A EDUCAÇÃO COMO PILAR PENSANTE DA SOCIEDADE

FACULDADE DOM ALBERTO

A EDUCAÇÃO COMO PILAR PENSANTE DA SOCIEDADE

CAMILA ABBOTT DO NASCIMENTO CAMPODÔNICO

Resumo

Este presente trabalho tem a intenção de expor a situação da escola publica brasileira, enfocando a evasão escolar, a estrutura ou falta desta, a obrigatoriedade do ensino integral, as relações dentro do contexto educacional e a importância de valorizar as relações e situações sociais fora do contexto escolar, e principalmente a educação integral de qualidade, educação centrada no aluno e em seu desenvolvimento, buscando uma valorização do ensino publico e qualificação e remuneração adequada do professor. Visa o entendimento de uma formação integrada do ser e seu desenvolvimento, valorizando conhecimentos prévios do educando e seu contexto, buscando uma educação global e inteira, compreendendo a necessidade de valorizar o social e o meio para adquirir conhecimento. É preciso compreender a urgência de um ensino publico integral, qualitativo, e de um acesso real e igualitário para todos os níveis sociais. Uma reestruturação do ensino que leve a um ensino pratico e integrado de conhecimentos para a vida do educando e não apenas para a formação de um profissional reprodutor de conhecimento, mas sim para o desenvolvimento de um ser pensante e atuante na sociedade.

Palavras-chave: Escola. Educação. Gestão. Integral. Sociedade.

Abstract

This work intends to expose the situation of the Brazilian public school, focusing on school dropout, its structure or lack, the obligation of integral education, relationships within the educational context and the importance of valuing social relationships and situations outside the classroom. school context, and especially quality comprehensive education, education centered on the student and his / her development, seeking an appreciation of public education and qualification and adequate teacher remuneration. It aims at understanding an integrated formation of the being and its development, valuing previous knowledge of the student and its context, seeking a global and whole education, understanding the need to value the social and the means to acquire knowledge. It is necessary to understand the urgency of comprehensive, qualitative public education and real and equal access for all social levels. A restructuring of teaching that leads to a practical and integrated teaching of knowledge for the student’s life and not only for the formation of a knowledge reproducing professional, but for the development of a thinking and active person in society.

Keywords: School. Education. Management. Integral. Society.

Introdução

Este texto presente vem falar a respeito das interações escolares, de suas estruturas e dos mecanismos de interação escolar. Vamos ressaltar a importância dessas relações e estabelecer valores de importância das mesmas. Como vem se portado a instituição formal assim como os pertencentes a este mecanismo tão necessário da sociedade.

É notório que ao longo do tempo a educação tem sido agente de reprodução de conhecimento, de reprodução em massa de trabalhadores funcionais, com um conteúdo estruturado e concreto, quase sem espaço para modificações e transformações. Temos vivenciado uma educação “imparcial” gerando em sua grande maioria bons trabalhadores equipados de conhecimento apenas para a reprodução de uma atividade especifica.

E podemos analisar desde a educação infantil ate as universidades esse padrão na hora de ensinar e transmitir. Vamos nos focar em um dos pontos mais importantes para nos mostrar que algo está desconectado entre alunos e escolas, a evasão escolar. Porque o índice de evasão escolar é tão alto e o que nos leva a essa perda significativa de crianças em idade escolar, que deveriam estar amando o ensino e consequentemente o estar dentro do espaço escolar.

Não apenas crianças, mas também, adolescentes que deveriam estar conectados com a escola e interessados pela aprendizagem e pelo seu desenvolvimento sendo capazes de decidirem um caminho para seu futuro, seja profissional seja na vida diária.

Questionamentos são necessários nesse processo, como, Qual o índice de analfabetos funcionais? Porque é tão necessária a educação de jovens e adultos que estavam fora do contexto escolar? Porque esse índice permanece tão alto? São perguntas pertinentes para quem quer compreender o porquê da evasão escolar e o porquê desse distanciamento entre o individuo e a escola precisa se fazer.

