nas redes sociais, compartilhar informações, e muito mais. Na rebarba da versatilidade que um aparelho móvel oferece, aliado às ferramentas da web 2.0 cujo traço principal é a colaboração e interatividade, surgiram os aplicativos (apps) desenvolvidos especialmente para estes aparelhos.

Android é um sistema operacional (SO) baseado no núcleo Linux e atualmente desenvolvido pela empresa de tecnologia Google. Com uma interface de usuário baseada na manipulação direta, o Android é projetado principalmente para dispositivos móveis com tela sensível ao toque como smartphones e tablets; com interface específica para TV (Android TV), carro (Android Auto) e relógio de pulso (Android Wear) («Philosophy and Goals». Android Open Source Project. Google. Consultado em 21 de abril de 2012). 

Medicina e tecnologia são áreas do conhecimento que seguem de mãos dadas ao longo dos anos, gerando avanços importantes e imprescindíveis em prol da saúde humana. Desta maneira, faz-se necessário ao bibliotecário médico manter-se competitivo e acompanhar as evoluções tecnológicas na intenção de suprir as expectativas de seus usuários. A informação para saúde tem um caráter extremamente dinâmico e mutante e o bibliotecário deverá acompanhar este ritmo em seu fazer diário. Os desenvolvimentos tecnológicos no setor da saúde nos últimos 20 anos mudaram radicalmente a maneira de se consumir e gerenciar este tipo de informação. Posto isto, a 3 XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL ênfase não está mais no espaço físico da biblioteca de saúde, e sim no bibliotecário médico. (LAWTON; BURN, 2015).

Mundialmente a tecnologia de informação para dispositivos móveis em saúde vem se consolidando lentamente e através do desenvolvimento social e tecnológico a internet tornou-se uma ferramenta para todas as instâncias profissionais. O mercado mobile está em constante evolução e as soluções encontradas por empresas da área têm atendido a diversas necessidades dos usuários. (SEBRAE, 2014)

Podemos definir primeiros socorros como sendo os cuidados imediatos que devem ser prestados rapidamente a uma pessoa, vítima de acidentes ou de mal súbito, cujo estado físico põe em perigo a sua vida, com o fim de manter as funções vitais e evitar o agravamento de suas condições, aplicando medidas e procedimentos até a chegada de assistência qualificada. (Manual de Primeiros Socorros. Rio de Janeiro. Fundação Oswaldo Cruz, 2003) conduzindo-se com serenidade, compreensão e confiança. Manter a calma e o próprio controle, porém, o controle de outras pessoas é igualmente importante. Ações valem mais que as palavras, portanto, muitas vezes o ato de informar ao acidentado sobre seu estado, sua evolução ou mesmo sobre a situação em que se encontra deve ser avaliado com ponderação para não causar ansiedade ou medo desnecessários. O tom de voz tranquilo e confortante dará à vítima sensação de confiança na pessoa que o está socorrendo.(Manual de Primeiros Socorros. Rio de Janeiro. Fundação Oswaldo Cruz, 2003)

Solução

Auxiliar as pessoas através de um aplicativo (app) como se realizar de maneira correta os procedimentos de primeiros socorros, este trabalho apresenta um sistema computacional que permite que pessoas possam instalar o aplicativo 

Objetivo

O presente trabalho tem por objetivo apresentar um aplicativo de primeiros socorros para plataforma Android.

Objetivo Geral

O objetivo geral deste trabalho é desenvolver um aplicativo em Android para Gadget’s, em que os usuários leigos na área da saúde possam ter informações de como prestar os primeiros socorros as vítimas de acidentes ou pessoas com mal estar.

