ADOLFO HITLER E A ADMINISTRAÇÃO

Centro de Profissionalização e Educação Técnica

ADOLFO HITLER E A ADMINISTRAÇÃO

LUIZ FELIPHE CAMPOS PINTO SA

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo mostrar um breve histórico da trajetória de vida de Adolfo Hitler mostrando alguns fatos marcantes de sua vida pessoal que o configuraram como um dos mais importantes políticos, até a sua ascensão ao poder abordando alguns dos caminhos seguidos para a construção e a instauração do regime do nazismo na Alemanha. Buscamos por meio dessa trajetória percorrida por Hitler destacar suas campanhas de marketing voltadas para a reconstrução do país e do orgulho da sociedade alemã e verificando a presença marcante do antissemitismo. Para que fosse possível por meio desses conhecimentos prévios de sua gestão e política conseguimos trilhar as relações das políticas adotadas por Hitler com os conceitos e questões que envolvem a administração moderna e seus preceitos.

Palavras-chave: Adolfo Hitler. Regime nazista. Administração.

Abstract

The present work aims to show a brief history of the life of Adolfo Hitler showing some remarkable facts of his personal life or configure as one of the most important politicians, until his rise and to be able to address some of the following paths for a construction and establishment of the regime of Nazism in Germany. We seek through this trajectory that Hitler has highlighted his marketing campaigns aimed at the reconstruction of the country and the pride of German society and verifying the strong presence of anti-Semitism. To make it possible, through this prior knowledge of management and management policy, such as the relations of the policies adopted by Hitler with the concepts and issues surrounding modern administration and its precepts.

Keywords: Adolfo Hitler. Regime nazista. Administração.

Introdução

 O presente trabalho tem como objetivo abordar as relações encontradas entre o regime nazista criado e difundido por Adolfo Hitler por toda a Alemanha, com os preceitos que a administração moderna nos traz.

Para a realização desse comparativo precisamos estar ciente dos preceitos, características e fatos que foram determinantes para a criação e desenvolvimento do nazismo por Hitler. Para essa construção realizamos uma breve trajetória de Hitler em sua vida e no que julgou ser necessário para desenvolver o regime nazista.

Podemos perceber que o autoritarismo do regime provocou mudanças significativas dentro da área da administração sendo desenvolvida por Marx Weber a Teoria Burocrática tendo como o carisma uma de suas peças fundamentais para o seu desempenho, o que acaba por se assemelhar ao que Hitler construiu em seu regime. 

Desenvolvimento

Breve trajetória de Adolfo Hitler e a implantação do nazismo

Hitler em sua infância vivia com dois contrastes paternos uma mãe a amorosa e equilibrada e um pai autoritário e repressor, o que eram reflexos da sociedade daquele período, onde os castigos e o autoritarismo se faziam presente em todos os lares.

Segundo Ulrich (2015, p.10), o menino possuía excelentes notas na escola e segundo ele “o aprendizado ridiculamente fácil na escola me proporcionava muito tempo livre que passei mais tempo ao sol do que no quarto”.

Com aproximadamente dezesseis anos sua mãe a quem tanto amava acaba por ficar muito doente e Hitler volta para casa a fim de lhe dar toda a assistência necessária, até o dia que veio a óbito. Hitler era o jovem mais triste que já tinham visto no leito de morte de sua mãe.

Hitler sempre se interessou pela política e enquanto estava em Viena visitou várias vezes o parlamento, segundo Ulrich (2015), ele sempre escutava os pronunciamentos nas dez línguas diferentes e toda aquela agitação deixava o jovem êxtase, e nesse clima Hitler acabou por ser muito mais receptivo a soluções radicais. 

A cidade de Viena sempre se configurou como nacionalista e contrária aos imigrantes, tendo um período se configurando com uma onda de correntes antissemitas. Segundo Ulrich (2015, p.31),

[...] Hitler não teria conseguido evitar entrar em contato com corrente antissemitas na época que viveu em Viena. Afinal, na virada do século, a capital austríaca era um playground para antissemitas. A imigração maciça, principalmente de judeus orientais, despertou os temores de uma judaização de Viena, o sucesso dos imigrantes judeus, conscientes do ponto de vista educacional e orientados em subir na vida, despertou inveja e amargura nos nativos.