Vamos sempre tentar ressaltar a importância de ser, ser um ser completo e não parcial, e principalmente a formação integral deste. Como um individuo atuante em uma sociedade complexa e entrelaçado ao seu desenvolvimento escolar com sua singularidade tanto na forma de aprender como de enxergar a vida, tanto em sua individualidade como em sua coletividade, tanto em sua sabedoria como na necessidade de aprendizagem, visando à formação de um ser completo, pensante e atuante no meio em que vive, criando raízes de conhecimento e interação com este meio, dando assim significado ao aprendizado. Respeitando suas crenças, valores e desejos, não apenas como mero espectador da aprendizagem e do conhecimento.

Vamos falar sobre como criar estruturas para que este educando se desenvolva de forma integral e não parcial. Como a escola pode e deve influenciar na educação de jovens pensantes e não apenas reprodutores de conhecimento e padrões.

Desenvolvimento

EDUCAÇÃO FORMAL E SUA ESTRUTURAÇÃO

Primeiramente é necessário entendermos o conceito de educação formal, e dos outros tipos de educação. Segundo o MEC, a educação formal é aquela que ocorre nos sistemas de ensino tradicionais; a não formal corresponde às iniciativas organizadas de aprendizagem que acontecem fora dos sistemas de ensino; enquanto a informal e a incidental são aquelas que ocorrem ao longo da vida.

É necessário esse conhecimento para entendermos e podermos analisar de fato, quem é este aluno que encontramos na escola. Muitas escolas erram ao acreditar que este aluno, chegava na escola sem nenhum tipo de bagagem ou com crenças e conceitos errôneos, como seres humanos que interagem desde seu nascimento este aluno já vem carregado e dotado de conhecimento, claro que de inicio, um conhecimento adquirido pela educação não-formal, adquirido pelas relações familiares, religiosas e da sociedade que o cerca. E ao longo dos anos este também vem adquirindo conhecimento das relações sociais que o cerca, e nesse processo de interação social ele vem adquirindo conhecimento nestas relações, gerando assim uma gama de conhecimento informal.

A escola, ou a estrutura escolar, fica com o ensino formal, de conceitos concretos e definidos, gerando uma necessidade de aprendizagem continua e acumulativa.

A LDB 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 20 de Dezembro de 1996), é a lei que estabelece a finalidade da educação no Brasil e toda a sua organização e estrutura, quais são os órgãos administrativos responsáveis, quais são os níveis e modalidades de ensino, entre outros aspectos em que se define e se regulariza o sistema de educação brasileiro com base nos princípios presentes na Constituição.

Os órgãos responsáveis pela educação, em nível federal, são o Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Nacional de Educação (CNE). Em nível estadual, temos a Secretaria Estadual de Educação (SEE), o Conselho Estadual de Educação (CEE), a Delegacia Regional de Educação (DRE) ou Subsecretaria de Educação. E, por fim, em nível municipal, existem a Secretaria Municipal de Educação (SME) e o Conselho Municipal de Educação (CME).

Os municípios devem organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, exercer ação redistributiva em relação às suas escolas, autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino, oferecer educação infantil em creches e pré-escolas e assumir a responsabilidade de prover o transporte para os alunos da rede municipal.
Cada instituição de ensino pode, de maneira democrática, definir suas próprias normas de gestão, visto que cada uma tem suas peculiaridades, levando em conta a região. É claro que essas normas devem também submeter-se aos órgãos citados anteriormente, sem interferir em suas decisões e ordens de organização e estrutura do sistema de ensino. 


Neste texto, não daremos ênfase a nenhuma discussão relacionada a esses órgãos, é necessário o entendimento de que existem órgãos responsáveis e que ditam quais caminhos a escola deve andar, porém focaremos a nossa atenção na relação escola-direção-professor-aluno. Esse elo que vem entrelaçado de conhecimento e relações extremas. 