Objetivos Específicos

A) Utilizar banco de dados MYSQL

B) Implementar o sistema utilizando linguagem de programação Java

C) Utilizar uma ferramenta IDE para desenvolvimento Eclipse, Android Studio

D) Disponibilizar ao usuário a informação, a nível de orientar o uso do app

E) Disponibilizar informações sobre o conhecimento em primeiros socorros 

Justificativa

A decisão de utilizar a plataforma Android foi considerando a exposição de Aplicativos e serviços pelo Google Play que torna mais prática à vida dos fornecedores e consumidores dos mesmos, pois com a visualização e processo de adquirir de graça ou comprar online faz com que aumente a abrangência de exposição por todo país e acessibilidade a uma maior variedade de produtos/serviço prestados. Assim o desenvolvimento de um Aplicativo para exposição e comercialização de um Software (Aplicativo) para auxílio na prestação de primeiro socorros por todo o território nacional trará aos consumidores uma integração maior, podendo visualizar e aprender como lidar com situações que necessitam cuidados com a saúde. Além dessa integração, os consumidores terão um acesso unificado com telefones de emergência para entrar em contato com autoridades para casos de alta complexidade, além de facilitar de maneira correta e simples os procedimentos de primeiros socorros para os usuários.

Desenvolvimento na plataforma Android

O Android é um sistema operacional para dispositivos móveis, baseado em Linux. Seu uso mais conhecido é em Tablets PC e SmartPhones, e isso ocorre em praticamente 190 países ao redor do mundo, ou seja, é praticamente possível encontrar um usuário de Android em qualquer canto do mundo.

Em termos de usuários, o Android é a maior base instalada de um sistema operacional móvel, crescendo na razão aproximada de um milhão de novos usuários ao dia, ou seja, praticamente um milhão de pessoas ligam seus aparelhos Android pela primeira vez, procurando os mais variados tipos de aplicações, jogos e conteúdos digitais.

Esses números incentivam os desenvolvedores de software a investirem nesse nicho de mercado, e para eles, o Android oferece uma plataforma para criar os aplicativos e jogos procurados pelos usuários do Android. Além disso, a Google Play, loja da empresa Google que disponibiliza aplicativos gratuitos e pagos, oferece um espaço que permite a qualquer aplicativo ser visto por qualquer um dos usuários do Android, independentemente do país em que ele esteja.

Em relação ao ambiente de desenvolvimento, o Android dá ao desenvolvedor tudo o que ele precisa para construir seus aplicativos, uma IDE para editar o código-fonte de suas aplicações; provê bibliotecas que permitem acessar as principais funcionalidades do aparelho; componentes prontos que facilitam o desenvolvimento da interface de usuário; além de mecanismos que adequam o aplicativo desenvolvido às características de hardware de um determinado aparelho, seja ele um telefone ou um Tablet PC.

Essas características permitem que um aplicativo aproveite ao máximo os recursos de hardware que estão disponíveis em cada dispositivo. Um exemplo disso é a interface do usuário (as telas da aplicação) que se ajusta automaticamente ao tamanho da tela (física) de cada dispositivo, como o efeito de girar a tela automaticamente quando o usuário vira o aparelho.

Para quem vem do ambiente da linguagem de programação Java, certamente se lembra do “escreva o programa uma única vez, e o execute em qualquer lugar. . .”. Como o Android usa uma máquina virtual para executar as aplicações, as características descritas anteriormente ajudam o desenvolvedor de software a construir um único aplicativo, que será lido, interpretado e utilizado pela máquina virtual para as condições do dispositivo móvel, em tempo de execução.

Caso você queira realmente ser um desenvolvedor Android, seu principal ponto de referência para buscar informações relacionadas ao desenvolvimento de aplicativos para Android tem que ser o próprio site de desenvolvedores do Android (http://developer.android.com). Esse site concentra tudo o que é necessário para desenvolver para o Android, como ambientes de desenvolvimento, diretrizes de desenvolvimento, documentos de especificação, exemplos de aplicativos, informações sobre as atualizações nas versões, datas de novos releases (atualizações), entre outros.