 A Primeira Guerra Mundial se tornou na vida de Hitler como um momento decisivo, foi por meio de sua participação ne guerra que a sua carreira política foi possível. Segundo Ulrich (2015, p.39),

O “artista” Adolfo Hitler sentia o mesmo. A guerra para ele, parecia uma lição de libertação das sensações vexatórias da juventude, como uma libertação da marcha lenta de sua existência reclusa. A perspectiva de pertencer a uma comunidade, a possibilidade de abraçar uma causa nacional aparentemente justa, tudo isso o afetou de modo bastante revigorante.

Com a Alemanha derrotada e tendo que assinar o tratado de Versalhes, Hitler se alia a política para salvar a nação. Dando início em sua carreira política, no pós-guerra em Munique. Havia um crescente desejo de se reunificar a Alemanha, e para tal fim foi criado o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, popularmente conhecido como Partido Nazista.  

Com o fim da Primeira Guerra Mundial e os altos preços cobrados pelo Tratado de Versalhes tornando a Alemanha a única culpada pela guerra, muitos problemas de caráter social começaram a emergir, desemprego, altas inflações, fizeram com que o povo alemão ficasse insatisfeito com a situação.

Hitler aproveitou esse momento e lançou sua campanha a fim de providenciar novamente o orgulho alemão, por meio de passeatas, desfiles, comícios, rádios, cartazes, entre outros meios de comunicação, simbolizando o poder e a superioridade que a Alemanha possuía.

Com a propaganda, o governo nazista transformava a fome em desafio ao trabalho, as derrotas em movimentos que antecedem as vitórias, os erros em aprendizados. A propaganda nazista tudo explicava, tudo justificava, e tudo conseguia provar. Sua tática era trucidar e encobrir massacres mostrando algo tão irracional quanto à guerra como fonte de justiça e amor. A propaganda nazista estava baseada em poucos princípios que deveriam ser repetidos à exaustão.(p.5)

 Muita mais que uma boa propaganda a oratória de Hitler foi o que o fez conseguir conquistar o povo alemão, em seus discursos selecionavam as principais palavras que lhe serviriam como bordões e conforme fosse ganhando a confiança da população sua postura ia se moldando, para que a sua mensagem pudesse ser entendida por todos que ali estavam presente.  

Hitler inclusive sabia escolher suas palavras, adaptando-as ao público. Ele dominava “a linguagem do homem simples do pós-guerra” e era capaz de temperar seus discursos não apenas com o linguajar rude do soldado raso, mas também com ironia e sarcasmo. Respondia às suas interjeições com raciocínio rápido e quase sempre despertava o riso da plateia.

 Sua campanha tinha como um dos focos a paz desnuda e a escravidão do povo alemão que foi proporcionada pelo Tratado de Versalhes, outro foco de suas propagandas era o seu antissemitismo, ele sempre os indagava porque eram antissemitas.

As imagens utilizadas com o apoio do discurso, repetidamente implantadas através dos meios de comunicação como o cinema, tornaram-se persuasivas e convincentes na união de uma nação por um padrão estético. Ideologias de Estados totalitários como a Alemanha de Hitler e a Itália de Mussolini têm na comunicação caráter persuasivo para a implantação na sociedade de ideais que favoreçam os interesses do próprio Estado. (SANTOS, 2012, p.9).

 Hitler também fazia filme longa metragens e documentários com o intuito de promover a sua imagem e interferir para a criação de uma raça pura, ele sempre deixava nítido o seu antissemitismo e o seu amor a sua pátria.

O objetivo principal desses filmes longa metragens, documentários, era enaltecer a imagem de Hitler como um herói da nação ariana, onde Berlim seria a cidade redentora de uma raça pura, um mundo sem “imperfeições”, onde ciganos, homossexuais, deficientes, doentes mentais, negros, estrangeiros e especificamente judeus não teriam um lugar, pois, para os nazistas, os judeus eram tratados como uma questão de saúde pública. (SANTOS, 2012, p.7).