Ao analisarmos essas relações e interações tão extremas e de suma importância para a vida do educando e da sociedade em si, podemos avaliar que a educação é de extrema complexidade e nos dias de hoje quando chegamos a um nível de evasão escolar e desistência do ensino básico, precisamos avaliar e compreender o que não esta funcionando neste processo.

evasão escolar

Falaremos agora sobre a evasão escolar, tema muito falado e que permanece pertinente nos tempos em que vivemos, para entender melhor esse conceito vamos definir o que seria evasão. Segundo o dicionário Michaelis, evasão é “ação ou processo de evadir, de deliberadamente fugir”. No contexto escolar , evasão é

 “o que ocorre quando um aluno deixa de frequentar a escola e fica caracterizado o abandono escolar, e historicamente é um dos tópicos que faz parte dos debates e análises sobre a educação pública. Vários fatores podem ocasionar a evasão escolar”.

E é exatamente esse ponto que iremos nos atentar nesse tópico, a educação pública que cada vez mais aumenta o nível de evasão escolar e de abandono dos estudos.

Segundo o IBGE, das 50 milhões de pessoas com idades entre 14 e 29 anos, dez milhões, ou seja, 20% delas, não tinham terminado alguma das etapas da educação básica. Essa pesquisa ainda aponta dados importantes. No índice, a grande maioria é de pretos e pardos. O principal motivo: necessidade de trabalhar e depois a falta de interesse. Entre as mulheres, a gravidez e as tarefas domésticas. A situação é mais grave na Região Nordeste. Três em cada cinco adultos não completaram o ensino básico…. A pesquisa traz alguns dados positivos. Quase 100% dos jovens de 6 a 14 anos estavam na escola em 2019. A proporção de brasileiros de 25 anos ou mais com ensino médio completo cresceu. Mas, ainda têm 11 milhões de analfabetos, mais da metade na Região Nordeste. A taxa é maior entre os pretos e pardos.

O que podemos notar é que existe uma grande disparidade entre a educação de escola particular para escola pública, o que devemos nos empenhar para modificar. Levando um ensino de qualidade igualitário para todas as áreas sociais.

Aprofundando neste tema, podemos falar um pouco sobre os motivos que levam esses adolescentes a evadirem da escola e em sua grande maioria concretizando o ato de abandono escolar.

Ainda segundo o IBGE,

“A desigualdade no desempenho dos alunos é afetada principalmente em função de sua origem socioeconômica, mas também devido às diferentes condições de funcionamento das escolas, do tipo de gestão escolar e da qualidade dos profissionais da educação básica”. De acordo com o relatório Education at a Glance, o Brasil é o país com o menor salário inicial anual pago aos docentes do ensino fundamental e médio em comparação com todos os demais países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo o relatório, o Brasil pagava, em 2017, um salário inicial de US$ 13.971 por ano aos seus professores do ensino fundamental e médio, enquanto no Chile, por exemplo, os educadores recebiam um piso de US$ 23.429 no ensino fundamental. Como os países da OCDE pagam em média um salário básico maior para o ensino médio e no Brasil o salário é o mesmo para todas as etapas da educação básica, a distância entre a remuneração dos professores brasileiros e a média da OCDE (US$ 34.534) fica ainda maior para esse nível.

Dentro dessas desigualdades é que estamos educando nossos alunos e requisitando deles um maior empenho diante de provas, simulados, vestibulares e avaliações. Dentro desse contexto encontramos profissionais mal assessorados e mal pagos que em sua grande maioria ainda permanecem firmes e constantes, desejando o crescimento da educação publica brasileira. Mas o que podemos notar é que algo precisa ser feito e reestruturado para que aja um crescimento significativo e transformador na escola publica brasileira, somente assim poderemos levar uma educação igualitária a todos.