Desenvolvendo os Aplicativos

Para desenvolver um aplicativo Android, é necessário usar um ambiente de desenvolvimento para isso, que neste caso, é um ambiente conhecido como Android SDK. Ele é um conjunto de ferramentas que servem para compilar, testar e depurar o aplicativo durante a fase de desenvolvimento. Para quem está no início do aprendizado, é recomendado o uso de um kit chamado ADT Bundle (download disponível em: http://d eveloper.android.com/sdk/index.html). Porém, antes de instalá-lo, convém lembrar que esse ambiente é executado sobre a plataforma Java SE, que é distribuída gratuitamente pela Oracle no endereço (http://www.oracle.com), e que deve ser instalada previamente ao Android ADT Bundle, que contém os seguintes itens, a serem usados durante o desenvolvimento:

• IDE Eclipse + o plugin ADT;

• Android SDK;

• Gerenciador de Plataformas Android;

• Imagens simuladas de dispositivos reais, para os testes do desenvolvimento.

• Após instalar a plataforma Java SE e o Android ADT Bundle, o ambiente de desenvolvimento estará pronto para o primeiro teste.

• Android Virtual Device (AVD).

A execução em um ambiente que simula o dispositivo móvel é conhecido, no meio técnico, como emulador, assim chamado por simular no computador uma CPU executando o Android.

No caso do Android, esse emulador usa algumas configurações definidas pelo usuário, para saber o quanto de memória virtual precisa ser alocada, tamanho da tela, velocidade de processamento da CPU, se a CPU usa co processador gráfico, entre outros. Essas configurações são chamadas de AVD (sigla para dispositivo Virtual Android, tradução livre do original em inglês Android Virtual Device). Um AVD é criado através de um utilitário chamado AVD Manager, que será discutido em detalhes mais adiante, da mesma forma que o restante do ambiente de desenvolvimento Android. Mas antes de começar a programar, é necessário conhecer alguns fundamentos a respeito do desenvolvimento de aplicativos Android.

Fundamentos de um Aplicativo Android

A linguagem de programação usada no desenvolvimento de aplicativos Android é o Java, entretanto o aplicativo não é apenas o código escrito. Uma aplicação também é composta por arquivos de imagens (usados em ícones, fundos de tela, etc.), arquivos de banco de dados (armazenamento de uma lista de contatos, eventos, etc.), entre outros tipos de recursos.

Para gerar uma aplicação, o desenvolvedor usa o Android SDK para compilar o código-fonte, mas, além disso, ele também verifica os outros tipos de arquivos, buscando verificar se eles estão de acordo com as restrições da versão do Android onde a aplicação será executada, por exemplo. Após as verificações, é criado o binário (chamado de APK), o qual poderá ser instalado no dispositivo móvel.

Um arquivo APK contém todo o conteúdo que forma uma aplicação, e uma vez que ele esteja sendo executado num dispositivo móvel, é executado num ambiente seguro, conhecido como caixa de areia (do inglês sandbox).

O Android usa uma sandbox pelos seguintes motivos:

• Ele é baseado no sistema operacional Linux, que é multiusuário, e cada usuário pode ter seu próprio conjunto de aplicações, que não são usadas pelos demais usuários;

• Quando o aplicativo é executado, o Android atribui ao aplicativo um identificador único (ID) ao aplicativo. Esse ID é conhecido apenas pelo Android, e ele é usado para que o sistemas saiba quais são os recursos que aquele ID pode acessar, e para gerenciar o acesso àqueles recursos;

• Cada aplicativo sendo executado possui sua própria máquina virtual, então, ela é executada totalmente isolada das demais aplicações;

Quando o aplicativo é iniciado, ele é executado como um processo do Android, ele e seus recursos podem ser iniciados quando qualquer um dos componentes da aplicação é iniciado. O processo é mantido em execução até que ele não seja mais necessário. Nesse momento, o Android libera os recursos para que sejam usados por outros aplicativos.

Assim, o Android executa os aplicativos dentro de um ambiente controlado, onde ele somente acessa os recursos e componentes que necessita, e nada mais além deles. Desse modo, uma aplicação não pode acessar outros recursos do sistema operacional se não tiver permissão explícita para isso. Em tese, isso significa que uma aplicação não poderia usar dados que pertencem à outra aplicação, pois elas são executadas em ambientes totalmente isolados.