 Hitler consegue vencer as eleições e consegue instaurar o seu sistema político na Alemanha e assim recuperar o sistema econômico bem como a sua soberania, fortificando no povo o nacionalismo e o amor a pátria que todos deveriam ter. Em todas as suas ações os judeus foram fortemente julgados e excluídos das atividades e direitos dentro da sociedade chegando ao ponto de serem criadas leis, como por exemplo, a lei de Nüremberg, que segundo tinha como características,  

As Leis de Nüremberg tiveram consequências diretas para os governos regionais e municipais, incentivando-os a adotarem outras posturas discriminatórias, como a proibição de judeus frequentarem locais públicos, como piscinas, cinemas e parques. A população a cada dia observava os judeus como um problema da nação e de toda forma também os excluíam, mesmo com posturas que não estavam previstas em lei, como cartazes fixados em pequenos estabelecimentos com a proibição da entrada de judeus e animais. (ULRICH, 2015, p. 360).

 Hitler buscou em sua administração desenvolver ações que fossem favoráveis a implantação do seu regime militar, com a sua crescente busca pela soberania da Alemanha o povo estava ao seu lado. Seus discursos e seu carisma para lidar com as situações o fez muito popular entre todas as camadas da sociedade. Ele sempre via o lado positivo de tudo o país havia passado desde a derrota na Primeira Guerra Mundial, a sua reconstrução a edificou e a tornou um país mais forte.  

 O seu regime fazia com que as decisões tomadas fossem manipuladas em frente a população para que os direitos e desejos do Estado fossem realizados com o seu consentimento. Esse tipo de estratégia era fundamental pois não ocorriam revoltas e insatisfações populares uma vez que as decisões tomadas e as ações aplicadas eram difundidas por meio dos meios de comunicação de tal forma a manipular suas reais intenções .

Teorias administrativas comparadas com o regime adotado por Adolfo Hitler

 As políticas administrativas adotadas pelos países são fatores predominantes e essenciais na hora de se desenvolver um planejamento estratégico que visa o seu crescimento e desempenho econômico. No caso da Alemanha Hitler teria que ir muito além, uma vez que o país se encontrava devastado pela guerra.

As teorias envolvidas com a administração partem dos estudos realizados por Marx Weber em sua obra Teoria Burocrática, onde aborda os temas como: poder, autoridade e dominação. E nesta perspectiva temos uma semelhança realizada por alguns autores ao período do Nazismo por Adolfo Hitler.

 Para conseguirmos entender essa semelhança realizada, primeiro necessitamos conhecer os estudos realizados por meio dos conceitos e significações de ações de dominação e carisma. Para Weber (1999a), “o conceito de “disciplina” inclui “treino” na obediência em massa, sem crítica e nem resistência”.

O conceito de carisma apresentado por Weber caracteriza um conjunto de qualidades pessoais excepcionais, algumas de origem inexplicável, que atribuiriam a um indivíduo poderes sobre-humanos, fora do comum, e talvez de origem dita divina. Estas qualidades são avaliadas e ponderadas, de fato, pelos seguidores de tal personalidade carismática, e não através de determinados padrões éticos ou estéticos. A existência de uma autoridade carismática reside na relação interdependente de adoração, reconhecimento e veneração do líder e seus seguidores. (KOMORA, 2018, p.123).

 A Alemanha sofria com a hiperinflação ocasionada pela crise econômica da década de 1920, o que acabou por acarretar uma alta taxa de desemprego. Com o fim da primeira Guerra Mundial e a Alemanha tendo que assinar o Tratado de Versalhes onde ficava com uma limitação de suas forças armadas e acabou perdendo uma quantia considerável do seu território Hitler consegue incutir no povo alemão o nacionalismo e o espírito de vingança por o que acabará de acontecer. E aos poucos o nazismo é instaurado na Alemanha.