educação integral

Vamos começar definindo o que seria uma educação integral, a lei N.° 10.172 de 9 de Janeiro de 2001, determina que a educação para crianças de 0 a 6 anos, seja de tempo integral, ou seja, a criança deve estar inserida em um contexto onde a criança esteja o dia inteiro dentro da escola. Leis são necessárias para que aja um desenvolvimento igualitário e acesso de todos ao ensino integral. Porem, nesse texto, a intenção é ampliar esse conceito de educação integral, a educação integral seria não somente relacionada ao tempo de permanência dentro da unidade escolar, mas sim do desenvolvimento do sujeito em todas as suas dimensões, de uma educação que contemple todos os níveis educacionais e que haja um envolvimento nesse processo de aprendizagem, tanto externo a unidade escolar quanto a todos envolvidos nesse processo dentro da unidade escolar.

 Ou seja, vamos tratar a Educação Integral como uma concepção que compreende que a educação deve garantir o desenvolvimento dos sujeitos em todas as suas dimensões – intelectual, física, emocional, social e cultural e se constituir como projeto coletivo, compartilhado por crianças, jovens, famílias, educadores, gestores e comunidades locais. 

Segundo o centro de referencia em educação integral,

A Educação Integral: é uma proposta contemporânea porque, alinhada as demandas do século XXI, tem como foco a formação de sujeitos críticos, autônomos e responsáveis consigo mesmos e com o mundo; é inclusiva porque reconhece a singularidade dos sujeitos, suas múltiplas identidades e se sustenta na construção da pertinência do projeto educativo para todos e todas; é uma proposta alinhada com a noção de sustentabilidade porque se compromete com processos educativos contextualizados e com a interação permanente entre o que se aprende e o que se pratica; promove a equidade ao reconhecer o direito de todos e todas de aprender e acessar oportunidades educativas diferenciadas e diversificadas a partir da interação com múltiplas linguagens, recursos, espaços, saberes e agentes, condição fundamental para o enfrentamento das desigualdades educacionais.

É dentro desse contexto que desejamos tratar a educação e o conceito de educação integral, que visa à educação de um ser completo e de uma educação desde a gestão até os alunos compreendendo a sua importância como ser, e em uma sociedade.

Assim, a escola passa a ser um espaço essencial para o desenvolvimento dos educandos, como sujeitos atuantes dentro e fora do espaço escolar, dando base para o desenvolvimento de um cidadão atuante e reflexivo, capaz de discernir conceitos e saber coloca-los na pratica.

Assim o professor deve ser um orientador do conhecimento, um articulador, um facilitador, compreendendo sua importância nesse processo de ensino-aprendizagem. Trazendo os conteúdos e os conceitos a serem aprendidos para a vivência e pratica de cada aluno, levando sempre em consideração a sua bagagem emocional, física e social.

À gestão de politicas educacionais cabe se importar com todo o processo do ensino e sua estrutura para melhor aprendizado do aluno e para que o professor possa ter a base fundamental para um bom trabalho, seja tecnológico, seja financeiro, seja de treinamentos.

Reforçando essa ideia de concepção integral, vale ressaltar ainda o que diz o centro de referencia em educação integral,

Uma proposta de Educação Integral confere centralidade ao aluno. Isso significa que todas as dimensões do projeto pedagógico (currículo, práticas educativas, recursos, agentes educativos, espaços e tempos) são construídas, permanentemente avaliadas e reorientadas a partir do contexto, interesses, necessidades de aprendizagem e desenvolvimento e perspectivas de futuro dos estudantes.
Para contemplar a singularidade de cada estudante na construção do seu percurso formativo é necessário que os educadores detenham um amplo conhecimento das múltiplas formas pelas quais as crianças e jovens aprendem e se desenvolvem e, consequentemente, de uma pluralidade de métodos e intervenções que podem ser colocados em pratica a partir de suas necessidades, interesses e dos objetivos de aprendizagens e desenvolvimento definidos no currículo. 

Existem inúmeros pontos que poderíamos ressaltar, mas o ponto mais importante é que o desenvolvimento integral seja o elemento central da formação deste aluno, consequentemente da educação integral.