Mas há um mecanismo simples que permite compartilhar dados entre vários processos. Um aplicativo pode pedir permissão para acessar os dados do aparelho, como por exemplo, os contatos do usuário, conteúdo das mensagens SMS, cartões de memória, Bluetooth, entre outros. Essa permissão deve ser dada pelo usuário no momento em que o aplicativo é instalado no aparelho.

Componentes de um Aplicativo Android

No Android, os componentes da aplicação são todo e qualquer arquivo que compõe o aplicativo, e para o sistema operacional, qualquer um deles serve como um ponto de acesso para o Android. Entretanto, para o usuário, apenas alguns desses arquivos servem para que o usuário possa acessar o aplicativo.

Há quatro tipos diferentes de componentes de aplicação, que são:

Activities

Uma activity é uma única tela com a interface de usuário, e é sempre onde uma aplicação se inicia. Assim, se uma aplicação possui oito telas, ela possui oito activities. Apesar de pertencer a uma determinada aplicação, uma activity pode ser acessada por outras aplicações. Como exemplo, a lista de contatos pode acessar uma activity que mostra o mapa, para mostrar a localização de um contato da lista.

Services

Um service é um componente executado em background, executando processamentos demorados, ou para realizar alguma tarefa relacionada a algum processo remoto, e não tem nenhuma interface de usuário. Por exemplo, o player pode ser um serviço tocando música, enquanto o usuário vê fotos. Um service pode ser iniciado por uma activity e/ou interagir com ela.

Provedores de Conteúdo (Content Providers)

Um Content Provider é o componente de software responsável por gerenciar os dados compartilhados de uma aplicação. Esses dados podem ser armazenados numa ferramenta de base de dados, como SQLite, ou em qualquer tipo de arquivo, armazenado no sistema de arquivos do Android, e eles também podem ser usados por qualquer aplicação através do Content Provider, não apenas aquela que é proprietária dos dados.

Receptores (Broadcast Receivers)

Um Broadcast Receiver é um componente de software que trata qualquer aviso enviado pelo Android, por exemplo: sinalizar o fim da bateria, avisar da chegada de nova mensagem, entre outros. Qualquer aplicação pode enviar um aviso para o Android, desde que ela queira que outras aplicações saibam o que está acontecendo. Por exemplo, se uma aplicação está fazendo download de um arquivo, ela pode querer que outras aplicações saibam que o download foi finalizado, e que o arquivo pode ser usado.

Esse tipo de componente pode ter uma interface de usuário, dependendo se o desenvolvedor considerar isso necessário. Entretanto, é bastante comum usar a barra de status (indicativo de atividade) do Android para deixar o usuário receber tais alertas.

Interação entre as Aplicações

Ao contrário de outros sistemas operacionais, o Android permite que uma aplicação use componentes de outra aplicação. Por exemplo, um desenvolvedor cria um aplicativo de edição de imagens, que ativa a câmera para tirar uma fotografia e editá la, simplesmente enviando uma mensagem para o Android, que inicia o componente correspondente à câmera fotográfica, como se ela fizesse parte da aplicação.

Para o sistema operacional, cada vez que um componente de software é iniciado, um novo processo é criado. Assim, no exemplo anterior, o Android tem dois processos em execução, um para o aplicativo de edição de imagens, e outro para a câmera fotográfica.

Ainda em relação ao exemplo anterior, a fotografia é o dado usado pelos dois aplicativos. O Android restringe o uso compartilhado do mesmo dado por mais de um aplicativo. Entretanto, é possível compartilhar o uso de alguns recursos, desde que o Android tenha a permissão do usuário para isso. Essa permissão tem que ser dada explicitamente pelo usuário.

Intents e Tasks

As mensagens que ativam os componentes de uma aplicação Android são chamadas de intents. Elas se conectam aos componentes individuais durante a execução das aplicações. Quando os intents são enviados por services and activities, eles definem as ações que o outro componente deve executar. Para os broadcast receivers, o intent simplesmente define o alerta que deve ser enviado ao Android.

Como pode ser observado, os componentes do tipo content provider não são iniciados por intents, mas por um objeto de tipo ContentResolver.