[...] com a instituição do governo nazista, o povo alemão perdeu seus direitos básicos, com decreto que suspendeu direitos civis constitucionais. Foi declarado estado de emergência, no qual as decisões governamentais poderiam ser tomadas sem aprovação do parlamento. O governo alemão passou a controlar a cultura, a economia, a educação e a legislação. Foi tentado também o controle sobre as igrejas, em vão. Contudo, a maioria do corpo clérigo católico e protestante acabou por apoiar o regime. O Ditador concentrou as posições de chefe de estado, chefe de governo e chefe do partido nazista, colocando-se fora do estado de direito, e passando a determinar todas as questões políticas da Alemanha e de sua política externa. (ENCICLOPÉDIA DO HOLOCAUSTO, 2012).

 Em meio o processo de revolução industrial que proporcionou o crescimento e ascensão da burguesia frente aos meios de produção, fazendo com que os centros urbanos se desenvolvessem e fossem um atrativo para quem vive no campo, logo o desenvolvimento das cidades é marcado pelo fenômeno do êxodo rural ocorrido na época, o mundo começa a desabrochar no que viria a serem, dois grandes blocos econômicos o socialismo e o capitalismo. Na visão de Hitler segundo Moderno (2016, p.9), 

Eu sou não somente o vencedor do marxismo. Se nós despojarmos esta doutrina de seu dogmatismo judaico- -talmúdico, para somente preservar o objetivo final, o que ela contém de vis}es corretas e justas, pode-se dizer também que eu sou o realizador do comunismo. (…) Eu aprendi muito com o marxismo, e eu não penso em esconder isso. (…) Foram os métodos dos comunistas que me interessaram e ensinaram. (...) Todo o nacional-socialismo está contido dentro do comunismo. Olhem só de perto: as sociedades operárias de ginástica, as células de empresas, os grandes desfiles, os panfletos de propaganda escritos especialmente para a compreensão das massas. Todos estes novos meios da luta política foram quase que inteiramente inventados pelos marxistas. Em minha juventude, e nos primeiros anos que passei em Munique após a guerra, não hesitei em entrar em contato com os marxistas de todas as tendências. Eu pensava que havia qualquer coisa a fazer com uns e com outros. (…) Foi, então, que eu me coloquei a procurar minha própria via. Mas se poderia fazer do movimento socialista alemão daquela época o que nós somos hoje.

 O modelo econômico da época não incentivava a política de empresas privadas, pois em geral iria contra os interesses do Estado. A economia desenvolvida era monopolista e autoritária, onde por meio das ações do Estado as questões políticas se sobressaem sobre as econômicas.

A lei fundamental é a de 24 de fevereiro de 1934, visando preparar uma estrutura orgânica da economia alemã, e que autoriza o Ministério da Economia a dissolver e fundir as organizações comerciais, a modificar seu estatuto, a nele introduzir o princípio da autoridade, a fazer entrar os independentes nas organizações e a reconhecer as associações como únicas representantes legítimas dos segmentos comerciais e industriais concernidos. (NEUMANN, 1987).

 Com a criação da Sociedade Petrolífera, em Berlim, era possível controlar o abastecimento ou não de matérias-primas aos opositores do regime nazista. Com o desenvolvimento da economia alemão por meio de atividades voltadas para a construção de máquinas, transportes, automóveis, extração de petróleo foi possível criar um império industrial na Alemanha.

 Políticas também foram adotadas no agronegócio, com o intuito de fortalecer a economia alemã, segundo a explicação de Neumann (1987),

O escritório nacional-socialista dos gêneros alimentícios conseguiu organizar a produção e a distribuição da comida sobre uma base vertical, sem negligenciar nenhum setor da agricultura. O governo fixa os preços agrícolas. O produtor rural foi subvencionado e enraizado na ‘terra e sangue’. É a realização da qual o nacional-socialismo tem mais orgulho. O camponês deve constituir a ‘nova nobreza da terra e do sangue’ e ‘abrir a via a uma troca orgânica de mercadorias.