Conclusão

O que se torna notório é a necessidade de um “novo” tipo de educação, uma educação de um ser completo, uma educação que leve em consideração não só os conteúdos estruturados e definidos, que são também importantes para o desenvolvimento humano, mas uma educação que conecte esses conteúdos a realidade do aluno, uma educação que o faça refletir sobre essa realidade, conteúdos que envolvam esse aluno e produzam conhecimentos relacionais.

Que através da interação dentro do ambiente escolar, possam existir reflexões, mudanças de comportamento e aprendizagem em sentido amplo, como se relacionar com pessoas, desenvolvimento emocional, planejamento financeiro, praticas que o leve a conhecer profissões para melhor decisão de seu futuro, praticas continuas e diárias de esporte e atividade física. Bom, poderíamos aqui continuar escrevendo inúmeros conteúdos necessários para serem trabalhados na escola, mas a bem verdade é, que existe uma urgência em uma reestruturação do sistema brasileiro de educação, uma urgência em se formar pensadores de opinião, em seres completos e pensantes, capazes de indagar sobre a sociedade em que vivem e de serem agentes de transformação da mesma com mais impacto e efetividade.

Existe uma urgência em dar novos valores e significado para os alunos da rede de ensino, em valorização do profissional e capacitação do mesmo para enxergar a escola sobe novo prisma, é necessário o entendimento familiar de que escola não educa, ela instrui o aluno no processo de aprendizagem, cabe dar nova importância, novo significado para que o aluno volte a se conectar com a escola e entender a importância da mesma, é urgente a necessidade de uma reestruturação no sistema de ensino, uma reestruturação que se importe com a relação professor-aluno, que eles tenham suporte necessário para o bom desenvolvimento do ensino de qualidade.

Poderíamos enumerar várias outras ações necessárias para que a escola seja uma formadora de alunos pensantes e prontos para atuarem na sociedade, porem, esse texto não tem o objetivo de encerrar o assunto, mas de apenas instigar novas opiniões, novos estudos e o desejo pela mudança do sistema educacional de ensino brasileiro.

Referências

Brasil Escola. A ORGANIZAÇÃO E A ESTRUTURA DOS SISTEMAS DE ENSINO NO BRASIL. Disponível em: https://educador.brasilescola.uol.com.br/gestao-educacional/a-organizacao-estrutura-dos-sistemas-ensino-no-brasil.htm. Acesso em: 25 dez. 2020.

Centro de Referências em Educação Integral. Educação Integral. Disponível em: https://educacaointegral.org.br/. Acesso em: 26 dez. 2020.

G1. IBGE mede o problema nacional da evasão escolar. Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/07/15/ibge-mede-o-problema-nacional-da-evasao-escolar.ghtml. Acesso em: 23 dez. 2020.

IBGE. Abandono escolar é oito vezes maior entre jovens de famílias mais pobres. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/25883-abandono-escolar-e-oito-vezes-maior-entre-jovens-de-familias-mais-pobres. Acesso em: 25 dez. 2020.

Instituto Unibanco. Guia sobre abandono e evasão escolar:: um panorama da educação brasileira. Observatório de Educação Ensino Médio e Gestão . Disponível em: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/em-debate/abandono-evasao-escolar. Acesso em: 25 dez. 2020.

MEC. Lei 10.172, DE 9 DE JANEIRO DE 2001. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/. Acesso em: 26 dez. 2020.

Mettzer. O melhor editor para trabalhos acadêmicos já feito no mundo. Mettzer. Florianópolis, 2016. Disponível em: http://www.mettzer.com/. Acesso em: 21 ago. 2016.

NeriMarcelo (Coord.). Motivos da Evasão Escolar. Tese (Centro de Politicas Sociais)Inep. Disponível em: http://www.bibliotecadigital.abong.org.br/. Acesso em: 26 dez. 2020.

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wikipedia. Evasão Escolar. Disponível em: https://pt.wikipedia.org. Acesso em: 24 dez. 2020.

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