O intent inicia os componentes de forma diferente, sendo que as activities são iniciadas pelo método startActivity() ou startActivityForResult(); os serviços são iniciados pelo método startService(), ou pelo método bindService(), quando um componente quer se conectar a um serviço; enquanto que o broadcast é iniciado pelos métodos sendBroadcast(), sendO ordered Broadcast() ou send Sticky Broadcast(); enquanto que os content providers podem ser acessados pelo método query() de um objeto do tipo ContentResolver.

Dalvik VM

Quando se cria um aplicativo para os sistemas Windows ou Linux, o processo de compilação traduz o código escrito em linguagem humana para linguagem de máquina, que é a forma como ela é entendida pelos processadores dos computadores PC. Como todos os PCs são construídos com a mesma arquitetura, isso torna possível desenvolver um aplicativo para o Windows e executá-lo em qualquer computador que tenha as mesmas características.

Entretanto, o mesmo não ocorre com os dispositivos móveis, pois cada fabricante possui sua própria arquitetura de hardware, o que poderia inviabilizar a tarefa de desenvolver aplicativos que pudessem ser executados em dispositivos de vários fabricantes. Mesmo usando o Java Micro Edition (J2ME), podem ocorrer problemas de compatibilidade, pois a implementação da máquina virtual Java, que executa o aplicativo, depende do tipo de acesso a recursos de hardware que o fabricante do aparelho quer disponibilizar.

Para contornar esse problema, há a máquina virtual Dalvik, que é responsável por executar aplicativos Android nos dispositivos de qualquer fabricante. Ou seja, ela é uma runtime similar à do Java, mas que independe da implementação do fabricante, pois ela já vem com o sistema operacional Android básico, permitindo a uma aplicação acessar vários recursos do aparelho, compartilhando o uso deles.

Assim, depois de escrever o código-fonte do aplicativo, ele pode ser compilado. Entretanto, ao invés de ser traduzido para linguagem de máquina, ele é convertido para uma linguagem intermediária, chamada bytecode. O aplicativo em bytecode é o formato que o desenvolvedor distribui para os dispositivos equipados com Android. Quando o aplicativo for instalado, o dispositivo identifica que o aplicativo necessita da máquina virtual Dalvik e fará a associação do aplicativo com a máquina virtual, para que o usuário possa usá-lo.

Para que essa associação ocorra, o desenvolvedor deve conectar o seu aplicativo ao sistema operacional Android, e para isso, ele deve usar o framework do Android. No momento em que o aplicativo for inicializado pelo usuário, a máquina virtual Dalvik interpretará o bytecode do aplicativo, traduzindo o mesmo para a linguagem de máquina entendida pelo dispositivo, possibilitando que o aplicativo seja executado em qualquer dispositivo móvel usando Android.

Zygote

Quando o aplicativo é chamado, ele pode usar recursos de rede, compartilhamento de dados, outros recursos do telefone, como a câmera, a lista de contatos, entre outros. Nessas situações, a aplicação tem que inicializar todos os componentes que ela precisa, mas isso ocupa muitos recursos de processamento do dispositivo, e, em algumas situações, poderia haver o mesmo componente sendo executado mais de uma vez. Para evitar isso, dentro do conceito de Activities, e cada Activity é executada em um processo separado, o Android faz com que alguns recursos, muito usados por vários aplicativos, sejam executados em processos iniciados a partir de um processo base, o qual contém um conjunto de classes pré-carregadas, que simbolizam o estado otimizado para criar uma nova instância da VM. Isso é chamado de Zygote. Isso pode auxiliar o desempenho de seu aplicativo, e do dispositivo móvel como um todo, pois evita o processamento desnecessário para criar novos recursos, quando eles podem ser compartilhados.

Sandbox

A caixa de areia (sandbox) é um recurso que permite ao Android gerenciar o funcionamento de uma aplicação, sem interferir no funcionamento das demais, uma vez que elas podem usar alguns recursos compartilhados. Assim, a sandbox é uma área monitorada pelo Android, onde a aplicação pode manipular seus dados, e tentar acessar os recursos compartilhados pelo Android, para evitar que algum problema com esses dados cause problemas nos recursos compartilhados, e consequentemente, em outro aplicativo.