 A política voltada para a propagando foi o que fez Hitler chegar ao poder da Alemanha e o que o deixou lá por tanto tempo. Em seus discursos palavras como tornar a Alemanha vitoriosa novamente e que ela seria o orgulho da nação alemã sempre estavam presentes. Por meio de seus comícios, desfiles ou estandartes Hitler sempre estava presente, atingindo todas as classes sociais, onde por meio de suas ações seus anseios poderiam ser atendidos.

Em termos políticos, o nazismo poderia ser caracterizado como um partido de direita conservador, sendo o mais distante possível de uma ideologia de esquerda e até do liberalismo pelo fato do líder, Hitler, acreditar que o judaísmo se enquadrava em tais ideologias. O partido foi idealizado por Hitler por volta de 1920, no intuito de reinstalar na Alemanha um regime autoritário para reconquistar, violentamente, o território amplo e a reunificação das províncias germânicas (EVANS, 2010).

 E por meio de políticas de incentivo econômico foi possível tornar a Alemanha um complexo industrial, diminuir a taxa de desemprego, estabilizar a moeda e por meio do investimento de capital nacional o país se tornou uma potência militar.  

Conclusão

Sabemos que o regime nazista não se originou ao acaso, vários fatores o influenciaram, sendo a propagando um dos principais meios para sua consagração e difusão frente a sociedade. A cultura do medo atrelada ao método de propaganda de Hitler fizeram da Alemanha um potência novamente.

 Fica clara a grande relação que Hitler possui com a administração, tanto com o carisma de seu governo como por seu caráter de administrador frente à recuperação econômica que a Alemanha vivenciou no pós-guerra durante a vigência de seu governo.

 E por fim, podemos perceber o quão importante essas análises são para que possamos desmistificar nossos saberes frente as práticas que são adotadas hoje em nosso meio social e profissional, muitos dos preceitos administrativos que hoje se constituem como base são heranças de um regime constantemente julgado por todos. 

Referências

ENCICLIPÉDIA DO HOLOCAUSTO, 2012. O Terceiro Reich. United States Holocaust Memorial Museum. Disponível em: www.ushmm. org. Acesso em: 20 out. 2020.

EVANS, Richard J. 2010. A chegada do Terceiro Reich. Ed. São Paulo.

KERSHAW, I, 1993. Hitler – Um perfil do Poder: 1ªEd. Jorge Zahar, São Paulo. LOBATO, J. P, 2007. Teoria Geral da Administração. Departamento de Ensino à Distância. Universidade Salgado de Oliveira. São Gonçalo, RJ.

KOMORA, A. Desmistificando o Führer: A Contradição Entre o Conceito de Dominação Carismática e o Comando de Adolf Hitler Durante o Terceiro Reich). . Revista Dissertar. Disponível em: http://www.revistadissertar.adesa.com.br/index.php/revistadissertar/article/view/254. Acesso em: 20 out. 2020.

MODERNO, João Ricardo. Introdução à economia nacional-socialista. Carta Mensal. Rio de Janeiro, v. 1, n. 793, p. 4-19, ago. 2016. Disponível em: http://cnc.org.br/sites/default/files/arquivos/2016_cmensal_739.pdf#page=5. Acesso em: 20 out. 2020.

NEUMANN, Franz. Béhémoth. Structure et pratique du national-socialisme: Paris: Payot, 1987. p. 313.

SANTOS. Valéria Cristiane Moura dos. Luz, Câmera, Hitler! Cinema e Propaganda a serviço do nazismo. Disponível em: http://gthistoriacultural.com.br/VIsimposio/anais/Valeria%20Cristiane%20Moura%20dos%20Santos.pdf. Acesso em: 30 maio 2020. Acesso em: 20 out. 2020.

ULRICH, Volker. Adolfo Hitler: os anos de ascensão: 1889-1939. Barueri, São Paulo: Amarilys, 2015.

WEBER, M., 1999a. Economia e Sociedade: Fundamentos da Sociologia Compreensiva. Vol. 1, 4ª Edição. Editora Universidade de Brasília : São Paulo : Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

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