O que deve ser lembrado pelo desenvolvedor, é que o gerenciamento da sandbox ocorre de acordo com as permissões definidas pelo usuário, quando o aplicativo é instalado no dispositivo.

Ciclo de Vida de um Aplicativo Android

Ao contrário de outros modelos de programação, onde as aplicações são iniciadas através de um método que é o ponto de partida, como o método main(), por exemplo, o Android não possui um método específico que inicia a execução de um aplicativo. O Android inicia uma aplicação chamando um objeto de tipo Activity, através de algum método que corresponde ao estado em que o aplicativo se encontra.

O período que vai do momento em que o aplicativo é iniciado, até o momento em que ele é encerrado, chama-se ciclo de vida. O Android inicia uma aplicação através de um método onCreate(), o que faz com que o aplicativo fique num estado chamado Criado, depois, a Activity é iniciada através de um método onStart(), que põe o aplicativo num estado chamado Iniciado, que pode ficar visível ao usuário, mas que ainda não interage com ele.

Enquanto o aplicativo está no estado Iniciado, ele recebe um método onResume(), deixando o aplicativo no estado Executando, que é o momento em que o usuário final pode interagir com ele. Enquanto o aplicativo está nesse estado, há vários serviços sendo executados em background, como atendimento a chamadas, recebimentos de mensagens, que geram alertas exibidos na barra de status do Android, entre outros.

Durante a execução do aplicativo, um serviço como o de recebimento de chamadas envia um intent para esta aplicação, fazendo com que ela tenha sua execução pausada, através do método onPause(), ou seja, ela entra no estado Interrompida, até receber outro intent que a faça sair desse estado. Quando o usuário termina a chamada, o Android pode enviar um intent que executa o método onResume(), que faz com que o Android volte a executar o aplicativo.

Como alternativa à operação acima, o usuário pode querer encerrar o aplicativo, e isso faz com que o Android envie um intent onStop(), que parará a execução do aplicativo, mantendo-o num estado de Parado. Nesse estado, ele pode receber um intent onRestart(), fazendo com que o aplicativo seja iniciado, ou pode receber um intent onDestroy(), fazendo que o aplicativo seja realmente finalizado.

A Figura 1 apresenta o fluxo de mudança de estados, mostrando como os intents fazem com que as Activities mudem de um estado para o outro, e quais os métodos que eles ativam. Esse fluxo deve ser conhecido, para manter os dados íntegros, ou para recuperar o estado de certas informações, visando garantir a confiabilidade na execução dos aplicativos.

Neste momento, vem a seguinte consideração: se uma aplicação possui várias Activities, e o Android pode iniciar qualquer Activity, como garantir que o aplicativo sempre inicia pela tela principal? Isso é feito através de uma propriedade da tela, em que a Activity é declarada como sendo a que inicia o aplicativo (o Launcher). Essa declaração ocorre num arquivo chamado Manifesto, um arquivo do tipo xml que deve ser nomeado como AndroidManifest.xml e que deve ser colocado na pasta raiz do projeto. Ele é usado para armazenar a configuração do aplicativo. A estrutura básica do manifesto é apresentada pela Listagem 1.

<activity android:name=“.MainActivity” android:label=“@string/app_name”>

<intent-filter>

<action android:name=“android.intent.action.MAIN” />

<category android:name=“android.intent.category.LAUNCHER” />

</intent-filter>

</activity>

Listagem 1 – Forma básica da declaração de uma Activity no arquivo de Manifesto.

Assim, quando aplicação for iniciada pelo usuário, O Android lerá esse arquivo para identificar qual é a Activity principal, que deve estar declarada como MAIN na ação a ser tomada pelo filtro do intent, e deve entrar como LAUNCHER na categoria desse intent. Assim, o Android chamará o método onCreate() para executar a criação do aplicativo, e iniciá-lo como um processo no Android.

Metodologia

Tipo de pesquisa

Este trabalho é um estudo experimental, baseado em pesquisas pela internet sobre casos de acidentes e prevenção com usuários do App de atendimento emergencial na área de saúde desenvolvido em um ambiente de plataforma Android.

Local De Testes

Os testes foram feitos diretamente nos Smartphones dos alunos envolvidos no trabalho junto com pessoas escolhidas para início das pesquisas de satisfação e ajustes para a conclusão do App.

Levantamento de Requisitos Para Resultados Esperados

Uma etapa imprescindível no processo de desenvolvimento de Um App é o levantamento e a análise de requisitos. Segundo Pressman (2011, p.151), “a análise de requisitos resulta na especificação de características operacionais do software, indica a interface do software com outros elementos do sistema e estabelece restrições que o software deve atender”. Evidenciando a importância desta etapa no processo de desenvolvimento de software, pode-se afirmar que, após sua execução, analistas e programadores terão explicitadas as funcionalidades que o sistema deverá disponibilizar ao usuário, isto é, os profissionais terão o entendimento do que se espera do App e assim obter com a Ajuda Dos Usuários os Resultados esperados Para Conclusão do App.

Processo de Criação do App

Para possibilitar o desenvolvimento de aplicações para a plataforma Android, há algumas ferramentas e tecnologias que devem ser utilizadas. Dentre estas ferramentas, deve-se escolher, primeiramente, o IDE – Integrated Development 67 Environment – de desenvolvimento, ou seja, qual ferramenta o programador utilizará como base para escrever as linhas de código. O IDE escolhida para desenvolvimento do aplicativo atendimento emergencial na área da saúde primeiro socorros foi o appinventor.mit encontrado no site: http://ai2.appinventor.mit.edu não se fazendo necessária uma instalação, isto é, depois de logar no site com uma conta google o programador já pode começar a realizar a criação do App,e ele estará pronto para uso. Outra ferramenta utilizada neste trabalho foi o Android SDK (Software Development Kit), que é o ambiente de desenvolvimento destinado a quem deseja programar aplicações para o sistema operacional Android. Esta ferramenta pode ser baixada, de forma gratuita, no site oficial do Android. O Android SDK disponibiliza funcionalidades primordiais ao desenvolvedor, como emulador, debugger, bibliotecas, documentação e tutoriais. Chamado de Android Development Tools – ADT. Segundo documentação oficial do Android, ADT é um plug-in utilizado para fornecer um ambiente poderoso e integrado para desenvolvimento de aplicativos Android. Para o perfeito funcionamento do ambiente de desenvolvimento Android, devem ser feitas, além das configurações básicas presentes em qualquer ambiente de desenvolvimento Java, Vale ressaltar que há arquivos compactados prontos para o desenvolvimento Android disponíveis na internet. Estes arquivos possuem tanto o IDE Eclipse, como o SDK Android e o plug-in ADT. Portanto, feito o download deste arquivo, basta descompactá-lo e executar o qualquer IDE para iniciar o desenvolvimento ou entrar no Site: http://ai2.appinventor.mit.edu Para Começar a Desenvolver em Plataforma Android , Muitos Apps São Criados nessa Plataforma .

Diagrama de Casos de Uso

Diagrama de Caso e UsoDiagrama de Caso e Uso
Os autores (2018)

Hipóteses 

Tendo a pesquisa analisando toda influência da tecnologia, e observando que utilização deste aparato traz a devida informação ao público, a hipótese levantada por esta pesquisa é que: A tecnologia atual permite que você solucione muitos problemas com uso dos aplicativos para seu smartphone.

Analisando toda a influência da tecnologia, e observando que a utilização deste aparato traz a devida comodidade, a hipótese levantada por meio desta pesquisa é que: o sistema operacional móvel mais utilizado no mundo, o Android vem se consolidando, esse é um marco na história da tecnologia e o fim de uma era.

Na hipótese de o usuário sentir algum desconforto ou sintoma que o mesmo não consiga detectar, como por exemplo uma dor muito forte de cabeça com dormência em algum lado do corpo sintoma de um AVC ou até mesmo sintomas de tontura, vertigem ou desmaio, náusea e vômito causa de uma queda de pressão e por algum motivo não tenha nenhuma pessoa responsável por perto para orientar ou até mesmo pedir uma ambulância fato esse que já foi comprovado por pesquisa “O número de idosos que moram sozinhos vem aumentando cada vez mais no país. De acordo com o IBGE, esta quantidade já representa 14% dentre as pessoas com mais de 60 anos. O risco de acidentes domésticos nesta faixa etária, porém, é grande e devem-se tomar alguns cuidados”, o usuário pode acionar o botão de emergência para poder se comunicar com o resgate através do aplicativo desenvolvido.

Apresentação do Aplicativo

Após toda a parte de pesquisa e estudos foi dado início ao desenvolvimento do aplicativo, que tem o objetivo de trazer informações rápidas e resumidas sobre primeiro socorros, com isso foi composto um aplicativo com apenas 03 telas (Inicio, Lista de Procedimentos e Instruções) simplificando o acesso para o usuário.

 Na tela inicial é apresentado o nome do aplicativo, uma imagem que representa a área de primeiro socorros e o botão de entrar para acessar a lista de procedimentos.

Tela InicialTela Inicial
Os autores (2018)

Na tela de Procedimentos é apresentada uma imagem ilustrativa e uma lista de procedimentos apra o usuário com as seguintes opçoes:

• “Rolar a tela” para visualisar mais procedimentos.

• Clicar na opção voltar do Android para retornar a tela de inicio.

• Selecionar um dos botões de procedimentos para acessar as instruções.

Tela de ProcedimentosTela de Procedimentos
Os autores (2018)

Na tela de Instrução sobre o procedimento representada nas figuras 03 e 04 foram adicionados os seguintes itens:

• Imagem Ilustrativa sobre o procedimento.

• Um breve resumo para ajudar o usuario a identificar o procedimento.

• A desciçao de como agir em caso positivo.

• Algumas informações adicionais sobre o procedimento.

• Botão de discagem para Ambulância.

• Botão de discagem para o Bombeiro.

• Botão de Voltar para o Menu de procedimentos.

Tela de InstruçãoTela de Instrução
Os autores (2018)

Tela de Instrução ContinuaçãoTela de Instrução Continuação
Os autores (2018)

Por fim, após implementar todas as telas temos o fluxo representado na figura 05 com as telas que o usuário poderá interagir e os esquemas de decisão (Voltar ou Seguir).

Fluxo de TelasFluxo de Telas
Os autores (2018)

Conclusão

Pode-se concluir com a implementação do projeto que o uso da tecnologia é cada vez mais aceita e praticada na área da saúde, e até mesmo usuários que são leigos nessa área utilizam aplicativos para obterem informações e acompanharem o tratamento e prevenção de doenças.

O aplicativo foi desenvolvido de forma simples e utilizando os elementos mais básicos da programação, porém é intuitivo e proporciona um acesso fácil aos usuários sem precisar de cadastro ou configurações, além disso o aplicativo funciona totalmente off-line (não necessita de conexão com a internet).

O produto final não pode ser considerado apto para concorrer no mercado contra os grandes nomes de aplicativos de saúde. Para tal, é preciso que se dê continuidade ao desenvolvimento adicionando mais funcionalidades e procedimentos. Isso consistiria em um trabalho de mais tempo, e uma parceria com profissionais da saúde.

Apesar disso, pode-se concluir que o objetivo proposto de aprendizado sobre as técnicas e conceitos de desenvolvimento de aplicativos para plataforma Android foi alcançado. Esse projeto ofereceu a oportunidade aos alunos de se introduzirem na área de desenvolvimento e a vontade de se especializarem dando continuidade nesse trabalho ou no desenvolvimento de novos aplicativos.

Referências

Exame abril. 7 apps para cuidar da saúde. Disponível em: <http://info.abril.com.br/noticias/blogs/download-da-hora/iphone/7-apps-para-cuidar-da-saude-com-o-smartphone/>. Acesso em: 18 nov. 2017.

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